As Long As You Love Me
32 Just a secret
Notas iniciais
Vos amo muito mesmo :3
Justin's POV
"(…) It's time to wake up, don't you think? I guess you're sleppy in you bed, you want do kill like how you love P!nk, But I will kill you first if you go to my shed… Madamme Fluttershy.(…)"
Estiquei minha mão até meu celular, que esteva despertando. Ok, eu admito. Isso não é ninguém cantando, tão pouco uma música. Sou eu falando coisas gritando para me acordar, e sei que é ridículo.
Me levantei da cama em um pulo, tomei um duche rápido e vestindo uma camisa xadrez azul e branca, com uns calções de tropa e uns All-stars pretos. Deixei o meu cabelo como tinha quando acordei — despenteado, caindo sobre a testa — e peguei a chave de minha Ferrari California. É, aquele carro — carrão — com que eu tive um acidente uma vez, lembra?
Desci as escadas, entrando na despensa de minha casa e encontrando lá a porta que nos leva á garagem. Haviam duas garagens: A minha e a de minha mãe. Fui na minha, e vi todos os meu carros limpos e brilhando. Meu Fisker Karma, Range Rover, Cadillac CTV-S, Porshe 911 Turbo, Ferrari 430 e meu Ferrari California. Adentrei no carro, ligando o motor, esperando para ele aquecer. Quando aqueceu, dei ré, no comando abri a garagem e saí.
Acelerei um pouco, mudando de direção dando até certa esquina, encontrando uma casa grande e branca, dirigi até mais na frente e mudei a direção, voltando para uma casa branco com efeitos de tijolo. A casa de Hope. Toquei na buzina enfrente á sua casa, esperando ela sair. Dois minutos depois, ela abriu a porta, acompanhada por Alex e Prya. Dei um sorriso caloroso, buzinando mais uma vez. Hope correu até mim, com uma expressão surpresa e incrédula.
– Justin, o que você está fazendo? — Ela perguntou, rindo, de nervosismo, é.
– Pensei que poderíamos dar uma volta na minha Ferrari California, não?
– Ahm… tudo bem. — Ela disse, dando um 'Tchau' pra Alexa e Prya e logo entrando no carro. Dei partida no carro, mudando de quarteirão rapidamente. Levei minha mão ao rádio, ainda com os olhos na estrada, o ligando. Mudei de canal para onde estava a dar: 'Justin Bieber: Boyfriend.'
Hope deu uma gargalhada imensa, pensando o quão metido eu era. Comecei cantando a canção junto comigo… — isso suou estranho — com a voz mais fina, fazendo Hope rir, e logo ela me acompanhou cantando-a. Depois a música mudou, fiz beicinho, mas logo comecei rindo outra vez.
– Hey, I just meet you, and this is crazy! But here's my number… so call me, maybe? — Hope cantou, fazendo movimentos com a cintura, rebolando. Olhei de soslaio pra ela, que se divertia. A música mudou mais uma vez, mudando para uma bem calma… até demais. Continuei dirigindo o carro, já estávamos bem longe. Ninguém nos seguia, e estávamos numa rua deserta.
– Pra onde estamos indo? — Hope perguntou, ainda olhando pela janela. Desviei meu olhar da estrada por dois segundos, olhando para ela.
– Você já vai descobrir… — Eu disse, olhando para a estrada novamente. Cinco minutos depois, chegamos numa praia isolada, totalmente deserta. Não havia mais ninguém a não ser nós. Haviam palmeiras bem verdes, e haviam muitas. A areia era branca, grisalha, e o mar azul como o céu, enquanto haviam rochas na areia.
Saí do carro, abri a sua porta para ela sorrir. Ela se levantou, olhando ao redor.
– Onde estamos?
– Ninguém sabe daqui… apenas eu. — Eu disse, me recordando das tardes que eu passava aqui sozinho, sem ninguém para me chatear. — Ande aqui… — Entrelacei nossos dedos, e dirigindo a uma rocha enorme.
Inseri minha mão no quadro eléctrico colado lá, que eu mesmo inseri. A rocha se desviou sozinha, deixando umas escadas aparecerem pela areia. Levei Hope lá em baixo, comigo. Ela olhava pra todos os cantos, pouco iluminados. Parei no meio caminho, vendo a luz se apagar totalmente e ouvindo a rocha tapar a entrada novamente. Quando a rocha nos tapou totalmente, as luzes se ligaram, iluminando o lugar.
