Notas iniciais
Eu odeio esse cap, sério mesmo, acho que tá uma bosta :'(

Justin's POV

Olhei pela janela do avião, enquanto ele aterrava, para ver se Hope já estava lá me esperando, e claro, quando o avião aterrou, eu fui o primeiro a sair.

- Justin! — Uma voz conhecida me chamou a atenção, olhei para de onde vinha a voz, e deixei cair a minha bagagem.

- Hope! — Gritei, indo a correr até seu encontro.

Vamos lá dizer que eu estava correndo como um louco, e eu tinha um sorriso tremendo em minha cara, com os olhos brilhando, e eu logo senti uma dor aguda em meu apêndice. Eu disse que corro pouco. Tomei um ar, voltando a correr mais depressa. Hope tina o cabelo em um coque, já era visível. Ela não corria tanto como eu, pois decerto ela estaria de salto alto.

E aí fomos nos aproximando bem rápido, mais rápido, e pude sentir minhas pernas latejarem, a implorar para que eu parasse. Minha respiração entre-cortada, me deixando com a garganta seca e arranhada, me deixando ofegante. Uns 20 metros nos separamos, e aí eu corri como se o mundo fosse acabar, mas depois logo abrandei, vendo que eu podia fazer Hope cair para trás, e eu não queria isso.

Senti nossos corpos embater com força, me fazendo colar nossos lábios depressa, em um beijos rápido, louco e quente. Abracei sua cintura, a trazendo pra mais perto, sentindo minha língua chocar com a dela, me fazendo um arrepio por meu corpo. Peguei nela, começando a rodopia-la no ar, quebrando o beijo. Voltei a pô-la no chão, lhe dando um selinho demorado.

- Justin… — Ela falou, ainda com os olhos brilhando. — Eu te amo.. — Ela disse, e me deu um abraço de urso, que me fez rir de sua reação. Logo ouvimos passos, e olhamos para trás, quebrando o abraço caloroso.

Estavam lá Alfredo, Ryan Good, e Scooter. É, eles teriam de viajar comigo, ficando no hotel… é.

- Hope? — Ela se virou pra mim. — Vou ficar no hotel ou em sua casa?

- Em minha casa, claro. — Ela disse, sorrindo. — Mais especificamente no meu quarto… — Ela disse e trincou o lábios inferior, me fazendo dar um sorriso malicioso. É, ela bem que me provocou com o primeiro telefonema, e olhe que desde aquele dia, que eu comecei ficando pensando nisso todo santo dia. — Minha mãe está preparando um banquete pra você. — Ela disse, assenti. Eu realmente estava com fome.

- Ei, Scoot! — É, eu o chamava assim. — Nos vemos depois, vou ficar em casa de Hope. — Eu disse, e ele logo respondeu com um sorriso torto, me fazendo corar.

- Tá bom, Jay. Nos vemos depois! — Ele disse, e logo Ryan e Alfredo o seguiram. Voltei minha atenção para minha pequena, que tinha a cabeça repousada em meu ombro, olhando pra mim com carinho e amor. Tá bom que eu corei, e lhe dei um selinho demorado e apaixonado, e logo dividi meu casaco enorme, quente e cinzento, com ela, que agradeceu.

Peguei minhas malas de novo e caminhamos até sua casa, conversando sobre como tinham sido nossos dias em que estivemos separados, ou até mesmo cantando algumas músicas minhas. Chegamos a casa dela num instante, onde Prya nos deixou entrar instantaneamente. Olhei para a cozinha, que estava com um bom prato de macarronada e um copo grande, cheio de coca-cola. Senti minha saliva querer sair pra fora de minha boca, mas impedi, passando a língua pelos lábios.

- Uou… isso é pra mim? — Perguntei, Prya assentiu, e logo Hope me fez sentar na cadeira. Ela se sentou do meu lado, me vendo comer que nem um porco, comendo tudo, sem nem ao menos mastigar. Fiquei com bigode de molho, e até com o queixo sujo, digamos que eu mais usei a boca, do que os talheres, literalmente.

Quando acabei de comer, limpei minha boca com o guardanapo ainda limpo, e levei o prato na pia. Prya bem que tentou dizer que ela podia lavar, que eu não precisava fazer isso, mas o esperto aqui tem sempre uma resposta na ponta da língua, e acabei por ser eu a lavar a loiça. Eu já estava habituado, e sempre ajudo as pessoas, eu comi, eu lavo!

Quando acabei de lavar a loiça, senti um par de braços agarrar minha cintura, me fazendo dar um sorriso fofo. Me virei, encarando-a com um olhar apaixonado, e ela sorriu, me deixando fazer cafuné em seu cabelo.

