As Loucuras com o Uchiha
14 Piadas sem graça.. Uma história mal contada e quem será??
Notas iniciais
°.¸¸.·´¯`» As Loucuras com o Uchiha «´¯`·.¸¸.°
Capítulo Quatorze
É exatamente disso que a vida é feita, de momentos. Momentos que temos que passar, sendo bons ou ruins, para o nosso próprio aprendizado. Nunca esquecendo do mais importante: Nada nessa vida é por acaso. Absolutamente nada. Por isso, temos que nos preocupar em fazer a nossa parte, da melhor forma possível. A vida nem sempre segue a nossa vontade, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser.
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SASUKE ON
Olhei desconcertado para as caixas a minha frente, será essa uma boa ideia? Afinal ultimamente minhas ideias não estão sendo as melhores do mundo. Mas não faz mal, irei tentar assim mesmo.
– Até que enfim terminei. – Suspirei pegando a última caixa e colocando na sala.
Olhei em volta, não irei sentir falta daqui, afinal apenas vim pra cá para pensar melhor, e ficar sozinho, mas já que meus planos mudaram nada mais justo do que voltar a realidade.
– Sasuke tem certeza disso? – Perguntou Gaara sentado no sofá, com as pernas em cima da mesinha de centro.
Olhei em volta. – Certeza eu não tenho, mas se eu não tentar quando saberei que irá dá certo.
O mesmo suspirou. – Cara mesmo que ela te perdoe você não pode ficar a vida toda com ela e sabe muito bem disso.
Por mais que ele tenha razão, eu ainda irei reverter essa história, ainda irei mostrar que não preciso de muito para ser feliz.
– Você sabe muito bem que não vou me... – Fui interrompido quando a porta se abriu de supetão revelando a imagem do dobe bem feliz pelo jeito.
– Teme até que enfim se decidiu, cara achei que iria morrer solteiro e se satisfazendo apenas no banheiro. – Falou tirando sarro da minha cara.
– Olha só quem fala eu ainda me lembro de que a sua pessoa tinha uma coleção de revista de mulher pelada embaixo do colchão na adolescência, dona Kushina sabia disso? — Perguntei fazendo o mesmo parar de rir e me olhar com desdém.
– Sim ela descobriu. – Falou diferente dando de ombros.
Arregalei os olhos conhecendo ela como conheço no mínimo ela deu uma surra no teme.
– E o que ela fez? – Perguntou Gaara interessado na história.
– Nada, eu disse que tinha ganhado do meu pai, ai lá foi a cabelo de tomate se resolver com ele. Agora como a história terminou, melhor nem contar, eu tive até que ir dormir na casa do Shikamaru, por que ela faltou me expulsar de casa, e no outro dia em que voltei o sofá estava fora do lugar, ainda me pergunto se eles andaram brigando, por que até aquele vaso caro e preto Tailandês estava quebrado no chão.
Eu e Gaara nos entreolhamos pelo jeito a discursão foi boa, por que a reconciliação foi quente pelo jeito.
– Sabe de nada inocente. – Falei olhando ainda minhas caixas no chão.
Ele me deu um soco de leve. — Não me provoca que hoje tô de TPM.
– Estava na cara Naruto. Sempre soube que você era ela e não ele. – Falou Gaara quase se matando de rir.
– Depois acertamos as contas. Tenho duas perguntas a fazer teme. – Disse se sentando no sofá.
Olhei pra ele. – E o que seria?
– Primeira cadê o Shika? Cara o problemático sumiu da face da terra. E segunda e mais importante quem é o peguete da Ino, por que pelo jeito aquela loira assanhada está apaixonada. – Falou de uma vez.
Olhei para ele e revirei os olhos, isso é sério mesmo?
– Se quer tanto saber, vai atrás do Nara e depois até a casa da Ino, por que eu não sou Maria Fofoqueira. – Falei suspirando.
– Não seria Mario? — Perguntou Naruto. Não aguentei e dei um peteleco na cabeça dele. – Aii teme por que fez isso seu egoísta, apenas quero saber estou curioso.
