Notas iniciais
Não resisti :/ Um super cap!! YAY!

Justin's POV

Meu sorriso se desfez, uma coisa com que eu não iria lidar muito bem? Quê isso…

- Eu… — Ela disse, gaguejando. Ela olhou pra baixo, afastando o olhar do meu. Me aproximei mais do rosto dela.

- Ei, não fica com medo, pode contar. — Eu falei, encorajando-a. Ela deu um pequeno sorriso, afastando nossas faces.

- Eu… eu fui violada, Justin… — Ela disse, lutando contra as lágrimas. Meu sorriso desapareceu, e eu fiquei imóvel como uma pedra. Sem emoções aparecendo.

Eu… eu fui violada, Justin…

Eu… eu fui violada, Justin…

Eu… eu fui violada, Justin…

Eu… eu fui violada, Justin…

Isso não me saía da cabeça.

- O… o quê..? — Foi a única coisa que eu consegui dizer, mas ela não respondeu. Ela estava chorando, e isso doía mais do que qualquer coisa no mundo. A abracei bem forte, apoiando minha mão em sua nuca. Senti meus olhos marejarem.

Quem fez isso, ia pagar-mas… bem caro.

- Quando isso aconteceu? — Perguntei, controlando a fúria, desfazendo o abraço, me sentando ao lado dela.

- Isso… foi muito antes de você ter aparecido.. Eu tinha 14 anos… e você ainda não tinha sido descoberto pelo mundo… umas semanas depois, eu descobri os seus covers no Youtube, e eu me apaixonei de imediato. Depois você se tornou famoso, e, acredite ou não, você foi a única coisa que me fez sorrir durante 2 anos. Depois, eu me libertei, e voltei sendo uma garota normal. — Ela disse, fungando. Dei um leve sorriso.

- Eu não sabia… mas eu quero que saiba, que eu nunca irei magoar você. Nunca. — Eu falei, afastando uma mecha de cabelo de sua face.

- Nunca diga nunca, esqueceu? — Ela disse, rindo. Revirei os olhos.

- Não nesse sentido! — Falei, lhe dando um beijo na cara.

- Justin… — Ela murmurou, já com os olhos brilhando, tal como antes.

- Sim..?

- Me faça sua. — Ela disse, se deitando na cama, fechando os olhos. Meu sorriso desapareceu, e voltou a aparecer numa cara confusa.

- Como assim? — Perguntei, gaguejando. É, ótima altura pra gaguejar.

- Eu te amo Justin. Agora, acabou o tempo pra medos. Eu quero que você faça amor comigo… assim tudo ficará bem. — Ela disse, abrindo os olhos. Dava pra ver que ela sentia medo, muito medo, mas a coragem dela era interminável.

Assenti, apenas. Esse era um momento que palavras não podiam ser ditas, apenas olhares e batidas de corações. Mais nada.

Aproximei meu rosto do seu, lhe dano um leve selinho na ponta dos lábios carnudos que ela tinha, que eram rosados, e que eu amava roçar nos meus, desci minha boca até seu pescoço, dando leves chupões e mordidas, com beijinhos demorados.

Subi para a sua face, que estava fria, e minha boca quente, fazendo contacto com sua face, dando um arrepio. Dei leves mordidas e certos beijos, apenas para a acalmar. Dei leves mordidas em seu ouvido, passando a língua nas marcas, fazendo-a estremecer. Me apoiei pelas mãos, por cima dela, meu colar estava caindo em seu peito, e podia se ver a distancia dos nossos corpos.

Juntei nossas testas, levando minhas mãos á barra de sua camisa azul com ursinhos, fazendo-a arquear as costas, me permitindo retira-la. Ela arfou de leve, com o seu corpo tremendo. Dei um leve suspiro, tentando me acalmar. Inverti as posições a deixando por cima. Ela ficou com um ar desorientado, olhando pra tudo, menos pra meus olhos. Ela se sentou quase em cima de meu membro, me fazendo arfar. Juntei nossas testas, me apoiando com os braços esticados pra trás, para conseguir ao menos, faze-la olhar pra meus olhos.

