As Long As You Love Me

1 As long as you love me - Capítulo único


O pneu da Harley Davidson Classic Heritage cantava alegremente pelo asfalto de uma rua em algum canto de Lima, Ohio. O capacete estava bem posto, mais ainda sim, alguns fios dos cabelos loiros curtos estavam para fora, ricocheteando no ar, o sorriso bem desenhado em seu rosto e os óculos de aviador cobrindo seus olhos davam um ar sensual e ousado para a sua roupa toda trabalhada no coro. Ela vestia uma jaqueta dos Hunters, e quem a via de longe, só pela jaqueta, já era motivo o suficiente para temê-la, agora imagine quando aquela loira falava seu nome? A vontade que as pessoas tinham era de simplesmente sair correndo e nunca mais querer sair de casa por medo de que algo pudesse lhe acontecer. Mas ao contrário do que a maioria pensava, aquela loira era gentil, amorosa, cuidadosa, carinhosa, meiga, ela era simples e completamente diferente do que a sua postura e imagem passava para todas as outras pessoas, e apenas que conhecia ela de perto sabia isso, e as pessoas que sabiam eram felizes por de mais por ela ser assim. “Não exponha suas fraquezas, e o seu inimigo não terá armas ou argumentos para usar contra você.” Esse era a frase preferida dela para qual quer situação, e com certeza era o conselho mais sábio que alguém poderia dar ou receber.

O destino dela havia mudado naquele dia, ao invés de ir para a sua casa e encontrar sua família depois de mais um dia cansativo no escritório, ela estava indo pela rua até a oficina de Finn Hudson, seu antigo colega de colegial que havia ficado preso em Lima, junto com ela e com mais algumas pessoas, mas diferente dele, ela havia ficado em Lima porque fora não preciso não porque não tinha um futuro a esperando lá fora.

Ela estacionou sua moto na frente da oficina e desceu dela elegantemente e tirou seu capacete, deixando o vento arrumar seus curtos fios dourados. O capacete foi deixado em cima do banco da moto, e com um papel em suas mãos ela adentrou a oficia e viu alguns mecânicos trabalhando em alguns carros e outros em algumas motos, arrumando o que era preciso, trocando peças, trocando os pneus carecas por novos trocando o olho, fazendo de tudo para que o cliente saísse feliz dali quando fosse pegar o veículo. Ela deu um aceno para cada cabeça que se virou em sua direção e rumou decidida para o escritório, e ao chegar nos fundos da loja, parou em frente a uma porta que estava escrita com uma caligrafia normal “Finn Hundson.” na parte superior, e logo abaixo com letras separadas estava escrito “gerente geral e administrador” ela riu internamente, aquilo de longe era mentira. Finn não havia frequentado alguma, apenas tinha aquele cargo porque ele herdara a oficina de Burt, que não podia mais cuidar dela por problemas de saúde.

Ela bateu na porta suavemente e uma voz forte veio de dentro dizendo que quem quer que fosse poderia entrar e ela entrou, com toda a postura de um membro da família Fabray. Ela estava com a manga da jaqueta erguida até o cotovelo, isso fazia com que algumas de suas tatuagens ficassem a mostra, assim como um pequeno desenho que se encontrava abaixo de sua orelha do lado direito, aquele desenho era uma estrela dourada, estrela que lembrava e muito a alguém. Finn olhou para a loira a sua frente, ele estava sentado em sua cadeira e se encostou na mesma assim que a loira atirou um envelope de papel pardo sobre a mesa a sua frente e ficou lhe olhando.

_ Não irei assina-lo se é isso que você quer.

_Por Deus Hudson, porque você não torna as coisas mais fácil e simples? É só assinar a porcaria desses papeis.

_Eu ainda a amo Fabray, e ela ainda vai ser minha novamente.