Olhei para ele novamente e dei de ombros. – Ainda acho que esses fios loiros são de farmácia, por que você está pior do que aquelas loiras, larga mão de ser lerdo dobe.
– Temari fugiu de casa, isso ajudaria em alguma coisa Naruto? – Perguntou Gaara.
Eu e o dobe olhamos incrédulos para o ruivo a nossa frente, dessa eu não sabia.
– Não me diga que. – Nem precisei terminar. Ele balançou a cabeça positivamente.
– Uau Shika vai ser pai. – Soltou essa o Naruto.
Gaara olhou para ele. – Se interna cara, na boa não é nada disso. Meu pai não estava aceitando o namoro dela com o Nara, então ela decidiu fugir, não sei se foi a melhor escolha, mas se ela estiver feliz eu também estou.
– Interessante. – Falei
– Isso prova que o amor é mais forte que tudo, e você teme deveria seguir o mesmo e raptar a Sakura e leva-la para uma ilha deserta, e deixá-la presa até que ela assumisse que te ama.
Hein? Eu ouvi isso mesmo?
– Você andou bebendo? Eu não sou sadomasoquista Naruto, jamais faria isso.
– Se beijem logo, por que esse papo de vocês dois está muito gay. – Disse o ruivo.
Olhamos para ele. – Isso é por que até uns meses atrás alguém estava de casamento marcado, sabe, então larga mão de ser egocêntrico e nos conte quem é sua vítima agora? Por que eu duvido que esteja sozinho.
Ele franziu o cenho. – Uchiha eu sei que você me ama também. Mas no momento estou curtindo a vida de solteiro, mulheres são fúteis e sem escrúpulos, apenas nos enganam com seu cheiro adocicado, e quando nos tem nas mãos, fazem da gente de gato e sapato, não é à toa que o loiro aqui. – Disse apontando o dedo para o dobe. – Está abobalhado desde a hora que entrou pela sua porta, por acaso fez as pazes com a Hinata?
– Também, ei espera ai desde quando você voltou? – Perguntou ao Gaara.
Dei um tapa na minha própria testa. – Está na hora de pintar esse cabelo de preto, vai ser lerdo lá nos quintos dos infernos. – Falei ouvindo a minha cafeteira apitar.
Caminhei em direção ao balcão, o melhor remédio pra mim nessas horas é café e bem forte.
Vi Naruto se aproximar deixando o Gaara na sala. – Teme os papeis estão prontos, mas ainda não entendi muito bem o porquê de tanta urgência. – Falou se mostrando interessado.
Suspirei enchendo a minha xicara. – Relaxa dobe, eu apenas preciso desses papeis, eles são de extrema importância pra mim.
– Sei bem como é, quando é que vai me contar o que realmente tem por trás desse contrato?
Coloquei a mão no meu queixo. – Assim que eu resolver essa história de uma vez por todas.
– Achei que estariam se pegando na cozinha. – Disse Gaara entrando pela porta.
Naruto se aproximou de mim. – Ruivo, acha mesmo que eu pegaria o moreno delicia na cozinha? Claro que não, no máximo seria na cama dele. – Disse com a voz afeminada demais pro meu bom paladar.
Olhei de canto de olho para o dobe. – Uau eu já estava desconfiado, mas ainda bem que assumiu o relacionamento de vocês dois. Antes tarde do que nunca. – Disse o Sabaku entrando de ganso na conversa.
Suspirei, contei até vinte. – E você quando vai assumir o seu “relacionamento”? Lembrando que você sabe muito bem de quem eu estou falando. – Vi ele arregalar os olhos.
– Uchiha, não sei do que está falando. – Disse indiferente.
Não sabe certo? Mas como eu sou um bom amigo, vou fazê-lo lembrar rapidinho.
– Uma certa mulher que perturba os seus sonhos e pensamentos a muitos anos, e ai lembrou?
– Quem é essa Gaara? – Perguntou o Dobe.
O mesmo tossiu diversas vezes. – Bem tenho que ir, sabe como são os assuntos da empresa, nos falamos mais tarde. – Disse já acenando.
– É engano meu ou ele fugiu da explicação?
