As Loucuras com o Uchiha
11 Escondido é mais Gostoso..Você é meu homem.. Ce ta brincando
Notas iniciais
°.¸¸.·´¯`» As Loucuras com o Uchiha «´¯`·.¸¸.°
Capítulo Onze
INO ON.
Resolvi dar um descanso aos meus ouvidos. Andei até chegar a porta do banheiro, vou aproveitar e retocar o batom, olhei no espelho e abri um sorriso de canto, é hoje que ele não me escapa.
– Ah como eu quero te beijar. – Falei mordendo o lábio.
– Que não seja por isso. Se eu fosse você não ficaria apenas na vontade. – Falou com a voz rouca, o que me causou arrepios.
Me virei e abri um sorriso um tanto malicioso. – Sabia que aqui é o banheiro feminino? – Coloquei a mão na boca. – Não me diga que mudou sua opção sexual?
E com um sorriso bem sacana no rosto. – Assim você me magoa loira, imagina se eu iria mudar minha opção, sendo que mulheres são as melhores, pensando bem você é a melhor. – Disse em um sussurro em meu ouvido.
Olhei em seus olhos e mais uma vez me perdi na imensidão deles. – Por acaso está me seguindo?
– Não, mas eu queria dizer que estou com saudades de você e louco pra sentir seu calor. – Respondeu com a voz manhosa.
Arrumei a mexa do seu cabelo liso e sedoso. – Isso é um problema. – Falei pensando em mil e uma coisas ao mesmo tempo.
– Não acho. Eu quero aqui e agora. – Falou me puxando pra dentro de um dos cubículos.
O lugar não era muito espaçoso, fazendo assim com que nós ficássemos ainda mais colados.
– Você é maluco?
Ele colocou a mão em minha bunda. – Não, peço apenas que não faça muito barulho, sempre tive vontade de transar em um banheiro feminino. Afinal escondido é mais gostoso.
– Uau, que fantasia mais estranha. – Coloquei a mão em seu pescoço.
Ele agarrou minha cintura. – Então que tal começarmos a brincar?
– Acho uma ótima ideia, mas eu não gosto de rapidinhas. – Falei fazendo uma careta de desanimada.
O mesmo se aproximou de mim, e selou nossos lábios. O beijo que era calmo logo se tornou urgente como se ele necessitasse da minha boca pra sobreviver, aprofundamos e nossas línguas brigavam por espaço. Continuamos nos beijando, e o beijo dele, me fazia ficar ainda mais excitada e aos poucos ia sentindo ficar mais molhada. Ficamos assim algum tempo que nem sei ao certo, e logo nos separamos pra buscar ar.
– Eu sei que você é safada, só dessa vez, garanto que não irá se arrepender – Pediu com a voz tranquila.
A cara de excitação dele era o que me deixava ainda mais afim daquela loucura.
Ele começou a passar a mão na minha bunda, levantando meu vestido, mordendo meu pescoço e acariciando meus seios.
– Então o que está esperando pra me dar prazer?
Então ele abriu o seu cinto e soltou um sorriso de canto. – Assim você me enlouquece, quero ouvir você gemendo meu nome.
Afastou minha calcinha preta e abaixou e o que eu menos imaginei ele fez, não que ele não tenha feito antes, mas sim por que achei que ele queria uma rapidinha. Mordeu minha intimidade, e logo depois passou a língua.
– Assim você mata a mamãe. – Falei com um sorriso simples no rosto.
Me apoiei de quatro na sua frente e me apoiei na parede, enquanto ele abaixava sua calça jeans escura. – Menina malvada. O que você quer?
– Eu quero você dentro de mim. – Respondi
Ele me olhou de canto, enquanto colocava o preservativo. – Não ouvi...
Ele me provocava, roçando o seu membro na entrada da minha intimidade. — Eu disse que quero você todo dentro de mim. – Falei esperando o que vinha a seguir.
Não ouvi mais nada, apenas senti minha intimidade sendo invadida pelo seu membro bem lentamente, mas que porre por que será que eu me rendo tão fácil por ele?
– Nada de tortura você sabe que não gosto de coisas lentas. – Falei enquanto ele colocava e tirava bem devagar.
Ele então começou a fazer movimentos de entra e sai lento, e eu apenas tentava me conter, para não gemer, pois não podia fazer barulho, mas ele me penetrava tão gostoso.
– Hoje eu quero te sentir bem devagar. – Respondeu.
– Para com isso, eu quero forte e rápido. Por favor, não faz isso comigo. – Tive que implorar, pelo jeito era isso que ele queria.
Senti uma sensação única me invadir. Enquanto ele penetrava bem rápido e forte, suas estocadas estavam ficando ritmadas. E um êxtase tomou conta do meu corpo por completo, como era bom sentir ele.