- Não tenha medo… — Eu disse, lhe dando um selinho. Ela assentiu, levando as mãos ao meu casaco, o tirando. O casaco, que agora não estava mais molhado, e depois, ela tirou minha camisa branca. Inverti as posições novamente, a deixando por baixo.

Me 'deitei' por cima dela, seguindo minhas mãos até seus calções de dormir, fazendo-a arquear a cintura, me deixando retira-los. Subi meu corpo até o seu novamente, lhe dando um beijo profundo. Ela passou as mão por meu tronco nu, as deslizando até o fecho de minhas calças pretas, as retirando com cautela. Me sentei de joelhos, retirando o resto da minha calça. Me sobrepus sobre ela, beijando-a, decorando cada canto de sua boca, me lembrando de quando a vi pela primeira vez.

Ela parecia tão desprotegida, como uma boneca de porcelana que podia quebrar a qualquer momento, me dando o dever de a proteger.

Parei o beijo, vendo o fecho frontal do sutiã de Hope, que era branco, com renda preta. O desapertei calmamente, ouvindo um suspiro de Hope invadir meus ouvidos, me deixando mais excitado.

Hope puxava meu cabelo á medida que eu dava pequenas locuções em seu mamilo, e com a outra mão, apalpava seu outro seio. Ela gemia baixinho, me fazendo feliz por conseguir proporcionar prazer e não dor. De vez em quando, eu dava leves mordidas em seu mamilo, logo partindo para o outro, jogando de troca-troca.

Desci meu corpo pelo seu, dando leves mordidas e pequenas lambidas por seu corpo, tentando me recordar da textura de sua pele para sempre. Contornei o umbigo com minha língua, deixando um suspiro mais alto escapar de Hope. Num movimento calmo, e com muita paciência, retirei sua calcinha rosa suavemente, deixando assim Hope ficar com o rosto corado, fazendo-me dar uma risada nasalada.

Dei pequenos beijos e chupões em sua vulva, deixando gemer mais alto, nessa altura, suor escapava de meu rosto, enquanto ela agarrava os lençóis com força, gemendo.

Continuei dando lambidelas em sua virgindade, chegando até a me dar cãibras na língua. Segurei suas pernas com minhas mãos, me dando mais espaço para a satisfazer. Olhei de soslaio pra ela, que estava gemendo e roendo as unhas, me fazendo dar uma leve gargalhada.

Cheguei meu rosto mais perto do seu, lhe dando um leve selinho, trocando o sabor de sua virgindade com ela, dando uns pequenos amaços na sua língua, fazendo-a arfar.

As pessoas dizem que sexo sempre fica melhor quando os dois estão apaixonados. Sendo assim, comecei com a maior sorte do mundo. Pois eu estava perdidamente apaixonado por essa criatura magnifica, que roubou o meu coração, e nunca mais mo devolveu. Ela levou suas mãos, que tremiam, á barra da minha box, a descendo, fazendo meu membro vir á tona, já ereto. Ela deu um meio sorriso, passando a língua pelos lábios.

- Isso ainda é maior do que nós beliebers pensávamos… — Ela disse, sorrindo. — Isso deve ser a maior do mundo… — Ela disse, rindo. Dei uma risada nasalada, dando-lhe uma leve mordida no lábio inferior.

- Mas você é a única com permissão para a ver… — Eu disse no seu ouvindo, fazendo-a tremer. — Sempre que quiser…

Ela me deu um beijo provocante, me fazendo passar a mãos pelos seus cabelos, suados. Me afastei dela novamente, observando seu corpo, com curvas perfeitas, fazendo-a me olhar com os lábios trincados por seus próprios dentes.

- Você é linda… — Eu disse, olhando, com um olhar apaixonado por seu corpo, ela sorriu, com o rosto levemente corado.

- Tem preservativos? — Ela disse, mexendo seu dedo em minha barriga definida, sentindo-se a maior sortuda do planeta por ter a sorte que mais nenhuma belieber teve.

