As Foragidas
6 Capítulo 6 Fugindo...
Notas iniciais
Espero que gostem, viu?
Ah... Eu quero agradecer a Rosalie Potter por favoritar MUITO OBRIGADA, LINDA! Á Stephanie Karoline, MUITO OBRIGADA POR FAVORITAR, FOFA! Á Delineador MUITO OBRIGADA POR COMENTAR, LINDA! Á Manolinha, MUITO OBRIGADA POR FAVORITAR, FOFAAA!! Á Merabe, MUITO OBRIGADA POR FAVORITAR, LINDAA. MUIITO OBRIGADAAA MENINAS! VOCÊS SÃO D+ E DIVAS.( Perdoem o meu surto! Mas eu tô feliz).
Beijoooos de morango.
Pov. Mônica.
– Vamos- guiou Marina. Todas saímos em busca dos portões de entrada que se localizavam, diante da árvore do lado do chafariz que ficava perto das laterais dos portões.
Passamos sorrateiramente pelo jardim! Ainda bem que por aqui não tem nem um sonâmbulo. Tenho que admitir que esse lugar é lindo! Muito bem cuidado e aromatizado por rosas de variáveis tipos. Sem esquecer-se do chafariz, com essa linda comissão de anjos com flautas. Nunca vi isso tão de perto... Mas chega! Tenho que ficar atenta.
Achei que estava tudo calmo demais! Eu sempre suspeito quando isso acontece.
– Nossa, que chafariz lindo!- disse Magali, se aproximando do mesmo, e apreciando-o! Essa daí sempre se distrai em todas as missões! Só espero que ela não pare no meio da rua, para fazer carinho nós cachorros denovo.
– É mesmo muito lindo!- concordou Cascuda se aproximando de onde Magali estava.
– Oiii? Ninguém ta lembrada da missão aqui não?- disse Ana antes que eu afogasse as duas lá dentro. Ela sempre foi a mais dedicada das outras! Todas deviam seguir o seu exemplo! Tirando exceções. Até a Julia está sendo mais esperta.
– Desculpa, Aninha nós só estávamos olhando! O que tem demais?- disse Magali, tentando ver lado bom naquilo. Nem sei como ela passou no teste para ser uma de nós.
– O que tem demais que vai acabar aparecendo alguém! Agora venham nós ajudar aqui!- ordenou fazendo as duas nós seguirem.
– Marina, você tem certeza que o portão fica pra esse lado?- perguntei impaciente quase rasgando aquele mapa que dizia nós ajudar.
– Sim, ele fica depois do chafariz e... Olha lá está ele- ela apontou para o portão. Todas as seguiram mas Magali me perguntou:
– Ué? Você não vai, Mônica?- nunca mais chamo essa asna de anta! Ela ta ficando esperta demais quando não é necessário.
– Pode ir já estou indo!- respondi. Ela me olhou desconfiada.
– Está bem! Mas não demora- dito isso ela saiu! Preciso comprar uma reserva de bolinhos! Quando ela ficar me azucrinando eu jogo um e ela vai pegar.
Bom, mas vou agir rápido antes que elas cheguem ao portão! Abri minha bolsa que carregava nas costas e peguei um binóculo. Fiz uma varredura pela área por que continuava com a impressão de que alguém estava nós observando.
Bom, parece que não tinha ninguém! Segui as outras que já estavam lá no portão.
– Será que a gente pula ou abre o portão?- perguntou Ana verificando o muro, e medindo a altura e diâmetro do portão.
– Acho melhor pularmos! Esses portões grandes costumam ranger!- respondi.
– Ok! Nós vamos fazer escadinha?- perguntou Magali. Todas olhamos mortalmente para dela.
– Bateu a cabeça, Magali? Profissionais não fazem isso! Nós vamos calcular onde pisar até chegar lá em cima! Mas como o muro e alto vamos usar equipamentos- respondeu Ana antes que eu arremessasse ela do outro lado. Pelo o que me lembro ela sempre estava doente no dia em que pulávamos os muros.
– Aqui está!- disse Marina tirando da bolsa um objeto com gancho e corda.
– Ótimo!- Ana arremessou a corda do outro lado, sendo presa no muro com um gancho.
– Quem é a primeira?- perguntou.
– Eu! Mas vê se amarra isso direito!- ordenei. Ela amarrou a corda na minha cintura e eu escalei. De cima do muro eu usei uma corda presa, para amortecer a queda.
‘’Próxima’’ ouvi Ana dizer! Logo todas já estavam do outro lado do muro. A Magali fez birra para não subir, segundo ela nosso equipamento não era seguro. A Julia como era novata resolveu subir pela árvore ela parece ser bem esperta.
– Conseguimos! Agora onde vai ser a casa?- perguntei empolgada com meus planos em mente.
– Na da minha prima! Ela liberou- respondeu Ana guardando os equipamentos.
– Ok, onde é?- perguntei. Logo Ana nós levou até uma rua do bairro que não era muito longe, por que qualquer emergência nós podíamos voltar.
As poucas pessoas que nós viam achavam que éramos bandidas. Exatamente por causa das roupas pretas, resolvemos entrar em um beco para que não nós vissem! O beco tinha alguns caras passando.
– Olá gatinha!- disse o cara que estava bêbado junto com seus dois amigos.
– Vai-te catar, idiota!- não dei atenção e segui as outras.
– Opa, opa vem cá!- disse me agarrando. Logo as outras notaram e se aproximaram já imaginando no estrago que eu faria.
Dei um soco no meio do seu nariz. As aulas de Box me fizeram bem, logo seus amigos partiram pra cima de mim na tentativa de me segurar.
Acertei um chute no meio das pernas de um deles! Dei um soco no estomago do outro. Eles gemeram mas tentaram me segurar passei um rasteira nas pernas dele e dei um soco no queixo do outro. O que avia caído se levantou e veio na minha direção mas eu prendi seu braço com força atrás da cabeça. Senti o outro se levantar, e com a mão livre eu o enforquei.
– Quem mandou vocês aqui?- a Julia estava nervosa, e as outras estavam comemorando em quanto prendiam o outro. – Fala logo, droga!- fiz força nos lugares onde estavam machucando eles.
– F-foi... O... E-Enrique!- disse entre pausas o cara que eu estava enforcando.
– N-não m-machuca a g-gente!- suplicou o cara que eu estava torcendo o antebraço.
– Por que ele mandou vocês aqui?- perguntei, esbravejando.
– A-a g-gente não s-sabe!- disse um deles.
– Sabe sim!- apertei o braço do mesmo, e apertei o pescoço do outro.
– A g-gente jura! D-deixa a gente ir pelo amor de Deus!- implorou um deles.
– Se mandem daqui! E não voltem nunca mais!- os três saíram correndo.
– Meu Deus eles iam te seqüestrar?- perguntou Julia tremendo.
– Provavelmente, mas eu poupei seus olhos de um massacre. Vamos- ela hesitou um pouco por causa do medo mas prosseguimos.
O caminho todo eu fiquei me perguntando por que o Enrique mandaria idiotas para me seqüestrar! Mas resolvi esquecer. Chegamos na casa da prima da Ana.
– Ok, você está com as chaves?- perguntei. Ana tirou de sua bolsa as chaves e abriu a porta.
– Sentem-se meninas! Vou buscar alguma coisa para bebermos- Ana disse, e foi para a cozinha.
A casa era bem grande, e a sala era bem espaçosa! Afastamos os sofás, e pegamos almofadas para sentarmos ao redor da mesa do centro.
– E os jogos começam!- disse abrindo minha mochila.
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