As Surpresas do Amor

22 Amizade e o amor vencem tudo


Notas iniciais
Aqui esta o nosso ultimo capitulo :(. Espero que gostem.

Em Dezembro, o nervosismo tomou conta de todos na entrega das provas finais. Para a tristeza de Mino, Sorento e Fenrir, eles ficaram em recuperação em física, química e história respectivamente. Mime se lamentava por sua namorada e seus amigos:

– Por causa de poucos pontos!

– Também, mandamos muito mal esse ano, não levamos muito a sério os estudos.

– Tem razão, Mino. – afirmou Sorento.

– Agora é correr atrás do prejuízo. – completou Fenrir.

– Não se preocupem, vocês vão conseguir passar. Eu tenho certeza. Se precisar podem contar comigo. – falou Saori.

– Obrigada pela força. – agradeceu Mino.

– Confiamos no seu sexto sentido. – revelou Fenrir.

Depois da entrega das provas, a turma se encaminhou para a casa dos garotos para combinarem como seria a Natal e o Reveillon.

– Bem, sobre o Natal eu ainda não pensei, mas no Ano Novo queria passar em Copacabana. Sei que é uma festa muito bonita e super famosa.

– Boa idéia, Hyoga! – concordou Shun.

– Linda de longe, vai lá perto ver, todo mundo grudado, pisando no pé do outros, levando cotovelada na cara. – questionou Shunrei.

– Ai, estraga prazer... – falou Hyoga cabisbaixo imitando voz de criança.

Todos riram.

– A não se que aluguemos algum ap porque hotel é uma fortuna e provavelmente não tenha mais quartos vagos.

– Boa, June! – exclamou Eiri – Vou falar com meu pai, ele tem um amigo que possui um apartamento pequenino, quase uma quitinete em Copacabana, em frente à praia. Quem sabe ela não aluga ou empresta para gente.

– Show, amiga! – exclamou Ikki.

– Quitinete para dez pessoas?

– Ah não, não vem você de novo reclamar, Shunrei. Stop, patricinha! – brincou Seiya – Quanto mais bagunça, melhor. Somos jovens e temos que curtir a vida!

– E sobre o Natal? – perguntou Shun.

– É, Natal é festa da família, e não da para ficarmos todos juntos. Eu mesmo vou receber muita gente lá em casa e dia 25 eu vou para casa dos meus tios. – revelou Esmeralda.

– Então poderíamos fazer um almoço dia 23 e um amigo oculto. – sugeriu Shiryu.

– Perfeito! – falou Saori – Mas onde vai ser esse almoço?

– Pode ser aqui em casa mesmo. Mas eu não preciso de presente, pois eu já consegui o meu, a minha Esmeralda. – disse Ikki abraçando Esmeralda.

– Ah, Ikki! Nada haver uma coisa com a outra. Não vai me dizer que você não gostaria de ganhar um presente? – ironizou Seiya.

– Isso é verdade, afinal todos gostam de ganhar presentes, mas o melhor presente que ganhamos, foi à união da turma. Que agora, não irá se separar. Principalmente agora que vocês, rapazes, vão ficar mais um tempo aqui.

– Falou e disse, Eire! A nossa amizade foi o melhor presente que nós ganhamos esse ano. – completou Esmeralda.

– Pois é. Quando chegamos aqui no Brasil, nunca sonhávamos em encontra meninas tão maravilhosas como Eire, Esmeralda, Saori, Shunrei e principalmente a minha June. – comentou Shun – Vocês são partes fundamentais em nossas vidas.

– Concordo com você, brother! – disse Hyoga abraçando o amigo.

– Atenção! Enquanto vocês estavam conversando, eu preparei 10 papéis para o sorteio do amigo oculto. – interrompeu June.

– Como é eficiente essa menina! – brincou Hyoga.

– Vou logo avisando. Quem me tirar, por favor, compre um carro conversível. – pediu Seiya.

– Se for assim, eu vou querer uma academia de dança. – brincou Shiryu.

Todos tiraram os seus papéis

– Segredo, hein! Ninguém pode comentar quem é o seu amigo oculto. – avisou Shunrei.