- tenho sim… — Falei, buscando algo na bolsa do meu casaco. Eu sempre andei preparado, ainda mais se Dakota me drogasse novamente, eu iria morrer se ela engravidasse. Mas por outro lado, se Hope quisesse, eu usaria, e… aproveitaria.

Peguei no preservativo, o inserindo em meu membro, olhei nos olhos de Hope, que estavam mais claros, transmitindo desejo e medo, decerto, ela estaria tendo uma batalha interna, tentando se esquecer do seu passado. Me aproximei dela, suavemente, descansando minha cabeça na curva de seu pescoço.

- Se doer, me avisa, ok? — Falei, ouvindo um 'uh uh' de Hope.

Lentamente, penetrei-a, fazendo-a gemer, e dar um gemido de dor.

- Me desculpa, te magoei? — Perguntei, preocupado. Ela deu um leve sorriso, me dando um selinho de seguida.

Entendi isso como um 'não' e sorri. Descansei meu rosto em seu peito, enquanto continuava a penetrando, gemendo baixinho.

Deixei meu membro até a ponta da sua virgindade, fazendo-nos gemer, proporcionando o maior prazer que eu tinha sentido em toda a minha vida. Dei pequenas intocadas, arfando, deixando o suor escorrer por nossos copos nus e quentes. Vez ou outra, eu ou ela soltávamos um gemido alto, rouca, que podia acordar qualquer um se estivéssemos num prédio.

As intocadas foram ficando cada vez mas prazerosas e rápidas, fazendo Hope arquear ainda mais as pernas, nos proporcionado prazer eterno, ao que todos chamam, a primeira vez.

Selei nossas bocas em um beijo, ouvindo pequenos sons saírem de nossas bocas, mas o beijo os silenciava, deixando escorrer saliva por nossas bocas, num ato desesperado, eu limpei de seguida.

'Colei' meus dentes com força, tentando aliviar todos aqueles turbilhões de sentimentos que estava sentindo, ficando ainda mais excitado, ouvindo os gemidos de Hope, que lutava pra nenhum sair de sua boca, porém, em vão.

Ouvi um som gutural sair de minha boca, o maior gemido que tinha ouvido, era meu, bem meu, me deixando ainda mais nervoso e envergonhado com a situação. Hope deu uma risada nasalada, percebendo que ela estava fazendo o seu trabalho muitíssimo bem, até demais…

As intocadas foram aumentando, e eu não sabia descrever o que estava sentindo, o calor que estava sentindo, não sabia de nada. Nada. Fiquei completamente desorientado, e me lembrei de quando disse que a amava pela primeira vez. Soltei um gemido, um gemido misturado com uma gargalhada, que fez Hope soltar um ainda maior. Inverti as posições, parando por um estante, mas meu membro continuava bem dentro dela.

Eu estava sob seu controle, descansei minha cabeça para trás, sentindo-a a fazer movimentos circulares dobre meu membro. Nós ainda não estávamos satisfeitos, e ainda demoraria. Levei minhas mão ao seu bumbum, apertando-o um pouco, fazendo-a deitar por cima de mim. Comecei dando intocadas novamente, desta vez, um pouco mais rápidas. Hope deu um gemido de surpresa, bem alto, que me fez excitar ainda mais.

Enquanto ela me ajudava a se posicionar, eu dava pequenas locuções em seu mamilo, fazendo-a gemer e arfar ao mesmo tempo, e eu sentia que estava-a levando á loucura. Soltei seu mamilo por segundos, dando um gemido alto, me surpreendendo a mim mesmo, nunca pensei que fazer amor fosse assim tão bom. Pensei que doesse…

Mas afinal de contas, só dói se não querermos. Mas nós os dois queríamos, e muito! Juntei nossas bocas em um beijo profundo, calando muitos gemidos que estávamos soltando. Essa era a melhor noite da minha vida. E concerteza, já tinha passado da meia-noite á minutos atrás.

