As crônicas de um assassino
4 The Blackstar
Notas iniciais
“Meu rei.
Estou coletando “impostos” não pagos de civis. Em breve voltarei a vosso lar para restaurarmos a paz nesse mundo.
A estrela negra ira cair. Junto com ela a irmandade dos Assassinos.
Templários reinaram novamente
Para meu líder, Charles Edward.
ass: Samuel. ‘’
O assassino leu a carta em voz alta.
Logo depois, John falou.
– Estrela negra? O que? Que e isso?
– Eu duvidava da existência dela... ela era um mito antigo –disse o pai de John-
– Pai... vamos. Conte-me sobre isso.
– Não filho, Nos precisamos viajar agora. Será para um lugar bem longe, precisaremos de um navio... siga-me, os assassinos tem um.
John e seu pai saíram da do túnel e seguiram para o porto de Havana.
Um navio. Via-se dezesseis canhões em seu caso ao lado esquerdo. Ao lado direito mais dezesseis canhões projetavam-se.
A bordo do navio, podia-ver se um morteiro. No quebra-onda do navio, via-se o símbolo dos assassinos com duas laminas ocultas ao lado.
No mastro do navio uma bandeira preta com os símbolo dos assassinos estampado no meio em branco. Com as laterais vermelhas.
– Isso e... eu não tenho palavras para descrever... e imenso! – Exclamou John- O navio realmente era imenso.
Agora eles precisariam de uma tripulação.
– Pai... e nossa tripulação? Nós não podemos viajar sem ela... –Disse John, logo seu pai respondeu-
– Filho... olhe para os telhados...
John virou a cabeça, nos telhados homens com capuzes observavam a conversa dos dois.
– São os noviços filho... eles ingressaram agora, também sua família estava no credo...
Então... só temos que viajar agora...
Seu pai levantou a mão e os assassinos desceram.
A imagem tremeluziu, novamente tudo ficou escuro.
Tiros ecoavam pela sala.
A voz da garota falou.
– James... rápido! Acorde seu desgraçado! rápido
– Ah... o que diabos? –disse John levantando-se da cadeira-
Na mão da garota via-se uma lamina oculta... “E o que? Ela era uma assassina?” pensou James. “Cara, ela fica mais gata assim” pensou James novamente.
A garota entregou uma lamina oculta para James e ele armou-se com ela.
Os dois tiveram uma conversa idiota (sim, James flertou com ela)
A garota ignorou e saiu pela porta abaixando-se, James fez o mesmo.
Dois guardas passaram por ali, a garota ordenou a James para matar um deles, James assentiu.
Junto os dois correram e ao chegar perto dos alvos pularam e ativaram as laminas ocultas, caindo em cima dos guardas, matando os dois.
Depois eles usaram o elevador, até chegar ao topo do prédio.
– Pule... existe um rio abaixo de nós... só temos que pular –disse a garota, gaguejando-
– Com esse seu tom? Não!
– Vamos pule. –A garota correu e pulou, com tenta fé e confiança, James fez o mesmo, com um grito ele caiu, caindo no rio, ficando desacordado um pouco.
A garota o acordou, o sacudindo, e logo o desacordou e colocou um saco em sua cabeça.
(...)
– Bem vindo a nosso “lar” –Isso disseram quando tiraram o saco da cabeça de James, ao todo quinze pessoas ali, assassinos.
A mesma maquina que usavam ali estava, James falou-
– Mas que diabo de lugar maldito e esse?
– Cale sua boca imunda James... eu explico depois... somente, sente-se na mesa.
James aproximou-se da mesa e puxou uma cadeira e sentou-se.
– Então gata... jantar romântico? Ou já vamos para o quarto? – disse John em um tom irônico-
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