No enterro de Adrieel estavam, família, amigos, primos é várias outros. Inclusive Ellie e Robert como eles se conheciam deste os nove de idades, ela não parava de chorar pelo o seu doce amigo. No cemitério estavam todos de preto é os parentes estavam com uma camisa com uma foto dele e uma frase dizendo “Você sempre estará em nossos corações é em nossas almas” – era uma frase inspiradora para aquele momento triste que todos estavam passando – O vento forte que sobrava seus cabelos para o lado, no pensamento dela era bom sentir um de seus últimos suspiros neste lugar – Ela teve que pegar uma roupa de dentro da mala que estava no carro de Robert por causa da ocasião – ia ser difícil a ser adaptar à uma cidade nova. O caixão de Adrieel estava cheia de flores e cheias de fotos dele com a família, inclusive tinha foto deles onde eles estavam em um acampamento de férias no Brasil uma das suas melhores férias, ia sentir muitas saudades de todos seus momentos juntos, com toda certeza ele ia fazer falta na vida de Ellie.

Enquanto todas as pessoas faziam cerimônias que sempre fazem durantes os enterros, Ellie também se lembrava do enterro de sua Tia para ela foi muito triste vê-la parti.

Quando toda a cerimônia passou, estavam todos em frente ao cemitério todos conversando coisas aleatórias que Ellie não podia entender, até que a mãe de Aldrieel volta com uma caixinha marrom na mão. Seus cabelos que balançavam chocolates que balançam em direção do vento ela vestindo um vestido preto casual é seus olhos verdes inchados por sua noite mal dormida é a maquiagem um pouco borrada nós cantos mais nada que estragasse ela é sua pele tão branca que parecia até porcelana. Ellie estava com Robert na sua frente olhando para os lados parecendo um desesperado ela ia perguntar o que estava acontecendo com ele mas se decidiu ficar calada.

– Ellie, querida – Ela dá um sorriso tão fraco que dá pena em Ellie, Aldrieel era o único filho homem de Dona Rosilene já que ela tinha duas filhas também já formadas é casadas.

– Oi, Dona Rosilene sinto muito! – Disse Ellie é também ela dá um sorriso fraco para ela.

– Não sinta querida todos nós vamos morrer um dia. – Diz Rosilene – Só vim aqui para entregar essa caixinha – Ela apontou para a caixinha em suas mãos – Que tinha o seu nome atrás dele, é inclusive com a letra de Aldrieel – Ela entrou a caixinha para Ellie que tinha mesmo o seu nome mais dizendo “Para minha grande amiga Ellie” A letra de Aldrieel era difícil de entender mais ela conseguia entender. – Ele queria que isso ficasse com você, é não pergunte o que tem aí dentro porque eu não o abrir. – Disse ela com um tom baixo mais deprimente. – Querida, você vai para uma nova cidade hoje, sim?

– Sim, Dona Rosilene – Diz Ellie, se voltando para mãe de Aldrieel – É hoje.

– Vou sentir muitas saudades de você- Ela abriu os braços e deu um abraço em Ellie ela retribuiu com o maior carinho sentindo seu perfume de rosas com baunilha – Adeus.

– Adeus. – Diz ela é dona Rosilene foi se afastando é foi falar com seus familiares, Ellie se volta para Robert.

– Pronta para parti – Diz Robert.

– Sim – Ela olha mais uma vê para o cemitério onde vai deixar o corpo de seu melhor amigo.

É assim ela vai deste lugar.

************************************

A cada momento a barriga de Ellie ficava fria é a cabeça dela dizia para desistir que algum acontecimento sem explicações iriam acontecer mais ela deixou de lado para não sentir medo. Quando Ellie é Robert chegaram ao aeroporto da cidade tiveram que esperar por quase uma hora para parti, mas depois de toda a espera entraram no avião, Ellie que só viajou uma vez de avião para outro país mais toda vez que ele começa a decolar ela sentir um frio na sua barriga. Até ela cair no sono

Robert olha para Ellie ela já estava dormindo um sono leve é calmo, ao percebe o que tinha acontecido com Aldrieel sua barriga começa a virar sentindo medo de tudo que estar por vim, será que um dia o segredo que pertence a ela um dia seria descoberto por ela. Ele sabia se Ellie fosse para Alheia muitas coisas iam acontecer com a sua chegada isso era um de seus medos mais um dos seus maiores medos era que ela se apaixonasse é não caísse em mãos erradas. Alheia era uma cidade fria mais calma, mas com seus segredos estranhos em pouco tempo que ele morava lá já tinha descoberto tanta coisa é também tantos mistérios envolvendo a sua família tantos problemas para serem resolvidos ele tinha medo de tudo o que ia acontecer ele tentou se mostrar calmo na frente de Ellie mais era a coisa mais difícil o que ocorreu com Aldrieel era uma coisa sobrenatural uma coisa que ninguém podia explicar mas ele podia; Quando a sombra preta que ele viu derrubando Aldrieel para o outro lado, na imaginação de Robert era uma coisa difícil de explicar porque até ele estava sem palavras sobre o acontecimento.

