As Soul At War
17 17X01 they're back
Notas iniciais
(Damon) Eu e Elena estávamos voltando pra casa, depois de uma seção implorando para que ela fosse morar comigo eu consegui, mas com uma condição, que a Caroline (que me odeia agora), Katherine e Maggie fossem com ela, ou seja minha casa virou um albergue agora. Elena estava dormindo já estávamos bem perto, ela dormia de um jeito engraçado toda enrolada no cobertor e com o cinto de segurança por cima, eu ri de leve para não acorda-lá, o carro em que Caroline e Ketherine vinham, a bagagem da Elena me impossibilitava de ver se elas estavam bem atras, eu encostei o carro no posto de gasolina a três quadras da minha casa, Elena acordou e disse com a voz rouca pelo tanto que dormiu:
– Damon... Ja chegamos? Eu sorri, passei a mão no ninho de passarinho que parecia o seu cabelo e disse:
– Parei no posto para esperar as meninas!
–Ah... — Ela disse se ajeitando no banco, eu vi as luzes do celular no painel do carro, eu peguei ele na mão e disse:
– Anjo, eu vou atender!
– Ah não Damon quando você pega esse celular esquece do mundo!
– Eu tenho que atender Elena, eu trabalho ou você já esqueceu? Eu falei um pouco rude mas ela tem que cair na real. Eu desci do carro e vi o nome Tomás, no visor do celular e disse:
(Ligação ON)
– O que e?
– Patrão, tem um menino aqui, eu acho que ele sabe o que você me pediu, se lembra sabe sobre aquela garota!
– Para de enrolar desgraçado, fala merda!
– Eu achei, achei o trairá que entregou a localização da sua garota!
– Ah, então fica com o desgraçado aí que eu vou, vou demorar um pouco mas eu consto aí
–Tudo bem então patrão, vou ficar no aguardo!
(Ligação OFF)
Eu entrei no carro como sempre Elena estava emburrada, mas nem vou perguntar o porque sempre acaba com uma aporrinhação.
(Elena)
Havíamos acabado de chegar na casa do Damon, ou melhor minha casa agora, eu desci do carro, tentei pegar minha bolsa mas Damon as entregou para que os seguranças carregassem, ele entrou na frente como sempre me deixando sozinha pra trás, eu passei a mão de leve no minúsculo voluminho que se formou em minha barriga, eu disse falando com ela:
– Pequena, esse seu pai as vezes e um tosco!
Me senti uma boba falando com a minha barriga ali, os seguranças me olhavam com uma cara estranha, eu dei um pequeno sorriso e fui ate a casa, Damon estava abraçado com o pai dele, eu esperei na porta Damon me olhou e disse:
– Bom pai, a Elena vai vir morar aqui!
– Mas que maravilha, ela e o meu neto aqui, essa casa vai voltar a ter alegria! Ele me abraçou forte quase me deixando sem ar, Damon puxou o braço dele e disse:
– Não aperta ela pai, ela esta se recuperando!
– Oh me desculpe eu não quis machucar você querida!
– Tudo bem senhor Salvatore, eu estou bem! — Querida me chame de Giuseppe, vamos morar na mesma casa não precisamos dessas formalidades!
– Tudo bem então, Giuseppe! Eu sorri de leve e vi aquela menininha de cabelos enrolados correndo pra dentro choramingando, eu segurei ela pelo braço a pegando no meu colo, e disse:
– Maggie, minha princesa o que houve?
Ela colocou a cabeça no meu ombro, estava ofegante, com certeza tinha corrido, Damon andou ate mim e pegou ela dos meus braços:
–Meu filho Elena!
– E se for uma menininha Damon?!?
– Aí ela vai ser freira, igual a Maggie ne?
Ela secou as lagrimas meio agitada e disse gesticulando com a mãozinha:
– Tio Damon, eu não vou ser freira mamãe disse que eu posso ter quantos namolados eu quise, então vou ter vinte!
–Vinte?!? Você não acha que são muitos?
–Sao, mas eu gosto de namola, você e namolada do tio Damon não e tia?
– Sim querida, somos namorados mas o tio Damon e o único namorado da tia Elena!
Ela cocou a cabecinha meio desconfiada, ela levantou o dedinho indicador aquilo significava que lá vinha uma de suas pérolas
– E você tio? A tia Elena e sua única namolada?
Ele riu simpático e fez coçegas na barriga dela, ela se contorceu em seu colo e disse:
– Sim, sim menina curiosa a sua tia e minha única namorada!
Eu olhei desconfiada e ele me deu aquele sorriso torto que mata, Katherine entrou carregando a bolsa rosa da Maggie e o segurança atras com varias bolsas, Giuseppe disse:
– Seja bem vinda, você deve ser a Katherine, eu sou o Giuseppe! Ela deu um meio sorriso e disse:
– E um prazer Giuseppe, eu sou a Katherine e essa pequena falante e minha filha a Margareth!
