Notas iniciais
Perdoe minha demora meus amores, mas tá ai :D

Eu estava gostando de ver o lado bom dela, poderia me acostumar com aquilo.

Peguei um pouco de água da bolsa e bebi.

Eu precisava urgentemente de um banho, estava cansada, mas o amor pelo Henry me dava forças.

- Obrigada por ter cuidado do Henry todos esses anos. –falei.

- Não foi nada, eu o amo muito. Vocês podem pensar que sou insensível, mas não. Por incrível que pareça eu tenho um coração. –Regina disse.

- Eu o deixei por acreditar ser o melhor pra ele, mas hoje me arrependo. Não o vi crescer. –quase escorrego, mas Regina me segurou. –valeu. –ri sem graça.

- Mas foi através dele que você foi para Storybrook e quebrou a minha maldição. Acho que todas as nossas ações contribuem para algo no futuro. –fazia sentido.

- É, pode ser. –eu disse.

- E sou muito feliz por ter tido a oportunidade der também ser mãe dele. –Regina sorriu.

Sorri de volta pra ela. Andamos por um bom tempo.

- Espere, vi um pássaro. Não faça barulho. –Dizendo isso pegou seu arco e flecha e acertou um pássaro.

- Ai, que dó. –falei e ela riu.

- Não sei você, mas eu estou fome. –ela disse.

Paramos e ascendemos uma fogueira pra assar o pobre passarinho.

- O gosto não é muito bom, mas melhor que nada. –Regina riu.

- Verdade! –concordou comigo.

Terminamos de comer, bebemos água (que estava quase acabando) e continuamos nossa jornada.

Sem perceber Regina escorregou e quase cai dentro de um buraco.

— Socorro Emma. –segurei rapidamente a mão dela impedindo que ela caísse.

Puxei-a com todo força que tinha.

- Foi por pouco, ufa. –falou quando consegui puxa-la e ela caiu sobre mim.

- Sim , foi por pouco. –falei. Regina olhou nos meus olhos e sorriu pra mim e sorri de volta pra ela, então ela levantou e em seguida eu também.

Ficamos meio constrangidas pelo o clima que rolou, por pouco não nos beijamos.

Andamos até o cair da noite, então paramos e nos escondemos em uma caverna.

Comemos alguns dos biscoitos que havíamos levado.

- Como será que Henry está? –Regina falou.

- Acredito que bem, e ficará ainda melhor quando voltarmos com o antídoto. –segurei a mão dela.

Regina olhou pra baixo com vergonha, então levantei o queixo dela e me aproximei para beija-la. Estava com medo da reação que ela teria, mas ela simplesmente fechou os olhos e esperou o beijo. A sensação dos lábios macios dela nos meus era maravilhosa. Ela colocou mas mãos na minha cintura e eu coloquei as minhas no pescoço dela. O beijo foi ficando mais urgente, nossas línguas se buscavam, senti arrepios no corpo todo.

Paramos para buscar ar, olhamos uma pra outra com um pouco de vergonha, nada conseguimos falar, apenas sorrimos uma para outra.

- Socorro, por favor alguém me ajude! –ouvimos gritos desesperados.

Nos olhamos.

- Você acha que devemos ir? –perguntei.

- Não é uma boa ideia. –Regina respondeu.

- Mas temos que ir, devemos ajudar. –falei.

- Sabia que você diria isso. –Regina revirou os olhos pegou o arco e flecha e eu peguei minha espada e fomos ao lugar de onde vinham os gritos.

Uma garota morena e magra era atacada por um ogro.

Regina correu em direção a ele e tentou acertar uma flecha nele, mas ele a pegou antes que ela conseguisse acerta-lo.

O arco que estava em suas mãos caiu junto com uma flecha. O ogro soltou a garota que estava nas mãos dele fazendo-a cair bruscamente no chão.

Soltei minha espada e corri até o arco e a flecha de Regina que tinham caído no chão.

Eu nunca havia usado um arco, o medo de errar e acertar Regina era enorme, mas eu devia me arriscar, não iria deixar o ogro tira-la de mim tão fácil.

Mirei e incrivelmente acertei no olho o ogro soltou Regina que caiu inconsciente no chão. O ogro caiu para o outro lado e corri até Regina.

- Eu estou viva? –acordou e gaguejou essas palavras.

- Claro que sim. –ri com os olhos cheios de lagrimas e a abracei.

Ela levantou muito lentamente e fomos até a garota que o ogro atacara. Ela estava encolhida no chão, assustada.

- Como você se chama? –perguntei.

Ela recuou.

- Não se preocupe, não vamos te machucar. –Regina disse.

- Meu nome é Rose. –a menina disse, ainda meio assustada.

- E o que aconteceu? –perguntei me aproximando dela, que dessa vez não recuou.

- Moro em um vilarejo aqui de perto da floresta. Sempre me avisaram pra ficar longe daqui, mas por curiosidade me aproximei, e fui atacada pelo ogro. Obrigada por me salvarem, se não fosse por vocês eu estaria morta agora. –começou a chorar.

- Calma, está tudo bem agora. –Regina afagou os cabelos negros e encaracolados.

- E vocês? O que fazem aqui? –perguntou.

- Estamos atrás de um antídoto para salvar a vida de alguém que amamos muito. –eu disse.

- Venham comigo, passem a noite na minha vila. Vocês podem tomar um banho, comer e descansar. –nos convidou.

Olhei para Regina que parecia concordar com a ideia.

- Pode ser, agradecemos. –falei.

Fomos à caverna pegar nossas coisas que ainda estavam lá e seguimos a garota até a pequena vila.

- Mamãe, voltei. –a menina bateu na porta da casa que deveria ser onde morava.

- Minha, filha, fiquei tão preocupada com você, você sumiu e disseram que tinha te visto entrando na floresta. –a mãe da garota abraçou-a. – E quem são elas?

- Elas são duas mulheres corajosas que me salvaram de um ogro. Será que elas podem passar a noite aqui? Comer, tomar um banho e descansar um pouco? –Rose pediu a mãe que apesar de meio desconfiada da gente concordou.

Entramos meio constrangidas na casa, Rose nos levou até seu quarto para deixarmos nossas coisas e nos mostrou um banheiro onde poderíamos tomar banho.

Ela nos entregou toalhas, pegamos roupas de dentro das mochilas (Regina as havia encantado para pode colarmos tudo que quiséssemos dentro delas e sempre haver espaço) e meio constrangidas fomos tomar banho juntas.

Não consegui contralar o impulso de olhar o corpo dela, era simplesmente perfeito, não havia um mínimo defeito.

Vi que ela também observava o meu.

Entramos juntas na banheira.

Notas finais
E ai? o que acharam?
E o que será que vai rolar nesse banho hein? hmmm rsrs
Ate o proximo capitulo, beijoooss