As Long As You Love Me

5 #5 - Me aceite como sou


Notas iniciais
Oi, gente! Acabei de terminar, terminei correndo só para poder atualizar.. Espero que gostem ♥ Antes que eu me esqueça, vou dedicar esse capítulo para a Gabi, apenas para lembrá-la de uma coisa que ela sabe bem o que é, e para a Aysha, porque ela vai me matar com o final ♥

#5

Me aceite como sou

Blaine saiu do parque e foi diretamente para a casa de Kurt. Ele iria falar com Burt e resolver essa situação. O moreno era capaz de qualquer coisa para garantir a felicidade de seu Kurt.

Ele tocou a campainha e aguardou alguns minutos, que mais pareciam horas. Ele estava nervoso, suas mãos estavam trêmulas e sua respiração acelerada.

– O que você está fazendo aqui? – Burt perguntou rude, mas esse jeito dele não iria fazer com que Blaine desistisse.

– Eu só quero conversar com você. – Ele disse calmo e Burt abriu mais a porta, desmanchando a ruga de sua testa, dando lugar a uma feição triste e preocupada. Os dois sentaram na sala, um em cada sofá e de frente um para o outro.

– Você tem notícias de Kurt? Eu sei que vocês namoram e tudo o mais e eu quero falar com ele, dizer que sinto muito e que quero ele aqui de volta. Eu amo ele mais que tudo nesse mundo. – Blaine arqueou a sobrancelha esquerda. Aquilo estava sendo fácil demais.

– Eu não namoro com ele. Não mais. Nós terminamos porque ele não quis assumir nosso namoro. – Explicou Blaine. – Ele namora outro garoto e está morando na casa dele. Agora percebo que você ainda se preocupa com ele, o que é ótimo, pois eu não quero ele na casa daquele idiota.

– Você está chorando? – Burt perguntou preocupado.

– Eu não sei se quero falar sobre isso para você. – Ele disse receoso.

– Mas eu quero ouvir. – Burt disse com um pequeno sorriso no rosto.

– Eu amo o seu filho e estar sem ele está me matando lentamente, pois é uma completa tortura. – Blaine permitiu que suas lágrimas caíssem. Ele estava feliz por ter um pouco de Kurt para si, mas aquilo não era o suficiente. Ele queria seu castanho por completo. – Eu quero ele de volta, mas sei que estou longe de conseguir.

– Eu sinto muito. Me sinto culpado. – Blaine riu sem graça.

– Desculpa a honestidade, mas você é o culpado. – Burt esboçou uma tristeza maior ainda em seu rosto.

– Eu quero falar com ele. – Ele disse confiante.

– Eu imagino que sim. Eu posso pedir para que ele venha aqui, então? – Burt assentiu inúmeras vezes e um sorriso brotou em seu rosto.

Blaine saiu da casa de Burt e entrou em seu carro, então percebeu que não estava sozinho.

– Você me seguiu? Como entrou aqui? – Kurt saiu do banco de trás, passando para o da frente.

– Você não trancou o carro, então eu entrei. Conversou com ele? Ele te bateu? Ele perguntou de mim? – Kurt metralhou Blaine com perguntas, fazendo o moreno rir.

– Conversei. Ele não me bateu. Ele perguntou sobre você e quer conversar, quer você de volta e tudo o mais. – Blaine respondeu calmamente.

– Oh, meu Deus. Obrigado, B. Sem você nada disso seria possível. – Kurt deu um beijo rápido em Blaine e saiu do carro, correndo em seguida até a porta da casa.

[...]

– Oh, Kurt. – Burt disse alegre ao abrir novamente a porta e agora encontrar seu filho. Ele puxou Kurt para um abraço forte, cheio de saudade e arrependimento. – Eu senti sua falta, meu pequeno.

– Eu também senti a sua, pai. – Kurt disse tentando secar as lágrimas.

– Me desculpa por tudo. Eu não devia ter dito nada do que eu disse, nem devia ter te expulsado. Eu estava errado e eu me arrependo muito. – Burt disse honesto e abraçou o filho novamente.

– Tudo bem, pai. Já passou. – Kurt disse se soltando do novo abraço.

