Notas iniciais
Oi fofas, minhas divas lindas!
Então, eu tenho preparado essa fic por muito tempo, e acho que 3 lindos reviews no primeiro dia é demaaaais|
Espero que gostem, amores.
Nos vemos lá em baixo ;)

Justin's POV

- Justin, está preparado? — Usher disse, sentando á minha beira no avião.

- Claro… — eu disse lambendo os lábios. Ele sorriu fraquinho. — Que é? Nota-se assim tanto que eu estou nervoso?

- Sim. — Ele disse e eu o fuzilei. — é normal, é a primeira vez que vens a Portugal, por isso tens todas as razões para estar nervoso.

- É… — concordei. Era bem normal estar nervoso, principalmente quando se ouve tanto deste país, minhas fãs portuguesas nunca paravam de me implorar para ir pra lá durante toda minha carreira.

Descansei a cabeça para o lado, vendo o avião descolar. Eu estava ultra-mega-super cansado, e eu queria chegar a Portugal o mais depressa possível. Tomar um bom banho e conhecer minhas fãs.

(…)

- JUSTIN! — As minhas fãs gritavam, esticando o braço para me tocar. Toquei a maioria e dei alguns autógrafos.

- Eu amo vocês! — Eu gritei, fazendo um coração com as mãos no meio da multidão, que delirou. Depois uns guardas apareceram e me levaram dali. Entrei na limusina e andamos mais ao menos dois quilómetros, em silencio. Chegamos num hotel vermelho. Eu entrei pela parte de trás e momentos depois eu já estava no meu andar.

Sim, meu andar. Nós tivemos que alugar o andar todo por causa da equipa e tudo isso. Estranho, aqui em Portugal já eram 8horas da manhã… e a viagem de avião só durou 3 horas, por isso aqui as horas são diferentes…o que quer dizer que vivi um dia de 27 horas! Só eu mesmo.

Entrei no meu quarto, era roxo claro e azul escuro, bem como eu gosto. Tinha uma fita a dizer "Bem-vindo Justin!" decorada com corações de todos os tamanhos. Finalmente aqui em Portugal. Entrei no banheiro, que era bastante luxuoso. No meu quarto havia uma vista linda para Oporto. Havia um rio lindo logo ali, Rio Douro. Esta noite, eu iria nesse rio. Dizem que á noite o rio é magico… á bem.

Me dirigi ao banheiro. Me despi e liguei a água da banheira, tudo o que eu preciso é um banho. Pouco tempo depois o banho estava pronto. Me afundei na banheira. Era tão bom poder relaxar assim, nem que seja só por uns instantes. Alguns minutos depois eu saí. Sequei-me e tratei do meu cabelo.

- Flip ou gel…? — Perguntei a mim mesmo. — Oh bem, gel.

Ás vezes eu sentia saudade do flip antigo, sentia mesmo. Eu quero mostrar que ainda sou o Kidrauhl, e ninguém me vai impedir de fazer a alegria ás minhas beliebers, não mesmo. Vesti uma roupa preta, normal. Saí do meu quarto e fui almoçar, é afinal o banho demorou mais do que eu pensei.

(…)

Eu andava no meio das minhas beliebers portuguesas, dando autógrafos, tirando fotografias até que vejo algumas garotas ali lutando para chegar mais á frente, deitando uma garota no chão.

- Ei, parem! — Gritei e elas pararam. Furei caminho até o local onde se travava uma "guerra" e vejo uma morena de cabelos pouco cacheados agachada no chão, segurando seu braço. Me agachei com os joelhos no chão á altura dela. — Você está bem?

- Estou sim… — ela forçou um sorriso. Dava pra ver que era falso. E meu coração apertou.

- Vem cá, vem… — eu disse a levantando, enquanto as beliebers abriam caminho. Peguei nela no colo e algumas beliebers cochicharam, outras faziam "Awwwnnnn!" e outras riam um pouco. A garota me olhava com cara de "WTF???" até que ela deu um gemido de dor.

- Ai…! — Ela disse, fechando os olhos e pegando em seu braço.

- Tá doendo? — Perguntei e ela assentiu. Me agachei e sentei-a no chão. Puxei a manga para trás e pode ver seu braço com nódoas e arranhões, se eu mexesse no braço ela gemia de novo. — Eu acho que está partido… — eu disse e uma amiga dela nos acompanhava.

(…)

Eu estava agora com a amiga da morena, esperando por noticias. Eu bati meus pés no chão, nervoso. A loira ria, até que decidiu quebrar o silencio.

- Meu nome é Miah, prazer. — A loira disse, me dando a mão.

- Eu sou Just-

- Justin Bieber, 18 anos, nascido em 1 de Março de 1994, Stratford, Ontário, Canadá. Você acha mesmo que não sei? — Ela disse, fechando os seus braços. Ri um pouco. Eu sou um otário.


- É… — respondi, quando oiço a porta abrir. — Como Hope está? — Perguntei ao médico.

- Ela está bem, só deu uma entorse no braço. Estamos agora a aplicar uma pomada, e ela sairá daqui já já. — Ele sorriu.

- Oi. — Hope disse, vindo até nós.