Olhei de relance e dei uma gargalhada. – Cara me lembrei de você na escola, fugindo das aulas de matemática, o Gaara acabou de fazer a mesma coisa a única diferença é que ele não mata aula para tomar banho no rio, que ficava acima da casa da diretora lembra?
– Nem me lembre, não gosto de ficar remoendo passado, ainda mais quando aquela tarada tirou fotos minhas peladas. Err... Vamos mudar de assunto?
– Depende, sobre o que Mr. Peladão quer conversar? – Cai na gargalhada.
Ele suspirou. – Para teme isso não tem graça.
Olhei para ele e ri com vontade. – Como não? Cara isso só acontece uma vez na vida, todo mundo acha que você pegou a diretora, por que você mais faltava do que assistia às aulas, e olha hoje é formado em direito, eu duvidava, mas hoje em dia, acho que falavam a verdade. Fala dobe quem te dava aulas particulares? – Provoquei.
Ele revirou os olhos. – Nunca fiz nada com ela. E nunca tive aula particular, o Uzumaki delicia aqui é inteligente por natureza, está no sangue.
Olhei incrédulo. – Certeza? Se você virasse e dissesse que seus pais são prodígios da família eu até concordaria, mas logo você dobe?
– Para Sasuke, senão eu vou embora. – Disse fazendo manhã.
Parei de rir, e me recompus. – Tudo bem, sobre o que queria falar mesmo?
– Agora já esqueci. Pensando bem vamos almoçar naquele restaurante japonês, estou com vontade de comer lamen. – Falou feliz da vida.
– De quantos meses você está mesmo?
Ele me deu um tapa na cabeça. – Não seja idiota teme.
Sorri de canto ao me lembrar do dia em que matamos aula, apenas para comer lamen.
FLASH BACK ON
Corremos pelo corredor em passos longos, para ninguém perceber que mataríamos as duas últimas aulas, nem sei como esse pessoal me convenceu, mas tenho que concordar que estou com fome.
– Não me deixe para trás. – Gritou Shikamaru.
Ino lhe mostrou a língua. – Você é muito preguiçoso.
Revirei os olhos, nesse quesito ela tem razão.
– Eu sei que quero umas cinco tigelas. – Disse o loiro hiperativo.
– Não seja guloso, assim vai engordar. – Sai respondeu como se fosse a coisa mais óbvia.
Olhei para a rosada e ela continuava calada, apenas observava o movimento o que deu nessa garota?
Chegamos na beirada do muro, olhei pra cima. – Pessoal acho que é um pouco alto.
– Você acha? – Sakura respondeu sarcástica. – Não é muro desse que vai me fazer parar agora. Sai me ajuda aqui.
– Dá a patinha vai? – Disse Sai colocando as mãos em formato de concha.
Ino começou a rir. – Saky ele te chamou de cadela.
Sai deu aquela olhada mortífera. – Não mesmo, chamei ela de gatinha, diferente de você que vive ciscando por ai. – Disse em tom de deboche.
Ino estava pronta pra contra atacar quando o Shikamaru apareceu na frente.
– Não estou afim de estragar o barato de vocês, mas se a diretora nos pega do lado de fora, matando aula com certeza estaremos fritos. Então faz favor de apressar as coisas por que ainda quero dormir.
Olhamos incrédulos para ele.
– Já estou no mastro, nada avistado até agora capitão. – Disse a Haruno de cima do muro.
Naruto colocou a mão no queixo. — Nenhum navio inimigo?
Ela colocou a mão na testa. – Até o presente momento não, as nuvens estão a nosso favor, pelo que vejo nem previsão para tempestade.
Revirei os olhos, esse pessoal está vendo filmes de piratas demais.
Começamos a subir, uma atrás do outro. Olhando por esse lado até que o muro não é tão grande assim.
Olhei pra trás e vi a diretora olhando pela janela.
– Capitão, não querendo cortar seu barato, mas vejo navio da marinha à vista. – Falei apontando para a janela.
Todos congelaram quando olharam.
– Todos à bombordo, estamos com problemas, correndo perigo. – Falou correndo em cima do muro.
Vi que a Sakura estava com problemas. Corri até ela. Por que essa menina só se mete em confusão?
