Notas iniciais
yoo pessoal! ^-^
espero que gostem do capítulo! ^u^
só pra avisar... os capítulos não tem data de entrega, eles irão vir de acordo com a cooperação da imaginação do meu amiguinho Ruf San! Diculpa! ^n^
.. Bom, nos vemos novamente nas notas finas! ^-^
Boa leitura! ^-^
Três dias antes, eu estava em Doudanoki me preparando para o teste final de Doku-Sendu afim de obter a licença nômade. Para quem não sabe, as Academias Sendu são escolas onde os alunos são treinados desde pequenos para serem grandes guerreiros, monges ou então nômades, mas todos começam como xiao (que significa pequeno) e você tem que ter no máximo 6 anos para poder entrar na academia, senão, passará o resto da vida sendo um camponês ou até se dar bem sendo um vendedor ou comerciante. Na classe xiao, recebemos aulas básicas como o alfabeto, números, contagem de números e assim por diante. Três anos depois, vamos para a sala do destino, onde o oráculo Sendu nos encaminha para as respectivas classes. Ou seja, você não escolhe o que quer ser. O oráculo decide por você.
Enfim, como você sabe, fiquei com a classe nômade, junto com treze pessoas, sendo uma dúzia delas arrogantes. Confesso que teve uma época em que eu também era arrogante, até meu professor de teste sobre-humano ter me colocado em meu devido lugar. Havia uma aluna em especial com quem pude fazer amizade. O nome dela era Luna. Desde xiaos fomos amigos e sempre podíamos contar um com o outro. Ela tinha o mesmo problema que eu tenho: o porquê de não se sentir feliz sendo alguém especial, e também não tinha pais. E por isso nos entendíamos bastante. Luna sempre foi inteligente e decidida. As vezes eu a invejava pela sua facilidade de deduzir coisas. Ela era viciada nos livros de mistério dos Taijis. Sempre idolatrara Shizuno, um renomado sacerdote Taiji que solucionara os mitos e mistérios de Kyoudan. Ela fora bem cuidada por outro mentor chamado Mihtra. Nossos colegas também caçoavam dela. Chamavam-na de Carvão Branco. Isso por causa de suas roupas escuras e sua pele branca como a neve,assim como a minha, e mais por causa de nossa amizade. A única diferença é que ela não era sobre-humana, mas ainda assim ela não entendia a si mesma. Eu era quem não entendia ainda mais todo esse '' por que? '' Ela não tinha nada de sobrenatural (Não pelo que eu saiba). Sempre me mostrei curioso com esse lado dela. Se eu perguntasse qualquer coisa sobre por que de ela se sentir infeliz com ela mesma, ela me deixava mais perguntas. Então descobri que era melhor não perguntar nada, continuar curioso e, quem sabe, descobrir as respostas por conta própria.
Quando eu fui selecionado para ser nômade, o oráculo me disse isso com um certo entusiasmo, que parecia esconder alguma coisa. Quando foi a vez de Luna ser escolhida, o oráculo parecia que ia ter um infarto. Foi necessário levá-la ao conselho Sendu para descobrirem o que fazer com ela. Ela acabou indo para a classe nômade, sem mais nem menos. Tudo apenas começou a mudar quando chegou o dia dos testes Nhon-Sendu. Geralmente, nos testes Nhon-Sendu, os professores analisam as suas habilidades, intelectuais e físicas, Sendo cada professor para cada área. Porém, no meu caso, seriam habilidades intelectuais, físicas e sobre-humanas, que eram analisadas pelo oráculo. Sou capaz de emanar e gerar coisas que nem toda pessoa normal conseguiria produzir.
Nos testes intelectuais, Luna tirou notas máximas em matemática e em Sendografia. Nos de habilidade física ela duelou com Asmud, o pior de nossos colegas. Ele seria capaz de quebrar Luna em pedaços devida a sua altura e força, mas nem isso fez com que ela recuasse. Ela fez questão de enfrentá-lo. Os duelos eram feitos em uma pequena sala, onde havia um tatame ao centro e colchões pelas extremidades, para o restante dos alunos sentarem. Fiquei bastante impressionado com suas habilidades de wing-chun. Ela não levou um ataque sequer de Asmud, que não desistiu da luta. Apesar de ser um Valentão e tanto, senti pena dele naquele dia. Luna estava fazendo- o sofrer, e muito. E ela impressionantemente não sofria uma penalidade sequer a cada uma de suas execuções de golpes. Ele chegou a desmaiar no meio da batalha, que não durou os 20 minutos padrão do duelo. Naquele dia ela fez com que Asmud se sentisse humilhado pela primeira vez.