– Não. Não está tudo bem. Volte para casa, por favor. – Kurt fez um olhar sugestivo, o qual Burt não entendeu.

– Não sei se é uma boa. Você teria que aceitar meu... namorado. – Kurt quase engasgou ao falar a palavra "namorado".

– Sei que não é Blaine, mas serei obrigado a aceitar, então tudo bem. – Kurt deu um pulo histérico e abraçou Burt novamente.

Agora tudo estava se encaixando novamente na vida de Kurt.

[...]

Kurt passara os últimos dias enfurnado dentro de casa organizando suas roupas, as colocando em seus devidos lugares. Blaine o ajudou, já que Sebastian estava ocupado demais para isso.

Aquele dia de aula estava tumultuado. Blaine e Sebastian trocavam olhares de raiva.

Blaine tinha raiva por Kurt namorar alguém tão idiota como Sebastian e Sebastian tinha raiva por pensar que Blaine ainda era mais importante do que ele para Kurt. Mal sabia ele que Blaine realmente era mais importante para Kurt. Mais importante do que qualquer coisa.

O professor de álgebra saiu da sala e a turma ficou animada. Todos saíram de seus lugares e começaram a conversar e só pararam ao ver Sebastian parado em frente a todos.

– Ninguém tem nada de importante hoje à tarde, não é mesmo? – Sebastian perguntou.

– Se o importante que você fala é não ser obrigado a olhar na sua cara, então estou completamente ocupado. – Blaine disse sarcástico, fazendo o outro rir.

– Eu desafio você para um jogo de queimada. – Agora foi a vez de Blaine rir.

– Você faz isso porque sabe que vai ganhar. Você tem tudo para ganhar e isso dá na mesma que eu convidar você para cantar. – Blaine disse óbvio. – Mas mesmo sabendo que vou perder, eu aceito seu desafio. Prefiro perder na coragem do que ser humilhado por ser covarde.

– Ótimo. Todos na quadra após o almoço. – Sebastian disse e voltou ao seu lugar com um sorriso cínico estampado em seu rosto.

Blaine sorriu falso para o outro e focou em fazer seus exercícios. Ele estava ferrado agora. Ele iria praticamente apanhar de Sebastian na frente de todos da escola. Isso era horrível.

Kurt cutucou Blaine e lhe deu um papel dobrado com coisas escritas por dentro.

"Você é maluco? Sebastian é trapaceiro, ele vai fazer de tudo para ganhar e ainda por cima vai machucar você." – Seu amor.

Blaine revirou os olhos e tratou de responder logo.

"Esse é o tipo de cara que você namora. Parabéns por tamanha inteligência." – Seu EX amor.

Ele entregou o papel para Kurt e logo recebeu de volta, então os dois começaram uma pequena conversa, tomando cuidado para que o professor, que recém havia voltado para a sala, não visse.

"Não faça isso, B. Por favor." – Kurt.

"Por que está tão preocupado?" – B.

"Deve ser porque eu TE AMO MUITO." – K.

"Mesmo? Eu duvido disso na maior parte do tempo. E eu odeio nossa relação atual." – B.

"Não seja teimoso. Não faça isso." – Alguém que te ama.

"Vou fazer e ponto final." – Alguém que não liga mais.

Blaine voltou a fazer seus exercícios e daqui a pouco viu Kurt sair correndo da sala com a mão no rosto. Será que ele estava chorando? Blaine pediu permissão para o professor para poder sair da sala e foi atrás de Kurt, o encontrando no banheiro, sentado no chão.

– Me deixa em paz. – Kurt disse rude, se levantando em seguida.

– Eu também amo você. – Kurt parou e o observou. – Eu só queria poder ser o cara que anda por aí exibindo que você é meu. Infelizmente esse cargo é de Sebastian agora. – Blaine deu um soco na parede e Kurt se aproximou dele.

– Você sabe que eu não amo ele. – Blaine revirou os olhos.

– Eu só vou acreditar nisso quando você provar que é verdade. Até lá eu sou apenas aquele que você procura quando quer carinho, já que ele é um idiota, não é mesmo? Talvez se eu te tratar assim você me dê mais valor.

O moreno saiu irritado do banheiro e voltou para a aula, torcendo para que ela acabasse logo.