– O que houve? – Perguntei na melhor das hipóteses.
Ela me olhou confusa. – Não sei de repente me deu câimbra no tornozelo.
Isso vai ser um problema, vi que o pessoal já estava quase todos do outro lado.
– Vem eu vou te ajudar. – Disse estendo minha mão, ainda bem que o muro é largo, por que senão estaríamos na lona.
Em passos lentos caminhamos, mas o problema maior estava por vir, como iriamos pular?
– Err, não querendo ser chata e nem nada do tipo, mas já pensou na maneira que vamos descer daqui? – Perguntou olhando para baixo.
Olhei para baixo e vi uma moita, isso vai doer mas é necessário.
– Vem comigo. – Abracei ela. – Não saia de perto de mim.
Vi ela assentir, e pulei. Só senti o baque que foi quando já estávamos no chão, por mais que tivesse doido, jamais iriam ficar sabendo disso.
Que isso Sasuke só foi dois metros de altura, isso não é nada. Mentira está doendo pra caralho. Me levantei.
– Está bem? – Perguntei ajudando ela a levantar.
Ela abanou a calça. – Estou sim, obrigada.
Sorri de canto, mas logo desfiz.
– Vocês querem parar de namorar e andar logo, já está tarde, e eu estou com fome. – Falou Sai.
Olhei pra ele. Mas a rosada foi mais rápida. – Eu odeio o Uchiha, acha mesmo que iria namorar com ele?
Sai de uma olhada e colocou o dedo bem no nariz dela. – Já disse e repito, ainda vou ser o padrinho do casório de vocês dois. Lembre-se que o amor e o ódio andam de mãos dadas. – Falou dando de ombros.
– Eu me casar com ela? Apenas nos teus sonhos. – Falei andando na frente.
Sakura nada falou apenas, observava a discursão que tinha se reiniciado. Ultimamente ela está estranha, eu hein.
Sai apressou o passo e ficou na minha frente. – Ninguém nesse grupo é mais perfeccionista do que eu, e por mais que eu seja assim, de bobo eu só tenho a cara. – Disse se virando.
– O que foi isso teme? – Perguntou Naruto.
– Ué eu que vou saber, ele deve estar ficando doido. – Falei andando.
– Não consigo mais andar, minhas pernas estão moles. – Disse Ino.
Shikamaru soltou um suspiro. – Não seja dramática, nem andamos trezentos metros e você já está cansada? – Ela assentiu que sim. – Isso pra mim é frescura.
– Eu diria que ela é folgada. – Falou Sakura e todos caímos na risada.
Andamos mais alguns quarteirões comentando de diversas coisas, a maioria eu ficava calado e ouvia o pessoal, falar mal de algumas pessoas.
– Mas convenhamos a Vakarin naquele uniforme de líder de torcida fica muito biscate. – Disse Ino.
– Fica gostosa isso sim. – Disse Shikamaru.
Sai deu uma gargalhada. – Até eu acho que fico mais gostoso que ela, usando aquela micro-saia e aquela blusa que nem tampa a barriga direito.
– Uma vez puta sempre puta, meu caro amigo. – Disse a Sakura.
Sai lhe deu uma olhada. – Quem você chamou de puta?
– Você que não foi, por que pra ser puta tem que ser mais rodada que corrimão de quartel. Acho que aquela lá já pegou todos do colégio. – Falou olhando em volta, seus olhos caíram sobre mim. – Ops, acho que me enganei não é Uchiha?
Olhei desconfiado, aonde ela queria chegar com essa conversa.
– Ela não faz meu tipo. – Falei com a voz indiferente.
Do nada senti seu braço em volta do meu pescoço, ai tem, e agora tenho certeza disso.
– Então nos conte quem faz o seu tipo, quem sabe assim você desencalha. – Falou rindo como uma hiena. – Coisa que eu duvido que vá acontecer, mas não custa tentar.
Naruto, Shikamaru, Ino e Sai pararam para ouvir a resposta.
Revirei os olhos. – Isso não é da sua conta.
– Segurem as ferraduras, porque senão daqui a pouco é perigoso de uma acertar a sua testa. – Falou Shikamaru.
