As Duas Versões do Amor

3 O primeiro dia na escola


Notas iniciais
Oi amores, espero que gostem desse capítulo.
Leitores queridos apareçam! *-*
Beijitos.

Tinha chegado o dia. O primeiro dia de aula no novo colégio. Eu estava anciosa para saber como era tudo. Como a escola não é muito longe da minha casa, eu iria andando.

Desci do meu quarto, ja pronta para ir. Fui até a cozinha e peguei uma embalagem de jujuba e botei na mochila. Quando estava prestes a sair, meu pai entrou na cozinha.

– Bom dia filha. — Ele ja estava arrumado para ir ao trabalho. — Ja ta pronta?

– Sim.. — disse com cara e voz de sono.

– Quer carona? como é o seu primeiro dia achei melhor te levar, você não deve ter decorado muito bem o caminho não é mesmo? — disse ele, esbolçando um sorriso.

Meus pais estavam tentando de tudo para me deixar confortável e me agradar com tudo.

– Você tem razão, vamos. — Entrei no carro e minha irmã ja estava sentanda no banco traseiro. Chegamos na frente do colégio, me despedi deles e desci. Fui andando até o imenso portão do colégio.

Estavam todos se enturmando, encontrando amigos, batendo altos papos..Tinha umas garotas meio histéricas se abraçando. Peguei a folha com os horários, estavam na sala C. 2ºC, Então entrei no colégio e fui procurar minha sala. O colégio era imenso e eu estava completamente perdida. Até que me esbarrei numa garota.

– Ai meu deus, me desculpa. Eu estava distraida e não te vi. — Disse completamente envergonhada e nervosa. Não era a primeira vez que me esbarrava em alguém. Sempre fazia isso, eu era super desastrada.

– Não se preocupa, acontece... — Ela era uma menina muito simpática. Um pouco mais alta que eu, tinha cabelos loiros na altura dos ombros e olhos bastante pretos.

Esboçei um sorriso. — Qual o seu nome?

– Carolina, mas pode me chamar de carol.

– Prazer carol — dei um sorriso tímido, eu era horrivel em fazer amizades.

– E você? qual seu nome? Você tem cara de joana. — Ela foi andando e eu a segui.

– Ih, passou longe.. — ri e continuei — Me chamo bruna.

– Nossa como eu sou horrivel em adivinhação. — Ela fez bico e rimos.

– Você é novata? — Perguntou, curiosa.

– Sou sim, você pode me ajudar? Eu não faço ideia de onde é a sala do 2ºC.

– Claro, vem estamos na mesma sala. — Ela falou animada e me puxou seguindo o corredor.

Então ela foi seguindo me mostrando cada detalhe do colégio. Até chegarmos a nossa sala.

Tinha vários garotos animados conversando e olhando algumas meninas no outro lado da sala.

– JULI, LORI! — gritou carol, quase me deixando surda. E la estava eu parada na porta.

Me sentei do lado de uns garotos que falavam sobre futebol e outras besteiras. Abri meu caderno e comecei a desenhar. Nem tinha reparado como o tempo passou rápido. Logo bateu o sinal para o intervalo.

Fui olhar dentro da mochila, minhas jujubas ja tinha se acabado. Fui até a lanchonete que ficava no pátio do colégio.

Um menino particularmente lindo estava olhando para mim. Ele era alto, cabelos castanhos, num topete como corte e branquinho. O ignorei e comprei minhas jujubas.

Quando estava indo para a sala, um garoto se esbarrou em mim derramando um copo de refrigerante inteiro na minha blusa. Fiquei boquiaberta, — Que merda, isso sempre acontece comigo. — pensei.

– Nossa, foi mal ai. Nem tinha te visto. — Revirei os olhos.

– Agora ja era não é mesmo? — Passei por ele irritada e fui ao banheiro.

Tentei limpar alguma coisa, mas minha blusa estava totalmente estragada. Tirei a blusa e botei um casaco que estava amarrado na cintura. Bufei de raiva, garoto idiota.

Fui até a sala, o horário ja tinha batido. Abri a porta e todos olhavam para mim.

– Desculpe professor, tive um imprevisto. — Então me direcionei até o meu lugar e coloquei a blusa dentro da mochila. Nessa horas todos estavam cochichandoe olhando para mim.

Bateu o horário e quando ja estava saindo do colégio alguém segurou meu braço. Me virei para ver quem era. O gartoto do refrigerante, de novo.

– Me larga, o que você quer? — disse totalmente sem paciência. Ele me soltou.

– Me desculpa, eu não tive a intenção, mesmo. — Ele me olhava com os olhos brilhando, dava para ver que estava arrependido.

– Tanto faz, tchau. — Me virei e fui seguindo meu caminho. E de novo uma mão segurou meu braço. Me virei e revirei os olhos.

– O que foi? — disse mais irritada ainda.

– Você realmente me desculpa?

– Você é surdo ou o que? Ja disse que sim — Falei nervosa. Olhando fixamente para ele. Até que finalmente vendo direito seus traços notei que ele era o mesmo garoto do bar, e pior ainda. Ele estava na minha sala.

– Não você não disse, você so falou tanto faz. — Disse ele, imitando minha voz e fazendo bico logo em seguida. Queria rir, mas não dei essa moral para ele.

Bufei — Esta bem, se faz tanta questão eu te perdoo. Agora eu posso ir? Olhei para o meu braço e ele ainda estava me segurando logo depois olhei para ele, levantando as sobrançelhas.

Ele riu e me soltou. Então me virei e finalmente pude ir para casa.

Notas finais
Espero que tenham gostado.
Olha só pra avisar adoro recomendações ok?
kkkkk
beijitos.