As Long As You Love Me
4 ALAYLM - Four
Notas iniciais
PUTZ, Eu nunca vou conhecer o Justin, merd@
Bem, tenho 10 reviews! Que ótimo!
Então... aproveitem aí, lindonas!
Justin's POV
Peguei num travesseiro e o pus em cima de minha cara. Ainda assim a imagem dela não saía de minha cabeça. Rolei meu corpo até ficar de costas para o teto. Senti lágrimas escorrerem por meus olhos.
Apenas há poucos momentos atrás, depois do beijo, eu descobri que estava apaixonado. Agora acredito em amor á primeira vista… e agora eu não conseguia acreditar que a tinha perdido…
Flashback on:
– Nossa… não acredito que você tenha passado por tudo isso, Hop. — Eu disse, limpando uma lágrima que lhe escorria.
– Pois acredite, pois nem todas as vidas têm salvação como a sua. — Ela disse, e eu senti meus olhos marejarem.
Ela era especial. Ela era incrível. Ela tinha passado por tanto e ainda assim tinha sonhos. Ela era tudo o que eu sempre sonhei… Peraí Justin, que droga você está pensando?
E assim avistamos o barco lá no fundo.
Flashback of:
Sim, eu tinha perdido a garota dos meus sonhos… é, Justin, você é um idiota!
– Qualé Justin, não fica assim… — Ryan disse, tirando meu travesseiro de minha cara.
– Ryan tem razão, Justin. — Chaz disse, me puxando. Fiz força em todo meu corpo para ganhar mais peso, e ele não me conseguiu levantar. — Vamo lá Justin, vem! — Então ele me puxou com muita mais força, me fazendo cambalear pra trás e cair da cama numa pirueta. Acabei com a parte de trás da cabeça no chão, que fez ricochete.
– Você tá bem? — Ryan perguntou, engasgando ao vendo a minha situação. Meus olhos estavam tão vermelhos assim? — Ande lá, levante. — Ele disse, me levantando, assim como Chaz.
(…)
Depois de termos jantado, eles me levaram a um parque. Um parque de diversões. Um parque de diversões chato. Um parque de diversões chato nessa hora. Um parque de diversões chato nessa hora que eu não queria ir. Perceberam? Otimo.
Eles se foram divertir nos baloiços de lá, saltando do baloiço e fazendo uns saltos muito mal feitos. Eu apenas me sentei debaixo da sombra de uma velha e grande árvore.
Flashback on:
Ela abriu os olhos e me empurrou.
– Você tá louco?! — Ela disse.
– Me olhe nos olhos, Hope. — Eu disse, juntando nossas testas, segurando seus braços. Ela respirava freneticamente, como se quisesse apanhar todo o ar para esquecer tudo o que aconteceu.
– Você não deveria ter feito isso… — ela disse, fazendo os meus olhos marejarem.
– Eu quis… eu fiz. — Eu disse, forçando um sorriso. Ela deu um meio sorriso, mas depois logo se afastou.
– Nós não deveríamos ter feito isso. Vamos fingir que nada aconteceu tá? — Ela disse.
– Ta bom… — respondi a contra gosto.
Flashback of:
Quando abri os meus olhos, lágrimas escorriam pelo meu rosto e um medíocre choro estava entalado em minha garganta. Meus olhos estavam agora inchados, novamente. Passei uma mão pelo meu cabelo, soluçando. Depois segurei minha cabeça e continuei, á medida que meu rosto ficava mais vermelho.
– Você é Justin Bieber? — Uma garota de aparentemente 16 anos perguntava. Eu assenti. — É claro que você é, oras… porque você está chorando, Biebs?
– Você sabe o que é amor..? — Perguntei e ela assentiu. — A minha fama atrapalhou… — eu disse e ela me abraçou.
– Own Justin, não fica assim não. — Ela disse. Forcei um sorriso. — Meu nome é Fyona. Me pode tratar por Fy.
– Obrigada…Fy. — Falei e ela sorriu. Ela ofereceu sua mão e a agarrei. Ela me puxou e nos abraçamos. Suspirei no abraço. Amigos que te entendem é o melhor remédio…
(…)
– Justin, acorde! — Ryan gritou me tacando um travesseiro. Me levantei coçando os olhos.
– Onde Chaz está? — Perguntei, Ryan exaltou na resposta.
– S-sabe…ele é…ele foi… — eu o interrompi.
– Ele foi…? — Perguntei, encorajando-o.
– Ele… está… falando com Fyona. — Ele disse. Nossa, ele mentia muito mal.
– Tem certeza? — Perguntei arqueando a sobrancelha. Ele assentiu e eu o fuzilei. Ele evitou o contacto olhar e eu usei o meu sexto sentido, que já me ajudou muito.