- Queres que eu te ajude a levar as malas para o quarto? — Ela disse, acariciando mina face esquerda, me fazendo roçar minha cara em sua mão, me trazendo reconforto.

- Não é necessário.. — Tentei falar, mas ela me interrompeu.

- Eu ajudo! — Ela disse, saindo do meu abraço quente, e logo pegou nas malas pesadas, que eram duas, em cada mão, levantando as mãos pra cima e subindo as escadas, como que se aquilo não pesasse nada. Corri para trás dela, e logo a apanhei, pegando em uma mala, fazendo-a rir um pouco. Passei minha mão livre por meu cabelo, suado, cheio de gel.

Ela abriu a porta do quarto, pousando a mala lá, e pegando na minha, a abrindo. Eu tinha trazido pouca roupa, umas supras, umas calças, camisas, umas camisolas, uns casacos, e um potinho de gel. É tudo o que um garoto precisa. Acabamos de guardar a roupa num móvel ainda vazio, e guardei minhas supras no canto do quarto. Puxei minhas calças pra cima, porque estavam caindo.

Me virei para a encarar e senti uns lábios macios nos meus. Arqueei as sobrancelhas, surpreso, mas logo correspondi ao beijo. O beijo era calmo, sem pressa, digamos até apaixonado. Mas ao passar do tempo, ele foi ficando mais provocante, quente, e até mais apressado. Quebrei o beijo por falta de ar, e logo dei um sorriso malicioso, vendo Hope me olhar serena, com aqueles olhos quentes, me encararem com malícia. Mordi meu lábio, logo a deitando suavemente na cama.

Dei uma leve mordida em sua face, descendo para o lóbulo de seu ouvido, o trincando de leve, e logo juntei nossos lábios num beijo caloroso. Subi meu corpo, retirando meu casaco cinzento, e logo tomei sua boca novamente, em um beijo de pura malícia. Mordi seu lábio inferior, ouvindo-a arfar baixinho. Arranquei minha camisola depressa, vendo Hope arquear suas costas, me fazendo retirar a sua T-shirt. Ouvi o som de sapatos caírem no chão, então travei um luta com meus pés para retirar minhas supras, e rapidamente consegui.

Retirei seu short devagar, vendo sua calcinha branca, já molhada, me fazendo sorrir que nem um bobo. Aterrei meu rosto em seu peito, ouvindo Hope gemer baixinho. Desapertei os botões de minha calça, logo a retirando rapidamente. Choquei nossas partes intimas, me fazendo dar um gemido abafado, e logo juntei nossos lábios em um demorado selinho, enquanto que com minhas mãos, empurrava seu corpo mais para o centro da cama.

Dessa vez, eu estava sedento de seu corpo, e por isso tudo aconteceu mais rápido, devido a meu membro, que implorava por clemência. Dei uma leve mordida em seu queixo, logo descendo, indo até o fecho frontal de seu sutiã. Num gesto rápido, desapertei-o, me limitando a observar seus belos seios, demasiados grandes para sua idade. Desci meu olhar por seu corpo, vendo suas curvas perfeitas, onde passei os meus dedos gélidos, e logo pousei-os na barra de sua calcinha, vendo Hope descansar a cabeça para trás.

Dei-lhe um beijo calmo, dizendo que eu iria ter cuidado como sempre, que eu não iria ser bruto, transportando assim calma até ela. Desci seu corpo lambendo-o, num acto quase impulsivo, e abocanhei seu seio com delicadeza, dando pequenas mordidas leves de vez em quando, sentindo o quão duros eles ficavam. Com a outra mão, acariciei seu seio esquerdo, a fazendo gemer alto, e logo eu arfei. Fui de encontro com sua face novamente, e logo senti suas mãos gélidas nas minhas, e logo foram parar na barra de minha box preta.

Arfei por entre o beijo, sentindo a box descer por minhas pernas, até devagar demais. Com uma mão, a ajudei a retirar minhas box, ficando apenas de joelhos na cama, e logo retirei minha box calmamente, trazendo meu membro á tona. Olhei para seu rosto, corado, como sempre. Bom, ela já devia saber que meu membro era grande á muito tempo, por causa de minhas fotos semi-nu na internet, que nem sei como eles conseguiram tirar, mas ainda assim, ela engolia em seco, me fazendo dar uma risada nervosa e apaixonada.

- Tu és minha… somente minha… — Repeti enquanto beijava seu colo delicadamente, sentindo meu membro ficar ainda mais excitado, e logo olhei em seus olhos negros, que transmitiam puro amor. Os olhos que eu amo, que eu amarei pra toda minha vida. — Somente minha… — Repeti, subindo meu corpo diante do seu, me fazendo respirar fundo. Peguei num preservativo, e logo o pus em meu membro.

