As Surpresas do Amor

17 É Preciso Continuar a Amizade


Notas iniciais
Oi querido! Neste capitulo finalmente o povo vai fazer as pazes, aleluia!!!! hihihi Mas muita coisa ainda esta para acontecer.

No Domingo à tarde, Eire e Ikki conversavam por telefone.

– Parabéns por ontem, você ficou no segundo lugar!

– Obrigado! Para você também amiga! Apesar de ter achado que essa eleição foi roubada, eu que tinha que ter ganhado o primeiro lugar.

– Tá bom. – sorriu – Vamos mudar de assuntou. Como foi com a Fleer?

– Foi mais rápido do que eu esperava e fiz uma proposta que a deixou confusa.

– Qual?

– De nós continuarmos ficando.

– Será que ela vai aceitar?

– Ela me disse que ia pensar e amanhã daria a resposta.

– Você está pior que o “Dom Juan”. Conquistou a Fleer de primeira.

– Claro!!! Eu sou mais eu!

– Convencido...

– Quem resiste aos meus lindos olhos azuis e ao meu charme?

– Difícil mesmo.

Os dois sorriram.

– Vou te falar que fiquei nervosa quando a Esmeraldo beijou o Sorento. Fiquei com medo de você ir lá tira satisfação.

– Você acha que eu iria jogar todo o meu trabalho fora? Tenho autocontrole.

– Isso mostra claramente que a Esmeralda anda te ama muito. Eu tenho certeza que ela só ficou com o Sorento por puro ciúme. Logo ela vai dar o braço a torcer.

– Assim espero...

Na casa de Shunrei, ela e Shiryu conversavam algo muito sério.

– Shiryu, preciso falar uma coisa muito séria.

– Diga, “my darlin”.

– O Hyoga foi me procurar na sexta-feira para falar sobre a turma, pedir para que nós unirmos novamente a galera.

– É, ele e o Seiya também conversaram comigo e com o Shun lá em casa.

– Nós somos fundamentais, pois poderemos convencer a Esmeralda e o Shun a perdoar nossos amigos.

– Você tem razão. Estou com saudades das nossas bagunças.

– Foi como o Hyoga disse: “sem nossa turma nós não somos nada”.

– Ok. Vamos amanhã falar com eles.

Na casa de seus tios, Ikki jantava com a Mary. Ronaldo estava trabalhando no Radio Bar, afinal finais de semana eram os dias mais agitados e ele gostava de ficar supervisionando tudo. Mary já estava acostumada com isso e sempre estava acompanhando o Marido. Sabia que o Rádio Bar sempre foi o sonho dele e ela tinha muito orgulho de ter vivido a construção desse sonho e continuar vivendo esse sonho junto a ele até hoje, depois de seis anos. Seus pensamentos foram interrompidos por Ikki:

– Tia, sua macarronada esta divina! Meu tio tem sorte, pois você é uma cozinheira de mãe cheia.

– Obrigada, querido! Tive que aprender a fazer um pouco de tudo, principalmente o arroz e feijão, pois sabe como é brasileiro, não vive sem isso.

– Verdade! Já deu para percebi isso. Tia, me dá mais um pouquinho?

– Claro! Dê-me seu prato.

– Se meus amigos estivessem aqui, já teriam devorado tudo. – sorriu – principalmente o Seiya.

Eles sorriram.

– Seiya é fominha, né?

– Demais, tia. Parece que tem estomago furado. Lá em casa, ele devora tudo e nós só faltamos matar ele.

– Vocês só devem comer besteira, certo?

– Na maioria das vezes, mas quando o Shun resolvia ir para cozinha, comíamos bem. O Shun é bom em inventar comidas diferentes.

– Vocês devem ser tão bagunceiros. Imagina cinco rapazes sozinhos numa casa!

– Mais ou menos. Quem é mais bagunceiro sou eu e o Seiya. Shun e Shiryu são arrumadinhos e Hyoga fica no meio termo. – deu uma pausa – Falando nisso, me deu uma saudade deles e da nossa casa. Tudo bem que o Hyoga e Seiya estão me dando apoio, mas Shiryu e principalmente o Shun, sem olham para mim direito. Isso é horrível, pois eles são meus melhores amigos.

–Você precisa ter uma conversa seria com eles.

– Eu sei... Mas acredito que logo vamos nos entender.

– E da sua terra, não esta com saudade? Confesso que quando vim morar aqui, senti muita falta.