Sai se aproximou devagar. – Conta, agora estou curioso, quem faz seu tipo?
– Gente deixe o teme em paz, pelo jeito nenhuma mulher faz o tipo dele, então que tal apressarmos o passo, por que estou varado de fome. – Disse Naruto.
– É eu também estou com fome. – Disse Ino.
Sai me deu uma olhada. – Depois voltamos nesse assunto.
Não sei se agradeço ou mato o dobe por dizer que mulher nenhuma faz meu tipo.
– Eu sabia que você é gay. Por isso nunca lhe vi com menina nenhuma! – Disse Sakura em um tom mais baixo.
Cerrei os punhos. – QUEM É GAY HARUNO? – Tive que alterar a voz.
Todos me olharam assustados. Não é todo dia que alguém me tira do sério.
– Calma Uchiha. – Disse Sai.
Olhei pra ele. – Você não sabem quase nada da minha vida, então não vem falar merda.
Ela colocou a mão no meu queixo. – Não sabemos mesmo, por que você se afastou, começou a guardar as coisas só pra você, ficou diferente e ainda quer que a gente te conheça? Me poupe Sasuke. – Falou Sakura.
Raramente escuto ela dizendo meu nome.
Vi que Sai iria intrometer novamente, mas antes que eu desse mais uma patada Naruto foi mais rápido.
– Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher. – Falou cantarolando.
Olhei pra ela mais calmo. – Você não entende, e nunca vai entender.
– Quem sabe se me contar, eu podia tentar entender, mas por mais que eu tente achar uma resposta plausível, não consigo. Você se afastou bruscamente, nem sei por que está aqui hoje, nem sei por que ainda anda com a gente. Você se tornou um estranho.
– Que não seja por isso. – Falei me virando de costas, e saindo de perto deles.
– Volta aqui teme, quem chamou você fui eu. – Disse Naruto me segurando pelo braço.
Olhei pra ele e sorri fraco. – Você ouviu não sou bem vindo ao seu grupinho.
Ele me abraçou. – Deixa a Sakura pra lá. Eu que te convidei, e não é ela que vai mudar isso.
Vi que ela lançou aquele olhar de que vai matar alguém, mas nada falou.
– Isso mesmo sua companhia é agradável. – Disse Ino.
Sai se aproximou. – Acho que alguém dormiu de mal jeito hoje.
Caímos na gargalhada e dessa vez segui com as risadas, avistei ela e pelo jeito não estava feliz.
Caminhamos mais alguns passos, e logo chegamos a casa de lamen.
– Que cheiro mais bom. – Disse o loiro já correndo.
Shikamaru parou por um momento. – Fome, vejo comida chamando por mim.
– Vamos logo. – Disse Ino.
Naruto passou por nos apressado. – Essa fala é minha preguiçoso.
Continuei calado.
Nossa tarde não foi muito proveitosa, afinal quem eu mais queria por perto só me humilhava, mas cedo ou tarde ela vai se dar conta de que teve a lua enquanto contava as estrelas.
FLASH OFF
– E ai emo, já pensou quando vai se mudar? – Perguntou Naruto.
Olhei pra ele. – Já sim. – Falei abrindo um sorriso.
SASUKE OFF
(...)
SAKURA ON
Me sentei no sofá ainda incrédula com que eu acabei de ouvir.
– Ino você tem certeza absoluta disso?
A mesma estava sentada do outro lado do sofá, com a mão no queixo. Não sei distinguir suas feições.
– Pior que sim, e agora o que eu faço?
Sorri com isso, jamais pensaria ouvir isso dela, ainda bem que o Sai está viajando, senão iria surtar.
– A questão não é o que você faz, mas sim que... – Fui interrompida com a campainha tocando. – Não saia daqui, já voltamos a esse assunto.
– Tudo bem, mamãe. – Disse batendo continência.
Sorri enquanto abria a porta, mas logo meu sorriso morreu isso realmente não está acontecendo.
– O que faz aqui? – Perguntei um pouco arisca.
Ele sorriu, daquele modo que apenas ele sabe.
– Vim lhe entregar isso.
Ino apareceu do meu lado. — Quem é Sakura?
To be continue.
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