– Ahhh...Mais rápido. – Gemi pela excitação que eu estava sentindo.
– Tão apertada e quente. – Falou e abaixou meu vestido colocando a mão em meus seios.
– Mete mais forte que eu gosto, – Falei me virando e olhando em seus lindos olhos.
Ele saiu de dentro de mim. E eu já sei a posição que ele quer, entrelacei minhas pernas em sua cintura, e mais uma vez ele me penetrou, fundo e gostoso.
– Eu quero meter em você, até que eu me sinta satisfeito – Falou com o ar mais filho da puta que eu já tinha visto.
– Assim você vai me deixar louca. – Falei mordendo seu lábio inferior.
INO OFF
(...)
SAKURA ON
Mordi o lábio pra não cair em lagrimas, não quero dar esse gostinho a ele, mesmo que minha vontade seja correr e encher a cara a noite toda. Com certeza não é isso que irei fazer, vi o olhar de espantado do Uchiha ao me ver, será que ele pensou que eu iria chorar por causa dele a vida toda? Olhei novamente para os dois a minha frente, sem saber muito como agir ou o que fazer. Preferi ignorar a cena que meus olhos presenciaram, apenas dei um sorriso debochado e me virei indo pra pista de dança.
Sai me seguiu, acho que não sou apenas eu que estou frustrada com certas atitudes, oh vida desgracenta a minha.
– Vadia você está bem? – Perguntou Sai colocando a mão no meu ombro.
Olhei pra ele e fiz uma careta descontraída. – Oras, por que não estaria? — Menti na cara dura.
– Você mente muito mal. – Respondeu medindo na lata.
Acabei soltando uma gargalhada. – Sai, pelo amor de Kami, olha bem pra mim, acha mesmo que vou lamentar, por ser ela que está nos braços do Uchiha e não eu?
– Acho que sim, sua expressão te condena. – Respondeu com um sorriso de canto.
Revirei os olhos. – Sai, eu não me importo com quem ele está, eu e ele não temos nada um com o outro nunca tivemos e pelo jeito jamais teremos. – Suspirei. – E lembre-se, segunda-feira tenho uma reunião e na sexta irei viajar pela Europa. – Respondi entrando na pista.
– Eu quero a sua felicidade vadia, quero ver você bem. – Respondeu ele.
Sorri de canto. – Eu sei disso, também quero a sua. Mas é verdade, eu estou bem, e você mesmo sabe que eu não sou de ficar muito tempo na deprê, logo a Sakura que você conhece estará de volta. – Falei olhando em volta.
Suspirou. – Mesmo assim, eu ainda me lembro que você chorou durante meses quando o Uchiha foi embora, eu não quero ver você daquele jeito novamente, já disse pra ele o que sente?
– Sai, eu não disse, e nem vou dizer, eu sempre fui apaixonada por ele, mas não sei como dizer ou me expressar, e o que eu fiz? Acabei afastando ele mais ainda. – Falei em um tom triste.
– Está na hora de virar a página. – Falou ele
– E se você não conseguir virar, pode deixar que te empresto alguns fósforos pra você queimar. – Falou Ino se aproximando de nós.
Abracei os dois. – Eu não sei o que seria de mim sem vocês.
– Eu sei que você não vive sem mim. – Disse Sai
Ino deu um sorriso enorme. – Pode confessar você me ama mais do que chocolate.
– Menos Ino, bem menos, aliás, onde você estava?
Olhei pra ela com a maior curiosidade do mundo, afinal seu cabelo estava um pouco desgrenhado e seus lábios levemente enxadão e vermelho.
– Err... No banheiro retocando o batom. – Respondeu um pouco sem graça.
Sai me deu uma olhada. – Sei no mínimo você estava com outra coisa roliça e dura na boca. – Comentou sério.
– Olha como você se refere a minha pessoa, tá pensando que eu sou o que?
Ele deu de ombros. – Quem te conhece que te compre. Sei muito bem o fogo que você tem embaixo dessa sua perna. – Falou olhando pra qualquer lugar.
Comecei a rir, eu sei muito bem como ele sabe do fogo da Ino. Ela bem que tentou converter o Sai, até fez uma dança sensual pra ele, fez de tudo até ficou pelada na frente dele, mas nada. E no fim das contas se deu conta que nosso amigo é fanta mesmo.
– Ainda acho que você gosta de mulher. – Comentou Ino com os olhos brilhando.
Ele sorriu de deboche. – Colega da fruta que você gosta e certamente acabou de chupar, eu como até o caroço. – Respondeu balançando a cabeça de acordo com a música que estava tocando.
Ino revirou os olhos. – Mudando de assunto, lombriga aquele nosso assunto já está finalizado. – Comentou
Olhei pros dois com um ponto de interrogação, do que essa louca está falando?