Paramos por um bocado, respirando, mas ainda não estávamos fartos. Não mesmo. Hope se levantou de meu membro, fazendo uma pose de gato á minha frente. Ela estava compreendendo aquilo, muito bem. Aproximei minha boca da sua virgindade, deixando um bocado de saliva ali ficar, para que a penetração corresse melhor e ficasse ainda mais prazerosa. Me apoiei apenas de joelhos na cama de dois que ela tinha, com um colchão roxo. Olhei para as paredes brancas, com partes de madeira como decoração, me fixando em Hope novamente.

A penetrei calmamente, começando dando fortes intocadas, indo até ao fundo e voltar. Puxei um pouco de cabelo de Hope para mim, sem fazer muita força, só pra o suor dela cair, e ela se aguentar melhor. Levei minha outra mão á sua cintura, ouvindo nossos gemidos. Ficamos assim durante uns bons minutos, mergulhando nessa piscina de prazer. Senti meu membro amolecer, eu já estava chegando no final. Continuamos com uma série de gemidos, e eu, muitas vezes, dava pequenos beijos em sua cintura, tornando o momento mais especial.

Vi um liquido viscoso sair de sua virgindade, minha pequena tinha chegado ao orgasmo, e nossos gemidos diminuírem, como eu explico… em vez de ser: OW!! Era mais: Oow… ow…

Senti um liquido escorrer, agora do meu membro, retirei-o depressa, retirando o preservativo logo de seguida. Por descuido meu, o sémen de lá caiu na maioria no colchão de Hope, fazendo uma grande mancha branca. Sorri envergonhado, quando Hope se vira, deitada na cama, com o corpo todo aberto, arfando. Ela passava sua mão em sua virgindade, como que se a preservasse para sempre, ri com a cena, dando um leve beijinho em sua virgindade.

- Eu te amo… — Falei, puxando Hope pra minha beira. Nos cobrimos debaixo do cobertor, de conchinha. Olhei discretamente para o relógio em cima do criado-mudo. Marcava 01:43. Um tempo muito bom…

Senti meus olhos pesarem, e então eu adormeci.

Hope's POV

Cocei meus olhos, ainda ouvindo alguém bater na porta. Olhei para Justin, que ainda dormia, com o cabelo lhe caindo sobre a testa e um meio sorriso nos lábios, dormindo que nem um anjo. Lhe dei um beijo na bochecha, me levantando.

Um sorriso envergonhado tomou conta do meu rosto quando reparei que eu estava completamente nua. Olhe para as roupas espalhadas no chão, pegando num cobertor em cima do puff, que estava á frente da secretária, com o meu PC.

Embrulhei-me no cobertor, puxando uma toalha pra fora da gaveta da casa de banho para enrolar no cabelo. Caminhei até a porta, a abrindo só um pouco, pra ninguém ver Justin ali.

- Filha, o café está pronto. Se despache, tá bom? — Prya disse, com uma bolacha Palmier na mão. Assenti, fechando a porta de novo. Me livrei das toalhas, me deixando ficar nua na mesma. Passei minhas mãos pelo rosto angelical de Jus, que dormia.

- Ei Justin, acorda! — Eu chamei, rindo. Segundos depois, ele acordou, espremendo os olhos. Olhou pra mim de seguida, com os olhos perplexos. Ficou assim por cinco segundos, até dar uma risada maliciosa. Corei um pouco, pondo uma mecha de meu cabelo para trás. — Você tem que ir embora, Jus…- Eu falei, lhe dando um selinho.

- Tá bom, te amo… — Ele disse, saindo da cama. Ele estava nu, como eu, mas o seu corpo ainda estava suado, talvez por ter feito mais esforço que eu na… noite passada, é.

Ele pegou na sua roupa, a vestindo rapidamente, eu fiz o mesmo. Quando acabamos de nos vestir, eu abri a janela, deixando Justin sair. Nós estávamos cm pressa, muita pressa, eu tinha destrancado a porta e Prya poderia aparecer a qualquer momento.

- Eu passo por seu hotel, ok?