Eu simplesmente tirei oito em ambas as provas da área intelectual e venci facilmente meu oponente no duelo. Os próximos e últimos eram os testes sobre-humanos, a qual eu seria observado pelo oráculo. A sala onde os testes eram realizados era no subterrâneo da academia,o que me assustou bastante, pois na época xiao, a professora nos contava da sala proibida onde somente os alunos destinados a serem heróis treinavam lá dentro. Então significa que eu estava destinado a ser um herói? Talvez sim (ou talvez não), mas ainda acho que isso é história para boi dormir.
Então o oráculo finalmente chegou às portas da sala dos testes físicos, onde o professor de combate esperava com todos os alunos nômades, em silêncio. Por uma questão de respeito as autoridades Sendu. O oráculo entrou e permaneceu parado por um bom tempo na sala, encarando cada um de nós, como se nos conhecendo melhor. Quando seus olhos me alcançaram, ele começou a sorrir. Pensei que fosse de deboche, mas aí ele desviou o olhar a Luna, sentada a meu lado, mudando então para uma expressão de melancolia ou medo, pois sua mão direita começava a tremer. Rapidamente, o oráculo pega seu pergaminho para ver os nomes dos que seriam encaminhados aos testes sobrenaturais. Foi nesse exato momento em que eu não esperava que nada daquilo acontecesse. Nada mesmo.
– Os alunos Caos e Luna poderiam me acompanhar, por favor?
Luna? Foi mesmo o que ele disse? Mas por que Luna? O que ela tem de tão especial? Seriam suas habilidades de Wing Chun? Ou sua grande inteligência? Talvez... Pelas duas coisas. Talvez pelas suas habilidades físicas e intelectuais serem sobre-humanas, ou não. Precisávamos adentrar a sala sobre-humana para descobrir.
A escadaria que levava aos testes sobre-humanos era devidamente extensa. E secreta. Ficava dentro da sala do diretor. Você tinha de entrar no armário de livros, que fui ver que era vazio e dava para um longo túnel iluminado por tochas que pareciam ter vida. Até demais. Não sabia que a área sobre-humana chegava a ser tão especial assim. Chegava até a ser engraçado o fato de ser dentro da sala do diretor, e a entrada ser em um armário. Minhas longas risadas quebravam o macabro silêncio que percorria o túnel interminável. Até finalmente o oráculo perguntar:
– Eu poderia saber o motivo de tantas risadas?
– Ao menos não poderia haver uma passagem subterrânea para a sala em particular? Tinha de começar justamente em um armário?
– Se você não sabe, a sala fica dentro do próprio armário. — Respondeu o oráculo.
Mais de minhas risadas percorreram o túnel, fazendo o som de minha voz parecer ensurdecedor. O som ia e voltava, cada vez mais estridente. Percebi que Luna e o oráculo pareciam não estar afetados pela barulheira tormentosa, que a cada segundo me atordoava. O oráculo então percebe que alguma coisa estava errada, olhando para mim. Ele simplesmente riu, levantando sua mão esquerda e fechando os dedos. Fazendo com que o tormento se cessasse.
– Uma vez que o armário é subestimado, seu agressor sempre será odiado. Agradeça por andar por esta escadaria sob minha companhia. Eu sabia que algo de ruim iria acontecer envolvendo você. E não é que aconteceu?
– Não entendi. Vocês por acaso escutaram...
– Não. Apenas você escutou a si mesmo. Os castigos do armário são simplesmente perfeitos... Cada um que debochou do armário teve um tipo de castigo diferente. Nada que fosse doloroso, mas intimidador.
– Então o que seria este armário afinal? — Perguntei, irritado. Pensando se não foi o oráculo que resolveu brincar comigo.
– Este não é um armário qualquer — Intervém Luna — É na verdade um portal. Um dos portais Shi-Rama. Criados pelos sacerdotes Taiji, monges que são treinados para criar este tipo de dimensão. A passagem por eles só é permitida para aqueles que estão destinados a construir um destino que mudaria também o destino da Terra.
– E o que um portal Shitozan... Shitukeri... seja o que for está fazendo em uma Academia Sendu?
– O armário esteve aqui desde que esta academia foi fundada. Apenas esperando por vocês dois. — A resposta do oráculo foi mais do que suficiente para me deixar calado. E assustado.
– Estamos aqui pelo fato de sermos sobrenaturais? — perguntou Luna.
– Vocês irão descobrir – respondeu o oráculo.
Notas finais
oii! ^-^
comentem o que acharam do capítulo e o que precisa ser melhorado! O comentário de vocês nos deixam muito feliz! ^-^ (mesmo que a fic não seja minha, eu fico feliz também!.. fazer o que, sou estranha mesmo! u.u )
- Kissis de brigadeiro *3* -
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