– Mas, Shunrei, eu preciso dizer que meu amigo oculto é um pessoa.

– Hyoga, você é tão engraçadinho. – disse Shunrei — Você tem certeza que tirou uma pessoa?

Todos riram.

Na noite seguinte, a turminha foi dançar no Rádio Bar, que estava cheio, aproveitando, assim, o inicio das férias.

Quinze dias depois, todos se reuniram na festa de Natal na casa dos garotos e foi bem animado, como tudo que eles faziam. Na hora do amigo oculto, Eire perguntou:

– Quem será o primeiro a puxar a brincadeira?

– Começa pelo mais velho. – respondeu Saori.

– Então começa por mim. – disse Ikki – Esse ano foi muito complicado para mim e para essa pessoa. Nós armamos um plano juntos e deu a maior confusão, mas tudo acabou bem no final. Não é amiga? – perguntou Ikki abraçando June.

Os respectivos pares foram: June e Shiryu, Shiryu e Eire, Eire e Shun, Shun e Hyoga, Hyoga e Shunrei, Shunrei e Seiya, Seiya e Saori, Saori e Esmeralda, Esmeralda e Ikki.

Assim, o dia foi uma festa.

Dia 24 e 25 cada um passou com suas famílias e pares.

Dois dias depois, Shun e June foram até o colégio com Mino e Mime para saberem se Mino passou de ano. Sorento e Fenrir também estavam lá.

– Tirei dez. Que bom, graças a Deus!!! – agradeceu Mino.

– Nós também passamos – revelou Fenrir.

– Temos que comemorar!!! – chamou Mime.

– Vamos ao Rádio Bar então. – chamou June.

No Rádio Bar, aos seis se encontraram Isaak.

– E ai, vocês conseguiram passar?

– Sim, amigo. – respondeu Sorento aliviado.

– Quem ótimo, amigos!!!

– Vamos lanchar o que? – perguntou Fenrir.

Na mesa eles pediram duas pizzas gigantes de portuguesa e refrigerantes.

– Tem notícias da Fleer, Mino?

– Sabe June, de vez enquanto vou vê-la na clinica. Ela não tira da cabeça o Shiryu, porém o médico disse que ela deve ficar bem. Assim eu espero.

– Coitada! – exclamou June.

– E o Alberich, vocês sabem sobre ele? – perguntou Shun.

– O que sabemos é que ele continua no colégio interno. – revelou Isaak.

– O pior é que ele não se arrependeu de nada e ainda afirma que um dia vai se vingar de todos nós. – falou Sorento – Na boa, ele tinha que está internado também. Ficou doido!

– Ele não é doido, é mau mesmo. – garantiu Mime.

– Sabe o que eu gostaria de saber? O que nós fizemos contra ele para tanta raiva?

– Coisas de Alberich, Shun. Não tente entender. – disse Fenrir.

– Vamos mudar se assunto. – pediu June – O que vocês acham de passar o Reiveillon conosco na praia de Copacabana? Toda nossa galera vai. Alugamos um apartamento pequeno para vermos melhor a festa.

– Claro! Só você dizer à hora. – aceitou Mime.

Eles combinaram de se encontrar em frente à casa dos meninos, no inicio da tarde.

Na casa de Esmeralda, ela, Ikki, Shunrei e Shiryu conversavam:

– Eu posso fazer uma pergunta a vocês dois, meninos?

– Claro amiga. – respondeu Shiryu.

– Qual foi o verdadeiro motivo de vocês ficarem mais um ano aqui?

– Por causa de você, ora. – falou Ikki.

– Não é só por isso. Tem alguma coisa a mais. Pelo menos da parte de vocês.

Eu lembro que você, Ikki disse, um dia, que não queria voltar para os Estados Unidos tão cedo. E você, Shiryu, também não gosta muito de lembrar alguns fatos que ocorreram lá. Falem a verdade. – pediu Esmeralda.