- Casa, tou de férias. A gente de vê! — Ele me corrigiu, me dando um selinho de seguida. Vi-o correr através daquelas ervas, e apanhando um táxi logo ali. Suspirei baixinho, como uma idiota apaixonada. Fechei a janela, indo para a casa de banho. Penteei meu cabelo, que estava bem tenso, mesmo. Lavei meu rosto e desci, vendo um 'banquete' todo preparado.

Me sentei no meu lugar na mesa, tomando meu café e ingerindo minhas bolachas Palmier.

- Alguém esteve aqui em casa ontem? — Prya perguntou, tomando seu chá.

- Como assim, mamãe?

- Ontem ouvi certas coisas… era você?

- Não mãe, porquê? O que ouviu? — Menti descaradamente, tentando não olhar nos seus olhos. Eu até que estava me divertindo por dentro…

- Nada, é como vi sua porta trancada…

- Isso foi porque eu estava… sem sono, e se você entrasse provavelmente me tiraria o sono todo, foi isso.

- Ah tá… — Ela disse, comendo seu pão com manteiga novamente. Dei um pequeno suspiro, sem que ela ouvisse.

(…)

Esperei dois minutos, vendo a paisagem dali e os carros passando, quando o barulho da porta abrindo me despertou. Olhei pra Pattie, um meio acanhada.

- Oi Pattie! — Eu a cumprimentei, lhe dando um abraço de urso. Tudo o que eu queria dizer era: "Obrigada por criar a perfeição!" Mas não dava, né?

- Oi querida, tudo bem? — Ela disse, retribuindo o abraço de urso.

- Sim, Justin está?

- Está sim, está no quarto!

- Obrigada. — Disse e logo entrei, caminhando pelas escadas, chegando sem eu quarto segundos depois. Dei duas leves batidas, e a porta se abriu quase que no mesmo segundo.

- Faith! — Ele disse, tá, tá, já vi que você prefere esse nome, agora me deixa respirar! — Quer dizer… Hope.

- Você pode me tratar por Faith se quiser Jus.. — Falei, lhe dando um beijo de esquimó. — Você ganhou esse direito ontem… — Eu disse me relembrando da noite de ontem, uma noite que de certeza nenhum de nós iria esquecer.

- uh… Você adorou, né? — Ele perguntou com o rosto vermelho, o que eu achei completamente fofo!

- Eu amei isso Justin, você foi… especial. Me fez deixar de ter medo de pénis e agora eu só consigo pensar no quão fundo você foi! — Eu disse, deixando-o super vermelho. Dei uma risada nasalada. — Tou gozando, eu só me lembro do quão eu amo você, idiota…

- Eu te amo ainda mais!

- Tem certeza? — Perguntei com uma voz ameaçadora, ele assentiu de olhinhos fechados, como que se tivesse a certeza. Dei uma gargalhada travessa, selando nossos lábios em um beijo quente.

Ele apertou minha cintura, me fazendo saltar para cima dele. É, você deve tar pensando: Como ela é tarada! Mas olhe aí, é meu Boyfriend.

Ele me puxou para dentro do quarto, fechando a porta de seguida. Ele me prensou contra a parede, me fazendo arfar. Os seus braços estavam em todo o lado, me deixando louca, eu tinha sede dele, e eu queria que ele fosse meu pra sempre.

Pra sempre.

Uhm.. essa palavra ainda significa pouco para o tempo que eu quero estar com Justin. Eu amo-o com todo o meu coração, entende… E esse sentimento é lindo…

- Ou! Eu ainda tô cansada de ontem, lembra? — ironizei, voltando a ter s pés no chão.

- Você que começou! — Justin disse, levantando as mãos em sinal de rendição.

- Quer ver algum filme? — Perguntei, o abraçando de lado.

- Porque não…?

E então ele escolheu um filme: "Como treinar o seu dragão", para vermos. Chorei durante o filme, tal como todas as outras 555646895628 vezes que o tinha visto. Nada de mais, eu só que amo esse filme! Justin ficou fazendo piadinha dizendo que eu era sentimental pra porra, que chorar era o meu hobbie e eu acabei lhe dando um murro 'no sitio' dele. Não fiz força, só alcancei velocidade, e isso chegou para o fazer gemer de dor.

