As Soul At War

20 20X01 Whopper


Notas iniciais
Hey, eu passei aqui pra desejar a vocês um feliz Natal, tudo de bom!! Awn que linda eu *_* vamos logo ao que interessa ne!! Bom capitulo...

(Elena)

Eu estava sentada na sala, depois que eu falei com a minha mãe consegui me acalmar mais um pouco, ouvi o interfone, eu fui correndo atender.

_ Oi!

_ Elena, e o Brian eu posso entrar?

_ Claro, claro que pode Brian... O portão abriu?

_ Abriu!

Eu calcei o meu tênis e fui em direção da porta, Brian entrou, ele andou rápido ate mim, me puxou para seus braços ele me abraçou de um jeito como se tivesse me consolando, eu me soltei e disse:

– O que foi Brian? O que aconteceu?

– Elena, ele... Olha eu juro que aconteceu, ninguém teve culpa...

– Para de enrolar, fala Brian pelo amor de Deus!

Ele pois a mão no meu ombro aquilo estava me deixando mais nervosa ainda, ele segurou nos meus braços como se me sustentasse, ele olhou fundo nos meus olhos, e disse calmo:

– O Damon, ele estava fugindo da policia e... Elena ele sofreu um acidente!

Senti a palpitação no coração, o no subiu a minha garganta, eu não conseguia respirar o chão fugiu aos meus pés. Eu senti tudo girando ao meu redor, não era possível que Damon tivesse se acidentado, não posso viver sem ele, o meu porto seguro, o ar que eu respiro, a gravidade que me segura a terra, sem ele eu não vou viver, sem ele eu não quero viver tudo o que eu faço na minha vida agora e em função dele. Eu respirei entre cortado e disse tremula:

– Não brinca assim comigo Brian, eu não posso ficar nervosa!

Eu fiquei tonta, por um segundo achei que fosse cair, Brian me olhou serio e passou a mão em torno da minha cintura, e me segurou, eu respirei fundo e ele disse:

– Fica calma Elena, fica calma por favor!

– Me diz que ele esta bem Brian, diz que ele vai viver, eu não consigo viver sem ele, eu não vou viver!

– Eu não sei Elena, eu não sei o que houve!

– Me diz por favor Brian, me diz que ele esta bem! -A esse ponto eu já estava chorando, as lagrimas escorriam pelas minhas bochechas e acabavam na boca, como eu queria que isso fosse mentira, isso não pode ser verdade- Brian se ele morrer eu quero morrer junto, eu não posso viver sem ele!

Ele segurou meus braços serio, olhou dentro dos meus olhos e disse como uma voz extremamente firme:

– Calma! Se a sua família não e motivo o suficiente pra viver, pensa no seu filho que esta aí dentro Elena, ele precisa de você, e precisa que você seja forte pra ajudar o pai dele, você tem que se acalmar Elena, tem que ser forte!

Eu respirei fundo, e por nem um segundo ele me soltou, eu puxava e soltava o ar com dificuldade, eu queria ficar calma mas era difícil, mas se eu tivesse que me acalmar seria por ele, seria pelo meu bebezinho, que precisa de mim. Brian me ajudou a sentar, ele disse alto:

– Nanely, traz água pra Elena, ela precisa se acalmar!

Ele sentou do meu lado, segurou a minha mão entre as suas e disse calmo

– Se acalma anjo, respira!

– Eu estou tentando, mas e difícil!

Ele me olhou com compaixão, colocou uma mecha rebelde do meu cabelo pra trás da orelha, ele me olhou com aquela compaixão, e passou de leve a mão no meu rosto, ele respirou e disse:

– Você quer ir vê-lo no hospital?

– Sim Brian por favor, eu preciso vê-lo, preciso ver como ele esta! Ele assentiu e disse:

– Tudo bem, eu levo você mas você tem que se manter calma pequena, você tem que ficar calma!

Eu assenti e respirei mais uma vez, Nelly entrou na sala com um copo de água meio esbranquiçada provavelmente com açúcar, ela sorriu delicadamente pra mim mas estou tão nervosa que nem sorri de volta consegui, Brian pegou o copo das mãos dela e me entregou, ele disse:

– Bebe tudo!

Eu tomei o primeiro gole, eu tinha razão era açúcar, aquilo embrulhou o meu estômago mas eu continuei forcando bebi quase toda a água, Brian levantou e disse:

– Vamos...

Eu me levantei de prontidão e disse firme:

– Sim!

Ele andou ate a porta, eu o segui meio desengonçada, ele parou na porta com o celular tocando um toque agudo e irritante, foi ate uma parte meio distante do jardim para atender, eu fiquei ali impaciente enquanto ele ficava rubro pelo nervosismo, parecia que ali vinha bomba das grandes, e eu espero que não seja com o meu Damon. Ele desligou o celular e enfiou no bolso da calca, ele sorriu amarelo e disse:

– Pronto pequena, agora podemos ir!

