As Vizinhas - Interativa

4 Partiu Casa, Kanats Exorcismos, Pó de Pirimpimpim e Lost In Supermarkett


Notas iniciais
OLÁ! ME MATEM. QQQQQQQQ Eu pretendia postar desde o Natal! Sim, eu fiquei com esse rascunho desde o Natal. Então, neste cap. há apenas 2 POV's, um especial para a Yue e a Anny que recomendaram a fic. Anny vemk q te dou pirulito, linda

Laito

Bosta! Mil vezes bosta. Minha bunda tá coçando pra cacete por causa das pulgas do Garibalda. Toda vez que os Mukami passam uma temporada no nosso apê, o Garibalda fica com pulgas e o número de casos de AIDS aumenta (???). Vai entender o por que. QQ

E ah, ainda me aparece um negão pirocudo do cafundé do Judas achando que vai me enrabar até eu ficar com câncer de próstata (?). Helloo, não sou suas negas. Aquelas negonas de cú frouxo que parecem umas mandiocas. (masoq)

— AI MEU DEUS! NÃO POSSO MORRER ANTES DE COMER FAROFA! — o negão berrou, enquanto continuava correndo.

— EU VOU ENFIAR FAROFA NO SEU ANUS ATÉ VOCÊ SE EXPLODIR EM TOICINHO, SEU FAROFEIRO DE UMA BARRAQUINHA DE AÇAÍ! (??) — berrei também. Mano, eu devo ter emagrecido algumas calorias correndo por que minha calça estava descendo até os joelhos e eu me estrebulichei todo no chão e caí que nem uma bisteca de peru.

— AHHHHHHH! SE LASCOU, SEU CHUPA BIFE! — o negão gritou, enquanto corria rindo em direção a sala.

— BLÉÉÉÉÉÉ — ouvi o Garibalda grunhir, pulando por cima de mim e correndo atrás do negão, entoando um hino de guerra viking (?). QUE ORGULHO DESSE BODE! Valeu a pena os anos treinando ele no Morro do Alemão!

Não fiquei parado, caído no chão. Ajustei minha calça (me certifiquei de que o cinto estava apertado) e parti para a guerra. E fiquei mais surpreso, ao chegar a sala, em ver nove garotas, Ayato, Shuu, Yuma e um Azusa ensaguentado. Vish, tá rolando orgia e nem me convidaram. #bolado

— HAVAIANA DE PAUUUUU! — Shuu gritou femininamente, jogando a havaiana na testa de uma garota de longos cabelos marrons e olhos verde claro que se jogou no piso feito uma tripa seca. (what?)

— E você fica no meu pé por causa da Lei Maria da Penha! — exclamou Ayato se referindo a Shuu — Depois fica aí fazendo merda. — o loiro apenas revirou os olhos.

— UUUUUUUUU! MATOU A MENINA, SHUU! — gritou Yuma rindo. O cabelo dele tava meio esquisito, um pedaço tava maior que o outro, estranho.

— Quem são vocês, ó suas esquisitas? — indagou Ayato, arqueando uma sobrancelha. Mas, espera… Aquilo era realmente o meu irmão? Tava mais parecendo uma reencarnação de um demônio. QQQ

— ‘Cê tá linda! HAHEUHAHEHAHEAHE — riu uma garota de cabelos cabelos castanhos e olhos cinzas esverdeados que eu dava uns pega no escuro legal. #vemk

— Então era você, garota das trevas! O cérebro pensante por trás disso tudo, eu deveria saber. — ele disse pasmo, como se não acreditasse que ela tinha armado aquilo tudo.

— Oh! Você é a retardada que importou seu escravo negão da África pra me enrabar. É o seguinte, querida, ninguém tira a virgindade do meu cu, beleza? Se continuar insistindo nesse papo reto, vou enfiar abóbora nessa tua goela até tu ficar com diarreia crônica. — disse, fitando minhas unhas.

— Ó, que que vocês tão fazendo aqui? — Shuu perguntou, apontando a havaina para elas — Ninguém mais pode dormir em paz! Só eu dormir por uns minutos numa madrugada miserável que aparecem esses… erm… Troços aí!

— Troço um ova! — exclamou o negão, brotando do chão (??) — Eu sou linda, seu recalcado. — concluiu, mandando um beijo pro ar.

— Eu não sabia que um pedaço de bosta era lindo. — interveio Yuma, revirando os olhos. Uia, essa doeu na minha alma.

— ME RESPEEEEITE, SEU POÇO DE VACILO! — ela pegou um isqueiro sabes lá de onde e ateou fogo no cabelo dele. — CHUPA ESSA! AHEHAHHEAHEHAHEHAHE!

— OOOOOOOOOH MEU KAMI! — Yuma entrou em desespero, batendo o cabelo no ar (?) e nos móveis — ALGUÉM ACUDE! PORRA! — Gente, a testa do boy estava toda ensaguentada.

— Bora assar linguiça! — Ayato sugeriu, correndo para a cozinha e voltando na velocidade do flash, portando espetos e linguiças cruas, enquanto aproveitava o fogo no cabelo do Mukami.