- Você tá bem? — Perguntei, segurando o riso. Ele se atirou contra mim, me fazendo cair na cama, ela começou fazendo peso em seu corpo, me dando até dificuldade em respirar.

- Ataque de cócegas! — Ele disse, começando a me fazer cócegas por todo o corpo, e eu, como sempre, ria descontroladamente, fazendo-o rir. Nós estávamos sendo um casal de idiotas apaixonados, que queriam passar o tempo um com o outro, nada mais que isso.

Acabamos pegando no sono, ele por cima de mim. Mas olhe, eu adormeci com o cheiro dele, e qualquer Belieber sabe a importância do cheiro dele.

E ele cheira tão bem que até dói…

(…)

Eu estava quase quase a chegar em casa, quando oiço o meu Ipad tocar, do uma olhadela no ecrã, e só me apetece dar um murro na cara dessa garota, sério.

Atendi o celular com pouca paciência, eu tinha que enfrentar isso.

- Oi Dakota, como você vai?

- Vou bem. Eu não acredito que você acreditou no Bieber, porra!

- uh? Ah tá, eu nem acredito que acreditei em você, liar!

- Eu tô dizendo a verdade!

- Você é só mais uma prostituta que anda aí e gosta! Agora você vai ouvir algumas verdades, sim? Muito bem, menina. Eu sei quem mente e quem não mente! O Justin não mentiu não, querida, eu vi nos olhos dele, e agora, se dá licença, eu vou voltar pra casa. — Falei pausadamente, pra que ela ouvisse tudo. Desliguei a chamada na cara dela, mesmo. Quem ela pensa que é?

Abri a porta de casa, que Justin está pagando. Ele alugou só pra mim e pra minha mãe e Alexa dorme aqui também, me diga, ele é ou não é fofo?? Pois bem, ele é o garoto mais fofo do mundo!

Adentrei em casa, fechando a porta rapidamente. Tirei meu casaco o pendurando e me dirigi á sala de estar. Lá encontro Prya e Alexa conversando sobre coisas íntimas, sobre langeries, garotos, relações sexuais…

Enfim, as coisas que tinham descrito minha noite passada, e não se esqueça que elas não sabem! Nem vão saber… tá, talvez sim, talvez não.

- Oi. — Falei, me sentando no sofá, Alexa me notou e me olhou com uma cara surpresa, parecendo que ia acreditar de alegria.

- VOCÊ FEZ AMOR COM JUSTIN, NÃO FOI??? — Ela perguntou gritando. Minha mãe deveria ter dito pra ela as coisas que ela tinha ouvido. Engoli em seco, dando uma risada nervosa.

- Bem… sim… — Eu disse, nervosa por estar falando aquilo, afinal… Eu tinha medo disso, né?

- Me conte como foi, filha! — Mãe, você também?

- Conta! — Alexa disse, me despertando de devaneios.

- Tá… ele… chegou em minha casa e… fizemos, é. — Eu disse e eles fecharam a cara. — Tá bom, tá bom… ele entrou na minha janela e depois começamos conversando… a conversa deu que lhe falei sobre eu ter sido… violada, é… — Falei, minha mãe assentiu e Alexa ficou com uma boca num 'O'… pois, ela nem sabia! — E depois ele disse que se fosse para nós fazermos ele não me magoaria, e então… eu me rendi. E depois ele fez tudo com muita calma e eu… tive uma noite cheia de prazer! Agora se me dão licença! — Falei, me levantando para ir pra o meu quarto.

Bati nas escadas de madeira com força, mostrando que eu não estava á vontade ao falar daquilo. Fui no banheiro primeiro, pois eu me tinha esquecido de uma coisa… o lençol com esperma do Justin. É, eu tive de por pra lavar lá. Saí do banheiro, descendo as escadas acanhada. Me dirigi ao meu quarto, que era lá no fundo. Quando lá cheguei, tranquei a porta, e fiz a minha cama. Me lembrei da noite passada, já se tinha passado um dia, estava escurecendo.

