As Surpresas do Amor

19 Verdades e Brigas II


Saori chegou dentro da secretaria da escola desesperada e encontro a inspetora:

– Inspetora Shina, por favor, meu ajuda. Lá fora esta acontecendo uma briga generalizada com os alunos da escola.

– O que? Vamos lá agora.

Quando elas chegaram ao local, a inspetora se surpreendeu com o que viu, realmente era uma loucura. Os alunos trocavam socos e pontapés violentos e quem não estava na briga ou tentavam para ou atiçavam ainda mais. Então Shina pegou um apito e assopro por um bom tempo, todos foram parando e ela gritou:

– Que loucura é esta? Isso é comportamento de pessoas civilizadas? Parecem vândalos. Vocês rapazinhos, diretoria agora.

Eire e Isaak pediram ajuda.

– Inspetora, nos ajudem. O Hyoga está mal. – falou Eire chorando.

– O que houve? – perguntou Shina.

– Ele começou a passar mal, e caiu no chão. A respiração dele esta fraca. – respondei Isaak.

– Vou ligar para o hospital, agora. – disse Shina.

O coordenador Milo apareceu e junto de um funcionário levou Hyoga para a diretoria, quando um grito chamou a atenção de todos:

– Sua louca. – gritou Shunrei com o antebraço direito ensanguentado.

Fleer tinha conseguido se soltar e feriu o braço de Shunrei.

– Você é louca mesmo. – afirmou Esmeralda tentando tirando o canivete da mão da garota.

Fleer foi em direção a Esmeralda. Mas outros alunos tentaram segurá-la. Nesse momento os pais dela chegaram, eles ficaram assustados ao ver sua filha daquele jeito.

– Filha o que você fez?

– Foi por culpa dela, da Shunrei, que o Shiyu não quer mais ficar comigo, pai. Mas se eu der um fim nela, o Shiry vai voltar para mim. – falou choram muito.

– Você tem noção do que você esta falando, menina? – perguntou a mãe – Você quer virar uma criminosa?

– Pelo meu Shiryu é faço qualquer coisa.

Os pais se olharam assustados, não tinha o que discutir naquele momento. Fleer estava realmente fora de si e eles acharam melhor leva-la para casa.

Depois que Hyoga foi para o hospital junto de Eire o diretor Saga foi conversar com os rapazes. Enquanto Shina cuidava do barco de Shunrei na secretaria, Saori e Esmeralda estavam juntas com a amiga.

– Eu não vou poder fazer muita coisa por você, mocinha. Esse corte esta grande e fundo. É preciso ir ao hospital dar pontos. Liga para seus pais para avisar.

– Sim.

Nessa ora entrou no local o professor de literatura e escutou a conversa.

– Vocês resolveram botar para quebrar literalmente hoje, né meninada? O que aconteceu com seu braço, Shunrei?

– O Fleer que me atacou, professor Dohko. Agora tenho que levar ponto.

– Gente, Fleer? Tão calma.

– Tudo falsidade, professor. Ela é um louca e neurótica. – rebateu Esmeralda.

– Bem, se você quis, eu te levo ao hospital para cuido logo de seu braço.

– Obrigada, professor. Mas não quero te atrapalha.

– Não se preocupe, você não vai me atrapalhar é meu caminha.

– Então, nós vamos aceitar sim, professor. – respondeu Saori – Eu vou com ela para fazer companhia e para ver como esta as coisas com o Hyoga e dar apoio a Eire. Você pode ficar aqui e espera os garotos saírem da direção, Esmeralda?

– Claro. Fico aqui e depois vou com eles para o hospital.

Dentro da sala do diretor, os rapazes escutavam uma bronca:

– Eu estou decepcionado com vocês. Rapazes bem educados e de boa família. Posso até não conhecer os pais de todos, mas tenho certeza que eles não iriam aprovar a atitude insana de vocês se atracando como se fossem selvagens. Não importa a justificativa que vocês de derem. Foi absurdo o que aconteceu! Olha o estado lamentável de vocês. – referindo-se a Ikki, Sorento, Shiryu, Fenrir, mas principalmente Seiya e Alberich. Isaak, Shun e Mime estava mais afastados do diretor, pois apesar de estarem na confusão, não foram pegos em briga.

