As Lágrimas De Ellie - Os Anjos Caídos

10 Capítulo 8 - Discussões, O primeiro toque


Notas iniciais
Espero que gostem mesmo desse capítulo novo foi muito bom o escreve-ló.

O ar frio que estava misturado com o cheiro dos pinheiros altos dava arrepios em seu corpo mesmo estando de smoking Nathan se lembrava de o lugar onde ele andava foi o mesmo lugar onde foram atacados pelo vampiro; A estrada neste momento estava vazia sem nenhum movimento de carro, depois do acontecimento que ocorreu no restaurante o clima ficou meio pesado entre sua família, ninguém queria falar com ninguém.

Foi um desespero para todos que estavam no local – Isso queria dizer que o assassino monstruoso também atacava as pessoas em lugares públicos. – muitos estavam de boca aberta com o acontecimento olhando para o teto manchado de sangue. A noite estava escura sem muitas estrelas no céu. Nathan estava indo se encontrar com Riley é Hunter um casal de vieram do norte da Alemanha para a investigação da cidade.

Nathan – Que estava esperando os dois à quase meia hora. – estava sentado em uma das árvores quase no final da cidade espera a chegado do casal começou a recapitular momentos estranhos que aconteceram naquela noite o jeito que começou a puxar conversa com Ellie é que em muitos momentos que os dois se encontram – Que não foram muito agradáveis – os dois começam a se falar mal ou simplesmente começam a se olhar sem falar nada, mais depois daquele acidente horrível com a garota toda à conversa dos dois acabaram se tornando um total momento de terror que não vai sair tão fácil da cabeça de muitas pessoas.

Agora totalmente perdido nos seus pensamentos uma luz forte atravessam seus olhos onde ele fica inconsciente por algum tempo sem vê nada até os faróis do carro que estavam lhe cegando foi desligado quando sua visão voltou ao normal ele viu duas figuras se aproximando Nathan se levantou é viu Riley é Hunter de mãos dadas. Duas figuras importantíssimas os únicos vampiros que podem passar pelo teto sem nenhuma requisição.

Riley que era muito mais velha que Hunter tinha mais ou menos 1,85cm de altura pele morena olhos escuros sem cabelos – Só alguns fios pequenos fugindo pela sua cabeça. – ele estava em sua perfeita forma sem nenhum sinal de ter envelhecido ele estava do mesmo jeito que sempre foi quando Nathan o conheceu quinze anos atrás.

Hunter mulher de Riley era só um pouco mais nova que ele também tinha a pele morena mais dos olhos claros sua boca um pouco carnuda sua aparência seus cabelos lisos pretos até a barriga sua aparência era uma das mais jovens que Nathan já conheceu.

– Que bom nós vemos mais uma vez Nathan. – Sua voz era suave sem nenhuma preocupação ou peso.

– Olá Riley é Hunter vocês dois estão do mesmo jeito que sempre foram. – Disse Nathan.

– Claro somos vampiros. – Disse Hunter rapidamente sem nenhuma preocupação se ia magoar ou não.

– É você continua a mesma pessoa arrogante que sempre foi. – Falou Nathan agora olhando para Hunter.

– Bom. – Falou Riley. – O que estar acontecendo aqui nesta cidade para sermos convocados?

– O que estar acontecendo aqui é que tem um serial killer sobrenatural.

– Um serial killer sobrenatural então uma dessas criaturas chegaram aqui na cidade. – Falou Riley.

– Sim. – Concordou Nathan. – Mas o que você estar querendo dizer que umas dessas criaturas chegaram aqui na cidade.

– Sim um serial killer sobrenatural é uma mistura especial de demônios e vampiros de quatro cabeças que começam a atacar todos sem nenhum motivo por ordens de sua criadora. – Falou Riley

– Mais vocês já sabem que é essa criadora? – Perguntou Nathan.

– Ainda não só temos pistas. – Falou Hunter. – A cada cidade onde passamos uma dessas criaturas está envolvidas mais em cada cidade sempre temos uma novidade diferente sobre essa criatura.

Então esse assassino não estava atacando só em Alheia mais sim em muitos territórios. Nathan prestava atenção em cada palavra que Riley dizia em o que ele falava o que Nathan conseguiu captar mais ou menos foi que em cada país ou cidade essa criatura simplesmente se regenera é ela foi intitulada de itarez que muda seus golpes e seus planos a cada cidade é disse que agora seria mais difícil de caçar cada uma delas mais não seria difícil.

A cada momento que se passava essa história se tornava ainda mais horripilante de se engolir, como Riley é Hunter ficariam na casa dos pais de Nathan ela aproveitou é pegou um carona com os dois.