Quinn suspirou, já estava cansada de ter a mesma discussão com Finn uma e outra vez e ele sempre vir com aquela para cima dela. Ela já não acreditava mais nisso, a final, jamais acreditava que ele nutria algum tipo de sentimento perante a pessoa em questão, para ela, ele a via como uma passaporte para fora daquela cidade, um conforto, algo que fosse viável, que o tirasse dali e ainda pudesse satisfaze-lo em todos os sentidos, e pensar nisso, que as coisas eram assim para o grandão fazia Quinn sentir náuseas e ódio ao mesmo tempo. Náuseas por causa do nojo, nojo que ela sentia por ele e ódio porque ele pretendia simplesmente usa-la sem pudor algum, e isso qual quer um podia ver na cara dele quando falavam o nome dela.

_Se a ama tanto porque não a deixa solta? _ Quinn respirou fundo, e se virou para o armário. De olhos fechados, ela continuou a falar. _ Se a ama deixa ela livre, deixe ela lhe escolher de novo, de razões par isso, é como um poeta disse uma vez “Se amas algo deixe-o livre. Se não voltar é porque nunca lhe pertenceu seu, mas se voltar será para sempre seu.”

_Não entendi.

É claro que ele não havia entendido, ele nunca entedia absolutamente nada.

Quinn socou o armário com força, e isso o assustou.

_Ela sempre lhe pediu uma prova de amor. Faça isso por ela. Prove que a ama, deixe-a livre Finn.

Ela se virou para o Hudson e ali ele viu que deveria tomar essa decisão, porque a muito Rachel já não lhe pertencia, na verdade, lá no fundo o garoto sabia que ela nunca havia lhe pertencido, ela sempre fora de Quinn, seu coração sempre fora da loira e o coração de Quinn sempre fora de Rachel, isso qualquer um poderia ver, mas a partida da morena havia mexido com Quinn, havia mudado ela, ela tinha se tornado uma pessoa mais centrada, mais focada, mais destemida, sem medo de viver, vivendo pelo simples prazer.

Ele pegou o papel pardo, que era um e envelope e de lá retirou os papéis, enquanto Quinn estava distraída com algo que se passava em sua mente, ele assinava papel por papel, dando a Rachel toda a sua liberdade de estar com quem ela queira, se ser livre. Assim que assinou os papéis ele colocou-os de novo no envelope e limpou a garganta a fim de chamar a atenção da loira a sua frente. Assim que viro, Finn entregou o envelope para Quinn que por sua vez lhe deu um sorriso fraco e saiu dali. Ela passou com um furacão por dentro da oficina e foi direto para a sua moto, colocando o capacete e o prendendo em seu queixo, logo em seguida pulou sobre o banco da moto e a ligou em um movimento rápido e ágil.

Seu caminho já estava totalmente traçado em sua cabeça e ela o vez rapidamente indo parar algumas ruas longe da oficina em frente a uma casa azul clara com janelas e cercas brancas, com um jardim limpo e bem cuidado. A casa era adorável por fora e provavelmente por dentro também, mas ela não sabia, não por falta de vontade mais sim por falta de oportunidade também.

Quinn tocou a buzina da moto e logo em seguida um homem alto apareceu na porta e ao reconhecer quem era lhe deu um sorriso acolhedor. O homem veio ao seu encontro e convidou-a para entrar, mas ela disse que estava com pressa, que foi apenas ali para entregar os papeis. Rachel chegaria a Lima no dia seguinte, e aqueles papeis deveriam estar em suas mãos, afinal, eram o seu passaporte para a total liberdade.

Quando Rachel chegou em Lime seus pais foram lhe buscar na rodoviária, já que a menina, agora mulher, havia optado por vir de trem, alegando ter mais tempo para pensar em toda a sua vida, como ela era, como ela estava e como ela gostaria que estivesse daqui a algum tempo. No caminho de volta para a casa dos Berry, onde a morena ficaria por cerca de uma semana, seus pais foram atualizando-a de tudo o que acontecera ali desde que a morena havia saído e começado a brilhar em Nova Iorque, foi então que a morena perguntou por Quinn.

_ E ela, como está? _ Seus pais se entreolharam e olharam para ela novamente.