Os olhos do Sai brilhara. – Cê tá brincando?
– Não, eu demorei mas finalmente está pronto, e ficou mara. – Disse batendo a bunda na do Sai.
– Alguém me explica, por favor, o que está acontecendo? – Perguntei olhando em direção aonde o emo está.
Mas me arrependi amargamente quando percebi que ele ainda dançava com aquela morena. Que estava mais pra projeto de Sakura.
Ino me deu um tapa no ombro. – Ei na segunda-feira você saberá. – Falou olhando na mesma direção que eu. – Kuso, eu não estou vendo isso. – Falou colocando a mão na boca.
– Isso mesmo vadia loira, invés de ajudar você só piorou ainda mais. – Falou Sai dando um sermão na loira.
– Não Sai, olha bem aquela vadia, está mais pra um clone da Sakura, cabelo preto e liso, olhos verdes e corpo mais ou menos. – Disse ela sorrindo maliciosamente.
– Não vejo nada de semelhante. – Disse Sai olhando bem. – Nossa Sakura é única.
– Obrigado Sai, e Ino não me compare com qualquer uma. – Falei indo em direção a nossa mesa novamente.
– Iremos ficar por aqui mesmo. – Respondeu Ino pegando a mão do Sai.
Mudei a direção pra não passar pelo casal de pombinhos que sorria como dois palhaços, eu sei que é ciúmes e daí? Quem não tem que atire a primeira faca.
– Naruto, cadê a Hina? – Perguntei vendo o loiro sentado na mesa sozinho.
Ele deu uma golada do seu Martini. – Brigamos mais uma vez. – Falou melancólico.
Toda vez é assim, os dois briga e ele corre encher a cara, já disse que isso é atitude de criança, mas não adianta de nada.
– O que houve dessa vez? – Perguntei curiosa.
Me sentei na mesa e pedi uma dose de vodca. Olhei em volta e nada da Tema e do Shika, ainda quero descobri o que esses dois está tramando.
SAKURA OFF
(...)
AUTORA ON
Já se passava das 02h00 da manhã, e mesmo que não quisesse fazer aquilo sem o consentimento dos pais, estava cansada de viver sobre as milhares de ameaças de sua mãe. Ela não queria isso pra sua vida, queria ser feliz, sim, ser feliz ao lado dele.
Saiu pela sacada de sua janela, apenas com uma mochila nas costas, que continha algumas peças de roupas, sabia que logo seus cartões de créditos seriam cortados, mas não se importava, estava se sentindo como aquelas adolescentes que têm sonhos de viajar pelo mundo inteiro e de encontrar o seu príncipe. Sabia que agora seria um pássaro livre.
Seu telefone vibrou no bolso da calça jeans, sorriu ao ver de quem era a chamada.
TELEFONE ON
– Já estou saindo.
Um sorriso ecoou pelo alto-falante do celular. – Que bom que se decidiu.
– Me desculpe te fazer esperar, mesmo que tudo dê errado no final, eu estarei feliz por que estarei ao seu lado.
– É bom ouvir isso, venha logo estou te esperando do outro lado da rua.
– Até mais.
TELEFONE OFF
Assim respondeu e logo em seguida desligou o telefone colocando novamente em seu bolso.
Colocou um pé na arvore, e olhou novamente pra sacada do seu quarto, pensando bem agora seria seu ex, por que se dependesse da mesma não iria pôr os pés naquela casa tão cedo, não entendia o porquê de seus pais pegarem tanto no seu pé, era independente tinha seu próprio trabalho e se esforçava como uma louca pra chegar aos pés do seu irmão mais velho, só que nunca estava bom, tudo era motivo de brigas e chantagens emocionais. Isso tudo por que não quis seguir a mesma carreira que seu pai e seu irmão, mas pouco importava, pois amava sua profissão e não era qualquer profissão. Ser uma mulher da lei, era tudo que sempre sonhou, era prender os bandidos e salvar os mocinhos, era a mais requisitada em vários casos, e não por ser uma advogada meia boca como seu pai sempre dizia, mas sim por ser uma das mais importantes juízas do país.
Com muito cuidado desceu pelos galhos da densa arvore que tinha em frente a sacada, e caminhou até o portão dos fundos, abriu o trinco e suspirou.
– Tomara que eu não precise jamais pisar os pés aqui novamente. – Falou fechando o portão logo em seguida.
Avistou a BMW branca estacionada em uma vaga perto de uma padaria, andou em passos lentos, e logo já estava em frente ao carro. Apressou os passos até o lado do carona e logo viu a porta sendo aberta.