Após a aula ele almoçou junto com Quinn, que percebeu o quão triste ele estava, mas preferiu não tocar no assunto.

Eles terminaram seus almoços e foram até o ginásio para o "jogo". Não demorou até Sebastian e sua "tropa" chegarem.

[...]

Tudo estava correndo tranquilamente de acordo com a definição de normal, exceto pelo fato de que agora só restavam Blaine e Sebastian em jogo.

Ambos tentavam continuamente acertar um ao outro, mas estava difícil, pois os dois eram rápidos para aquilo. Até que um foi mais rápido.

Sebastian acertou Blaine com tudo. Com toda a força que podia. O moreno começou a sangrar, tanto sua boca quanto seu nariz estavam sangrando. Quinn correu para ajudar o amigo, enquanto Kurt ignorou a cena e foi embora com Sebastian.

Agora o físico de Blaine não estava tão machucado quanto seu coração. Seu rosto tinha conserto, mas seu coração talvez não tivesse.

[...]

– Isso é inaceitável. – Blaine praticamente gritava. – Ele foi embora com aquele imprestável e me deixou sangrando como se eu fosse um nada.

– Você pode reclamar, mas pare de se mexer. Eu preciso fazer esse curativo decentemente. – Quinn falou reclamando e Truk entrou no quarto junto com Cooper.

Blaine morava apenas com Cooper desde que seus pais receberam uma boa oferta de emprego. Eles continuam mantendo contato com Cooper e Blaine, apenas moram em outro lugar.

– Você está bem? – Perguntou Truk e Blaine assentiu lentamente.

– Pronto. – Quinn disse ao terminar o curativo.

– Obrigado. – Blaine disse agradecido.

– Você não devia ter feito aquilo. – Truk disse acariciando o cabelo de Blaine.

– Como eu disse, prefiro perder tentando. – Blaine disse seco.

– Não precisa descontar nele. Ele não tem culpa. – Disse Cooper.

– Vocês não me entendem. – Blaine disse irritado.

– OLHA, EU CANSEI. VOCÊ QUER ELE E ELE NÃO QUER VOCÊ. ISSO NÃO É O SUFICIENTE PARA FAZER VOCÊ SEGUIR EM FRENTE? – Truk gritou, assustando a todos com sua atitude.

– Pensei que estivesse de acordo com isso. – Disse Blaine.

– DIZER PARA TERMOS UM RELACIONAMENTO ABERTO FOI A PIOR BURRICE QUE EU JÁ FIZ. EU NÃO QUERO MAIS NAMORAR COM VOCÊ, OK? EU CANSEI. CANSEI DE ME HUMILHAR PARA ALGUÉM QUE NÃO ESTÁ NEM AÍ PARA O MEU AMOR. EU MEREÇO MAIS DO QUE ISSO. – Truk gritou e saiu do quarto, batendo a porta com força.

– O que deu nele? – Blaine perguntou, recebendo um olhar repreensivo de seu irmão.

– Ele cansou de ser idiota. Você não merece ele. Nunca mereceu. – Cooper disse irritado.

– Eu... meu Deus. – Blaine disse arrependido.

O moreno passou o resto do dia se repreendendo pela burrada que havia feito ao maltratar Truk.

Ele foi até a casa do loiro, tocou a campainha e viu a mãe dele abrir a porta.

– Oi, Blaine. – Ela disse, simpática como sempre.

– Seu filho está? – Blaine perguntou educado. A verdade é que ele estava um pouco nervoso. Ele não era muito bom em pedir desculpas.

– Ele passou o dia inteiro dentro do quarto, mas a porta está aberta. Pode ir falar com ele se quiser. – Blaine agradeceu e foi em direção ao quarto de Truk.

O moreno entrou lentamente e encontrou Truk deitado no meio de inúmeros travesseiros e almofadas.

– Mãe, eu já disse que estou bem. – Truk disse irritado, fazendo com que Blaine risse.

– Não sou sua mãe. – Truk levantou depressa e atirou um travesseiro na direção de Blaine. – Calma. Eu vim aqui para me desculpar.

– Em parte a culpa não é sua. – Blaine negou.