— Aêê, churrasquinho! UHUUUL! — exclamou o negão, ou a negona, pegando um espeto das mãos do meu gêmeo e colocando para assar.

— Aguenta ae, brother! — Azusa resmungou, enquanto sumia nas trevas do apê (?) e voltava com um balde de água. — TCHACA NA MUTCHACA! QQ — entoou, jogando a água e apagando o fogo. Logo o cheiro de cebola, bactérias e formol se espalhou pela sala. Eca.

— Cheiro de decomposição, credo! Bye, bye! — a garota das trevas deu um aceno com a mão e outro com a cabeça para as outras garotas, que estavam silenciosas, rindo da cena.

— Nem por cima do meu cadáver! PEGA ELAS! — Ayato voou em cima da tal garota. E eles rolaram no tapete, se estapeando. Entre tapas e beijos, UUUUUU! — Você não pode comigo, esquisita. — ele retrucava, segurando os braços dela.

— Isso que veremos, HASÓASIKAOPKSOIPASPOA[MG! (??) — quando pisquei os olhos, ouvi o urro de dor de Ayato, que rolava pelo tapete com as mãos em suas partes baixas.

— Socorro, acabei de perder… um… ovo… aí meu… esperma. (oq?) — murmurava, gemendo audivelmente.

— A casa caiu, galere! Sebo nas canelas! FOCO, FORÇA E FÉ! — ela berrou, se jogando da janela.

— ME SALVES, SENHOR! BUDA! ALÁ! MAOMÉ! QUALQUER TROÇO DESSE! — gritou alguma quenga do grupo, fazendo uma reza breve e se jogou de costas, porém caiu numa caçamba de lixo. Ri tanto que acho que queimei meus espermatozoides (WHAT?). Se eu não tiver filhos futuramente, a culpa é delas, ó.

— CORRAM PRA SALVAR SEUS ÚTEROS, CAMBADA (?) — exclamou outra, se jogando da janela mais próxima enquanto jogava sal grosso na cara de Yuma. HUE essa é das minhas -q

— PERA AÍ! — berrou Shuu para a garota que ele havia atirado sua havaiana de pau e estava prestes a saltar, mas deu uma parada para ouvi-lo — Toma! — ele jogou sua a havaina na testa da mina que caiu que nem uma jaca podre. Coitada. qq

— Tô falando, diga não a violência, Shuu! Daqui à pouco tá estuprando altas cocota… hihihi — murmurou Ayato, fumando o outro pé da havaiana de pau. -masoq

— Porra, Ayato. Nem na véspera de natal para de fumar, não vai ganhar presentes de natal da fada dos dentes, meu filho, já vou logo avisando… — disse, cruzando os braços.

Ele me encarou e depois voltou a fumar.

— Vou dar uma de egípcia e fingir que não é comigo~ — cantarolou, com a havaiana entre os dentes e fazendo aquela dança que os tios da pirâmide faziam… ah, sei lá. -qq

As meninas nos observavam, e quando notaram que nós não prestávamos mais atenção nos retardados dos meus irmãos, deram um jeito de pular da janela também. Será que elas não sabem atravessar uma porta? Bando de povo sem educação, aff.

— AI MEU OLHO! KEMILLE, POR QUE VOCÊ ESTÁ SEGURANDO MEU OLHO ESQUERDO?? (???????) — berrou uma das garotas, toda estatelada na grama.

— ALGUÉM DEVOLVA MEU ÚTERO, FASFAVÔ. QQQ — uma de olhos cinzas e cabelos liláses, pendurada num galho de árvore.

— Ai gente… Tô tetraplégica. — comentou o negão, tentando se levantar.

— OH MINHA FIA, DÁ LICENÇA QUE EU NÃO SOU COLCHÃO! — escutei a líder das mafiosas resmungando, tentando tirar uma de suas amigas que caiu em cima dela. — Senhor, não sinto meu pulmão. — ela comentou, passando a mão na área do toráx. — NÃO SEI MAIS COMO IREI RESPIRAR. AGORA SÓ PELA BOCA MESMO, MUNDO CRUEL! (WHAT)

— Gente, acho que tem um pouco de cabelo na minha farofa…Eca… O gosto do shampoo é de ornitorrinco com geleia real. E não é garnier formol não... — escutei outra voz, dessa vez mais longe da janela.

— O Yuma, passa essa frigideira aí em cima do sofá. — pedi, estendendo a mão pro meu friend que me passou a frigideira. — Oh, negona. — chamei, vendo-a erguer os olhos pra mim.

— TOMA ESSA, DESGRAÇA! — joguei a frigideira nela, que acertou sua barriga.

— Laito, tu tá louco? Matou ela. — Azusa balbuciou, se erguendo na janela para poder observa-las.

— AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA! — uma das integrantes da quadrilha berrou irritada, pegando a frigideira e jogando de volta, que acertou Shuu no pescoço. Doeu na minha alma, good.

— AH, PORRA! — ele gemeu de dor, se sacudindo que nem um gay histérico cercado por xotas femininas (????)