Os rapazes se olharam e Shiryu contou:

– Ok, sabe nos conhecemos duas meninas muita legais numa festa e logo começamos a namorar e estávamos felizes, mas elas morreram em um acidente horrível e muito mal. Então a Mary chamou o Ikki para fazer um intercambio cultural aqui e ele me convidou. O Seiya ficou sabendo e ficou doido para vir também e convenceu Shun e Hyoga. Então aqui fizemos amizades, encontramos vocês e queremos ficar.

– Ai que história triste! – disse Shunrei – Vocês devem ter fica muito triste.

– É ficamos, mas hoje já superamos, pois encontramos vocês. – declarou Shiryu beijando a mão de sua namorada.

– Isso é a pura verdade. O que mais importa é o presente e o futuro. – finalizou Ikki.

No dia 31 de dezembro, a praia de Copacabana estava lotada, pois todos queriam ver a mais conhecida queima de fogos da América Latina. Na sacada do apartamento, os meninos americanos estavam espantados com a beleza daquela festa. Por cada canto do apartamento se juntou um casal.

– A festa aqui é linda mesmo! – elogiou Hyoga.

– Com certeza! – afirmou Eire – E assim fechamos mais um ano de nossas vidas.

– Uma vida nova, com você ao meu lado. – disse Hyoga beijando Eire.

– Esse é um dos melhores anos de minha vida.

– Claro, Shunrei. Você me encontrou.

Eles riram.

– Ego não combina com você, tá? Até porque, você me encontrou também.

– Encontrei e tive que te conquistar.

– Verdade! Mas a conquista foi bem sucedida.

– Você é minha princesa, sabia? – declarou Shiryu abraçando Shunrei.

– Sabe Esmeralda, este é o melhor momento da minha vida.

– Pois é, Ikki, para mim também. Minha vida mudou tanto depois que te conheci.

– E isso é bom?

– Claro, seu bobo.

– Espero viver ao seu lado para vida toda.

– Eu também.

Ao lado...

– Meu amor, o que você pretende fazer no próximo ano?

– Bone, eu te amo e pretendo continuar com você. – e brincou — Isso se você me quiser.

– Claro! Te quero e vou te querer para sempre. Se quiser eu grito agora, para todos escutarem que eu te amo.

– Não precisa gritar para todos. E só você dizer para mim, olhando nos meus olhos que eu acredito. – disse beijando o namorado.

– Mino, você foi a maior surpresa deste ano. E eu estou feliz por isso.

– Eu também me sinto feliz. E desejo neste novo ano felicidade em dobro para nós dois.

– Com certeza nós seremos um casal muito feliz.

Os dois se beijaram.

– Depois de tantas confusões, conseguimos ficar juntos.

– Graças a Deus, Shun!

– Sabe June, eu nunca mais vou querer me separar de você. Quero entrar nesse ano mais feliz do que já sou.

– Continue comigo. Sua felicidade nunca irá te abandonar.

Na sacada.

– Aê amigos, que ano que vem nós possamos ter mais responsabilidades. – desejou Isaak.

– Concordo com você. – afirmou Sorento.

– E que possamos arrumar umas gatinhas, pois as nossas já têm donos. – brincou Fenrir.

Os três ririam e Fenrir acrescentou:

– Olha aquelas garotas ali no apartamento do lado. O que vocês acham de virarmos o ano em boa companhia?

– Gostei da ideia, mas a ruivinha é minha. – afirmou Sorento.

Isaak fez sinal para as garotas pedindo para conversar e ela chamaram eles para o apartamento delas.

Então as garotas se reuniram para começara a planejar as férias de janeiro sem os namorados, já que eles iram para os Estados Unidos, e enquanto ela conversavam e riam. Ikki sentou no sofá e começou a observá-las.

– Ei, o que você esta fazendo ai sozinho? – perguntou Shun sentando ao lado do amigo.

– Nada de mais.

– O ano foi surpreendente, não acho?

– Foi mesmo!

– Posso me achegar? – perguntou Hyoga – Vocês estão sérios. Qual é o assunto?

E logo Seiya e Shiryu também se aproximaram. Os cinco ficaram olhando as namoradas.

– Elas são lindas, né? – indagou Seiya.

– São mesmo. Cada uma no seu estilo, mas encantadoras. – concordou Shiryu.