Eu sorri de leve e desci as escadas, ele andou pelo jardim ate o carro azul modelo conversível parado sobre a grama ao lado das rosas, ele abriu a porta do carro e com um sorriso convidativo para que eu entrasse, eu entrei, o carro tinha um cheiro de chiclete misturado com charuto cubano, aquilo me causou um embrulho no estômago, ele entrou do outro lado, ligou o carro mas antes de sair a Nanely saiu correndo ate nos e disse:

– Dona Elena, dona Elena, o que eu digo a sua irmã e ao seu Giuseppe?

Eu respirei fundo pensando no que diria e respondi rápido:

– Diga a eles que me liguem e que urgente

O carro passou pelos grandes portões da casa tinha um grande S estampado em cada lado dos portões vazados, a rua estava deserta o que possibilitava dirigir ainda mais rápido, ele dirigia muito parecido com o Damon, correndo. Passamos pela rua da minha casa e de Caroline, ela estava na varanda vestida com calcas de moletom e o cabelo preso num coque com um livro qualquer nas mãos, Brian fez questão de diminuir a velocidade para ver Caroline sentada ali. Mas logo ele acelerou de novo, em questão de minutos estávamos parados no estacionamento do hospital geral, eu desci do carro e fui entrando sozinha enquanto Brian seguia atras de mim quase correndo, eu passei pela porta e perguntei para a garota da recepção que tinha os cabelos castanhos presos por um lápis e mascava chicletes:

– Eu quero informações sobre o paciente Damon Salvatore!

Ela me olhou e pude notar o desdém no seu olhar, ela olhou para o computador e disse:

– Você e o que dele?

Eu respirei fundo tentando manter a calma e respondi com o melhor dos meus sorrisos:

– Eu sou a noiva dele!

Ela levantou as sobrancelhas e me entregou um cartão com um visitante estampado, eu segurei o cartão, coloquei o cartão preso a minha blusa:

– Quarto 514, já tem uma garota lá, quando entrar diga a ela que desça!

– Ele esta acordado?

– Acordou a...- ela olhou de novo no monitor do computador e disse- mais ou menos 15 minutos!

Eu assenti e sai andando, eu não estava me sentindo muito bem a minha cabeça estava a mil e as vezes me sentia meio tonta, eu entrei no elevador, uma velhinha de cabelos brancos entrou do meu lado ela usava um tipo de perfume floral uma mistura de rosas com orquídeas, aquilo me causou incontáveis náuseas, não conseguia respirar o mesmo ar que aquele perfume, as portas do elevador se abriram no terceiro andar, eu desci mas mal conseguia andar, a minha cabeça girava e eu estava tremendo, o enjôo vinha e voltava a cada segundo, eu comecei a andar pelo corredor mas estava ficando difícil, eu parei e me escorei na parede esperando parar, ouvi o barulho do elevador parando no andar, eu já estava começando a ficar com a respiração falha, ouvi a voz de Brian me chamando eu olhei pra traz e senti o corpo ficando mole, eu fui escorregando ate o chão, eu senti o frio do piso nas minhas costas e apaguei.

(Lizzie)

Eu estava sentada na poltrona ao lado da cama de Damon, ele dormia como um anjo com os cabelos negros espalhados por cima do travesseiro branco, a perna dele estava levantada com uma almofada abaixo, ele vestia roupas de hospital já que as dele estavam queimadas e cheias de sangue, segundo as enfermeiras o quadro de Damon era estável, e que ele ficaria bem, mas eu ainda esperava pela visita da medica que o atendeu, eu me levantei e passei a mão no rosto dele com leveza, para que ele não sentisse dor, eu não tinha como descrever o desespero que senti ao ver o grande amor da minha vida ali caído no chão, eu posso não ter sido a melhor pessoa na vida dele, mas eu amei, ou melhor eu o amo muito, eu sorri com os meus pensamentos eu nunca achei que correria atras de homem nenhum, nunca na vida toda, mas Damon e diferente ele e a melhor pessoa que já esteve na minha vida e como sempre eu o perdi deixei que escapasse entre as frestas dos meus dedos. Ele abriu os olhos bem devagar, eu sorri ao ver aquele mar azul na minha frente de novo, como no dia em que eu o conheci.

Flashback ON

Eu tinha acabado de acordar ouvi uma vozes no andar de baixo da minha casa, quem será que o idiota do Brian trouxe pra minha casa, eu me levantei calcei as minhas pantufas de cachorrinho ao lado da cama, e sai do quarto passando a mão pelos meus cabelos, eu estava vestindo o meu pijama favorito o ultimo que ganhei antes da minha mãe morrer, era uma calção vermelho e uma camiseta branca, eu estava descendo as escadas quando ouvi aquelas vozes de meninos, eu apareci e eles começaram com aquelas piadas:

– Meu Deus quem e essa deusa aqui?!?

– Nossa senhora com esse pijama na minha cama!

– Que delicia!