O lugar era bem bonito, com folhas de palmeira bem verdes no teto, umas flores em vasos na entrada, e uma boa mobília. Aqui era o meu refúgio, vamos dizer que era minha própria casa, e que eu tinha conseguido construir aquilo tudo, com a ajuda de Scooter. Scooter era o único que sabia disso, e sabia que eu tinha gasto mais de 10 milhões de dólares construindo isso… e isso, bem… era o paraíso.
Nós estávamos atualmente na sala, onde tinha um sofá roxo, um plasma roxo bem á frente, uma mesa á frente do sofá, de vidro. Era uma casa linda, só que debaixo da areia. Não me venha perguntar como fiz isso, Scooter é que sabe…
A casa era enorme, e tinha dois quartos. O meu e… sabe, esse tinha uma cama de casal, eu queria que aquilo fosse tipo… a casa para mim, minha noiva e nossos filhos, percebe? Tal como um conto de fadas. Eu sei… sou um garoto, mas qual o problema? Toda garota merece ser tratada como uma princesa.
– Uau… — Hope disse, olhando para tudo como se fosse um sonho, um sonho que não queria que acabasse. Assenti, fazendo-a olhar pra mim. — Você fez isso?
– Fiz sim… — Respondi, olhando para baixo. — Apenas Scooter me ajudou, e ele é o único que sabe disso, mais ninguém… Nem mesmo minhas antigas namoradas. — Eu disse, fazendo-a rir.
– Eu te amo. — Ela disse, me dando um beijo apaixonado, que eu retribuí.
– Também te amo. — Respondi, quebrando o beijo.
Lhe mostrei a 'suite' toda, o banheiro, o quarto para os 'meus futuros filhos', onde Hope nunca se cansou de dizer "Awn…", a sala, a cozinha e a sacada. Sacada debaixo de areia… Não, é que debaixo da areia, lá na 'minha casa', existem escadas, que nos levam a uma casa da árvore, percebe, foi tudo muito bem pensado.
E por fim, o quarto de casal. Abri a porta devagar, sentindo Hope dar um breve suspiro de admiração. Basicamente, a casa é completamente linda.
Biblioteca --- http://weheartit.com/entry/32167190; http://weheartit.com/entry/23284857.
Quarto de casal ---- http://weheartit.com/entry/32415293.
Quarto de visitas --- http://weheartit.com/entry/32431072.
Cozinha --- http://weheartit.com/entry/32434606.
Sala de estar ---- http://weheartit.com/entry/32411744.
Banheiro --- http://weheartit.com/entry/32430851.
Quarto dos "Futuros Filhos" --- http://weheartit.com/entry/25551686. (um canto); http://weheartit.com/entry/25624411. (outro canto).
Quarto de brincar --- http://weheartit.com/entry/32111358. (um canto); http://weheartit.com/entry/30991232. (outro canto)
Casa da árvore --- http://weheartit.com/entry/32849921.
Closet --- http://weheartit.com/entry/32399585.
Dentro da casa da árvore — quarto de relaxar. --- http://weheartit.com/entry/28047217.
Hope correu para a primeira porta, e encontrou a casa de banho. Fechei a porta, vendo-a a admirar a estrutura. Não era muito pequeno, nem muito grande. Tinha um jacuzzi, uma banheira e um chuveiro. Havia um armaria branca na ponta, a retrete, um bidé e um armário na parede. As parede eram brancas, e o chão azul.
– Isso é demais… — Hope disse, levando as mãos á boca.
– E você ainda não abriu a outra porta… — Falei, vendo-a olhar pra mim, com uma cara espantada.
Hope's POV
– E você ainda não abriu a outra porta… — Justin falou, me fazendo olhar pra ele, espantada. Peguei na mão dele, saindo do banheiro e entrando logo na outra porta.
Aquilo era um closet. Um closet enorme e lindo! Tinha paredes rosa, chão branco e… montes de roupa para garota!! Mas tudo! Make-up, vestidos, saltos, shorts, jeans, tops, camisolas, casacos, camisas, T-shirts, saias, mullet's, e enfim.
– Eu… preparei isso tudo pra você… naqueles dois meses em que não nos vimos… gastei mais de um milhão nessa roupa toda… — Justin coçou a cabeça, acanhado. Lhe taquei um abraço, um abraço enorme.
– Eu te amo. — Falei, lhe dando um longo e apaixonado selinho.
[…]
– Está entregue. — Justin falou, parando o carro em frente a minha casa. Lhe agradeci com um beijinho na cara e me despedi, entrando em casa.
Adentrei em casa aos pulos, cheia de felicidade. Justin é um querido, lindo, fofo, giro, cute, surreal… eu já disse que ele é lindo?