– Sinceramente? Não. Tenho saudades da minha mãe, mas não do meu pai. A senhora sabe como ele é difícil. Não sei como minha mãe aguenta! Ele tem aquela mania de mandar em tudo e eu sou genioso, então já viu a dificuldade que temos.

– Eu sei bem como é meu cunhado.

– Pois é. Ele cisma que preciso fazer agronomia ou qualquer coisa voltada a isso para cuidar da fazenda, mas eu não quero isso para mim. Eu gosto de ir à fazenda, do meu cavalo, da tranquilidade, mas prefiro a cidade, as pessoas. Ele não aceita isso e minha mãe fica tentando melhora nosso clama, mas nunca consegue. Queria que meus pais fosse como os pais do Shiryu, o apoiam em tudo. Os pais de Hyoga e Shun também são legais, quem sofre mais é o Shun, pois precisa se dividir em dois depois da separação. O único que não tem pai e i Seiya, mas o padrasto é bem legal e a mãe dele é show.

– Nenhuma família é totalmente perfeita, sempre temos um probleminha aqui, outro ali, mas se tiver amor, tudo se revolve. Você precisa tentar entender que seu pai te ama, do jeito dele, mas ama, se preocupa com seu futuro. Ele tem uma fazenda que será a herança que deixara para você.

– Eu entendo tudo isso. Porém ele não pode quer me obrigar a fazer a vontade dele, sem me ouvir. Não sou mais um menino, tinha minhas opiniões e desejos.

– Isso é verdade.

Na segunda-feira, Shiryu e Shunrei foram falar com Eire, Hyoga, Seiya e Saori.

– Oi, Hyoga. Pensei no que você me disse e cheguei a uma conclusão: irei ajudar vocês.

– Obrigado Shunrei. E você, Shiryu?

– Também. Vamos ajudar no que for preciso.

Eire e Shunrei se abraçaram.

– Que bom que voltamos a nos falar! Estava com saudade.

– Eu também, Eire.

As duas se distanciaram um pouco do grupo.

– Espero que você não tenha ficado com raiva por causa do Hyoga.

– Não se preocupe mais com isso.

– Onde está a June e o Ikki? Queria falar com eles. – perguntou Shiryu.

– “A garota mais bonita do colégio” ainda não chegou, enquanto ao Ikki, ele está falando com a Fleer. – respondeu Saori.

– A Fleer??? – interrogou Shunrei – Eles ficaram no sábado, né?

– Sentem-se. Iremos contar o nosso plano. – disse Seiya.

O sinal da entrada bateu deixando Ikki ainda mais ansioso.

– E aí, Fleer? Qual a sua resposta?

– Calma. Está muito curioso.

– Claro! Você me deixa assim.

– Eu aceito.

– Que bom! – vibrou Ikki beijando Fleer – Na hora do recreio, eu falo com você. Tô atrasado.
bye!

No básico, o professor de inglês Aioria passou uma folha de exercícios para os alunos e Eire aproveitou para contar algo para June:

– June, o Shiryu e a Shunrei voltaram a falar comigo, hoje na entrada, e vão voltar a falar com você e o Ikki. A Shunrei esta doida para falar com você, só que como a senhorita só chega atrasada...

– Serio! É o que levaram eles a fazer isso?

– Eles resolveram ver o nosso lado também.

– Até que enfim! Agora só falta a Esmeralda.

Nisso Shunrei passou ao lado para carteira de June, mexeu no cabelo da amiga e disse:

– Oi! Sabia que eu estava com muitas saudades?

– Eu também. – responder June sorrindo e abraçando a amiga.

Na hora do recreio Ikki, June, Eire, Shunrei, Shiryu, Hyoga, Seiya e Saori estavam lanchando juntos. Esmeralda e Shun chamaram Shiryu e Shunrei.

– O que houve com vocês? Estão no maior papo com eles? – perguntou Esmeralda.

– Por que vocês não fazem igual a nós? Eles merecem uma segunda chance. O que passou, passou. Já aconteceu. Agora temos que pensar no futuro.

– O Shiryu tem razão. Foi como o Hyoga e Seiya falaram. – concordou Shun.

– Vou pensar no assunto e na hora da saída, dou a resposta.

– Pense bem, Esmeralda.

– Vou pensar, Shunrei.

– Por mim, volto a falar agora. – disse Shun.

– Esmeralda, queria falar em particular com você. Vem aqui comigo?

– Claro Shiryu.

Em um cantinho...

– Aquela cena de Sábado foi para chocar a galera?

– Que cena? Com o Sorento?

– O que você acha, Esmeralda?

– Eu beijei o Sorento porque tava com vontade. Tem algum problema?