- Você está bem? Nossa, você nos preocupou. — Eu disse, lhe fazendo cafuné no cabelo. Ela corou um pouco. Eu sorri de leve, fazendo de propósito pra ela perceber, que evitou o contacto de olhar comigo.

- É, vamos. — ela disse, agarrando o braço da Miah, que olhou de soslaio pra mim, sorrindo.

Senti minhas bochechas corarem. Justin, se acalme, tá? Eu segui as garotas, pondo meu capuz, e acabei ficando no meio das duas. Passei o braço pelas costas de Hope, que se arrepiou. Abanei a cabeça, tirando os pensamentos idiotas que apareciam.

- Vocês sabem onde fica o rio Douro? — perguntei. Realmente já estava escurecendo.

- Ali na frente do hotel onde está hospedado. — Hope disse, apontando.

- Quer vir comigo? — Perguntei me pondo á frente de Hope, que corou ferozmente. — Sabe… pra compensar o que aconteceu… — Falei e ela assentiu. Olhei de soslaio pra Miah, que dava um sorriso travesso.

- Gente, eu tenho de ir. A gente se vê! — Miah disse, correndo dali pra fora, sorri torto.

- Então Hope, você é belieber?

- Sou…

- mmm… — Respondi. Tava dificil arranjar conversa.

(…)

Então chegamos no rio, já tinha anoitecido.

Entramos no barco, onde já estavam Kenny, Scooter e Usher. Hope se pôs na beira do barco, observando o caminho. Andei para o lado dela, enquanto Usher, Kenny e Scooter jogavam cartas na cozinha, é um hobbie daqui de Portugal.

- me disseram que esse rio é mágico… — Eu disse, falando baixinho. — …é verdade?

- é sim. — Ela respondeu baixinho também. Ela olhou pra mim, sorrindo. — Daqui a uns minutos, as luzes irão se acender e você verá a magia desse lugar.

- Ah é? — Disse, ela assentiu. Sorri, a abraçando de lado. Sorri de fininho. Senti minhas bochechas arderem. Ela notou e sorriu de leve, me fazendo corar ainda mais. Ai Justin, que se passa com você???


Então umas luzes douradas se acenderam das bordas dos campos, fazendo o rio brilhar, Como era noite, o rio estava escuro, mas em certas partes havia o reflexo das luzes no rio. Uma ponte á nossa beira ficou completamente dourada, iminando luz. O céu estava acastanhado, com nuvens avermelhadas. Havia luzes douradas por todos os prédios e ruas, haviam luzes avermelhadas também, o que fazia reflexos impressionantes. Aquilo era mais que mágico. Depois saíram fogos de artificio das beiras do rio. A minha cara deveria estar tipo "OH…MY…GOSH!". O clima estava romântico, muito. Vários fumos avermelhados saíam do céu, num fantástico espectáculo de foguetes. Foi então que eu vi o quão perto o meu rosto e o de Hope estavam.

Os olhos dela estavam fixos no meus, tal como os meus nos dela. Senti uma vontade inexpressiva de beija-la, de tê-la só pra mim. Sim, eu devia tar pirando mesmo. Então meus olhos mudaram de direção até sua boca rosada, entreaberta. Eu interpretava aquilo como uma súplica para que eu a contivesse. Deixei de ouvir os foguetes á medida que nossos rostos se aproximavam. Ela fechou os olhos negros que eu tinha me perdido antes, e então esse foi o cume. Selei nossos lábios em um beijo pequeno. Ela agarrava meu cabelo suavemente, enquanto eu segurava seu rosto com minhas mãos. Pedi passagem e ela logo cedeu, me fazendo sentir o seu sabor de baunilha amorangada. O beijo começou a afundar-se mais. Juntei nossos corpos ainda mais. O beijo agora era quase imparável, num misto de desejo e súplica. Borboletas faziam uma dança estranha na minha barriga e eu dei uma leve mordida em seu lábio inferior, fazendo-a arfar. Agora era praticamente impossível de me largar dela. As nossas línguas travavam uma dança perfeita. Entre amaços e beijos nós fomos nos largando, meio que a contra-gosto. Terminei o beijo com um breve selinho. Abri os olhos, pensando no que ela estaria pensando. Depois ela abriu os olhos e me empurrou.

- Você tá louco?! — Ela disse, e um nó se formava em minha garganta. Como assim "louco"?

- Me olhe nos olhos, Hope. — Eu disse, juntando nossas testas, segurando seus braços. Ela respirava freneticamente, como se quisesse apanhar todo o ar para esquecer tudo o que aconteceu.

- Você não deveria ter feito isso… — ela disse, fazendo os meus olhos marejarem.

- Eu quis… eu fiz. — Eu disse, forçando um sorriso. Ela deu um meio sorriso, mas depois logo se afastou.

- Nós não deveríamos ter feito isso. Vamos fingir que nada aconteceu tá? — Ela disse e o meu coração partiu. Peraí…


- Ta bom… — respondi a contra gosto, mas eu não iria esquecer assim tão facilmente.

(…)

Notas finais
E aí? UMMM, Eles se beijaram, mas a Hopie pediu pra esquecer... que urrinha né? Só me apetecia pular na cara dela. Se fosse eu ainda o estava beijando!
Digam ai se gostaram, sejam sinceras!