Suspirei apaixonada, indo até meu quarto. Estava de noite, e logo eu tinha de dormir. Mais tarde, eu poderia ir 'viver' com Justin naquela casa… bem linda. Fui para o meu quarto, onde Alexa já dormia no chão. Minha mãe deveria estar dormindo também, já que as luzes estavam apagadas, e eu a tinha avisado que chegaria tarde.
Troquei de roupa rápido, e logo me deitei na cama, pegando no sono.
1 dia…
[…]
(…)'Cause everything starts from something, but something would bem nothing, nothing if your heart didn't dream..with me, where would I be… if you didn't believe (…)
Calei o despertador de meu celular com a mão. Levantei meu rosto, molhado, do travesseiro. Hoje serio o último dia que eu iria estar com Justin… bem, não para sempre, mas por muito tempo. Limpei minha face molhada, enxugando as lágrimas. Peguei num lenço e assoei meu nariz. Hoje eu sairia de Canadá esta tarde, ás três da tarde, mais especificamente. Ou seja… não tenho muito tempo.
Tomei um duche, me vesti (http://www.polyvore.com/normal_day/set?id=52913227), peguei meu celular, meu notebook, e desci. Encontrei minha mão passando Nuttela no pão para mim, enquanto o leite aquecia no microondas. Comprei minha mãe com um beijo na cara e logo me sentei á mesa, pegando em meu pão com Nuttela.
– Tudo bem?
– É… mais ao menos. — Suspirei.
– Como assim? — Mamãe perguntou, se sentando á minha frente.
– Ah bem, hoje sairemos de Canadá… — Falei, evitando o contacto olhar.
– Você sabe que temos de ir, não poderei fazer nada…
– Sei sim, mamãe, só que… Eu o amo… — Falei, sentindo meus olhos esbugalharem-se. Prya me tomou em um abraço, indo buscar meu leito achocolatado de seguida. Suspirei, vendo Alexa aparecer da sala,(http://www.polyvore.com/cgi/set?id=52924589). Ela se sentou do meu lado, e começou comendo seu pão com queijo, fiambre e manteiga.
– Tudo bem? — Ela me perguntou. Assenti. — Você já fez as malas?
– Não…
– Quer ajuda?
– Tudo bem! — Respondi com um falso tom de entusiasmo.
– Tudo bem, então. — Ela disse, dando a última dentada de seu pão.
Ela me puxou pela mão, me fazendo subir as escadas depressa. Ela abriu a porta do meu quarto, já com a cama feita. Puxei a minha mala e abri o pequeno armário, cheio de roupas. Comecei a guardar as roupas dentro da mala, enquanto Alexa me ajudava com outra mala.
Em menos de 20 minutos, nós arrumamos tudo, e então decidi que ajudaria Alexa a arrumar as roupas dela, mas Alexa disse que já tinha tudo arrumado. Desci as escadas, vendo as horas que eram. Eram 11:30hs.
– Mããããe! Posso ir almoçar na casa do Biebs? — Perguntei, escorada na porta de entrada.
– Pode sim! — Minha mãe gritou da cozinha. Suspirei de alivio, abrindo a porta e indo lá para fora. Corri até o portão, o abrindo e logo saindo de 'minha' casa. Mudei de quarteirão, correndo, chegando logo a casa do Justin. Bati na porta tuas vezes, e esperei.
– Sim? — Pattie apareceu na porta, me dando espaço para entrar. — Entra, filha…
– Justin está? — Ela assentiu. — Posso almoçar aqui com vocês?
– Claro. — Ela disse, sorrindo. — Ele está no quarto, não façam barulho! — Ela disse, levando o dedo á sua boca. Sério… fazer barulho…
Subi as escadas apressadamente, batendo logo na porta do Justin. Ele sussurrou um "Entre" fraco, e logo abri a porta.
– Oi… — Falei, fechando a porta com a bunda. Justin olhou pra mim, com os olhos esbugalhados e vermelhos, pronto a chorar novamente. — Tudo bem?
– Não.. — Ele abaixou a cabeça. — Nem tudo…
– Justin.. — Fui ter com ele. — A culpa não é de ninguém, muito menos tua, por isso, alegra-te! Ainda temos 3 horas juntos! — Falei, vendo-o a forçar um sorriso.
– Você não existe… — Ele disse, andando até mim e me dando um beijo apaixonado e intenso, cheio de sentimentos mútuos. Juntei mais nossos corpos, sentindo uma onda de calor me invadir por completo. Agarrei seus cabelos, fazendo carinho. Ele, com uma mão fazia movimentos em minhas curvas de vai e vem, e com a outra, passava os dedos delicadamente por meu pescoço, me causando arrepios.