– Não. Mas sabemos que você não é afim dele, então porque ficar com ele? Ainda tem o Ikki não se esqueça da ira que ele tem, quando se trata de você.

– Ele ficou com a Fleer. Eu posso ficar com quem eu quiser.

Alberich esbarrou em Fleer e resolveu irritar ela um pouco:

– É comigo é um sacrifício da um beijo, mas como o americano sem graça rolou altos beijo para quem quisesse ver.

– E o que você tem haver com isso? Eu não tenho nada com você. A vida é minha e a boca também, então eu beijo que eu quiser.

– Esta bem...Quer saber? O que não falta nessa vida é mulher, vou parar de dar importância a quem não me da moral.

– Acho bom. Afinal já lhe disse mil vezes que vou ter o meu Shiryzinho para mim de novo.

– Boa sorte como seu Shiryuzinho – ironizou – Claro, se você conseguir, porque ele ta todo derretidinho com a patricinha dele a tira colo, para cima e para baixo. Será que ele vai reparar em você novamente?

– Ai... Aquele sem sal maldita.

– Olha, patricinha não faz o meu gosto, mas ela não é ruim não, até que eu bem gostosinha.

– Cala boca, seu ridículo. – gritou com raiva.

Alberich riu bastante:

– Eu adoro te irritar e você cai na pilha com tanta facilidade... Bye, até mais...

O rapaz foi embora deixando Fleer com muita raiva.

– Filho da mãe! Ele sabe que eu odeio que elogiem aquela lá.

O recreio acabou e todos voltaram para suas salas. Na sala do segundo ano, Ikki e Shiryu conversavam novamente.

– Ikki, saiba que estou com você no plano.

– Que plano?

– Não precisa disfarçar. Eu já sei de tudo. A Eire, a Saori e o Seiya me contaram.

– Que bom! Então, amigos novamente?

– Com certeza! E agora mais unidos do que nunca. – disse Shiryu abraçando Ikki – Afinal já passamos por muitas coisas juntos, não é?

– Realmente. Muitos momentos, tanto alegres como tristes.

– É muito bom voltar a ser seu amigo. Você podia voltar a morar lá em casa.

Na hora da saída, Shiryu, Eire, Seiya, Saori, Shunrei e Hyoga marcaram um encontro entre June, Ikki, Shun e Esmeralda.

– Ikki? June? O que estão fazendo aqui?

– Eu é que pergunto a você Esmeralda, o que está fazendo aqui? – perguntou June.

– Formos nós que reunirmos vocês aqui para que voltem a ser amigos. – explicou Shiryu.

– Vamos conversar lá no jardim. Só nós quatro. – chamou Shun.

No jardim do colégio, debaixo de algumas árvores...

– Queria dizer a vocês dois, que eu e o Ikki erramos. Mas, não fizemos nada pensando em machucar vocês. Poderíamos esquecer toda a confusão e recomeçarmos do zero. O que vocês acham? – sugeriu June.

– Tudo bem. Sugestão aceita. Queria pedir desculpas, principalmente a você Ikki. Desculpe-me por não acreditar em vocês!

– Claro que desculpo, Esmeralda. Só faltam vocês. E aí, Shun?

– Bem, você Ikki, é um grande amigo e to sentindo muita saudade de você. Volta para a nossa casa. Enquanto você, June, errou em me enganar, porém fui um tolo por não perceber seus sentimentos por mim. Eu te tratei como se fosse uma criminosa. Errar é humano e precisamos concertar os erros que ocorrem na nossa vida. Todos os dias eu penso naquela briga e cada vez mais entendo os seus motivos. Não consigo ficar longe de você. Desde que o grupo brigou, sinto saudade das nossas brincadeiras e principalmente das nossas conversas. Espero que volte a ser minha amiga.

Shun abraçou-a

Ela chorava muito. Então, Ikki e Esmeralda decidiram deixá-los sozinhos.

– June, não chore!

– Claro que aceito suas desculpas. Amigos?

– Com certeza. Agora e sempre.

Eles se abraçaram e foram até o Rádio Bar aonde estava a galera. Toda a turma vibrou ao saberem da notícia.

– Que legal!!! Agora ninguém vai conseguir nos separar. – vibrou Shiryu.

– Precisamos comemorar! – sugeriu Seiya.

– Tudo bem. Eu e o Shun iremos pagar um lanche para todos. Aceitam? – perguntou Ikki.

– Eh!!!!!!! – gritaram todos.

Ao chegarem ao Radio Bar, Fleer e Mino viram a galera na maior felicidade e não gostaram nem um pouco.