– Diretor Saga, eu sei que o senhor esta certo em tudo que esta falando, mas não é hora disse. – falou Ikki – Estamos com um amigo no hospital e não temos a menor ideia do que aconteceu com ele. Deixa essa bronca para depois e nos libera logo.

– Tudo bem. Você tem razão. Mais antes preciso avisar que vocês seis estão suspensos três dias. E só retornaram as aulas com a presença dos seus responsáveis.

– O que? Isso é palhaçada! Eu estava fora da escola. — questionou Albertch.

– Mas ainda estava à porta desta escola e se acontecer alguma coisa com cada aluno aqui desse estabelecimento, nós precisamos responder por isso, rapaz. E abaixa esse tom para falar comigo. Não sou seu coleguinha. – acalmando o tom de voz – Agora vocês estão liberados. E espero que o Hyoga esteja bem.

Quando saíram da sala de Saga, cada um seguiu o seu caminha. Esmeralda foi falar com seus amigos, eles falaram da suspensão e ela contou que Shunrei e Saori foram para o hospital, então os meninos foram ao banheiro lavar o rosto e logo seguiram para hospital. Alberich saiu da escola morrendo de raiva e nem esperou seus amigos, enquanto eles ainda ficaram conversando um pouco no pátio da escola.

No hospital, Shunrei já estava sendo atendida e Saori encontro na sala de espera Eire que estava sentada com a cabeça abaixa e a mão no rosto. Saori se próximo:

– Eire.

A garota levantou a cabeça e Saori pode ver o rosto da amiga vermelho e todo molhado de lágrima. Imediatamente Saori a abraçou e pergunto:

– O que aconteceu com Hyoga?

– Eu não sei. Levara-o lá para dentro e estão fazendo uma cirurgia urgente. – falou em soluções – To com medo.

– Calma. Logo saberemos noticias.

– Se acontecer alguma coisa com ele...eu...não vou aguentar.

– Eire, olha para mim. – disse segurando o rosto da amiga – Cadê aquela garota positiva que eu conheço? Confia em Deus, amiga!

Eire voltou a abraça a amiga e logo depois o resto da turma chegou e se aproximaram delas e Shunrei apareceu depois com o braço empachado, ela velou vinte e cinco pontos.

Ainda no pátio da escola Mime, Sorento, Isaak e Fenrir, se encaminhavam para o portão de saída. Eles demonstravam preocupação com tudo que havia acontecido.

– O que dei o Alberich, ele saiu igual a um doido?

– E você ainda se assusta com ele, Sorento? Ele é assim mesmo. Deve esta super preocupado com o corretivo do pai dele. Eu to preocupado mesmo é com Hyoga.

– Nem me fala, Mime. Se acontecer alguma coisa com ele, vou senti culpa para o resto da vida.

– Você não fez nada com ele, não foi? Então não precisa se sentir culpado.

– É Fenrir, mas ele disse que estava passando mal e eu não acreditei e ainda zombei dele. Quer saber, vou para casa... – falou Isaak caminhando mais a frente.

Mime observou num canto do pátio Mino, encolhida. Despediu-se dos amigos e se aproximou da garota.

– Você ainda esta ai?

– To sem força para ir embora, to sem força para nada. Meu Deus, estou com meu coração tão apertado! E você, o que o diretor falou?

– Comigo, como o Shun e Isaak não aconteceu nada. Só escutamos um sermão por tabela, mas quem foi flagrado brigando, recebeu suspensão.

– Hum... Sabe ainda estou tentando entender o que aconteceu com a Fleer. Mime, ela atacou a Shunrei com um canivete! Tem noção disso?

– Realmente. Isso eu nunca esperava. Ainda bem que não aconteceu algo mais grave.

– Ela não estava nada bem quando foi para casa e estou até com medo de ligar para saber dela.

– Bem, o jeito é dar um tempo para ela e para você também. Vá para casa e tente descansar. Vamos lá, eu te faço companhia.

Os dois foram caminhando em silencio até a porta do prédio de Minu.

– Obrigada, Mime. Você é muito gentil.

– Não precisa agradecer. Se precisar de alguma coisa, pode me ligar, ok? Também não estou bem, mas conversando podemos nos sentir melhor.