A loira então olhou e logo pensou. “Aquele homem já era gostoso e ficava ainda mais vestindo um jaleco, ele queria me levar à loucura isso sim”. Sentou-se no banco e o mesmo a olhou sorrindo. Sabe aquele sorriso que é capaz de te deixar sem fôlego? Então, esse mesmo, o moreno era muito galanteador e sabia usar seu charme pra conseguir tudo o que queria.
– Boa noite problemática. – Ele disse assim que a loira se sentou.
– Olha só quem fala. – Respondeu um pouco nervosa e ansiosa pra saber o que seria dali em diante. – E agora o que faremos?
O moreno sorriu. – Você está aqui, e é isso que importa, eu te amo e você me ama, então passou da hora de cuidarmos da nossa vida, quando eu digo nossa estou me referindo a nós dois. – Falou tentado esclarecer.
– Eu sei disso mas... – Não deixou terminar.
– Mas nada, seus pais não me aceitaram, porquê acham que eu não conseguiria bancar minha esposa e filhos, e eu posso garantir que consigo sim, sei que meu trabalho não dá tantos lucros como o seu, mas juntos poderemos construir nosso castelo, só basta você me dar a mão. – Disse colocando a cabeça no volante.
Mesmo que não quisesse assumir ele tinha razão, ser ortopedista não era uma grande profissão, mas mesmo assim ainda era digna, e principalmente complicada, ainda se lembrava de quando conheceu o moreno em uma das suas loucuras. Tinha acabado de se aventurar com seu irmão mais novo em uma cachoeira apenas pra pular de Bumping Jumping, é viciada em adrenalina, mas nesse dia abusou da sorte a acabou pisando em falso em um buraco ao qual resultou na fratura de sua perna, teve que procurar um ortopedista pra fazer suas terapias, por que senão era provável não poder andar mais, e em uma dessas consultas conheceu ele, o homem que mudou a sua vida de um jeito que nem ela mesma imaginava que seria capaz, e nesse chove não molha que já rola há mais de quatro anos, quantas vezes já fugiu de casa apenas pra ficar ao lado dele? Já perdeu as contas. Mas estava feliz, o amava e isso era a única coisa que tinha certeza.
– Eu quero ficar do seu lado, e não me importo de arriscar, eu te amo Shika. – Falou colocando a mão na cabeça do moreno.
O mesmo olhou e sorriu de canto. – Essa é a Temari que eu conheço. – Falou olhando pra ela com os olhos brilhando.
Mordeu o lábio inferior, sabia que precisava dele, mas o carro não era o lugar certo.
– Vamos pro seu apê logo, estou louca pra te agarrar. – Falou com a voz maliciosa.
– Não imagina a fome que estou. – Respondeu dando a partida no carro.
AUTORA OFF
(...)
TEMARI ON
– Sabe, vou adorar foder você com força. – Ele disse com aquela voz sexy no meu ouvido e puxando meu cabelo com certa força.
Shikamaru não me deixou responder nada, apenas me pegou no colo e me prensou na parede da sala me fazendo chocar as costas com força contra a mesma. Ele logo atacou meus lábios e nós estávamos nos beijando com uma velocidade incrível. Pelo visto não era apenas eu que estava com vontade. As mãos dele estavam na barra da minha blusa, já a tirando do meu corpo, enquanto as minhas estavam debaixo da blusa dele acariciando seu abdômen, enquanto ele gemia baixo durante os beijos. Quando percebi já estava somente de calcinha e sutiã e ele já estava sem a camisa e o jaleco que tanto me enlouquecia.
O moreno pegou pelo meu cabelo com certa brutalidade e me fez ajoelhar em sua frente. Ele logo desabotoou sua calça e eu tentava ajudá-lo, mas ele me deu um tapa no rosto e disse.
– Sou eu quem manda aqui. Sem as mãos, você só vai precisar da boca safada. – Ele disse e aquilo estava me deixando ainda mais excitada.
Ele terminou de tirar a calça e abaixou sua cueca box preta que estava me deixando louca de tesão, só por ver o volume que se escondia entre aqueles panos.
– Agora chupa e fica quieta, se não vou ter que te castigar. – Disse e colocou seu membro em minha boca, me fazendo engasgar um pouco, mas logo acostumei.
Shika fazia movimentos lentos pra dentro da minha boca com seu membro, enquanto segurava com força em meus cabelos, eu estava ficando louca, precisava tocá-lo, então foi o que eu fiz, coloquei as mãos em suas bolas enquanto ele ainda movimentava dentro da minha boca.
– Eu mandei me tocar? – Ele perguntou tirando seu membro de minha boca. – Eu avisei que iria castigá-la – Ele disse sorrindo malicioso enquanto me levantava e me colocava em cima do sofá.
Ele veio me beijar, enquanto deitava em cima de mim e colocou a mão em minha intimidade, me fazendo dar um gemido alto ao perceber que ele havia me penetrado com dois dedos:
– Ai Shikamaru… – Gemi seu nome suspirando.