– Temos que agir. Eles não podem voltar com essa amizade banal.

– Qual é o problema?

– Eu não quero! Você tem um plano?

– Eu?!?

– Será que só eu penso?

– Qual é a sua, Fleer? Puxa!!! Não precisa maltratar. Afinal, eu sou sua amiga.

– Desculpa! Não quis te ofender. Estou muito nervosa. Temos que separá-los.

– Já sei como.

– Diga-me tudo, Mino.

Mino e Fleer foram para casa conversando.

Na Terça-feira, de manhã, logo que chegou, Fleer foi procurar Ikki, que estava lendo o livro de História.

– E aí Ikki, estudando muito?

– Bastante. Porém, estou morrendo de saudades de você. Queria ficar mais tempo contigo. Que tal passearmos na praia?

– Que horas?

– Cinco horas.

– Ok. Só não posso demorar muito. Tenho que estudar para um teste que farei na quinta-feira.

– Prometo que não ocuparei o seu tempo.

– Ta tudo bem! Tenho quer entrar. Até mais tarde. Dá-me um beijinho?

– Não. Darei um beijão.

Ikki beijou Fleer, depois a levou até a sua sala. Shiryu o chamou e juntos foram até a sala vinte, pois iria ter aula de vídeo.

– Como vai a sua relação com a Fleer?

– Estou conseguindo domá-la.

– Temos que prepará-la para o seu aniversario.

– Isso será fácil. Deixe com o papai aqui.

– Espero que essa brincadeira não vá longe demais.

– Ela está brincando com fogo.

– Ikki, o que está pensando em fazer?

– Nada que não possa imaginar.

Shiryu sorriu com a resposta de Ikki.

No básico, Fleer pediu o caderno de Esmeralda emprestado.

– Esmeralda, será que poderia me emprestar o seu caderno de geografia? Prometo que irei trazê-lo amanhã.

– Eu tenho que estudar para o teste.

– Estuda pelo livro. Por favor?

– Está bem, mas traga amanhã sem falta.

No fim da tarde, Ikki e Fleer caminhavam na beira da praia.

– Ikki, não gostaria de ir lá em casa, amanhã, no final da tarde? Meus pais irão para o teatro e estarei sozinha. Tenho vários DVDs bons para assistimos ou podemos fazer outra coisa.

– Outras coisas?

– Você escolhe, meu amor. O que você quiser.

– Vou te levar em casa.

– Vamos!!!

Na Quarta-feira, Esmeralda foi cobrar o caderno de Fleer.

– Fleer, cadê o meu caderno?

– Xiiii! Esqueci.

– Não acredito! Como irei estudar agora? Hoje irei mais cedo para a academia. Posso passar na sua casa.

– Tudo bem, pode ir. – disse Fleer que pensou – “Você terá uma bela surpresa hoje Esmeralda”.

Elas foram para a sala.

Ikki foi falar com Eire na hora do recreio.

– Amiga, tenho uma novidade para te contar.

– Diga, tudo.

– A Fleer me convidou para ir até a casa dela, no final da tarde.

– E você vai?

– Claro. Falta pouco para terminar a minha parte.

– Ikki, Ikki. Olha o que o senhor vai fazer, hein?

– Eu sei o que estou fazendo.

No final da tarde Ikki chegou totalmente arrumado na casa de Fleer.

– Nossa, com você está cheiroso e principalmente gostoso.

– Imagine. Você que está maravilhosa com esse vestido vermelho.

– Entre.

Ikki e Fleer ao terminaram de ver o filme. Eles começaram a namorar, estavam alcançado o extremo de intimidade, ousando da liberdade que tinham naquele momento; quando a campainha tocou.

– Deixa que eu atendo. – disse Ikki todo descabelado e sem camisa.

Assim que abriu a porta, ficou pálido.

– Es... Esmeralda!?! – perguntou gaguejando.

– Onde está a Fleer? Chame-a agora! – mandou Esmeralda.

– Esmeralda, desculpe pelo meu estado. Aqui está o seu caderno. Obrigada! – falou Fleer com a roupa toda amassada e os cabelos despenteados.

– Fleer, o que é isso? – perguntou Shiryu fazendo uma cena de ciúmes.

– Por que pergunta?

– Por nada. – respondeu Shiryu friamente

– Vamos Fleer. – disse Ikki puxando-a

– Vamos Shiryu. – chamou Esmeralda indo embora.

– Até amanhã Fleer. – falou Shiryu quase rindo.

Esmeralda começou a chorar, enquanto Shiryu morria de tanto rir.

