Amy acordou. Abriu os olhos e não quis se levantar. Allice chega e começa a fazer um discurso do por quê de ela ir à escola novamente.

– Tá, tá, Allice! Eu sei que é muito importante ir, já vou.

Ela se levanta e escova os dentes, e o processo de levantar tarde e chegar atrasada recomeça.

– AMY! VOCÊ VAI SE ATRASAR! — diz sua mãe.

No carro, pela sua cara já dá pra perceber que ela não estava nem um pouco no clima. Ela desce do carro e dá um longo suspiro. Com ainda sua cara de sono, e sem livros da escola, ela anda devagar até o portão. Sua sala seria supostamente a pior de todas, onde ninguém queria estudar de verdade, isso a desmotivou mais ainda, pois até que ela gostava de estudar. Com alguns cadernos na mão, e bocejando, ela vê novamente Daniel. Mas espera... 2 deles! NÃO! 3 DELES. TODOS ERAM EXATAMENTE IGUAIS!

– O-oi Daniel...

– Ah, oi. Como você sabe meu nome?

– Eu escutei sua mãe te chamando.

– Ela não era minha mãe. — os três riem (era tão fofo ♥ )

– O que ela era então?

– Uma espécie de babá. — diz um deles.

– Eu não quero parecer intrometida, mas por que vocês precisam de babá com essa idade?

– Haha, nosso pai que a contratou, não sei exatamente por que. — diz outro. — Que ano você faz?

– O segundo.

– Nossa, nós também! Mas cada um em turmas diferentes.

– Diferentes?

– É, assim não nos confundem muito.

– Ei, espera. Você foi a garota que eu ajudei. Você parece muito com a sua irmã, Alex. — ela cora.

– Você que me salvou? — os irmãos olham para ele.

– Não, não. Quem te salvou foi o médico, eu só dei uma forcinha, hehe.

– Mas muito obrigada mesmo assim! — ela o abraça. Ele se sente muito bem com aquele abraço, um abraço de uma desconhecida, porém,uma desconhecida muito interessante. O abraço foi tão longo que parecia que os outros estavam com inveja. — Mas eu ainda não sei o nome de vocês.

– Ah, que falta de educação! Sou Leniel.

– Desculpe, haha. Sou Thaniel.

– E eu sou Daniel, como você já sabe.

– Todos com niel no fim, que fofinho. — os três se envergonham.

– Mas e aí, qual o seu? — diz Leniel.

– Amy. Amy Night.

– Poderia mandar lembranças à sua irmã? Alex Night, não é?

– Claro! Farei isso assim que voltar. Qual de vocês vai ficar no segundo A comigo?

– Eu. — diz Thaniel.

– Ótimo! Acho que podemos virar amigos, então.

– É, acho que sim. — ele sorri. Quando de repente, a diretora chega:

– Os três. Minha sala. Agora. — eles se despedem. Amy não entende muito bem, mas na verdade não liga.

Na aula, a troca de sorrisos com Thaniel era constante. A próxima aula seria a de Biologia. Por alguma razão, Thaniel tenta se esconder do professor. Amy sussurra: O que foi? Ele responde: Ele é meu pai.

Amy fica surpresa, mas ao mesmo tempo acha fofo. Bom, tudo nos trigêmeos ela achava extremamente fofo. Então tudo que estava relacionado era o mesmo. Que legal ter professor como pai. Ela pensa. No intervalo, os três e mais alguns amigos deles sentam na mesa de Amy. Ela se envergonha.

– Vocês vieram para cá por quê?

– Pra ficar com você, claro. — diz Leniel.

– Co... migo? Por quê?

– Porque todos nós gostamos de você, dãa.

– Mas... Gostar do tipo..

– Não. Haha, que menina engraçada. — ela queria muito sair correndo e se esconder.

– Você é boa em que matéria? — pergunta Daniel.

– Ah, eu também queria saber. — fala Thaniel.

– Física, inglês e história, eu acho.

– Sou péssimo em física e história. — diz Daniel.

– Sou péssimo em inglês e física. — diz Thaniel.

– Não sou péssimo em nada. — diz Leniel, se achando (ele põe os pés na mesa se achando O gostosão e O espertão) — Posso parecer burro, mas tiro primeiro lugar em todas as provas e simulados.

– Pior que é verdade. O cagado nasceu inteligente. — diz Thaniel.

– Nossa, pensei que Leniel fosse o pior de todos. Sem ofensa.

– Ei! Eu tenho cara de ser tão retardado assim?

– Tem. — ela ri, contagiando os outros.