– Geme pra mim vai sua safada. Não imagina o tanto que eu estava louco pra te sentir. – Disse e atacou meu pescoço.
Eu estava enlouquecendo com aqueles dedos de Shikamaru dentro de mim, fazendo movimentos rápidos, enquanto ele beijava meus seios e eu gemia seu nome alto, já que estávamos apenas nós dois ali.
– Vem aqui que agora eu quero te fazer gozar na minha boca. – Ele disse tirando minha calcinha e abrindo minhas pernas.
O moreno começou a lamber minha intimidade e eu estava louca só com os primeiros contatos que sua língua fazia com meu sexo. Eu puxava seu cabelo sedoso e macio com toda a força que eu ainda tinha e gemia seu nome cada vez mais alto, então ele decidiu penetrar os dedos novamente, me fazendo revirar os olhos de prazer.
– Tá gostando safada? Então geme vai, mas geme bem alto, me fala quem é seu homem? – Perguntou dando uma mordida de leve em minha intimidade
– Desgraçado, você que é meu homem. – Respondi praticamente sem forças.
– Boa menina, é assim mesmo que se fala. – Disse com um sorriso malicioso.
Aquele jeito agressivo dele deixava as coisas ainda mais interessantes. Ele continuou com todo aquele sexo oral incrível e eu depois de um tempo gozei em sua boca. Ele me pegou pelo cabelo novamente e me colocou deitada no sofá e pegou duas cordas.
– O que vai fazer? – Perguntei um pouco surpresa, mas adorando tudo aquilo.
– Vou te dar o que você gosta. –Respondeu e amarrou meus braços pra cima da cabeça e logo em seguida amarrou meus pés.
Ele pegou uma camisinha e colocou em seu membro que ainda estava muito duro, devido a nossa excitação no momento.
– Agora vamos fazer de um jeito que nunca fizemos antes. – Ele disse e veio pra cima de mim.
Posicionou-se entre as minhas pernas e me penetrou bruscamente, me fazendo arquear as costas devido a uma pequena dor que eu senti, mas nada que me impedisse de continuar com aquilo que tanto me excitava.
Ele fazia movimentos rápidos e profundos, enquanto eu tentava tirar aquelas cordas de meus pulsos e minhas pernas para poder tocá-lo, enquanto ele me penetrava, mas era praticamente impossível fazer isso. Eu continuava amarrada, enquanto ele fazia movimentos dentro de mim.
– Vai Doutor Nara, mais rápido… – Falei uma das frases que mais deixava ele louco.
– Pede safada, anda, pede pra eu te penetrar com força. –Disse e parou com os movimentos, me fazendo dar um gemido em protesto.
– Seja homem e termine o serviço. – Respondi praticamente sem voz.
Seus olhos escureceram e ele estava louco de desejo, logo voltou com os movimentos cada vez mais bruscos e mais profundos. Eu estava gemendo o nome dele loucamente.
– Que coisa feia Temari. Está amarrada, enquanto o Doutor te fode? Sempre soube que você era safada. – Ele disse ofegante.
– Esse Doutor é muito gostoso o que posso fazer? – Respondi sorrindo bem safada pra ele.
– Então geme vai, pede por mais... – Falou ainda estocando dentro de mim.
– Vai... – Eu mordi o lábio inferior – Mais rápido. Vai, me faz gozar. – Falei e soltei um grito alto quando ele atingiu meu ponto “G”.
– Então goza. Anda safada... – Falou e depois de mais algumas estocadas eu acabei chegando ao meu ápice, mas ele pelo visto queria mais.
Ele me pegou pelo cabelo, e eu ainda estava amarrada, me fez ajoelhar no chão.
– Agora eu quero gozar nessa tua boca deliciosa – Falou e colocou seu membro na minha boca. Eu nada disse, apenas acompanhava os movimentos dele, eu estava amando toda aquela brutalidade. Eu sempre sonhei em fazer um sexo como esse brutal e pesado, a adrenalina está me possuindo. Eu já havia gozado duas vezes e ele estava delirando com o sexo oral que eu fazia nele. Nós estávamos loucos de excitação.
– Ai que boca gostosa, caralho. – Comentou e jogou a cabeça pra trás.
Ele estocou seu membro um pouco mais fundo na minha boca, me fazendo engasgar, então eu o olhei com a maior cara de safada e percebi que ele iria gozar:
– Goza na minha boca, vai… – Falei e de uma vez. Shikamaru gozou dentro da minha boca e logo ele me desamarrou.
– Você com certeza é a mulher da minha vida. – Disse caindo no chão de cansaço.
– E você com certeza é o meu homem. – Respondi e me deitei ao lado dele.