– Você mente mal. Você tá com todos os sintomas de quem está nervoso. Você tá mentindo! — Eu disse, chegando mais perto dele
.
– Ande aqui… — ele disse, agarrando meu braço. Fomos ter até o outro quarto e abrimos um trincho da porta, silenciosamente.
Minha boca caiu, meus olhos se arregalaram e minha consciência foi pro céu. Chaz estava ali… transando com Fyona. Nós ouvíamos seus gemidos, suas respirações arfantes, e tudo aquilo era… Nossa Chaz, você é um tarado.
– Viu? — Ele disse, fechando a porta cautelarmente.
– Era impossível não ver… — eu exclamei. Ele sorriu.
– Você tem que se agarrar a Hope, seu idiota! — Ele disse me dando um tapa no ombro. Sorri um pouco.
– Já volto, ok? — falei, ele assentiu. Saí pela porta das traseiras, mesmo com a camisa de dormir. Também ela era branca, era como se fosse uma camisa. Digitei um número em meu celular, e logo Miah atendeu.
– Oi?
– Miah, qual é o número da casa de Hope?
– Opa, eu tô aqui, não se preocupe eu vou sair. É 64.
– Tô indo. Obrigada.
– De nada, Justin.
Desliguei a chamada e corri para o outro quarteirão.
– 70, 69, 68, 67, 66, 65, 64!
Bati na porta com uma certa força. Minhas mãos estavam suando, meu coração estava acelerado e minha respiração estava delirante. Um minuto depois, uma senhora com um rosto angelical, cabelo loiro e olhos azuis, muito parecida com Hope me atendeu.
– Que se passa, meu filho? — Ela perguntou carinhosamente. — Você não deveria andar assim pelas ruas com a sua fama.
– Eu sei… eu queria falar com Hope, ela está? — Perguntei olhando pra baixo.
– Está sim, suba aí nessa escada e vá na porta com o nome dela. — Ela disse e me deixou entrar.
– Obrigada. — Falei sorrindo. Subi a escada de duas a duas, correndo. Andei dois passos e o quarto de Hope estava ali. Me aproximei, ofegante. Meu coração estava dando calafrios por minhas costas com tanto sangue bombeado por segundo. Abri a porta rapidamente. Hope me olhou.
– O que você está fazendo aqui? — Ela falou tudo enrolado. Como se não conseguisse controlar o que falava.
– Eu quis ver você… eu tenho algo pra falar, também. — Respondi com um olhar sério. Ela assentiu e se aproximou.
– O que você queria falar? — Ela perguntou, tentando parecer o mais normal possível.
– Eu…
– Você..? — Ela disse, mordendo o lábio.
– Eu te amo, Hope… — falei, sentindo uma lágrima escorrer. A expressão facial dela mudou. Os seus olhos brilharam por segundos.
– Você… o quê? — Ela tentou falar, mas eu a interrompi. Eu beijei-a bruscamente. Ela ficou imóvel por segundos, mas ela me beijou também. Segurei sua cara corada, aumentando o beijo. Foi um beijo pequeno, mas serviu para mostrar algum sentimento. Terminei o beijo com dois selinhos e a mordida clássica. Ela sorriu.
– Também te amo, Jus… — ela disse, fixando seus olhos nos meus. Dei um suspiro aliviado, que mais pareceu uma súplica. Não me conti e beijei-a novamente. Ela deu uma mordida no meu lábio, me fazendo arfar. Tão cedo? Se é isso que você quer…
Juntei minhas mãos em sua cintura. Encostei seu corpo no meu, fazendo-a arfar. A sua língua passou por meus lábios, deixando um calafrio passar por minhas costas. Gemi, sentindo-a sorrir do outro lado do beijo. Onde ela tinha buscado esse talento todo no beijo?
Hope quebrou o beijo, me dando um abraço, que retribuí. Peguei na mão dela, lhe fazendo carinho. Ela sorria, e acredite, ela tinha o sorriso mais lindo do mundo.
(…)
– Vocês têm certeza disso? — Ela perguntou e eu assenti, dando um enorme sorriso de dentes.
– Temos. — Hope disse, chegando mais em mim. Olhei pra ela e sorri. Ela apenas corou, enquanto eu voltava a olhar Prya. Mãe de Hope.
– Tudo bem, vocês podem. Mas Justin, proteja a minha filha, ok?
– Nem precisava dizer, senhora. — Eu disse, ela sorriu.
– Vão lá, aproveitem. — Ela disse e nós saímos. Provavelmente, falar com minha família, que estava no hotel.
Notas finais
Bjs.
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