Já estavam em casa, ela estava sentada no sofá, com Leroy ao seu lado direito e Hiram ao lado esquerdo.

_Ela mudou muito querida.

_O quanto ela mudou papai?

_Ela está mais madura._ Hiram interviu antes que seu marido falasse poucas e boas para Rachel._ Ela tem a guarda de Beth e cuida da menina muito bem, está mais segura de si, já não se esconde de mais ninguém, é livre e faz o que bem entende, e apesar de ser completamente independente ela ainda mora na casa dos pais com eles. Eles a intendem agora, Russel agora só quer o bem de sua família depois de quase perde-la por completo.

_Ela ainda está naquela gangue?_ Rachel perguntou com uma certa raiva.

_ Você sabe perfeitamente que aquele era o destino dela Rachel, você sempre soube._ Leroy colocou uma de suas mãos sobre o ombro de Rachel e segurou a mão da menina com a outra, a fim de passar o máximo possível de conforto para ela. _ Ela herdou isso do avó, ela sempre esteve destinada a esse negócio, mas mesmo assim ela foi para a faculdade e se formou em Direito, é advogada e tem um pequeno escritório aqui em Lima. Ela anda a linha, é direita. Você tem que ver como ela é com a menina Beth.

_Não papai, eu não tenho que ver absolutamente nada que tenha a ver com ela. Ela fez a escolha dela e eu fiz a minha, e estou feliz aonde estou, vi aqui para resolver um problema e espero resolve-lo o mais rápido possível, assim poderei descansar mais. Vim para passar um tempo com vocês, não tenho nada que falar com ela.

_Você tem sim querida._ Hiram lhe entregou o envelope de papel pardo.

Assim que Rachel leu o conteúdo do envelope algo quem seu estomago se revirou. Malditas borboletas. Aquele envelope tinha um leve perfume, o perfume de Quinn. Porém os papeis que tinham dentro do envelope fisgou a atenção da morena por completo. Era o seu pedido de divórcio assinado por Finn Hudson na sua famosa caligrafia peculiar. Sim, Rachel agora era uma mulher livre. Ela olhou para seus pais, pedindo a eles qualquer tipo de explicação que fosse, mas ela já sábia quem havia feito aquilo por ela, quem havia lhe deixado livre de um erro que ela havia cometido quando era adolescente, quem havia arrumado aquele erro e deixado tudo mais organizado em sua vida Problema resolvido, agora era só aproveitar seus pais, mas antes de fazer isso, ela precisa agradecer a alguém. Ela olhou para seus pais novamente, um a ponta de um sorriso brincando pelos seus lábios fartos e muito bem desenhados, e logo em seguida seus olhos voaram para o relógio na estante que estava bem a sua frente. 14:50.

_Ela deve estar na praça com Beth, vá lá e tome a sua mulher para si minha estrela.

Rachel não pode conter o sorriso. Não iria tomar Quinn ara si, mas tinha que agradecer a ela por tudo que a loira havia feito por ela, não era certo deixar isso passar em branco, não era certo mesmo. Rachel se lançou porta a fora segurando sua bolsa e quase caiu em uma de suas malas que estavam no vão do corredor que dava para aporta, quase. A morena correu a todo pano para o parque que não ficava muito longe de sua casa, e por sua sorte, os exercícios de treino de respiração que ela fazia por causa das peças lhe ajudaram a não perder o passo e se deixar levar pelo cansaço. Ela parou na entrada do parque e ficou olhando uma mulher loira, com os cabelos curtos, cheia de tatuagens, com um short rasgado, uma bota rasteira e uma caminha branca em gola V que brincava alegremente com uma menininha de vestido rosa com os cabelos cumpridos em cachos irregulares e alegremente soltos. Parecia uma a cópia da outra. E em algum momento a menininha viu Rachel olhando-as e cochichou algo com a mais velha que se virou no mesmo momento com sorriso enorme no rosto. Rachel não aguentou e devolveu o sorriso na mesma intensidade enquanto se aproximava das duas.