– A culpa é toda minha. Desde o início eu não deveria ter começado a namorar com você sem realmente querer. Eu magoei você desde o princípio e agora eu percebo o quão errado foi isso. Como eu já disse eu realmente gosto de você, mas é um amor de amigo, quase de irmão. – Blaine fez uma pausa e sentou ao lado do seu agora ex. – Eu quero que continuemos com nossa amizade. Eu prometo que vou ajudar você a encontrar uma pessoa que seja para você tão maravilhosa quanto você é para mim.

– E eu vou ajudar você a reconquistar seu amor. – Truk disse animado, sem deixar transparecer a tristeza que estava minutos atrás.

– Ele não me quer mais. Você mesmo disse isso. – Blaine disse frustrado.

– Você precisa falar com ele, sei lá. – Truk disse dando de ombros.

– Palavras não funcionam mais. Eu já tentei. – Truk sorriu mais ainda para o seu agora apenas amigo.

– Então faça o que você faz de melhor. – Blaine o olhou confuso. – Cante!

[...]

Blaine praticamente não dormiu. Em parte por nervosismo e em parte porque ficou conversando com Truk. Os dois se davam muito bem como amigos e estavam felizes com essa nova denominação.

Blaine planejou minunciosamente a música que cantaria e escolheu uma música de uma das bandas preferidas de Kurt: Panic! At The Disco.

As aulas passaram mais rápido que o normal, para a alegria de Blaine. Truk não iria poder ir para o ensaio do coral com Blaine, pois tinha outra aula, mas o desejou sorte.

Blaine estava cada vez mais ansioso e nervoso, mas tudo se tornou raiva ao ver que Kurt não estava sozinho na sala do coral. Sebastian estava ao seu lado.

– Boa tarde! – Sr. Schue disse animado. – Nacionais dentro de duas semanas e o final do ano também está acabando. O que esperam para o ano que vem, que por um acaso é o último da maioria de vocês?

Todos começaram a falar distintas coisas e Blaine apenas encarava Kurt com raiva. Ele estava cheio de graça ao lado de Sebastian e isso estava o corroendo por dentro.

– Blaine! – Sr. Schue quase gritou, tirando Blaine de seus devaneios.

– O que foi? Desculpe, eu estava distraído. – O moreno disse um pouco atrapalhado, arrancando algumas risadas de alguns alunos. – Aliás, por que Sebastian está aqui?

– Eu estou cuidando do que me pertence. – As palavras de Sebastian foram a gota d’água para Blaine.

– Escuta, você pode namorar com Kurt e fazer o que bem entender da sua vida idiota, mas eu não vou permitir que você venha até aqui para estragar o único lugar onde eu posso colocar toda a minha dor para fora sem ser julgado. – Blaine praticamente gritou as últimas palavras e o outro riu. – Fora que o que você chama de seu, não está nem perto de te pertencer.

– Blaine, eu só queria perguntar se você quer cantar agora ou depois, já que havia me pedido. – Sr. Schue disse um pouco receoso.

– Sim, eu quero. Me desculpe pelo tumulto. – Blaine sorriu e falou com a banda, se posicionando com o microfone em frente a todos do New Directions.

A banda começou a tocar a música e ela era mais animada do que o esperado. Todos acharam que Blaine viria com uma música triste, mas ele surpreendeu. A única coisa que continuava óbvia era que aquela música seria para Kurt.

“We've waited so damn long, we're sick and tired (Nós esperamos tanto tempo, estamos doentes e cansados)
I won't leave any doubt or stone unturned
(Eu não vou deixar nenhuma dúvida ou pedra desvirada)
I've got a collar full of chemistry from your company
(Eu tenho um colarinho cheio de química da sua companhia)
So maybe tonight I'll be the libertine
(Então talvez essa noite eu seja o libertino)

Blaine olhava para todos os ali presentes, sem se importar em fixar o olhar em um ou outro integrante do coral. Se ele queria provocar Kurt? Não. Ele queria irritar Sebastian, pois sabia que não importava para onde ele estivesse olhando, Kurt estaria olhando para Blaine. Isso era óbvio.

A ideia do Anderson era mostrar para Sebastian o quão idiota ele estava sendo por pensar que era melhor que ele.