– Quem diria que precisávamos sair do nosso país para encontra as garotas das nossas vidas. – observou Shun.

– Meninos, o que o clubinho esta falando ai? – perguntou Eire.

– Não vai dividir com a gente? – completou Shunrei.

– Só estamos admirando certas garotas, sabe? – revelou Ikki.

– Sabemos que somos lindas. – brincou June – Mas já esta quase na hora da virada. Vamos nos juntar para ver os fogos?

O telão na praia chamou a atenção de todos para juntos fazerem a contagem regressiva para o novo ano.

– Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um... Feliz Ano Novo!!!

Foi uma gritaria total, além do barulho dos fogos de artifícios que enfeitava lindamente o céu de Copacabana.

– Happy New Year, brother!

– Para você também, Hyoga. – cumprimentou Shun.

– Meu amor, tudo de bom este novo ano!

– Obrigada, Ikki, igualmente! – agradeceu Esmeralda.

– Ah, minha Saori! Nunca pensei de estar aqui, nessa praia, com este céu, com este mar, com você, minha musa inspiradora.

– Bone, não exagera!

– Minha Shunrei, eu sou complemente louco por você. Feliz Ano Novo!!! – revelou Shiryu beijando sua namorada.

– Eire, espero que esse próximo ano seja um milhão de vezes melhor que este que passou, não só para a gente, mas para todos nós. – desejou June.

– Mino, agora nesse novo ano que já começou, espero que o nosso amor seja o mais belo sentimento do mundo.

– Se depender de mim... – falou Mino, puxando Mime para comemorar com o resto da galera.

Isaak começou a beijar uma das três amigas, que já estavam no apartamento da galera, impulsionando Sorento e Fenrir a fazerem o mesmo como as outras duas. No final todos os seis se beijavam.

– Saúde, Hyoga. Que este coraçãozinho não de mais susto. – disse Shunrei colocando a mão no peito do amigo.

– Obrigado! O importante é que ele nunca vai esquecer da nossa amizade sincera. – respondeu Hyoga abraçando Shunrei.

Uma hora depois, um show no palanque na areia da praia, alegrava todos no local e os amigos desceram e foram para praia. Os dez amigos se reuniram em uma pedra um pouco mais isolada da multidão. Lá eles tinham uma linda visão do céu e do mar.

– Gostaria de fazer um blinde a nossa amizade! – sugeriu Ikki segurando uma taça de champanhe.

– Apesar de tudo, nós estamos aqui! – completou Hyoga.

– Toda felicidade que temos hoje, é graças às meninas, mas principalmente a Deus.

– Pois é, Shiryu. Foi Ele que nos trouxe para o Brasil e nos fez conhecer elas e juntou os melhores sentimentos do mundo: o amor e a amizade. – incrementou Shun.

– E podem contar com uma coisa: se depender de nós... Nunca iremos nos separar.

– Claro que não, Bone! Nunca iremos deixar que isso aconteça, a nossa amizade vai esta guardada no nosso coração.

– É isso aí, Saori. Mesmo que nós fossemos cada um, para um canto do planeta, o nosso sentimento de amizade nunca iria acabar. – apoiou Eire.

– A nossa amizade é infinita.

– Além de ser infinita, Esmeralda, a amizade é um sentimento que pode salvar o mundo.

– Concordo com você, Shunrei. Se cada um de nós amarmos o próximo como a nós mesmos, as coisas com certeza iriam mudar. – disse June.

– Então vamos fazer a nossa parte, certo? – completou Shun.

– Como toda história tem um “happy end”. Vamos blindar a nossa amizade! – convidou Ikki.

– A nossa amizade! – blindaram todos.

E assim termina a história desses jovens que vivem intensamente a vida. Ele ensinaram que o amor, a amizade, a alegria, a fé em Deus e o perdão são ingredientes fundamentas para a vida. Eles formaram uma turma animada que juntos descobriram o infinito poder da AMIZADE. A felicidade só depende de nós!

Notas finais
Acabouuuuu!!!! Na verdade, espero que vocês tenham gostado.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!