Rachel foi recebida por um abraço caloroso de Quinn, e não demorou a retribui-lo, e elas poderiam muito bem ter ficado naquele abraço o dia inteiro se não fosse por Beth ter limpado a garganta atrás de Quinn.

_Mamãe, não vai me apresentar a sua “velha amiga”?_ Beth falou numa perfeita imitação de Quinn com as sobrancelhas arqueadas e batendo o pé no chão como Rachel sempre fazia.

_Beth, meu amor, essa é Rachel Berry, aquela moça dos musicais. Rachel, essa é Elizabeth Fabray, minha filha chata, mimada e fresca._ Disse enquanto bagunçava o cabelo de Beth.

_Mamãe._ Céus, a própria filha estava bronqueando a mãe, não era para ser ao contrário?

Rachel riu abertamente da cena a sua frente e Quinn corou, por Deus, ela havia ficado fodamente fofa qundo estava corada, e isso fazia com que Rachel diminuísse suas barreiras tragicamente e foi ai que ela se lembrou o porque ela estava ali.

_Quinn, preciso falar com você sobre uma coisa._ Ela viu Quinn arquear a sobrancelha e Beth a imitar._ É importante e tem que ser em particular.

Quinn se virou e pediu para que Beth fosse brincar e que logo ela já estava indo para brincar com ela, Beth perguntou se Rachel ia junto, Quinn apenas havia olhado para ela e dito para sua filha que se Rachel quisesse ir ela iria.

_Bem, o que você queria comigo mesmo?

_ Vim lhe agradecer pelo que você fez por mim. _ Rachel olhou para Quinn e sorriu tranquilamente para a loira a sua frente. _ Obrigada por fazer com que Finn assinasse o divórcio, coisa que eu pensava que ia ser muito difícil de acontecer, mas muito obrigado por ter feito isso por mim, serei eternamente grata e se tiver algo que eu possa fazer por você é só me falar, está bem?

Quinn viu ali a oportunidade de fazer o que a tantos anos estava preso em sua mente. Ela circulou a cintura de Rachel com seus braços e a principio a morena estava assustada, mas logo que percebeu o que Quinn queria fazer lhe deu um pequeno sorriso. Quinn aproximou seus lábios dos de Rachel, que envolveu o pescoço de Quinn em suas mãos. A loira roçou seus lábios dos da morena, ambas estavam de olhos fechados, apenas sentindo a respiração uma da outra. Não pode-se dizer exatamente quem começou o beijo, poderia ter sido Quinn, poderia ter sido Rachel, mas foi ambas. Elas no mesmo tempo encostaram por fim seus lábios e iniciaram uma dança sensual com eles. Quinn assumiu o beijo pois não encontrou resistência nenhuma da parte de Rachel. O beijo foi calmo, lento, Quinn percorria a boca toda de Rachel com sua língua enquanto a morena apertava levemente a sua nuca.

Se passou quanto tempo desde que elas estavam se beijando mesmo? Nenhuma das duas sabia ao certo, mas deve ter sido muito tempo, porque enquanto Rachel descansava a cabeça no ombro de Quinn e contornava a tatuagem em forma de estrela da loira, Quinn a abraçava firmemente pela cintura. Rachel estava sentada no colo se Quinn, enquanto a mesma via Beth devorar um sorvete de baunilha esse sujar por inteira. Beth havia quebrado o beijo das duas, depois de limpar a garganta e dizer para sua mãe que estava com fome.

_Quinn ..._ Rachel chamou com a boca colada no pescoço da loira.

_Sim?_ A loira respondeu enquanto limpava a boca de Beth com uma toalha com a mão que estava livre.

_Como vai ser daqui para frente hein? Bem, daqui a uma semana eu terei que voltar para Nova Iorque, não posso simplesmente deixar as minhas coisas para trás e bem, você não irá comigo ...

_Hey, Beth ...._ Quinn chamou a loirinha que logo olhou para elas.

_ Sim mamãe.