Mais o que tornava tudo ainda mais difícil na cabeça de Nathan foi que todos os acontecimentos que estavam acontecendo na cidade começaram desde a chegada de Ellie na cidade muitas coisas começaram a ficarem confusas coisas que estão sem explicações, será que ela tinha alguma coisa a vê com vários acontecimentos.

Quando toda a família chegou em casa os pais de Caio não paravam de comentar do acontecimento da noite e do quanto estavam com medo dessa tal criatura começar a atacar outras pessoas. Seu pai Robson chegou a sua casa todo melado de sangue da garota.

– Caio meu filho Robert me contou que você beijou aquela garota. – Falou Robson se sentando na poltrona que tinha do lado do sofá. – Contra a vontade dela.

Robson na imaginação de Caio era um pai que não era muito metido em muitos assuntos de seu filho mais quando ele achava que alguma coisa estava errada ele sempre vai lá e aconselha é sempre da um puxão de orelha quando o seu filho precisa.

– Por que você fez aquilo? Você sabe que eu sempre disse a você para não fazer as mulheres gostarem de você – Disse Robson preocupado o seus castanhos claros eram iguais ao o de seu irmão mais novo mais a cara era igual à de Caio mais Robson em o que Caio percebeu tinha a expressão preocupada como se muitas coisas passavam em sua cabeça ao mesmo tempo sua pele branca que um dia já foi jovem demais na época onde ele não parava de pegar as garotas mais nova de sua escola e ficar com elas é depois transar e jogar fora como se fosse um lixo mais no dia que conheceu sua mãe tudo mudou até onde Robson contou a Caio como conheceu sua mãe Diana eles dois estavam em uma festa de um amigo até que esse tal amigo apresentou Diana para ele como dos dois já estavam muitos bêbados os dois acabaram transando é ficaram se encontrando por muitos dias até Diana descobrir que ela estava grávida e Robson era o pai aí ele teve que lagar o ensino médio para sustentar o filho que era Caio.

– Não sei pai simplesmente tive vontade de beijar ela. – Falou Caio olhando para a televisão onde estava passando Bates Motel. – Quando olhei para os seus lábios tive vontade de beijar ela.

– Aí você agarrou com força ela é a beijou. – Falou Robson.

– Ela estava desamparada e eu... – Robson interrompeu Caio.

– Aí você a beijou contra a vontade no momento onde ela estava mais desamparada. – Você sabe que eu já peguei muitas garotas no colegial sabe.

– Sim pai sei mais você estar querendo chegar aonde com essa conversa. – Falou Caio já ficando entediado com a conversa.

– Sim você sabe por que eu acho que já contei isso um milhão de vezes. – Falou Robson agora continuando. – Eu quero que você não cometa os mesmo erros que eu, eu sei como é beijar uma garota a força é não foi umas das melhores que já beijei não quero que cometa esse erro que cometi você vai encontrar a pessoa certa como eu encontrei a usa mãe, mais não tente força ninguém a se apaixonar por você.

– Tá pai estou cansado e preciso dormi agora. – Falou Caio agora indo para o seu quarto que ficava mais ou menos no fundo da casa.

Robson abaixou a cabeça não querendo que o filho se perdesse é começasse a fazer coisas que cometeu no passado.

O cheiro da grama verde do campo dava uma sensação de liberdade para Ellie o campo todo flórido era uma das coisas mais bonitas que tinha naquele lugar, mais ela se sentia sozinha o campo era cheio de arames prendendo ela é não deixando sair para canto nenhum com ainda mais aquele céu azul confortante de dava na pele de Ellie.

Mais a solidão que aquele lugar estava à quietude a deixava inquieta Ellie não gostava de muito silêncio. Até o lugar ficar todo escuro do nada ela não sabia para onde ir não sabia o que estava fazendo, o vestido que estava usando era roxo é fino o tecido ficava até os joelhos ela estava sentido tanto frio que começou a se tremer.

Até quando não conseguia vê mais nada ela sentir uma mão na sua garganta a puxando para baixo até ela se chocar com o chão provavelmente quebrando o seu nariz ela não vê quem é a pessoa que estava lhe agredindo até ela sentir uma mão pelas suas costas e arrancando sei vestido inteiro quando todo o vestido e arrancado ela sentir uma ponta fina pelas suas costas até sentir que é uma faca que estava cortando suas costas em tiras.

