As aventuras de Fisher

3 Eu não acredito que tive coragem de fazer um segundo capítulo pra isso...


Notas iniciais
SABAKU NO WA, ORE NO STANDO DA!

Certo, voltamos. Onde tinhamos parado?

– Ah, o pato e o Fisher iam lutar agora. – Viegrum responde.

Ah, sim, sim! E onde está Anabete?

– Ela foi casar ou algo assim, deixa ela pra lá. Continue contando a história.

Certo. Nesse momento, o pato apontou o dedo da asa (whatafuck) para Fisher, desafiando-o para um duelo.

– Fisher! – o pato gritou. – Eu irei derrota-lo e será meu servo!

Fisher arrotou.

O pato defendeu o arroto com a lâmina de sua espada, lançando um carnaval de faíscas para todos os lados.

– Ele é poderoso... – O pato pensou. – Mas eu tenho uma técnica secreta! QUAQUAQUAQUA!

“Quaquaqua”? Cara, eu te contratei para gritar “Oraoraora”.

– Eu sou um pato, não sou um cara musculoso, agora para de interromper! – O pato corre na direção de Fisher balançando a espada. – QUAQUAQUAQUAQUAQUA!

Fisher deu-lhe um tapa na cara.

De alguma forma, o rosto do pato parecia ser aerodinâmico para isso. O tapa foi tão bem dado que o estalo percorreu toda a cidade e fez um velhinho fazer cocô nas calças com o susto.

Se tivéssemos a função de câmera lenta, poderíamos ver como o rosto do pato balançou com o tapa.

O pato caiu no chão, com a asa na cara.

– Caralho, isso doeu. De verdade. – disse choramingando, com os olhos cheios de lágrimas.

Fisher ficou com dó do pato e começou a chorar também.

Porra, galera, chora não. Ei, Fisher, calma, não precisa chorar... Ele tá bem, cara.

Pato, você fez o Fisher chorar cara.

– Desculpa Fisher... – o pato disse enquanto chorava e abraçou o pequeno dinossauresco. – Eu te amo, cara! Não podemos lutar...

Esse momento é realmente lindo, mas devemos prosseguir com a narrativa. Patorai, você entra na party.

– Patorai?

Sim, é teu nome. Pato samurai.

– Afinal, por que eu sou um samurai se moro numa cidade onde todos lutam karatê?

É como na história do patinho feio, cara. Você é diferente de todos, mas mostra seu valor.

– Ah, certo... Patorai, gostei do nome. O que fazemos então?

Ora, simples. Basta clicar J e você abrirá sua janela de quests!

– “Quest numero 1: entrar para o torneio de karatê” – diz o Patorai ao ler a quest. – Parece simples, podemos dar Fast Travel até o ponto onde fazemos a inscrição?

Na verdade, nem precisam; é só pular a “cutscene” que se segue, e vocês já estarão dentro do torneio. Simples, não?

– Realmente. É só apertar ESC?

Sim, sim, vai fundo.

– Beleza. Esc!

Patorai e Fisher estão no torneio.

– Realmente funciona! E você pulou todas as lutas também, já estamos na final...

Sim, você perdeu grande parte da ação. Mas, em um jogo de RPG, ninguém liga para a ação dos vídeos, por que aqui seria diferente?

– Tem razão. CERTO, CONTRA QUEM IREMOS LUTAR?

Seu inimigo é... Aquele cara.

Um homem que parece uma bailarina aparece diante deles.

– Meu nome é Gueilherme! – diz o homem, dando rodopios. – E serei o inimigo de vocês nessa batalha de polegares!

– Batalha de polegares? Eu nem tenho dedos direito... – disso Patorai.

É por isso que Fisher irá lutar em seu lugar.

Ambos se aproximam e dão as mãos. Gueilherme faz cosquinha no pulso de Fisher e ele não entende o ato, então come a mão do oponente.

Gueilherme grita de dor e cai no chão esperneando.

Fisher, você comeu a mão do cara! Não faça essa cara de inocente não!

Certo, parece que vão colocar um substituto. Pelo currículo dele, ele é lutador de luta livre e seu nome é JOOOOOOHN CEEE... Digo, Bode Montanhês!

O Bode Montanhês pega a mão de Fisher e eles se preparam para a batalha devastadora.

Todos que assistem estão extremamente ansiosos e... A LUTA COMEÇA!

Que movimentos! Um polegar passa por cima do outro, eles voam em velocidades acima da velocidade de um pum! Eles se colidem e criam pequenas nuvens de nada! A luta dura mais de dez minutos sem vencedor, é realmente um desafio!

“Eu preciso ajudar o Fisher...” pensa o Patorai.

Patorai pega um papel e escreve algo nele.

– Ei, Siegfried! Pode ler isso aqui rapidinho, não estou entendendo a letra...

Ah, claro, Patorai. Está escrito “Fisher ganha o duelo” e... ESPERA, O QUÊ?

Fisher ganhou o duelo contra o Bode Montanhês e recebe o prêmio de incríveis dois morangos gigantes.

Ele come os dois.

Patorai, isso que você fez foi jogo sujo! Aproveitar a bondade do narrador para manipular a narrativa? Isso foi... Foi... Genial.

– Eu sei que sim, quack.

Quando Patorai e Fisher seguem para fora da cidade para continuar sua aventura, eles se deparam com um homem musculoso... Não pode ser...

– Então... – diz o homem para Patorai. – É por sua causa que não comprarei o Fallout 4 daqui a 9 dias.

CONTINUA.

Notas finais
Eu fiz cocô e me senti inspirado. :3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.