– Espero que possamos repetir mais vezes isso, só que dessa vez eu te quero gemendo na nossa cama. – Falou me puxando para mais um beijo.
– Quem sabe eu não apareça por lá. — Respondi lançando um sorriso safado pra ele e me aninhando em seu peitoral.
TEMARI OFF
(...)
SASUKE ON
Me afastei por um momento da Rose, até que sua companhia é agradável, mas isso não muda o fato da rosada ter nos pego aos beijos, pensando bem pouco me importo.
– Por favor, whisky com duas pedras de gelo. – Falei ao barman.
O rapaz se virou e foi em direção ao bar, suspirei mais uma vez, mesmo que eu não queira tudo me faz lembrar a burrada que tinha feito, eu sabia que tinha que ter ficado quieto no meu apartamento, mas agora também não adiante chorar pelo que aconteceu.
Peguei o copo e em um gole só bebi quase todo o liquido amarelo que tinha no copo.
Massageei minhas têmporas, acho que estou trabalhando demais, a Matsuri e a Shizuka não saem mais da minha sala, até parece que não são arquitetas, tenho que assumir que peguei pesado com a Sakura quando disse que ela não era profissional, pelo menos ela não vivia na minha sala, melhor dizendo ela nem se quer aparecia, até que era lindo ver a careta de brava ou de pidona dela, quando foi que nos dois nos perdemos?
Ouvi o som de uma música (You Drive Me Crazy — Britney Spears), me lembrei automaticamente da Sakura, e sem ao menos perceber meus olhos já procuravam a Haruno, quase engasguei com a bebida com a cena.
Baby, I'm so into you
(Baby, eu estou tão na sua)
You've got that something, what can I do
(Você tem algo, o que eu posso fazer)
Baby, you spin me around, oh
(Baby, você gira ao meu redor)
The earth is moving, but I can't feel the ground
(A Terra está se movendo, mas eu não sinto o chão)
Everytime you look at me
(Toda vez que você olha pra mim)
My heart is jumping, it is easy to see
(Meu coração fica pulando, é tão fácil ver)
Loving you means so much more
(Amar você significa muito mais)
More than anything, I ever felt before
(Mais do que qualquer coisa que eu já senti antes)
– Mas que merda... – Falei olhando ela dançando bem próxima do Akasuna.
Tomei o resto em uma golada só, senti o liquido descer pela minha garganta, mas nem me importei, pedi mais um copo, o que ela está fazendo com ele? Ainda mais dançando agarrada daquele jeito?
Me levantei, sei que a raiva me consumiu, melhor ainda eu odeio o Sasori, será uma boa oportunidade de quebrar aquela cara de otário dele. Dei um sorriso maléfico se ele soubesse que sou faixa preta em jiu-jitsu. Mas que beleza ele não sabe disso.
Me aproximei deles, e o Sai me parou antes mesmo que eu chegasse no “casal feliz”.
– Uchiha fica na sua. – Falou colocando a mão no meu ombro.
Naruto deu um sorriso de canto. – Teme só não vá bater muito nele, afinal não quero meu melhor amigo na cadeia. – Disse me animando a continuar.
Olhei pra eles e franzi o cenho. – Se não for ajudar, faça o favor de não atrapalhar também.
– Lavo minhas mãos, mas depois se a Sakura brigar com você eu não tenho culpa de nada. – Falou Sai
Sorri de canto. – É um favor que eu estou fazendo pra ela.
Naruto tocou a mão no meu punho. — Definitivamente ele está f-u-d-i-d-o. – Falou soletrando a última palavra.
Dei uma gargalhada. – Dobe não imagina o tanto. – Falei e me virei indo em direção à rosada que estava quase beijando o Sasori.
Peguei em seu braço, separando os dois, Sakura se virou e me olhou com cara de surpresa, e Sasori com cara de poucos amigos.
– Fique longe dela Akasuna. – Falei entredentes.
– O que você acha que está fazendo Uchiha? – Me perguntou ela.
– Te livrando de uma roubada. – Respondi indiferente.
Ele soltou uma risada. – Olha só o papai chegou foi? – Comentou irônico.
Meu sangue ferveu, pois odeio ironias. – Eu avisei pra ficar longe dela não foi? – Perguntei
– E se eu não quiser o que vai fazer Uchiha? – Perguntou ele
Sorri de canto. – Acho que você me conhece muito bem pra saber...
– Eu não tenho medo de você, a Sakura não é nada sua, afinal nem isso você conseguiu, como consegue ser sempre o perdedor? – Falou ele dando uma risada de deboche.
Nessa hora não vi mais nada. Parti pra cima dele dando um soco em seu rosto. Segundos depois estamos nós dois no chão levando e dando socos e chutes, envolta de uma aglomeração de pessoas, que não faz nada além de assistir a briga. Em meio a isso escuto a voz do Naruto gritando.
