As aventuras de Atlas Lupin!

1 Terceira Geração? Minha ida a Hogwarts!


Notas iniciais
Bem, é minha primeira história no Nyah! e eu estou contando com a avaliação de vocês que leem. Se gostaram (ou se não gostaram) deem review e obrigado por pelo menos terem lido. Não sabem o quão agradecido estou. Beijos.

Eu me chamo Atlas "Trystan" Weasley Lupin e sou o filho de Teddy Lupin e Victoire Weasley. Eu nasci em Godric's Hollow, onde residimos atualmente e desde pequeno a minha vida sempre foi muito boa. Papai e mamãe sempre me deram a atenção e carinho que eu sempre necessitei. E claro, eu sou um bruxo. Como papai e vovó Tonks, que por sinal eu nunca conheci, nasci com um dom raríssimo no mundo dos bruxos, a Metamorfomagia. Meus cabelos são rebeldes e portam uma pigmentação fortemente violeta. O padrinho de papai, Harry Potter, sempre vem nos visitar com sua esposa, Ginevra Weasley. E as vezes a gente também vai até a Toca para visitá-los. A vida é muito boa. Só que atualmente eu tenho onze anos e estou a caminho de Hogwarts. Já passei no Diagon Alley — o Beco Diagonal — e comprei junto da família todos os materiais necessários para o decorrer do ano letivo. Os livros, as vestimentas e até mesmo abri uma conta no Gringotts Wizarding Bank. Mamãe fez questão de comprar uma coruja para mim.

Fomos até a Estação de King's Cross e entramos discretamente na parede que nos levou até a Estação 9 ³/4, onde aquele magnífico trem já nos esperava de prontidão. Eu me despedi, já que estava um pouquinho atrasado e entrei no trem. Fui procurando vagões para me acomodar e não havia nenhum a vista vago, até que alguém me chamou:

- Erm... Você está perdido? — O garoto tinha lindos olhos verdes e usava um gorro de natal verde-musgo. Seus cabelos loiros desciam um pouquinho e eu pude notar o seu suéter natalino com decorações que diziam: "Parabéns, filho! Scorpius". Eu fiquei admirado com aquela feição tão linda que quase tropecei por cima de minha própria mala e então respondi:

- Bem, só estava a procura de um vagão livre, erm... isso! O seu está vago?

Ele me olhou e exibiu um sorriso meigo, apontando para dois bancos vazios em sua frente:

- Está sim, sente-se, vamos. O trem vai lotar daqui a pouco.

Eu peguei a minha mala e a coloquei na ala em cima dos bancos, sentando-me em seguida. Juntei as mãos em cima das pernas e o observei, totalmente fascinado. Ele estranhou o meu olhar e desviou o próprio, talvez constrangido. Foi aí que perguntou:

- O meu nome é Olyvar Malfoy, filho de Scorpious Malfoy. E você é?

Mesmo notando seu suéter eu nunca pensei que ele seria filho de Scorpious Malfoy. Mas diferente das histórias sobre Draco Malfoy que o senhor Potter me contava, papai sempre falara que o filho do malvado sempre fora gentil com os outros e que certamente o seu filho seria assim, e ele era mesmo. Meio sem jeito e já corado eu respondi:

- Bem, é um prazer conhecê-lo. Eu me chamo Atlas Lupin, filho de Teddy Lupin e Victoire Weasley, erm... isso.

Ele abriu um sorriso e enfiou as mãos dentro dos bolsos da calça, certamente com frio. Eu abaixei a cabeça. Ele suspirou e uma névoa gélida saiu de sua boca. Ele continuou:

- Bem, é a sua primeira vez aqui? É a minha. E estou muito ansioso. Não sei em que casa eu irei cair.

Eu levantei o olhar e o fuzilei por alguns instantes, respondendo em seguida:

- Sim, é a minha primeira vez. E sinceramente, eu acredito que cairei na Hufflepuff.

- Sério? — Ele disse. — Que legal! Eu não sei bem qual característica minha é a mais marcante. Por isso não especulo em qual casa irei cair. — Ele continuou a falar e por um instante ele se calou. Posteriormente, ele direcionou seu olhar para a entrada do vagão e uma majestosa menina de cabelos castanhos, trançados, uma trança em cada ombro, apareceu. Soube de cara quem ela era, Nyssa Longbottom, filha de Neville Longbottom, professor de Herbologia em Hogwarts. Eu já o conhecia, papai o apresentara verão passado. Ela falou:

- Hmm. Eu acabei me atrasando e não tem mais nenhum vagão vago. Eu posso, por favor, me sentar com vocês?