Ellie acorda suada e com frio do sonho que acabou de ter foi um sonho diferente de tudo que ela já teve ao invés do anjo que sempre teve dessa vez foi um assassino cortando suas costas. O sol que já passava pela sua janela refletia que o sonho já tinha acabado é um novo dia já estava acontecendo, ao olhar para seu quarto ela se lembrou de não ter ainda ajeitado seu quarto como queria.

Depois de escovar os dentes é ajeitar todo o seu quarto ela o observa o papel de parede que já estava colocado no quarto era azul – umas de suas cores favoritas. – estava todo arrumado seu notebook já estava no seu lugar perto da janela é suas roupas já estavam guardadas.

Quando desceu para ir a cozinha encontrou um papel de Robert dizendo que tinha ido para o hospital e se ela quisesse fazer alguma coisa para comer poderia ficar a vontade. Não querendo ficar muito tempo em casa ela decidiu sair um pouco para expandir um pouco sua imaginação.

Ao andar cada vez mais longe de sua casa em sua cabeça não paravam de chegar vários pensamentos sobre o acontecimento no restaurante àquela morte foi tão horrível que ela podia até vomitar ao imaginar o sangue daquela pobre garota derramado pelo próprio chão e nos seus sapatos e o mais estranho de tudo era o jeito esquisito de Robert para o seu lado ontem à noite em toda a história dessa vida Robert nunca teria levantado a voz para ela era uma coisa totalmente estranha e uma coisa que também Ellie estava estranhando foi o jeito estranho que Nathan a tratou ele a tratou com divertimento, pelo os poucos contatos que eles já tiveram ela pode percebe como ele era uma pessoa super confiável de si e um pouco arrogante nunca aceitava um não como resposta e podia se considerar uma pessoa duas caras que uma hora é arrogante e no outra e gentil. Já em Caio ela não conseguiu decifrar ele era como se Caio fosse um livro fechado sem conseguir abrir mais ele deixava algumas pontas soltas no ar como ele é uma pessoa super confiável de si sempre que tem vontade de fazer uma coisa ele faz é não deixa ninguém passar por cima.

Ao passar por vários conjuntos de casas ela encontrar um local onde estava cheio de pinheiros é por trás desses pinheiros ficava uma casa super bonita toda feita de vidro e toda decorada de madeira que sustentava mais do que qualquer outra coisa feita de madeira, mais não querendo observa muito a casa ela decide dar andar por uma rua que tinha uma fileira de pinheiros altos que podia alcançar o céu as nuvens que ficavam por cima davam uma decoração ainda mais bela. O frio estava chegando ao corpo de Ellie que já estava ficando arrepiada com o frio do vento, quando olhou para cima a cara era que ia chove muito ela já começou a pensar que a ideia de ter vindo até aqui não foi muito boa. Até que mais a frente vinha um carro preto grande com um homem dentro quando o carro se aproximava cada vez mais ela pode percebe quem estava no carro. Nathan.

– Ellie, o que você estar fazendo passeando sozinha pela cidade? – Perguntou Nathan parando o carro na frente dela.

– Só estou passeando tentando colocar as coisas que aconteceram ontem em ordem. – Disse Ele já próxima ao carro.

– Há sim, o pequeno incidente de ontem no restaurante. – Disse Natal com as mãos no volante.

– Como assim um pequeno incidente? – Perguntou Ellie confusa com a confissão de Nathan.

– Não nada não. – Disse Nathan. – Eu quero mostrar um lugar a você, quer vim?

– Que lugar? – Perguntou Ellie curiosa.

– Se você quiser conhecer comigo pode subir. – Falou Nathan. – Se não quiser não vou te obrigar.

Com sua curiosidade chegando Ellie não aguentou a oferta e subiu no carro os dois só se falaram quando passou por frente da casa onde ela ficou observando dizendo que a casa era a dele, mais o resto do caminho foi um silêncio nada confortável. Ellie queria até quebrar o gelo entro os dois mais ela tinha medo de falar alguma coisa é ele a deixasse falando sozinha então não falou nada.

Nathan pediu para Ellie descer do carro e assim ela fez quando desceu ela viu que o lugar também tinha seus pinheiros altos alinhados em uma linha perfeita uma de frente a outra, tinha uma estrada de terra e mais além desse lugar tinha um lago onde as águas corriam é não paravam de brilhar.

– Nós temos que ir de pé daqui o carro não consegue passar por essa estrada pequena. – Disse Nathan se colocando ao lado dela. – Vamos.

Ela assentiu com a cabeça e os dois começaram a andar um de cada lado ao chegar mais perto ela viu que o lugar tinha a grama mais verde e molhada é o cheiro era uma delícia um cheiro suave que só ela sentia. O lago era uma coisa mais linda ainda em seus olhos a água era tão limpa que podia vê seu reflexo nele é a água era tão cristalina que chega brilhava como estrelas.