– Vai teme, acaba com ele. Bate, bate, bate! – Falou a ameba loira.
– Sasuke, Sasori parem já com isso. – Falou a Haruno tentando nos separar.
Olhei pra ela e rosnei, a mesma me olhou assustada. No mesmo momento que eu errava um soco ele acertava um chute, Desviando de socos e chutes e tentando dar socos e chutes nossa luta seguia. Sempre equilibrada a medida do possível. Até que ele me acertou um chute na barriga, gemi de dor na hora, mas isso não vai ficar assim, dei uma cabeçada no seu nariz, aonde vi o sangue escorrer.
– Parem já com essa briga, aqui não é o local pra isso. – Falou o segurança enquanto nos separava.
– Mas foi ele quem começou. – Falou o Akasuna apontando o dedo pra mim.
O guarda nos olhou com cara feia. – Eu não perguntei quem foi eu quero os dois pra fora agora. – Falou mostrando a saída.
Olhei de canto de olho, e andei em direção a porta, olhei pra trás e vi que a rosada e o Sasori vinha logo atrás, assim como Sai, Ino e o dobe.
– Você é louco. Mas fique de boa. – Comentou o loiro ficando ao meu lado.
Olhei pra ele e revirei os olhos. – Pena que não pude fazer o que eu queria. – Respondi fechando os punhos.
– Sasuke. – Me chamou a rosada.
Me virei bem a tempo de sentir meu rosto queimar com o seu tapa. Abri os olhos e suspirei por essa eu não esperava.
– Hunf. – Foi a única coisa que eu disse, enquanto massageava meu rosto.
– NUNCA MAIS SE INTROMETA NA MINHA VIDA. VAI SE FERRAR E ME ESQUEÇA. – Falou ofegante.
– Você só pode estar brincando? – Perguntei imaginando minha bochecha vermelha.
Ela soltou uma risada sínica. – Não mesmo, a vida é minha eu faço o que eu quiser dela, então faz igual nos últimos dias, finja que eu não existo, pois vai ser o melhor pra você e pra mim. Ou melhor, vai se atracar com qualquer uma por aí. — Respondeu indo em direção ao Sasori.
Senti meu coração palpitando. Ainda perplexo pelo que ela falou. Eu senti um pouco de magoa na sua voz, ou era apenas coisa da minha cabeça? Sei que ela se referiu a Rose. Revirei os olhos não irei atrás dela, já fiz isso demais.
– Eu falei emo, depois não diga que não te avisei. – Falou Sai passando por mim.
Ino me deu uma olhada. – Você só piorou as coisas Sasuke.
– Relaxa teme, as coisas vão se resolver com o tempo. – Disse Naruto olhando pro céu.
Revirei os olhos e entrei no meu carro, coloquei a cabeça no volante não quero saber de nada e nem de ninguém. Ouvi leves batidas no vidro, olhei e vi a Rose sorrindo pra mim. Suspirei mereço me divertir não?
Abaixei o vidro. – Já saiu sem despedir gato, que coisa feia. – Falou manhosa.
Dei um sorriso de canto. – Me desculpe, eu não te vi... Quer uma carona?
Ela abriu um sorriso enorme, me lembrei da Sakura. – Claro. – Falou dando a volta.
Então ele entrou e fechou a porta. Dei partida no carro e rumei até o endereço que ela me informou, estou vendo que hoje a noite vai ser longa.
(...)
(Segunda-feira de manhã)
Olhei no espelho minha aparência está das piores, barba pra fazer, cabelo pra cortar, mas nem me importo, hoje tenho apenas uma reunião com meu pai, e ainda nem sei o motivo. Eu mereço só pode taquei pedra na cruz? Colei chiclete no pão que Jesus compartilhou com os discípulos?
E ainda por cima meu final de semana não foi muito bom, não sei o que aconteceu comigo, não sou de levar mulher alguma pra cama apenas por levar. Suspirei como sou cafajeste por ter transado com a Rose e simplesmente não dei mais noticia depois de sexta, meu pai não me ensinou a ser assim. Tenho que dar um jeito de encontrar com ela e pedir desculpas. Meu sábado foi tenso assim como meu domingo. Tive que aturar perguntas do Itachi sobre o papelão da balada. Como eu disse o que eu fiz pra merecer isso?
– Minha vida está um porre. Isso mesmo um porre de azar. – Falei arrumando o nó da minha gravata cor de vinho.
Baguncei meu cabelo, peguei meu paletó preto, e minha mochila. Sai do quarto e vi o Paçoca deitado no sofá, ele me viu e abanou o rabo.
– É tô vendo que só você que é fiel a mim. – Falei passando a mão no seu pelo.
Peguei minha chave que estava no balcão e me dirigi até a porta da frente. Olhei pra trás e acenei.