— CHUPA ESSA, CAPIROTO!

— QUE O DIABO A CARREGUE, FIA DE RAPARIGA! — gemeu ele, se contorcendo de dor no tapete da sala.

— MOOORRE, CABRA RUIM. MUAHAHAHAHAHAHA (?!) FROUXO DOZINFERNO.

— Oh, seus retardados, voltem pro sertão. — disse Azusa, coçando o ouvido com o mindinho e jogando a cera de ouvido pela janela.

— MEUS OLHOOOS! TÁ ARDEENDO! TÁ ARDEENDO! AHHHH! VAI NASCER, VAI NASCER! (?????)

Do nada Ayato enfiou a cabeça na janela aberta perto dele gritou.

— SE VÃO PASSAR A NOITE AÍ, DESGRAÇAS, TENTEM FAZER SILÊNCIO QUE AQUI NÃO É PUTEIRO!

— OLHA, MENINAS, A TESTEMUNHA DE JEOVÁ TÁ IRRITADINHA… HIHIHIHIHIH MORRE QUE PASSA, FOFA (?!)

— Que porra, mano… essas daí são piores que gata no cio meladas de goiabada com catupiri e azeitona… (?!) — murmurou Yuma, coçando a nuca. É PIOLHO?! SAI PRA LÁ, CARNIÇA! -qqq MANIA DO CAPIROTO DE FICAR COÇANDO A CABEÇONA, AH VAI TOMAR BANHO -qqqq

— Hmm… agora me deu foi fome. — ouvimos uma menina murmurar, forçando voz de velhinho com diarréia (?)

— Me passa essa frigideira aí, Laito. — resmungou Shuu, se levantando, ainda massageando o pescoço. — É hoje que eu vou ser preso. EHEHEHEHEH. — riu ele e tacou a frigideira na testa de uma delas que… Desmaiou. Lascou a merda toda. QQQ

— OLHA LÁ, A POLÍCIA! — berrou a líder — SIMBORA, MERMÃO! — elas tentaram correr. Tentaram mesmo. Mas era impossível oito garotas, todas estateladas na grama, na árvore e na caçamba de lixo correrem em conjunto, então cada uma lutava por sua vida, até que enfim conseguiram pular a cerca e foram correndo para sua casa. Eu ri demais.

— Mas… mas que barulho infernal era esse? — indagou Reiji, aparecendo na sala.

— Eram dez garotas invadindo o apê. — respondeu Azusa, como se aquilo fosse a coisa mais normal em acontecer numa madrugada.

— O quê?! — Reiji exclamou surpreso e boquiaberto. — I-isso é um absurdo. Aliás, o que vocês fizeram?

— Em relação a que? Elas? — indagou Ayato. — Apenas observe... — apontou para a janela, de onde podíamos vê-las tentando abrir a porta do apartamento. — Como você pode notar, conseguimos claramente resolver isso. — Ah, claro. O Ayato está parecendo carniça, Yuma teve metade do cabelo queimado, Azusa foi esfaqueado — não que fosse muito grave, mas conta do mesmo modo -, Shuu tá com torcicolo e eu quase tive a virgindade do meu cú tirada. Ótimo modo de resolver as coisas.

— Cada uma que me aparece, tsc tsc. — murmurou, ajeitando seu óculos. — E onde está o resto do povo?

— Deve estar no vigésimo sono. Coisa que eu deveria estar fazendo… — respondeu Shuu, revirando os olhos

Reiji ficou com uma cara meio pensativa.

— Certo. — disse após alguns segundos. — Vão dormir, temos assuntos pendentes mais tarde.

E todos nós fomos dormir, felizes da vida com o pagodão escroto do Yuma. qq

Anny

Rapaz, que lugar é esse? Juro que enquanto eu estava andando, estava no apê dos Sakamaki, mas agora… parece que estou em uma senzala. A escrava aqui quer fugir da senzala, gente. q #rebelião

Prosseguindo: realmente não sei onde estou. É um lugar estranho, com iluminação fraca, pintura descascando e… está cheio de velas e ali tem um altar? SENHOOR, ONDE EU ME METI?!

— Olá, garota desconhecida. — ouvi uma voz de algum lugar. — Você finalmente apareceu.

Oi?

— É, então, ó seu estranho, que que você quer comigo, diacho? — indaguei, tentando avistar a figura mas só via o altar. — Tenho dinheiro não, tá ligado?

— Eu não quero dinheiro… — ele respondeu.

— Estou sem celular… — tentei novamente.

— Eu não quero nenhum celular…

— Assim fica difícil, né? Afinal de contas o que tu quer comigo, bicho ruim? — indaguei, já irritada.

— Eu preciso do seu corpo como um sacríficio. — silêncio.

— … — balbuciei, olhando para os lados com uma ponta de desespero. Não me lembrava mais do caminho de volta, a iluminação era precária e aquilo tava uma porcaria para se enxergar. Ai meu kokoro, tô me cagando toda já.