Parti o beijo com dois selinhos, e a mordida clássica. Me sentei na ponta de sua cama, ligando a Tv, pondo a dar Bob Esponja. Justin se sentou do meu lado, me abraçando. Ficamos ali até a maratona de episódios acabar, até que o almoço estivesse ponto, mais especificamente.
Pattie entrou no quarto, dizendo que o almoço estava pronto. Nós assentimos e a seguimos até à cozinha. Meus olhos brilharam ao ver tamanha comida… aquilo era…
– MASSA!!! — Exclamei, fazendo todos daquela cozinha olhar para mim. (Lê-se: 3 pessoas). Corri para a mesa, me sentando na cadeira (ficando levantada) e tirei a massa do tacho para o meu prato. Enchi o prato todo, até fazer uma pirâmide de massa. Peguei na coca-cola e despejei em meu copo, e logo depois, me sentei.
Justin sentou do meu lado, olhando perplexo para meu prato. Arqueei uma sobrancelha, com um sorriso tímido nos lábios. Ele olhou pra mim com diversão, me lascando um selinho demorado. Correspondi ao selinho, roçando nossos lábios, o provocando.
– Não é altura para melagem. — Jeremy disse. — Vocês ainda vão ficar com mais saudades um do outro. — Foi a gota de água. Vi a expressão de Justin mudar radicalmente, ele tinha se esquecido desse pequeno pormenor. Só faltava isso, né? Tinha que acabar a felicidade do menino…
Justin se levantou da mesa, sem nem mesmo fazer qualquer coisa, nem nos talheres tocou. Lancei um olhar reprovador a Jeremy, que correspondeu com um olhar despreocupado. Idiota…
Olhei para trás, apenas para ver que Justin não estava mais ali. Soltei um suspiro, pegando numa bandeja, e logo coloquei massa no prato do Justin. Apanhei outra bandeja, colocando o meu prato. Acrescentei os talheres, os guardanapos e os copos, enquanto Pattie e Jeremy me encaravam surpresos. Num jeito um quase montante, peguei nas duas bandejas, as colocando sobre o braço, e as agarrando com a ponta dos dedos, bem esticados.
Subi as escadas gentilmente, sentindo alguns olhares sobre mim. É o MEU Justin que está em jogo, ninguém deixa o amor de minha vida triste, ninguém mesmo. Principalmente, quando esse garoto arranca suspiros de milhões de meninas pelo mundo. Tal como eu. Abri a maçaneta da porta com a ponta das supras vermelhas que calçava. Abri o quarto de Justin, logo o vendo sentando sobre a cama, com a cabeça cabisbaixa e um sorriso que não frequentava seu lábios. Aquilo doía…
– Tudo bem? — Perguntei com a voz doce, o encarando novamente, pousando as bandejas na cama de Justin. Parei de fazer o que estava fazendo quando ouvi um som estridente de choro. — Ei ei, calma… — Eu disse, passando minhas mãos pelo rosto do Justin. Cada lágrima sua era como uma facada em meu coração. — Calma… — pedi, logo vendo os olhos de Justin de reflectirem nos meus.
– E-Ele… não tem… sentimentos… — Justin disse, se referindo a Jeremy. Suspirei pesado, voltando a encarar Justin com carinho. É certo que ele tinha estragado tudo, mas, ele era seu pai. E com certeza teria sentimentos!
– Tem sim, Justin… só que… — Falei, para pensar no que estava dizendo. Reflectindo. — Ele deveria estar aborrecido, meu anjo. Apenas isso…
Ele olhou para mim com ternura, uma tremenda ternura que eu sempre desejei ver, desde á anos atrás. Encaixei sua mão na minha, lhe fazendo a promessa, por telepatia, que lhe amaria sempre. Ele me abraçou, soluçando. Retribuí o abraço, lhe dando um beijo em sua face molhada.
– Eu não te quero deixar partir… — Ele disse, já com a voz mais calma.
– Eu não quero partir… mas isso são apenas quereres. Não mandamos nessa merda de mundo, nunca podemos ser felizes! Temos a obrigação de agradar a todo mundo, quando toda a gente sabe que não nascemos perfeitos. Mas isso muda alguma coisa? Não. Tudo muda, menos Deus que te acompanha sempre, e meu amor por você. — Eu falei, bem pausadamente. Sem demoras, ele me lascou um beijo apaixonado e desejado, marcando seu território em mim. Eu era completamente dele. Eu estava sempre á sua mercê. Eu lhe amava mais que tudo. Simples.
Senti minha face molhar, e logo ficar quente. Senti minha garganta logo querer saltar, me fazendo terminar o beijo. Abracei Justin com força, me sentindo a garota mais realizada do mundo. Não chore porque acabou, fique feliz porque aconteceu.