– Até mais tarde amigão.
Não demorou muito e eu já estava no estacionamento da empresa. Parei o carro e desci apertando o alarme logo em seguida.
– Bom dia Shizuka. – Falei entrando em sua sala. – Pode comparecer a sala de reunião daqui a quinze minutos?
– Bom dia Sasuke. Claro estarei lá. – Respondeu com um sorriso encantador.
Caminhei até a minha sala, encontrei o Kakashi no meio do caminho com várias folhas.
– Meu pai já chegou? – Perguntei
Ele arrumou alguns em cima da fileira. – Sim, ele se encontra na sua sala.
Suspirei. – Obrigado até daqui a pouco.
Ele apenas afirmou com a cabeça, e seguiu até a sua sala. Abri a porta da minha com cautela, e vi meu pai tomando café.
– Bom dia pai. – Disse indo até a minha cadeira.
– Bom dia Sasuke. – Falou ainda comendo bolachas de chocolate.
Não entendo o porquê de existir doce... Por que mesmo? Eu não gosto, eu não curto e nem vou mudar de ideia.
– O senhor ainda não me reportou sobre o que se refere essa reunião. – Falei ligando meu notebook.
Ele sorriu, é estranho, ainda mais vindo dele. – Quero falar sobre o projeto do prédio que a Haruno desenhou. – Respondeu
Olhei de canto. – Entendo já está pensando em começar as obras?
– Exato, mas antes preciso ver uma coisa. — Olhei com cara de interrogação. – Nada que você deva se preocupar.
Ouvi leve batidas na porta. – Entre. – Respondi.
– Sasuke, já estão todos na sala, podemos começar a reunião quando quiser. – Falou Kakashi apenas com a cabeça do lado de dentro da minha sala.
– Certo já estamos indo. – Meu pai respondeu.
Me levantei e fui em direção a porta. – Vamos?
Entramos na sala de reunião, me sentei na minha cadeira e meu pai ao meu lado, suspirei vendo que estavam todos na sala.
– Podemos começar? – Perguntei
Meu pai se levantou. – Shizuka pode nos dar licença e se retirar da sala? – Falou ele
Franzi o cenho. – Pai o senhor disse que irá começar as obras, precisamos de uma arquiteta pra supervisionar. – Falei tentando defender a Shizuka.
Meu pai ficou sério. – Eu sei muito bem disso, mas já tenho a minha arquiteta, e não abro mão dela por nada e nem por ninguém. – Falou mais sério ainda.
– Se me dão licença já vou indo. – Respondeu Shizuka um pouco triste.
Tá certo, eu também iria ficar, mas quem será? Meu pai não confia nem na sua sombra, quem dirá em um estranho.
– E quem é seu arquiteto? – Perguntei um pouco curioso, imagino que seja o mais foda do mundo ou coisa parecida.
– Está atrasada senhorita Haruno. – Falou meu pai olhando em direção a porta que a Shizuka acabara de sair.
Olhei quando ele falou o sobrenome da Sakura quase que cai da minha cadeira. Ela estava linda, simplesmente perfeita, roupa social combina com ela. Está usando uma saia cintura alta preta uma regata branca e um casaco preto por cima, com um scarpin da mesma cor que a saia.
– Me perdoem a demora, o transito está horrível. – Falou se sentando ao lado do meu pai.
Meu pai pegou em sua mão. – Que bom que você veio.
Sakura deu um sorriso, mas quando percebeu que eu a olhava fechou a cara no mesmo instante, revirei os olhos.
– Então do que se trata senhor Uchiha? – Perguntou ela olhando meu pai.
– Sakura, eu e Sasuke estávamos falando disso agora pouco. Estou pensando em começar as obras do prédio, e eu preciso de uma arquiteta pra supervisionar, e pensei em você, já que o desenho é seu. – Respondeu de forma fria.
A rosada deixou um sorriso abrir. – Será um prazer. Mas eu também preciso da ajuda de um engenheiro civil, afinal é ele quem assina para começar as obras e assina entradas e saídas de materiais. O senhor já tem alguém em mente? – Perguntou ela.
Meu pai parou um momento pra pensar, só espero que ele coloque alguém cabeça do lado dessa Haruno, vai que ela decide mandar o prédio a ruína. Ei espera no que estou pensando? Se ela é a escolhida do meu pai quer dizer que ela é boa no que faz. Sasuke não deixe a raiva te consumir.
– Sim, você e meu filho Sasuke irão cuidar da obra pra mim, uma combinação perfeita. E outra, confio plenamente em vocês dois. Espero que essa parceria dê certo — Falou ele com a maior calma do mundo.
Nessa hora até engasguei com a água que eu estava tomando. Isso só pode ser brincadeira?
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