— Venha até aqui. — e do nada, apareceu uma criatura das trevas, com o cabelo roxo e um ursinho com um tapa olho, sentado em um trono. Ai me apaixonei, use meu corpo a vontade. q — VENHA LOGO, Ó ESQUISITA. — ele falou num mais alto. E então fui até lá, mais rápida que um escravo fugitivo.

— Tá, manda o papo aí, Tiaguinho. — falei, ficando de frente a ele.

— Xô cheirar você, fia. — e lá estava eu, sendo cheirada por um desconhecido. Ele cheirou tudo, meus cabelos, meus pé e até minhas aquicilas. Fasfavô né, eu uso Rexona e Rexona nunca te abandona. UHUUUUUUL! — Você até que cheira bem, sabe. Não tem cheiro de fimose ou ornitorrinco. É você mesma a pessoa certa pro meu ritual, deite-se ali. — apontou para o altar, que na verdade, era uma mesa construída em pedra forrada por um lençol branco.

— Vou nada. Vá pra puta que pariu. Tu acha que eu sou besta? Eu sei que você planeja me sacrificar num ritual satânico, querido. — retruquei, fitando minhas unhas.

— Foda-se. Tu só fala merda. Vai se fuder na diagonal. Você vai ser meu sacríficio aqui e agora. — pisquei os olhos e estava deitada no altar, com os pulsos e as pernas amarradas, oxe.

— PORRA MANO, QUE TU QUER! MINHAS BUNDA É SÓ AZESTRIA, E EU TENHO CELULITE, MEUS PEITOS PARECEM UNS CAROÇOS DE LEITE EM PÓ (??), MEUS BRAÇOS SÃO FLÁCIDOS… PAREÇO UMA BOSTA MAL CAGADA! — gritei, me rebatendo contra as correntes, porém de nada adiantava e ele apenas ria malignamente e depois tossia um pouco, por causa da diarreia crônica (??????).

— Calada! — ele ordenou e eu fiquei me rebatendo, xingando todos os palavrões africanos que eu conhecida. — ISAGOGEZAFIMEIROMANTIKOSTIMZS. — recitou algumas palavras estranhas. E senti um friozinho no meu pé, e ia subindo até as coxas, barriga, seios, pescoço e rosto e de repente eu não sentia mais o controle do meu corpo. MACUMBA SARAVÁ, SOLTA UM PEIDO E SAI FUBÁ, MAS QUE CARALHOS ERA ISSO????

— Hoje você irá ver o nascimento de uma nova era, um mundo dominado pelas trevas, solidão, angústia, desespero e destruição. — os olhos dele começaram a sangrar e ele tava babado. Gente, eu peidei os feijões da feijoada de ontem só de medo (whatefi?). — Prepare-se! — dito isso, uma nevoa branca começou a me envolver e meu corpo começou a levitar, mesmo preso com as correntes. — VAMOS AO INÍCIO DA NOVA ERA! — ele berrou, rindo alto e com as mãos erguidas.

— O ESCAMBAU. — gritaram duas vozes, vindas sabe-se lá de onde.

— É hoje que você irá se retirar do corpo dessa pobre alma sem futuro, que provavelmente vai acabar virando vendedor de paçoca no sinal, usando uma touca e um aventalzinho de Dona Florinda gritando feito a mãe Lucinda parindo um jegue (?!) porque passa a noite toda no notebook vendo vídeo pornô e... (?)

— ...Oi? — murmurou a outra voz. — What? Mas que raios é isso?

— Tava fazendo minha entrada fodona explicando pros espectadores como o Kanato ia ser um retardado da merda quando for mais velho.

— Vocês… O que fazem aqui? Estão estragando meu sacrifício humano pro ritual, idiotas! — o tiozinho todo possuído berrou, tinha um troço esquisito saindo da boca dele. Me caguei. qq

— Viemos lhe levar pra luz, ser demoníaco servo do capiroto encapetado das trevas meia meia meia! (?) — esbravejou a segunda voz, colocando drama e angústia no seu tom e provavelmente pegando uma caveira de vai saber aonde e fazendo aquela pose doidona lá daquela peça de Cheiquispir. qq

— MUAHAHAHAHAHAHAHAHAH! NUNCA SEUS BASTARDOS, NEM QUE EU TENHA QUE ENFIAR TODA MINHA FAROFA DE BETERRABA NOS SEUS ANÚS E DEPOIS MEXER COM MINHA COLHER DE PAU! (????) MUAHAHAHAHAHAHAHAHA!

— … — fiquei em silêncio. Eita porra, esse aí é meio doente mental, hein? — Oh tio, cê tá bem? Não acha que exagerou na maconha não, tio? Vai que cê tava pelado no banheiro do barzinho da esquina e acabou que bebendo umas a mais, e depois saiu gritando pela Avenida Paulista que você tá solteira e que quer um bofe bom de cama, e depois te atropelaram com o trio elétrico e depois você foi levado pra um hospital que tem um gay malvado bixa loca como dono, um tal de Féliquis, que odeia sua irmã Poloma, mas você conseguiu sair de lá e foi virar mendigo, mas depois uma tia que vende hó dogs na vinte e cinco de março e que tem uma filha que gosta de ser enrabada te sequestrou e te fez se casar com ela e agora você voltou mais doidão do que o normal… ou sei lá, quem sabe-

— Cale-se, mortal idiota! — disse o tio doidão, se virando pra mim. — Espera… Você assiste Odor da Vida?