_ O que você acha de morar em Nova Iorque pequena?

Rachel não pode deixar de arregalar os olhos, assim como Beth, só que diferente dos olhos da pequena que brilhavam em expectativa e em excitação, os olhos da morena estavam arregalados porque ela estava assustada. Quinn estava mesmo fazendo isso?

_É sério isso mamãe?

_Se a Rachel deixar a gente morar com ela, é sim.

_Deixa tia Rach?_ Beth perguntou enquanto olhava para Rachel, que por sua vez tentou não olhar para os olhos da pequena, mais já era tarde de mais, e droga, o maldito olhar do gato de botas do filme do Shrek estava lá, e a menina estava malditamente fofa.

_Bom teremos que achar um lugar um pouco maior para nós, mas sim, eu deixo vocês virem morar comigo.

Beth estava feliz de mais, ela ia saltitando na frente de Quinn e Rachel pelo caminho até a casa da loira, onde os pais de Rachel estriam, já que foram convidados para um jantar lá já fazia uma semana. Beth foi a primeira a passar pela porta da frente, com um sorriso que lembrava muito o de Rachel, pois era enorme, e eu ainda me pergunto, como aquele sorriso gigantesco poderia caber naquele pequeno e delicado gosto.

_Vovô, Vovó, Tio Hiram, Tio Leroy ... _ A menina gritava pela casa enquanto dançava alegremente pelo corredor até a cozinha, onde todos se encontravam com Rachel e Quinn logo atrás dela de mãos dadas.

_Que foi minha pequena?_ Judy lhe perguntou enquanto olhava de Quinn para Rachel, e de Rachel para Quinn.

_Eu vou morar em Nova Iorque com a mamãe, a tia Rachel deixou a gente morar com ela, mas ela disse que ia ter que achar um lugar um pouco maior e a mamãe falou algo sobre a família aumentar. _ Os olhos da menina exibiam um brilho tão vivo, tão intenso e tão bonito.

_É mesmo?_ Seu avô, Russel Fabray, perguntou com uma sobrancelha arqueada com o olhar em direção a Quinn.

Elas contaram a pequena conversa que tiveram para os ali presente, Beth não parava um minuto se quer por conta de todo o seu entusiasmo com a mudança, ela iria se mudar para a terra dos sonhos. Russel resolveria suas coisas com Quinn mais tarde, naquela mesma noite, mas agora, ele queria apenas ver a felicidade de sua filha estampada em seu rosto.

Russel Fabray havia mudado, por tudo, ele havia mudado. Havia se tornado um homem melhor, tinha aceitado Quinn do jeito que ela era, tinha aceitado Beth com ela, sem nem ao menos saber que naquele momento, quando havia aceitado sua filha e a felicidade dela, sua neta, ele havia aceitado a sua própria felicidade, e desde aquele dia seus dias foram os mais coloridos e iluminados o possível.

Quinn estava no sofá abraçada com Rachel, Beth estava na cozinha ajudando a sua vó e Leroy a limpar a louça, mas isso era apenas um pretexto para comer a sobremesa antes de qualquer outra pessoa naquela casa. Hiram e Russel estavam no escritório e discutiam alguma coisa sobre negócios. As meninas estavam caladas enquanto olhavam um programa qualquer na TV. Quinn fazia carinho nos longos fios morenos de Rachel, enquanto a morena desenha padrões aleatórios no pulso da loira em forma de carinho.

Elas estavam perdidas no próprio mundo e nada mais importava, o amanhã ficaria para amanhã, elas iriam viver um dia de cada vez aproveitado o máximo a companhia uma de outra, e a de Beth é claro.

_ But hey now, you know girl, we both know it's a cruel world, but I will take my chances. As long as you love me, we could be starving, we could be homeless, we could be broke. As long as you love me, I'll be your platinum, I'll be your silver, I'll be your gold. As long as you love me._ Quinn disse baixinho e calmamente no ouvido de Rachel que sorriu abertamente.

É, elas estariam bem, com tanto que elas se amem.

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