Brian levantou com a cara amarrada e gritou muito nervoso:

– Calem a boca, sim ela e linda mas e a minha irmã, então fechem a matraca!

Eles caíram na gargalhada, todos eram muito bonitos, um diferente do outro cada um com um charme especial, mas tinha um que era diferente, tinha olhos tão azuis quanto o céu, e um rosto igual ao de um anjinho, ele me olhava fixamente, e eu não conseguia desviar ou corta-lo, Brian percebeu a ligação e disse:

– Ok! Ok! Elisabeth, você não vai tomar cafe!?

Eu voltei a realidade como que com um estalo e disse:

– Sim, sim eu já estou indo!

Flashback OFF

Ele me olhou confuso, passou a mão pelo rosto sentindo os ferimentos que a queda lhe causou, ele apertou os olhos e disse:

– Lizzie? O que você faz aqui? Cade a Elena?

Finalmente chegou a hora, eu vou começar a agir o meu plano vai começar a funcionar. Eu sorri meio sem graça passei a mão pelos meus cabelos esticando os meus cachos, e disse sem jeito:

– Damon você não se lembra?

Ele franziu a testa em sinal de que não se lembrava de nada eu continuei falando:

– Claro por causa do acidente, que boba. Damon você e a Elena não estão mais juntos, ela agora e namorada do Brian, você não se lembra mesmo?

Ele sacudiu a cabeça dizendo que não, eu podia sentir o olhar fulminante dele, o ódio corroía os seus olhos azuis, era terrível ver ele sofrendo assim mas era preciso, ele precisa perceber o que realmente e melhor pra ele, eu mordi os lábios numa encenação e disse:

– O filho, o neném que a Elena espera não e seu filho e filho do Brian, você jura que não se lembra?

(Elena)

Eu estava em uma sala numa poltrona, estava tomando soro, Brian estava ao meu lado ele estava com uma afeição muito preocupada, quando ele percebeu que eu estava acordada ele disse segurando na minha mão:

– Ei, você esta melhor?

Eu assenti de leve esboçando um pequeno sorriso, ele me olhou com compaixão, uma mulher alta de porte fino, longos cabelos castanhos escuros e um rosto com traços delicados entrou pela porta, ela sorriu pra mim, pegou uma pasta que estava em cima de uma bancada, ela disse:

– Bom, você nos deu um susto e tanto senhorita Gilbert! Mas foi só um susto, um desmaio causado pelo calor, mas já esta tudo bem!

Brian sorriu e disse simpático:

–Que bom!

Ela sorriu e continuou falando:

– So tenho que parabenizar vocês dois pelo bebe vai ser um grande garoto!

Eu sorri a alegria tomou conta de mim, Damon tinha razão e um menino, o nosso príncipe, eu sorri feliz e ela continuou falando:

– Então parabéns mamãe, parabéns papai!

Brian engoliu seco e respondeu meio assustado:

– Eu não sou o pai do bebe!

Ela deu ombros e disse:

– O pai e quem cria!

Ah que burra essa mulher, não percebe a asneira que ela esta falando, eu baixei a cabeça assassinando mentalmente aquela ridícula, ela olhou pro crachá que estava preso a minha camiseta e disse:

– A senhorita veio visitar quem? Sem querer ser intrometida!

– Vim visitar meu noivo que sofreu um acidente!

– Qual o nome dele?

– Damon Salvatore!

Ela assentiu e concordou ela sentou na cadeira e começou a preencher a papelada dela, Brian me olhou assustado acho que por essa historia de a medica achar que ele e o pai do meu bebe. Eu sorri de leve tentando acalma-lo, eu estava ali sentada esperando aquele soro acabar, parecia que a cada gota que entrava se passava uma eternidade, eu já não agüentava mais aquela espera, estava me deixando agoniada, faltava um ml e meio quando eu me irritei, eu puxei aquelas coisas do meu braço, uma dor lacinante atravessou meu corpo de uma extremidade a outra, minha respiração ficou falha, Brian me olhava meio boquiaberto, quando ele ia se pronunciar eu o cortei:

– Eu vou ver o meu Damon, eu já estou ótima!

Ele deu ombros em sinal de rendição, eu sentia uma ardência aonde aquelas agulhas estavam, o sangue começou a escorrer pelo cateter que estava preso ao meu braço. Eu me levantei meio tonta mas nem por isso deixei-me abater, eu comecei a andar ate a porta, Brian se levantou e foi andando atras de mim, eu andava por aqueles corredores apressada procurando especificamente o quarto 514, eu sentia o sangue escorrendo pelo meu braço e empapando na mão. Eu finalmente cheguei ao quarto, eu chacoalhei a mão me livrando do sangue, respirei fundo e abri a porta, Brian estava logo atras de mim.

Notas finais
Ja sei o que vou pedir ao papai Noel que ele leve a Lizzie pro espaço e deixe ela lá, o que vocês acham? HOHOHO