— Assisto, amo aquela merda cagada corasao essidois. ihihihi (??) NÃO PERA, NÃO ME DIZ QUE VOCÊ TAMBÉM ASSISTE?! — exclamei. Olha, talvez o tio não seja tão do mal assim, né? Dá pra nós conversar mais tarde sobre a novela, tomando um cházin de camomila… VOU BATIZAR ELE DE TIA MARICOTA DA FAROFA DE BETERRABA E NÓS VAMOS SER MELHORES AMIGAS IHIHIHIHI qqq

— Ai, amiga, eu amo aquela novela!

— Ai, não brinca! Sério mesmo?

— Claro que sim, eu nunca perco um capítulo. Adoooro~

— Ai, gente. Que emoção… Com quem você shippa a Poloma e-

— DÁ PRAS DUAS MOCINHAS PARAREM DE TRICOTAR SOBRE NOVELA, QUE POR FALAR NISSO É UMA MERDA, E ME DEIXAREM EXORCIZAR ESSA POBRE ALMA PENADA VENDEDORA DE PAÇOCA NO SINAL, SEUS MACONHEIROS DA PRACINHA (???) — berrou a primeira voz.

— Viu? Viu? Eu tô falando, MX até já me deu uns spoiler da vida do Kanato, eu sei que ele vai-

— CALA A BOCA, LAITO. ME AJUDA A EXORCIZAR O CABEÇA DE MERDA DO KANATO, SE NÃO VAI SE VER COMIGO EM CASA.

— A-ayato… e-eu nunca pensei que você fosse me tratar assim, quando eu me casei com você, eu sabia que você era um bom homem. E-eu te amava, A-ayato… — murmurava o tal Laito, com voz chorosa. — P-pior é quando você transa comigo sem eu querer…

— EH O QUÊ?! — exclamei, me remexendo no altar, pra encarar os dois. — ELE TE ESTRUPA, MOÇA... DIGO, MOÇO?! ELE COME SEU CU SEM VOCÊ QUERER?! PODE ISSO!? (????) TEM QUE CONTATAR A LEI MÁRIO DA PENHA, DEFENDER SEU RABO PRA SEU ESPOSO NÃO TE ENRABAR, RAPAZ (?!)

— MAS O QUÊ?! É MENTIRA DESSE RETARDADO, NÓS SOMOS IRMÃOS E-

— Tá vendo? Me chamou de retardado! Não me respeita, sendo que eu sempre tratei ele bem, só faço o que ele gosta pro almoço… mas mesmo assim… é só as crianças saírem de casa que ele já me manda abaixar as calças…

— VOCÊS TEM FILHOS?!

— Temos e-

— AH, SE FUDER MANO! É SEMPRE ASSIM, VOCÊ A ESPOSA QUE SOFRE E EU O MARIDO DOENTE MENTAL ESTUPRADOR DE COCOTA (??) JÁ CHEGA, VOU ACABAR COM ISSO. — o marido estuprador se aproximou do altar e parou de frente pra tia Maricota da Farofa de Beterraba q Foi só aí que eu notei que ele segurava uma galinha preta. Meu deus, é exorcismo ou macumba, tios?! — Laito, traga a sacola.

— Tá bom… — e logo o outro se aproximou do altar também. — PENSA RÁPIDO! — e tacou a tal sacola no Ayato, que conseguiu pegar o objeto sem nem se virar pra ele. Esse é foda qq

— PORRA, CUIDADO DA PRÓXIMA VEZ! O SANGUE DE URUBU E O PÓ DA MX SÃO IMPORTANTES, DESGRAÇA!

— Desculpa, aff…

Gente, esses dois tem uma relação muito estranha… tem que ir pro Casos de Família. SBT, RESOLVE ISSO! qq

— Exorcizamus te, omnis immundus spiritus, omnis satanica potestas, omnis incuriso infernalis adversarii. — falou o tal Ayato, pegando um livro que não pude identificar, enquanto o Laito jogava o pózinho de pirimpimpim e tacava o sangue de galinha pra tudo quanto é lado. Gente, a cria tava falando umas coisas esquisitas, espumando pela boca e com os olhos sangrando. Por fim, se estabacou no chão e desmaiou. Ai meu heart.

Olhei para os o dois e depois me sacudi em cima do altar.

— Vai me desacorrentar ou tá difícil?

— Podia te deixar aí, cria dozinferno. — ele disse me encarando e logo depois fechando o livro. — Você não ia fazer falta…

— É PRA ME TIRAR DESSA MERDA AGORA, SE NÃO EU VOU CORTAR SEU PINTO E BATER COM ELE NA TUA CARA, SEU CABEÇA DE ESTERCO. ANDA QUE É PRA ONTEM, DESGRAÇA! — gritei educadamente espumando de raiva.