Penetrei-a com cuidado, lentamente, me fazendo gemer baixinho. Desta vez eu iria tentar uma pose nova, uma que nunca tínhamos experimentado. Peguei em seu corpo delicado, ainda no meu, e me sentei na cama, apoiado pela parte de madeira da cama, descansando meu corpo. Pernas esticadas e braços tremendo, a sentei sobre meu membro, enquanto eu continuava apoiado pela parede. Ele entendeu o que eu queria, e começou subindo e descendo seu corpo, em movimentos de vai e vem.

Gemi alto, sentindo meu membro ir até ao fundo se sua virgindade, e eu apenas ouvia os leves gemidos de Hope a partir daí. Ajudei-a com a penetração, subindo meu corpo, causando um prazer imenso em meu membro, e gemi alto, muito alto. Nós estávamos fazendo a penetração devagar, nos dando um imenso prazer, e nós sempre fizemos devagar. Mas e se aumentássemos o ritmo? Até poderia nos proporcionar mais prazer…

Aumentei o ritmo, pegando em sua cintura eu mesmo, e a fazendo movimentar-se mais depressa. As minhas suspeitas estavam correctas, isso estava ficando cada vez melhor. Gemi alto, até demais, e espremi meus olhos fechados, e a única coisa que eu queria era aumentar o ritmo. Senti meu membro ficar cada vez mais sensível, me fazendo gemer mais alto, enquanto Hope gritava de prazer.

Ela rebolou profundamente, e logo depois eu embati nossas partes intimas com força, me fazendo gritar de prazer. Eu estava travando uma batalha comigo mesmo, sobre se aumentar o prazer, o fazer Hope se machucar. Serrei os dentes e espremi meus olhos com mais força, e quase senti meu rosto rasgar com o gemido que soltei. Agarrei em sua cintura, a trazendo pra mais perto, e abocanhei sua seio, enquanto Hope se segurava em meus ombros, chocando nossos corpos com força, e gemendo cheia de prazer. Seus olhos estavam mais escuros que o normal, e isso significava que ela queria mais, muito mais.

Num gesto rápido, quase bruto, a deitei na cama, aumentando as intocadas, que estavam incrivelmente rápidas, me fazendo gemer alto, bem alto. Eu sentia um prazer imenso, e isso emergia em meus gemidos, e nos dela. Santo Deus, eu nunca tinha sentido esse prazer em toda minha vida, tão rápido… tão bom! Aumentei ainda mais a velocidade, vendo que eu mal conseguia respirar com quantos gemidos eu dava. Ouvi um grito de prazer vindo dela, que arranhava minhas costas com força, enquanto que eu ia rápido e fundo, fazendo um prazer imenso imergir.

E aí fiquei viciado na hora, eu queria mais, ainda mais! MAIS! M-A-I-S. Eu tinha medo de a magoar, mas meu corpo respondia por si próprio. Talvez eu tivesse feito mal em deixar isso acontecer. Isso não era sexo… isso já estava passando pra sexo bruto! E poderíamos assustar as pessoas com os gritos que dávamos. Aumentei ainda mais as intocadas, vendo que até meu membro começava latejando.

- J-JUSTIN!! — Ela disse, abri um olho com dificuldade, olhando pra ela, ainda com os dentes serrados. — Pa…pára… PARA! — Ela gritou, e eu soube que eu estava a machucando. Mordei meu lábio inferior com força, e descolei nossos corpos rápido, vendo sua virgindade… que sangrava. Eu fui longe demais… eu não podia ter feito isso.

- Desculpa… oh meu Deus, desculpa, eu não queria machucar você… — Falei, sentindo minhas lágrimas nos olhos. A verdade é que nós já tínhamos ultrapassado o orgasmo, os fomos além disso, nós tivemos múltiplos e múltiplos orgasmos!

- Eu… eu estava gostando… — Ela disse, respirando. — Po… podemos continuar? — Ela disse, fiquei sem reação. Mas o que se estava passando?

- O quê?

- Ainda não estamos… saciados.. — Ela disse, ofegante.

Olhei pra ela com ternura. Eu não queria a machucar novamente, mas eu queria aquilo, tanto ou até mais que ela. Mas não, não mesmo. — Me desculpa… mas eu não posso fazer isso.

Puxei meu cobertor, me cobrindo, desliguei o abajur, que era a única coisa que mantinha o quarto ligado. Ouvi-a suspirar, e logo peguei no sono.

Eu sou um bruto…

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.