Me lancei na cama com tudo, ligando meu MP3, ouvindo as músicas do novo álbum 'Believe'. Agora só, eu vou dizer como a minha vida está. Eu estou no paraíso, estou namorando o amor da minha vida, o rapaz que construiu os blocos dos meus sonhos, e, antes, eu achava que eu nunca o ia conhecer. Me enganei. Eu estou o namorando, e eu sei o quantas garotas dariam pra estar no meu lugar. O melhor é que eu era e sou uma dessas garotas, eu sinto que fui abençoada com isto. E sei que se algum dia, o Justin me odiar, eu não conseguirei viver mais.

Começou dando a música 'Believe', me deixando com lágrimas no olhos. Aquela música, tinha sido feita pra mim e pras minhas 'irmãs'. E não sabe o que eu chorei quando eu ouvi essa música pela primeira vez. Eu sempre amei Justin, sempre. E agora, ele me amar… é surreal.

Ouvi leves batidas na porta. Me levantei, vendo minha mãe adentrar me meu quarto.

- Tudo bem? — Ela perguntou, assenti. — Não vai jantar?

- Não tenho fome, obrigado mamãe… — Eu disse, ela assentiu e saiu de meu quarto. Me deitei na cama, ouvindo alguém bater na minha janela.

Justin.

Caminhei até lá, vendo-o outra vez com aquele sorriso bobo de ontem á noite. Dei um leve sorriso, convidando-o a entrar.

- Posso?

- Á vontade. — Exclamei, me desaproximando da janela. Ele entrou em meu quarto, tendo cuidado pra não cair. Ele tinha uma camisa branca de manga curta, e eu me perguntava se ele tinha frio ou não.

Ele chegou em mim e me deu um selinho demorado, fazendo com que os meus lábios ficassem molhados e os meus pelos se eriçassem. Levei minhas mãos no seu cabelo, enquanto ele se afastava de mim, olhando bem fundo nos meus olhos

- Eu sou o garoto mais sortudo do mundo. — Ele disse, colando nossas testas. Olhei bem fundo nos seus olhos, e acredite, ele era romântico até dizer chega. O meu quarto apenas estava iluminado pelo pequeno candeeiro em cima do criado-mudo, e tinha uma luz alaranjada, não muito forte.

Silenciosamente, ele se ajoelhou em minha frente, tirando uma caixa do bola das suas calças. Meu coração faltou uma batida, e levei minhas mãos á boca, eu não estava acreditando…

- Faith Hope Tays… você gostaria de ser minha namorada? — Ele perguntou com os olhos brilhando e aquele meio-sorriso lindo, que me fez deitar mais lágrimas pra fora. Enxuguei-as rápido, assentindo com a cabeça rapidamente. Eu lhe entreguei minha mão direita, e ele logo enfiou um anel no meu dedo, que continha um rubi lindo no meio. Ele se levantou, e eu nem esperei para lhe dar um beijo apaixonado.

Ele retribuiu o beijo, pedindo passagem, que logo cedi. Ele agarrou minha cintura, me puxando mais perto, fazendo-me sentir o calor de seu corpo e o seu inebriante cheiro.

- Eu te amo, Faith… — Ele disse, me dando um selinho rápido.

- Também te amo, Jus… — E assim juntei nossas testas. Eu já não tinha mais lágrimas pra chorar, de alegria. Eu realmente o amava, e isso era tão lindo, que eu desejei que ele fosse o rapaz mais abençoado do mundo, e que esse sentimento nunca deixasse de existir.

E então, ele se despediu, saindo pela janela novamente, com um pequeno beijo de despedida. Ele tinha os olhos brilhando, como se fosse chorar a qualquer momento, e eu sabia que ele não queria chorar na minha frente. Mesmo se já não fosse a primeira vez. Fechei a janela, suspirando de alegria. Olhei o meu anel pela segunda vez, e acredite que eu era a garota mais felizarda na história do universo.

Notas finais
Seqço ^o^!!!