Ele até se afastou um pouco de mim. Osh, tá pensando que aqui é a casa da mãe Joana? Se funder, deaxoso. qq

— Laito, desacorrenta a quenga mocréia encapetada… agora. Pra já.

O tal Laito veio todo saltitante e começou a sacudir as correntes. Eta, bicho burro da merda… qq

— CHAVE SERVE PRA QUÊ, BASTARDO?! — foda-se se ele é estuprado pelo marido, foda-se se é protegido pela Lei Mário da da Penha. Foda-se o mundo! FUCK YEAH! #revoltada111

— Oi? Chave? O que ser chave?

Mas o quê?

— É SEU CU CHEIO DE FAROFA, SEU CHAVOSO DO CARALHO! SE FUDER NA DIAGONAL! AQUELA PORRA NO BOLSO DO DOENTE MENTAL QUE ME ACORRENTOU É O QUÊ!?

— Aaah! Chave. Saquei.

Se minhas mãos não estivessem presas, eu tinha batido com elas na minha testa.

O retardado débil mental pegou a chave com toda o cuidado que ele tinha — nenhum... — e abriu os cadeados que me prendiam. Ótimo liberdade.

— AEEE PORRA VIADO. TÔ LIVRE, CARALHO!!! — gritei, me levantando em cima do altar. — PARTIU ASSISTIR ODOR DA VIDA (?) — comecei a dançar macarena. É, eu tava muito feliz. q — Tá, e o que vão fazer com a carcaça desse tio doidão aí? — apontei pro de cabelo roxo, todo arregaçado no chão.

— ...Agora que você falou… eu nem pensei nisso… — murmurou o tal Ayato.

— EH O QUE?! COMASSIM, VÃO DEIXAR ELE AÍ?

— Não, espera aí, gente. — o Laito disse, fazendo uma pose tosca de herói. — Não é melhor a gente levar ele pra dormir lá e depois ver no que dá quando ele acordar?

—…

— Boa ideia… — eu e o Ayato murmuramos em uníssono.

— Como eu não tinha pensado nisso, meu deus? LAITO É MAIS INTELIGENTE QUE EU, MEU MUNDO CAIU. — dramatizava o Ayato.

Fiquei sorrindo feito uma idiota em cima do altar. Mas foi aí que eu notei… o tal Laito e o Ayato… eram igualzinhos a foto dos Sakamaki no notebook…

— Espera um pouco… — falou Ayato, virando-se para mim. — Como raios você chegou aqui? Não me diga que você é uma das invasoras também.

— PARTIU CASA! — berrei, dando um pulo mortal do altar e aterrissei logo atrás delas e corri mais do que um gay quando vê um cú ambulante (????).

No desespero de ser pega, saí pela tubulação de esgoto (Sim, eu me arrependo muito por ter ido por aí, mas fazer o que né. Melhor do que saltar janelas e me estatelar toda.) e quando cheguei em casa, tinha uma velha meio louca jogando gatos pra tudo quanto é lado, então, me engasguei TODA, com o monte daquelas bolas de pelo horríveis que cheiravam a bacalhau. Eu mereço.

Mas como cheguei viva e sã até aqui, paz, amor e harmonia para a vida. E vou pegar uma estaca de prata e água benta, nunca se sabe.

Yui

— Sabe gente, até foi legal fazer essas paradas. — comentou Miyuki, cheirando algum pózinho que espero que seja legalmente aceito. — Digo, tirando a parte do bode ter dado um chupão no meu pescoço… Foi legal. (?)

— Eu concordo. — disse Kemille, colocando uns bobs no cabelo. — Sabe, consegui arranjar minha primeira oferenda para as criaturas iluminati. E acredito que elas gostem, sim, de formol. É, vou anotar isso. — ela pegou um bloco de notas que brotou do armário.

— Olá… — falou Anny, que estava se arrastando pelo chão e tava uma cara de filhote de Chupa Cabra (??).

— Mas que the hell aconteceu com você? — indagou Annie, enfiando chantilly goela abaixo.

— Coisas minhas caras, coisas. — ela respondeu, com um tom sombrio e o olhar distante. — Mas, então, como foi a missão de vocês?

— Nem queira saber. — respondeu Miyuki e Anne em conjunto, suspirando.

— Da próxima vez que eu for até aquela casa, irei comprar um desodorante para uma certa pessoa. — Akira relatou, aparecendo na sala com uma toalha no cabelo.

— Só sei que me vinguei e muito bem daquele tribufu. — Annie gargalhou, enquanto pegava uma câmera fotográfica e passava algumas fotos para o notebook.

— Apenas me lembro de ver um abdômen santificado. — murmurou Kotori sonhando.

— Ó ANNY, VÊ SE TU LIMPA ESSE SEU CORPO DE QUENGA ANTES DE PISAR NA CASA LIMPA, FASFAVÔ. — Lia apareceu do além, com um avental, um lenço na cabeça e um facão de cortar carne. Me salva Jeová.