– Poxa Shiryu. Tô aqui sofrendo e você rindo de mim.

– Pois é! Você ainda não sabe do plano?

– Plano? Só se for o Ikki com essa lambisgóia.

– Ele está enganando a Fleer.

– Não entendi.

– Vou te contar toda a história.

Na casa de Fleer...

– Vamos continuar?

– Não. É melhor você ir embora, já está tarde e meus pais podem chegar.

– Entendi, o clima acabou.

– Como você é compreensivo, benzinho.

– Sonhe comigo.

Ikki vestiu sua blusa e foi embora aliviado, pois não preciso seguir seu plano até fim, pensou:"Ufa! Eles chegaram na hora certa!". Fleer estava muito feliz, pois pensava que Shiryu ficou enciumado.

No dia seguinte, Fleer evitava Ikki que a cercava.

– Por que você está me evitando?

– Por nada.

– Como por nada?

– Enjoei de você.

– Mas agora que nós estávamos nos entendendo.

– Pois é, mas não estou mais afim.

– Você é que sabe. Se mudar de idéia me procure.

Eles se despediram e Shiryu chamou Ikki.

– Ikki, o que houve?

– A Fleer terminou comigo. Acho que o plano já era.

– Acho que não. Tenho uma idéia. Preciso falar com o Shun, vou procurá-lo no recreio.

Na hora do recreio...

– Shun, preciso da sua ajuda.

– Pode dizer mano.

– Você tem que falar com a Mino.

– Ah não! Peça-me tudo menos isso. Estou fugindo dela. A garota parece chiclete, gruda e não sai.

– Por favor, Shun. Pela nossa amizade.

– Já que é assim.

– Use sua criatividade, mas faça ela acreditar que eu estou morrendo de ciúme dela e do Ikki.

– Beleza!

Shun foi procurar Mino e a encontrou sentada em um banco, ele sentou ao lado dela e puxou conversa:

– Oi, queria falar com você.

– Que ótimo! Pode dizer.

– Estou muito preocupado com o Shiryu.

– Ué, por quê?

– Ele está morrendo de ciúmes da Fleer. O namoro dele esta até abalado por isso.

– Sério? Não acredito.

– Principalmente depois de ontem. Não sei o que ele viu quando foi a casa dela com a Esmeralda, pois ele não quis dizer, o coitado ficou arrasado.

– E o que eu posso fazer para ajudá-lo?

– Converse com a Fleer. Tenho certeza que ela não gosta do Ikki. Peça e ela para falar com o Shiryu.

– Pode deixar comigo. Tchau. – despediu-se Mino beijando o rosto de Shun.

– Obrigado por ter me escutado.

Shiryu foi conversar com Shunrei:

– Amor, tenho que te fazer um pedido, temos que fingir que estamos brigando. Precisamos fazer a Fleer acreditar que estou com ciúme dela.

– Por quê? Não estou gostando disso.

– É só um teatrinho temporário... É pelo nosso plano.

– Tá bom... Temos que ficar separados?

– Só na frente dela e da galera da escola.

– Ok.

Mino foi direto contar tudo de Fleer.

– Sei plano deu certo, o Shiryu esta morrendo de ciúmes de você.

– Sério?

– Seriíssimo. O Shun me contou.

– Que ótimo!

– Que você fez ontem? Porque o Shun disse que o Shiryu ficou doido.

– É que ontem o Shiryu e a Esmeralda foram na minha casa e me encontraram com o Ikki quase no finalmente.

– O que? Você e o Ikki?!

– Não chegamos a fazer o que você está pensando, mas para eles que pegaram o “bonde andando”, deu a entender que sim.

– Interessante!

– Bem, eu acabei com o Ikki, mais cedo, porém acho melhor eu voltar, né? Já que esta dando certo.

– Mas por você não vai falar com o Shiryu?

– Porque não. Quero fazer o Shiryu sofrer como eu sofri.

– Tadinho! Como você é má. Se fosse eu correria para os braços dele.

À tarde, na casa dos tios de Ikki...

– Que pena que você vai embora, meu querido.

– Já dei muito trabalho para você e meu tio.

– Que nada, rapaz. – falou Ronaldo. – Mas tem um lado muito bom nisso. Você e seus amigos estão em paz novamente.

– É isso ai, tio.

Notas finais
Então o que acharam da reconciliação da turma, do plano louco de Ikki, da atuação de Shiryu, do ciumes de Esmeralda? Deem a opinião de vocês. Ah! Não percam o próximo capitulo. Vai pegar fogo!