As Psicopatas do Vira-Tempo
8 Capítulo 8
Notas iniciais
POV Kayla
Eu estava indo ao grande salão quando vejo na minha frente dois individos da Lufa-Lufa, rindo, a diferença de tamanho entre os dois era BEM notável. Ele era mais ou menos 10 cm mais alto que ela.
A garota, que eu ja tinha reconhecido disse:
— Connor, porque o anão atravessou a rua correndo?
Ele olhou confuso, e disse com um sotaque francês:
— Não sei.
Ela respondeu rindo
— Para pegar impulso e conseuir subir na calçada... — Ela respondeu rindo
— Essa foi muito boa, Eli – disse ele mesmo sem entender
— Nossa, essa piada é muito ruim, então, “Eli”, não vai me apresentar ao seu amigo?
Os dois pararam de andar e ela “gelou”, e o “Connor” me olhou com uma cara de ponto de interrogação.
— Oi, Kayla, tudo bom? – Elise disse com uma cara anormal de idiota
— Você conhece uma sonserina? Achei que fosse nova... – disse aquele francezinho, que palhaçada!
— Sim, tudo bem, sim, ela me conhece, e sim eu sou da sonserina. Você tem algo contra isso? Porque eu já briguei com alguns idiotas hoje, mais ou menos um não vai fazer diferença! – Eu disse realmente nervosa
— Opa, opa opa... Connor, essa é a Kayla. Kayla esse o Connor. Kayla, ele não quis dizer isso, e Connor, ela é legal... quando ela quer — disse Elise abaixando a voz ao dizer a última parte
— Eu ouvi isso, palhaçada. Estou com seus horários, não me irrite. – eu disse um pouco mais calma, um pouco e entreguei os horários para ela.
— Obrigada, vamos comer?! – Perguntou ela, olhando para o Connor (achei que valia a pena acrescentar)
— Merci, estava com fome. – Disse ele sorrindo para ela
— Que nojo – falei sorrindo – me encontre na biblioteca depois do almoço, precisamos conversar, e quero saber tudo... tchau, Connor. Até depois, “Eli”!
E fui almoçar...
POV Elise
Achamos um lugar entre os desconhecidos da Lufa-Lufa, e quando sentamos uma intometida da corvinal (N/a2: Notem um ciumes) acenou para o Connor. E ele acenou sorrindo. Mas, ela estava no meio de dois garotos lindos, e eu estava com fome...
Quando terminei de comer, e não foi pouco... fui até a biblioteca encontrar a Kayla.
No caminho eu me perdi e encontrei aquela intrometida de novo, ela sorriu para mim e correu grintando algo como “Finalmente, Connor!”. Só para deixar claro: eu não entendi, e também não gostei dela!
Terminei o trajeto me arrastando e praguejando a Kayla mentalmente por ter escolhido um lugar tão longe. Por que não no salão comunal? Eu falo a senha! Mas é da dona complicada que estamos falando...
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