— Mano, eu tive que vim rastejando pelo esgoto, dá um tempo. — Anny retrucou, se jogando no sofá.

— Alguém me lembra de nunca mais sentar nessa sofá? — indagou Kemille, dando um empurrão em Anny, que caiu no chão e ficou por lá mesmo, o beijando e dizendo o quanto o amava. 3 beijos.

–--

— YUI, MERDA, ATENDE A PORTA AÍ Ó. — gritou Meikai, da cozinha, provavelmente devorando o nosso estoque de cupcakes. Filha de… uma mulher não muito decente. Porcaria, tudo nessa casa sou eu, que saco. q

— JÁ VAI DESGRAÇA! AQUIETA A XANA QUE EU NÃO TENHO CINCO BRAÇOS, PESSOA MAL AMADA! — berrei pra Judas, o mundo e os fi de capiroto vagando pelo mundo ouvissem.

Quando abri a porta, dei de cara com uma criatura muito sinistra. Alta, magra, parecia um pontinho branco no meio da rua, cabelos negros e olhos purpurina oscilando pro vermelho e uma cara de mordomo. Tava me segurando pra não chamar ele de “servo”. qq

— Que tu quer, ó desconhecido? Aqui não tem pão velho não. E mendigos é lá no abrigo do outro lado da cidade, já vou avisando… — falei, um pouco irritada.

— Como? — ele indagou, ajeitando os óculos. — Apenas informo que fiquei sabendo do ocorrido em nosso apartamento. — fez uma pausa breve. — e como forma de reconciliação, gostaria de convida-las para um jantar para que pudéssemos nos entender por igual.

Hm, não sei. Ele tem mó cara de estuprador, vai saber o que ele quer realmente com a gente…

— Olha, mordomo das trevas, eu não estou interessada em ser levada pra Túrquia me prostituir, não, tá ligado? Eu manjo desses paranauês, sei que toda filha de égua quer ter um corpinho que nem o meu e todo homem me deseja, mas ficar me vendendo no exterior? Há-há… aí já é demais! Meu corpo é uma obra, e não pode ficar imundo sendo posto à venda pros homens tudo me usar, eu tenho um plano de vida, uma ideia do meu namorado perfeito, não é todo mundo que pode me ter, falou valeu. — praticamente sambei na cara dele, que agora estava massageando as tempôras, provavelmente tentando absorver tudo o que eu disse.

— Ó moça, é o seguinte, tô tentando ser educado e não transformar essa tua cara de Barbie Channel em linguiça defumada, então vê se aceita logo a bosta do jantar e ficamos resolvidos.

— ...Ui, ela tá nervosinha… hehehehe (?) — ri despreocupadamente, encarando minhas cutículas e vendo se eu precisava de uma manicure mais tarde. Eu brilho, meu amor. O resto é pisca pisca. — Tá, tá… eu preciso falar com a tal da minha “superior” — fiz aspas com os dedos dizendo isso, esfregando na minhas mãos na cara dele. q — pra saber se a gente vai ou não, falou mermão’? Não posso ir aceitando convite de tio que eu tava arregaçando o apartamento na noite passada sem mais nem menos…

— Como quiser. — retrucou, revirando os olhos. — Se forem, façam ao menos o favor de avisar. Com licença. — ele se retirou, antes dando uma rebolada de diva. QQQ

— Mas é um mordomo mesmo… Todo engomadinho. Ihihihi… (?) Pelo menos tem uma bunda boa. Gosto assim… (??) — murmurei, fechando a porta e encarando as costas do tio tão educado que me convida pra jantar com sua quadrilha sem nem falar seu nome, cada um que me aparece. q — É O SEGUINTE NEGADA! — gritei, virando de costas pra porta e levantando meus braços enquanto pulava em cima do sofá em que Miyuki estava sentada. q — Um tio que participa da gangue dos Sakamaki nos convidou pra ir jantar com eles, pra ter… sei lá, um cessar fogo entre nossas… irmandades. — profetizei, divosa, encarando Annie, a tal da minha superior.

— ISSO, IRMÃS! GLÓRIA A IRMANDADE… qual o nome da nossa irmandade mesmo, gente? — esbravejou, dançando umas música afro do capiroto.

Revirei os olhos.

— Isso a gente decide depois…— Meikai murmurou, com a mão no queixo e bocejando.

— Nananinão… tem que ser agora, vamos Yui. Desce aí do sofá e vamos que vamos decidir o nome da nossa irmandade. Agora é um momento sagrado irmãs. Um momento que irá se concretizar na história de nossa existência e…

— Tá, tá… — me joguei de bunda no estofado, fazendo o sofá sacudir pela força que eu usei. — Que tal… Rainhas do Marshmallow?

— Cirilo ueite...? — sugeriu Kotori, lendo algum mangá muito estranho.

— ISSO, PERFEITO, DIVINO, ESTUPENDO, BOA IDEIA KOTORI! — Annie deu um pulo e começou a bater palmas.

Suspirei, revirando os olhos mais uma vez.