– E aí… vamos comer? — perguntei, fazendo Justin rir. Sorri, era isso que e deixava feliz. Seu sorriso, sua gargalhada, seus olhos que imergiam felicidade, e seu olhar atencioso, charmoso, ternurento, e apaixonante.
– Vamos lá… — Ele disse, pegando sua bandeja e começando logo a comer. Peguei na minha e comecei logo a comer também. Comer feita retardada. Bem, eu não diria que tínhamos comido… jogamos comida um no outro, fizemos muitas cenas do beijo do filme "Dama e o Vagabundo", fizemos o jogo " Espargar " — que pra quem não sabe, é enfiar a maior quantidade de esparguete no nariz do companheiro, até que a esparguete caia dentro da garganta do companheiro. Resumindo: Comer pelo nariz. Só os fortes conseguem. — Onde definitivamente, Justin ganhou, pois, ele estava me entupindo o nariz e eu não conseguia entupir o seu por causa de eu estar morrendo de rir.
Ficamos mais ou menos assim o tempo todo, nem no preocupando com os Flashes lá de fora, já que a janela estava aberta, e toda a gente nos via. Mais especificamente: paparazzis. Continuamos nos beijando, deitado na cama, ora eu por cima, ora Justin. Na maioria… era Justin. Que brincava com minha língua de maneira provocante e me fazia gemer baixinho, e ele só ria entre o beijo. Tudo que até ele começou suando, e por isso, seu cabelo com gel ficou lhe caindo sobre a testa. Ele estava de moletom azul escuro, e isso o tornava sexy. O que as pessoas poderiam estar pensando lá fora? Bom, isso não interessa…
– Oi! — Falei pela janela, mais parecendo uma bêbada retardada que ia se atirar pela janela. De fato, eu estava rindo feito louca, como uma bêbada, mas porque Justin estava me fazendo cosquinhas o tempo todo!
Fechei a janela rápido, me lembrando que eu teria de partir mais cedo ou mais tarde, e Justin não se lembrava disso. Olhei para o relógio em cima do criado-mudo. 14:15hs.
– Justin… — Droga. — Tenho de ir… — Falei, vendo ele, que estava rindo feito retardado, mudar a expressão para uma chocante e… depressiva.
– Não… não. NÃO! — Ele falou me agarrando, logo ouvi seus soluços novamente. Me soltei do abraço, vendo sua expressão desesperada.
– Desculpa… eu não queria tornas as pior… — Eu disse, saindo do quarto correndo. Ouvi um grito lá do quarto, e logo limpei uma lágrima que escorria. Saí de casa o mais depressa possível, e ainda bem que eu trouxe minhas preciosas supras. Se eu tivesse salto, já teria caído. Vi Flashes me cercarem, e eu pouco estava me importando. Fui por um atalho, subindo um portão enorme, e sem chance. Mas eu sou macaca… quer dizer.. Ahh você entendeu!
Cheguei em minha casa, vendo que mamãe esta pondo as coisas no carro, para irmos.
– Oi! — Disse, me sentando no banco de trás do carro. Ou melhor… me deitando, é.
– Oi, vá, Alexa! Vamos agora! — Mamãe gritou, fazendo Alexa trancar a porta á chave e e guardar debaixo do tapete, para deixar a casa novamente vazia.
– Vamos logo! — Alexa disse, fechando a porta seu lado do carro. Mamãe deu ré, e logo acelerou fundo, me fazendo equilibrar as mão nos lugares, me segurando.
Depois de longos e entediantes minutos, chegamos no aeroporto. Não estava lá nenhum Justin agora, pronto a fazer alguma loucura. E de certa forma, isso me relaxou.
– Passageiros para o terceiro voo, subir a bordo por favor. — A voz de uma mulher jovem se fez ouvir, me fazendo andar com minhas malas até o avião, seguida por mamãe e Alexa. Fomos as primeiras a chegar no avião, e, tínhamos lugar VIP. Isso, o próprio Justin tinha me comprado, ainda que ele não gostasse muito da ideia. Eu fiz ele parar o caminho para casa ontem e comprar bilhetes, mas ele aí foi e comprou VIP's.
Me sentei na cadeira, vendo ela logo se deitar para trás, e um braço da cadeira me dar um copo com coca-cola. Interessante. Peguei no copo, bebendo o liquido no seu interior. Entreguei o copo para o braço, e logo ele desapareceu de minha vista. Pelo canto do olho, vi mãe se assustar e Alexa rindo.
Talvez alguma coisa para me fazer pensar noutra coisa qualquer…
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