– E um prazer receber vocês aqui na minha casa, venha vou levar vocês ate o quarto! Elas saíram atras de Giuseppe, Damon me abraçou eu tirei os braços dele do meu redor, ele me olhou meio bravo, massageou as temporas e disse:
– O que foi?
– Nada, eu só estou um pouco... Magoada, e isso magoada!
Ele respirou e eu disse:
– Eu vou deitar um pouquinho, estou meio cansada da viajem!
Ele assentiu e eu subi as escadas, eu fiquei em duvida em qual quarto entrar mas no fim das contas entrei no quarto do Damon, aquele lugar me trazia muitas lembranças, soltei uma risada abafada, deitei na cama me esparramando não precisou de muito para dormir. Sonho ON
E estava em um quarto escuro, não podia ver nada além da escuridão, eu apenas ouvia um choro, um choro de criança, ela parecia desesperada parecia ferida ou doente, eu me levantei do chão aonde estava sentada, segui o choro, mas conforme eu me aproximava o choro se afastava, eu comecei a acelerar o passo, e o choro se afastava na mesma velocidade, eu corri, corri o máximo que pude correr, o choro se aproxima há uma porta branca em minha frente, eu giro a maçaneta devagar, encontro um quarto tão branco quanto a porta, há um berço, um bercinho branco no centro da sala, eu me aproximei pé por pé ouvindo aquele chorinho que mais parecia uma musica pra mim, quando olhei para dentro do berço vi uma criança era a coisa mais linda que já havia visto em toda a minha vida, tinha olhos tão azuis que hipnotizavam qualquer um era dono de uma pele branca como o leite, eu o tirei do berço, assim que toquei na criança ela ficou quieta, ela fechou os olhos lentamente em meus braços, era leve como uma pluma, aquele ser ali em meus braços tão pequeno, tão frágil, tão meigo que eu poderia aperta-lo, eu sorria como uma boba com aquele bebe ali, ouvi o barulho da porta, coloquei-o novamente dentro do berço, ele parecia um anjo, não ele era um anjinho, eu me virei observando de onde vinham os ruídos, eu vi um vulto e um grito, logo depois quando me virei de novo olhando para o berço tomei o maior susto da minha vida, eu queria gritar mas a voz não saia, eu queria chorar mas as lagrimas não vinham, eu queria correr mas minhas pernas já não me obedeciam. O berço estava vazio, vazio e tão bem arrumado como se ninguém tivesse se deitado ali, a única coisa o único vestígio que encontrei foi uma grande gota de sangue e um longo fio de cabelo loiro emaranhado no sangue. Sonho OFF
(Damon)
Eu tinha acabado de chegar no galpão, aquele filha da puta me paga por mexer com a minha mulher, eu disse para Tomás que estava parado na soleira da porta, eu disse:
– Cade o verme?
– Na segunda sela!
Eu entrei como o vento lá dentro, abri a porta e encontrei o desgraçado sentado em uma cadeira no canto da sala, a cara dele já estava destruída, eu disse já colocando a arma em seu pescoço:
– Seu desgraçado, que golpezinho baixo mexer com a mulher dos outros!
Ele soltou uma risada irônica e disse:
– Você quem começou Salvatore, nos estávamos quietos, você sempre soube do que Silas e capaz!
– Infeliz ela esta gravida!
Eu disse sentindo o ódio subindo pelas minhas veias, ele revirou os olhos como quem faz uma comparação e disse:
– Ate que você sabe escolher Salvatore, a garota e uma delicia!
– Cala boca seu imbecil!
Eu bati com a arma no queixo dele, ele passou a mão gargalhou e disse:
– Talvez nos devamos fazer como fizemos com Lizzie devamos enviar uns doces... Ou talvez ate colocar na caixa d'água...
– Você esta insinuando que...
– Matei, eu e o patrão demos cabo do seu outro filho e se você não andar na linha já sabe o que vai acontecer com esse! Seres humanos tão frágeis!
– Cala boca seu imbecil cala a merda dessa boca!
Eu chutei com forca a barriga dele, ele se encolheu com a dor, eu bati a arma em uma coronhada na sua cabeça, soquei a cara daquele verme, bati tanto nele ate nao poder ver mais aquele brilho presunçoso em seus olhos, quando ele murmurou:
– Me mate, por favor me mate
– E porque eu faria um favor a você?
Eu sai da sala e disse alto a Tomás:
– Pegue esse desgraçado e de uma surra nele, nada comparado a que eu dei agora, mas não o mate, quando terminar jogue-o na frente da casa do Silas para ele ver como eu sou diferente dele!
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