Ao voltar o olhar para Ellie ele se sentir preocupado em levar ela para Alheia ele não queria que ela se machucasse, mas o que ele iria fazer deixar ela morrendo dentro da casa antiga dos pais, sem trabalhar, sem fazer a sua faculdade de Artes que ela tanto queria, ela falava desse curso deste os quatorze anos ele não queria uma vida dessa para ela, então depois de muito tempo decidiu que o melhor para ela seria que ela morasse com ele foi um decisão difícil. Já que eles não conheciam muitos familiares eles só conheciam a sua Tia é mais alguns primos na sua infância Robert sofreu muito sua mãe morreu no seu parto é o seu pai o abandonou deixando com sua Tia é alguns anos depois os pais é irmão também morreram é a tia dos dois decidiu criar todos os dois então foi assim que os dois se tornaram tão próximos um dos outros ela só tinha ele como família é ela só o tinha como família. Depois de tanto pensar decidiu dormi ao lado de Ellie.

Ao abrir os olhos ela vê que Robert estava dormindo o seu lado é a janela estava fechada é muitos dos passageiros do avião estavam dormindo mas algumas pessoas ainda não tinha crianças com seus celulares ligados é alguns adultos com os seus notebooks ela abre um pouco dá janela é vê o amanhecer já chegando ao perceber que Robert já estava acordando ela fechou a janela rapidamente.

– Já acordou – Diz Robert

– Sim, pelo o visto tive um sono ótimo – Diz Ellie é ele abre um sorriso para ela.

– Também tive – Falou Robert. Ellie se encostou na sua cadeira é decide abri de novo a janela ao vê o lado de fora ela vê o amanhecer do céu é algumas montanhas nem tão altas é de trás dava para vê o sol subindo.

– Ellie posso ti falar uma coisa – Diz Robert é Ellie no instante volta os olhar para ele.

– Claro que sim – Diz Ellie – Você sabe que pode me contar tudo. — É quando é tudo é tudo mesmo teve uma vez que Robert fez uma coisa errada com sua namorada é contou para Ellie o acontecimento é ela decidiu guarda segredo.

– Ellie eu queria te contar para não ter medo – Ellie estranha o que ele diz estava com vontade de dizer algumas coisas mas decidiu ficar calada é deixou ele continuar – Do que vai acontecer, sempre esteja preparada é quando precisar eu estou aqui. – Ele coloca os braços em volta de Ellie e ela deita em seus peitos como se fossem namorado é namorada fazendo carinho um no outro.

– Tá bom. – Foi a única coisa que ela consegui falar naquela declaração que ele fez para ela.

– Eu te amo, Ellie. – Diz Robert.

– Eu também. – Ela não sabia porque mais se sentia mais segura do que iria acontecer.

Ao sair do avião ela olha para o topo das montanhas e o sol no fundo já estando de manhã é os pinheiros é arvores mais verdes é forte que Ellie tinha visto ela senti o ar o cheiro de pinheiro molhado era gostoso.

Ellie é Robert pegaram um taxi para chegar a casa de Robert a casa dele era um pouco longe de qualquer outra coisa que ela já tinha visto os pinheiros grandes que Ellie até se perdia eles percorriam uma estrada longa até ela olhar direito ela vê atrás dos pinheiros verdes um lago cristalino que brilhava quando passava era uma cena linda.

Ao passar por todos aqueles pinheiros ela se encontrar em uma estrada de terra cheias de buracos, não tinha mais pinheiros só árvores grandes que percorriam em fileiras Ellie pensa que tudo nessa cidade era organizada até o jeito onde as árvores ficam são organizadas ao passar por todo aquele território ela chega à uma ponte onde embaixo podia vê a linda água cristalina que tinha uma placa grande tinha “Bem-Vindo à Alheia” mas ela não se sentia bem vinda ali, ao passar pela ponte é entrar na cidade ela sentir um arrepio é uma dor até a ponta de sua espinha.

Ela podia vê várias pessoas andando nas ruas é entrando em lojas. Chegaram a uma rua onde só tinha casas grandes todas de classe média alta mais a frente o carro para é os dois descem do carro ela vê a casa de Robert à casa era linda, era branca é tinha dois andares, duas janelas grandes uma de cada lado, ela nunca tinha visto uma grama tão verde é tão bem cuidada era muito bonito de se vê. A rua era cheia de casa decoradas e muito bonita é tinha o mesmo estilo de grama que a casa de Robert tinha.

– Bem-Vinda ao seu novo lar. – Diz Robert causando um pequeno susto nela.

Agora ela estava em seu novo lar, sua vida renovada agora mas tinha medo do que podia acontecer dos tipos de pessoas que ia conhecer. Agora ela devia chamar essa cidade pequena é fria de seu novo lar.