O que de fato ele não era. Nem de longe.

“Oh show me your love, your love, (Me mostre seu amor, seu amor)
Gimme more but it's not enough)
(Me dê mais, mas não é o suficiente)
Show me your love, your love,
(Me mostre seu amor, seu amor)
Before the world catches up
(Antes que o mundo o alcance)

'Cause there's always time for second guesses I don't wanna know (Porque sempre há tempo para se pensar duas vezes, eu não quero saber)
If you're gonna be the death of me, that's how I wanna go
(Se você vai ser minha morte, é assim que eu quero partir)

Blaine continuava a encarar todos ali e todos estavam curtindo sua apresentação, a qual era extremamente simples. Ele apenas improvisava alguns passinhos de dança e se entregava ao máximo em relação à sua voz. Ele sempre era extremamente comprometido com suas performances, por isso sempre era o escolhido para os solos, duetos e para a liderança de performances em grupo.

“You've got it all worked out with so little time (Você tem tudo pronto em tão pouco tempo)
Memories that I'd blackout if you were mine
(Memórias de que você era meu que eu apaguei)
You've got a pocket full of reasons why you're here tonight
(Você tem um bolso repleto de razões pelas quais você está aqui essa noite)
So, baby, tonight just be the death of me
(Então, amor, hoje à noite apenas seja a minha morte)

Ao falar a última frase, Blaine encarou Kurt, que corou instantaneamente, mas não foi de vergonha, e sim de nervosismo.

Sebastian agora encarava a cena com raiva. Mais raiva do que a que sentia por natureza.

Mas nem todas as ameaças que vinham dos olhares de Sebastian foram suficientes para fazer com que o moreno parasse sua apresentação.

Ele se arriscou mais ainda ao puxar Kurt para dançar com ele. Para o azar de Sebastian, Kurt se soltou e dançou alegremente.

Blaine ria maleficamente por dentro. Seu plano havia dado certo.

“Oh show me your love, your love, (Me mostre seu amor, seu amor)
Gimme more but it's not enough)
(Me dê mais, mas não é o suficiente)
Show me your love, your love,
(Me mostre seu amor, seu amor)
Before the world catches up
(Antes que o mundo o alcance)

'Cause there's always time for second guesses I don't wanna know (Porque sempre há tempo para se pensar duas vezes, eu não quero saber)
If you're gonna be the death of me, that's how I wanna go
(Se você vai ser minha morte, é assim que eu quero partir)

Todos aplaudiram Blaine e gritaram de uma forma muito animada. Sebastian transbordava de raiva e Blaine o encarava com um sorriso cínico. A vingança nunca foi tão doce aos olhos do moreno.

Truk entrou na sala e todos os olhares se voltaram a ele, que corou na hora.

– O seu namorado está de olho no meu. – Sebastian disse irritado, fazendo Truk rir.

– Ele não é mais meu namorado. Nós somos apenas amigos. – Sebastian ficou vermelho de raiva. Ele sabia que com Blaine solteiro, suas chances de ter um final feliz ao lado de Kurt estavam ainda menores.

Ao contrário do que todos pensavam, Sebastian apenas saiu da sala do coral, sem mais nada dizer.

[...]

Blaine havia ido dormir cedo, pois se sentia cansado, já que na última noite quase não havia dormido. Ele estava tendo fortes pesadelos e levou um susto ao ouvir um barulho em sua janela.

Antes fosse um ladrão: era Kurt.

– O que está fazendo na minha janela à meia-noite? – Blaine perguntou confuso.

– Sua voz já é sexy, mas quando você acorda... – Blaine corou furiosamente.

– Você não respondeu minha pergunta. – Kurt revirou os olhos e viu Blaine levantar. O moreno estava apenas de cueca, o que deixou Kurt vermelho de vergonha.

– Vim ver o garoto mais lindo do mundo. – Kurt disse se aproximando de Blaine. – Eu não vim aqui para dormir.

Notas finais
Terminei assim, sou do mal? Com certeza, euheuehe. O que acharam? Me deixem saber ♥ Bjo ♥ Música: https://www.youtube.com/watch?v=yZAIEAG6Vgk