Não pude sequer me expressar, Olyvar já apontou o banco ao lado do seu e ela se apressou em sentar-se, deixando sua mala em baixo das pernas. Foi aí que eu me dei conta. De repente estava vermelho, e ela estava colada com Olyvar, e ele a olhava de um jeito alegre. Ele certamente estava gostando dela. O pior é que eu nunca tinha sentido algo assim. Algo assim como? Bem, eu estava com um sentimento estranho. Como se não os quisessem juntos. É muito estranho. Fiquei encolhido no meu canto enquanto o trem andava e andava e de vez em quando uma senhora aparecia para nos oferecer doces.

Depois de muitas horas de conversas entre eles, eu já estava tão enciumado — eu acho que essa é a palavra certa — que estava a ponto de sair do vagão, quando uma garota lindíssima, sim, muito bela, muito bela mesmo, apareceu. Tinha cabelos loiros sedosos e um penteado peculiar se emaranhava nos seus cabelos. Uma espécie de trança dupla para trás, amarrada no centro dos cabelos longos que desciam. Era Louise Weasley, minha irmã. Ela nem pediu licença, levou sua mala para perto da minha e sentou-se a meu lado, acariciando os meus cabelos violetas enquanto sorria e se apresentava posteriormente aos dois da frente. Ela estava no terceiro ano e me amava muito. Eu sempre aprendia feitiços diversos com ela, mesmo sem nunca ter praticado. Acho que ela notava em mim um gênio como ela e por isso se dispusera a me ajudar.

De repente o trem parou e Nyssa caiu em cima de Olyvar. Ele a arrumou, colocando-a em seu lugar e eu explodi em raiva. Olhei para ele e peguei minha mala, arrastando-a comigo para fora do vagão. Ele certamente percebeu a minha irritação e então disse:

- Ei, Atlas, espere! Volte aqui! Alguém entendeu alguma coisa? — Ele olhou para as garotas e elas negaram com a cabeça, sem entender. Segui pelo corredor e percebi que tínhamos chegado. Me troquei em um corredor vazio, bem rapidamente, e estava realmente estranho, não sei por que havia saído daquela maneira e nem queria entender agora. Foi quando, tristonho e desolado, fui açoitado por uma baixinha e graciosa garota de cabelos loiríssimos e um estranho óculos cor de rosa no rosto. Era, certamente, a filha de Luna Lovegood, Trina Scamander. Ela falou:

- Oi Atlas! Eu também sou nova. Mamãe me falou para ter cuidado com os narguilés. Eles já roubaram os meus sapatos. Legal, não é? Bem, você parece triste. Vem, já chegamos. Tomara que tenha pudim, vai te alegrar!

Eu já a conhecia. Ela vivia lá em casa e sempre conversávamos. Ela me arrastou para fora daquela ala e fomos até o lago negro, onde Hagrid nos esperava com os barquinhos. Entrei em um com ela e logo em seguida Olyvar, Nyssa e Louise apareceram, subindo também. O primeiro a se pronunciar foi ele:

- O que aconteceu no vagão? Por que você saiu daquele jeito?

Eu o olhei e ele quase pegou em minha mão, mas eu o afastei. As meninas continuavam sem entender e eu também. Respondi, como se nada tivesse acontecido, enquanto Trina cantarolava, em pé, no barco:

- Nada, esqueça, apenas um surto meu. Nada demais.

Ele ficou me olhando sem entender e o barco parou na margem. Puxei a mala com a mão esquerda e com a direita arrastei Trina para dentro do castelo, onde passamos pelo Hall de Entrada até chegar nas portas do Grande Salão, onde o zelador Argus Filch nos aguardava. Ele abriu as portas e eu e Trina deixamos as malas do lado de fora. Entramos em seguida, bem rapidamente, seguindo para a aglomeração de pessoas. Ela estava com bastante medo e eu apartei sua mão, confortando-a. Daquele instante para frente tudo iria ser diferente.

Notas finais
Yah! Finalmente! Bem, espero que gostem do capítulo e que aceitem as dúvidas e certezas dos personagens, sem preconceitos ou comentários ofensivos. Por favor, acompanhem, pleaseee! Amo vocês que leram, valeu. Tchaau e até a próxima.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.