– Eu venho aqui quando eu estou preocupado com alguma coisa isso totalmente me relaxa. – Falou Nathan ao lado de Ellie.

– Percebi – Falou Ellie olhando para Nathan. – Isso relaxa totalmente.

Olhando mais além Ellie pode percebe que o lugar tinha várias montanhas cada uma de diferentes tipos de tamanhos com um pouco de neve em suas pontas. Aquele lugar era totalmente lindo e diferente que os olhos de Ellie já viram. Os dois ficaram em silêncios por vários minutos um de cada lado perdido em seus próprios pensamentos como uma escuridão sem fim mais com uma paisagem lindo é glorificada de se vê.

– Como você reagiu ao saber de tudo? – Perguntou Nathan olhando para a grama.

– De tudo o que? – Perguntou Ellie.

– De que você é uma filha de José e sua família é descendente de anjos Whaters?

– Foi um grande choque mais não foi nada que me deixasse constrangida.

– Filhos do anjo José são muitos poderosos cada um tem seu poder especifico. – Continuou ele – Como você descobriu agora seu poder ainda não foi gerado.

– Como assim? – Perguntou Ellie.

– Quando cada pessoa descobrir ser um filho ou uma filha de José ele toma conscientização do que é verdadeiramente sua mente começa a gerar vários... Como posso dizer... Vários critérios de sua decadência são assim com o passar dos tempos vai aprendendo a usar esses poderes.

– Nossa isso tudo é completamente estranho nunca me imaginei tendo poderes. – Falou Ellie surpreendida com a sabedoria de Nathan. – é como você é quero dizer fisicamente.

– Como assim. – Pergunta Nathan.

– Quero dizer como você se tornou um anjo Whaters?

– Há sim entendi sua pergunta. Tornei-me quando caí do céu fiquei super triste de ter olhado nos olhos de Deus é ele mesmo ter tirado minhas asas com o meu pecado. Quando você olha para os olhos de Deus é você percebe que nunca mais ira olhar mais uma vez é uma coisa que abala você completamente eu e toda a minha família passamos por isso é não foi uma das nossas melhores experiências quando chegamos aqui todos nós choramos sem parar.

Ellie nunca imaginaria Nathan chorando por nunca mais vê o rosto de Deus era uma coisa totalmente de se quebrar o coração. Nathan que tinha sua pose fria é misteriosa e de arrogância podia ser tão carente quanto qualquer pessoa que já pode existir.

Em um movimento repentino Nathan levanta a sua camisa e fica de costas mostrando um machucado horrível um buraco onde provavelmente podia ser lindas asas um dia esse buraco que tinha nas costas de Nathan estava completamente vermelho.

– Eu sei o que estar pensando. – Disse Nathan de costas. – Você pensa que isso dói mais não dói só e uma coisa horrível de ser ver.

Nathan se virou rapidamente ele ainda estava com a camisa levantada os dois ficaram frente a frente olhando um para o outro a respiração de Ellie já estava ficando nervosa. Pela primeira vez ela olhou para a barriga de Nathan onde mostrava seu treino pesado para conseguir um corpo desejado daquele ela ficou ofegante com aquela imagem até sentir uma mão em seu rosto era a mão de Nathan seus dedos frios que pareciam mais gelos mais seus dedos eram os mais suaves que ela já havia sentido ele olhava para ela de forma penetrante Ellie chegou mais perto dele quase caindo mais se conteve até que seus lábios se aproximaram é ela pode sentir sua boca com a dele pode sentir seus contornos pode sentir seu beijo suave não era um beijo violento era um beijo de uma pessoa que acaba de se apaixonar pela outra Ellie colaca suas mãos em cima de seus ombros também sentindo os seus contornos até Nathan a puxar pela cintura a envolvendo em um abraço carinho e apertado era um das melhores coisas que já tinha experimentado.

Até os dois largarem os seus lábios é ficarem um olhando para o outro os dois estavam ofegantes quando olhavam mais profundamente um para o outro até o universo não conseguir mais parar os dois de nenhuma forma.

Os corações batiam em um só movimento os olhos ainda mais profundos dos dois até mais uma vez sem conseguir se conter Nathan a beija mais uma vez é Ellie o retribui com muito mais carinho. Nem o universo podia mais parar os dois de forma alguma.

Notas finais
O primeiro beijo dos dois, quando o estava escrevendo não pude conter minha felicidade. Obrigados por lerem inteiro. Se quiser colocar sua opinião será muito bem vinda.