— E então, posso continuar a falar? — perguntei. — Tô com fome. — relatei, passando a mão pela barriga.

— Em casa que tu não come, acabou o estoque do mês. — falou Miyuki, cantarolando.

— EH O QUÊ?! Vocês são umas miseráveis mesmo, hein… Acabam com a comida toda, que bosta. — murmurei, olhando pro bolso da minha calça jeans e verificando se eu tinha algumas notas de dinheiro.

— Não olhem pra mim! — Meikai voltou da cozinha com a boca toda suja de glacê. Ah, era só o que me faltava…

— Não vai ter como dez meninas passarem a noite sem comer! — Kotori resmungou, coçando o ouvido com o mindinho.

— Não mesmo, caramba… — murmurou Akira, com a mão na barriga.

Um ronco enorme pode ser ouvido nesse instante de silêncio que a sala de estar ficou.

— N-nossa… acho que… eu estou com um pouco de fome… hehehe…— Anny disse, saindo do bueiro amaldiçoado que era o quarto dela.(???) — VAMOS ESCRAVAS, QUERO COMIDA AGORA, SUAS JUMENTAS!

— Ai nossa, cadê a educação? — indaguei ironicamente. — Seguinte, vocês se arrumam para ir lá para a casa dos Sakamaki enquanto eu compro comida e depois vou pra lá, certo?

— Tanto faz. — respondeu Kotori. — Agora anda logo, tô quase parindo um filho aqui.

— Cadê o amor e a paz? — perguntei, revirando os olhos. Peguei algumas notas que elas colocaram sobre a mesinha e me mandei em direção ao mercado SJ, que ficava a uma quadra de distância.

— Comer, comer, é o melhor para poder crescer! — cantarolei, enquanto passeava pelas seções do supermercado. Bosta! Por que eu tenho que ficar com fome justo quando tínhamos o jantar com os tios Sakamaki? Ah, tô nem aí... Minha fome é mais importante mesmo. — BISCOITO! — berrei, quando cheguei à seção de alimentícios, vendo um único pacote de biscoitos de chocolate.

— BOLACHA! — berrou outro tiozão aí, meio escroto.

— É BISCOITO, PÔ! — eu exclamei, encarando-o.

— BISCOITO É O CHEIRO DAS MINHAS AXILAS, ESSE CARAI É BOLACHA! — ele gritou de volta.

— THIIIIIS IS SPAAAAAAAAAAAAARTA. — entoei um hino de guerra, correndo pra tentar pegar uns dos biscoitos e o estranho veio junto.

— PELOOOS PODERES DE GRENSKOW! — ele berrou, pegando um pirulito da jaqueta e erguendo, nossa, veio preparado e tudo. QQ

Pulei a pilha de toddynho e consegui alcançar a prateleira, só que ele havia pegado o pacote de biscoito antes de mim.

— Merda, dá essa isso pra mim, eu vi primeiro! — rosnei, atacando a mão dele.

— Eu que vi e peguei primeiro, é meu por direito. — ele retrucou, erguendo as mãos para o alto.

— É ASSIM ENTÃO? POIS QUE SEJA! — exclamei, alcançando as mãos dele, abrindo o pacote num piscar de olho e coloquei tudo na boca. Sou ninja. qq — Thjoma sheu neghaum com cheiru di bacalhau. — falei meio atrapalhada, mastigando os biscoitos.

— Que bosta! — ele praguejou. — Ei, espera um pouco… Tu não é o negão africano? — indagou, me olhando acusadoramente.

— Sim, querido, sou eu mesma. — respondi, fitando minhas unhas.

— Daora a vida. — ele suspirou. — Que horas o supermercado fecha? — indagou erguendo uma sobrancelha, encarando o relógio de pulso.

— Hoje é terça-feira, então fecha mais cedo, às 19:00 horas, por que?

— Já são 19:11. — ele respondeu, me encarando.

E nesse exato momento, todas as luzes do supermercado apagaram.

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Ayato está uma diva. 3 beijox.

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Kemille Lynn Prevejo muitas tretas HAUHEHAUHEUHAUEHHAE

Lia Kurama Falo nada, apenas observo.

Miyuki Takuma Tô começando a me arrepender disso…

Ayato Sakamaki Olá...

Annie Maria Donde tu saiu criatura?!

Ayato Sakamaki Estou sempre por aí, vagando pelos sites alheios da internet. q

Annie Maria Ui, fiquei com medo agora. QQQ

Ayato Sakamaki PERA... MAS QUE RAIOS ISSO TA FAZENDO AQUI?

Annie Maria Isso se chama vingança querido, passar bem.

Ayato Sakamaki É o seguinte, ou tu tira essa foto ou te meto o processo.

Annie Maria ELE QUER ME METER O PROCESSO, GALERE! AHEHAHEHAHEHAHE, pode mandar gato, tenho medo de advogado nenhum. 3bjx

Kemille Lynn Vish, fudeu. QQQ

Notas finais
Então é isso aí. Apenas garanto que o próximo cap. ficará muito louco HAHEUHAUHEHAHEUHAHE Bjx
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.