As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

45 Capítulo 44 –Cura e Liberdade –Terra 69


Notas iniciais
Demorei, mas voltei. Dylan e Lucy estão na Terra 69 no que parece ser o final da história, será? Nesse capítulo temos uma transa muito gostosa! Vamos a leitura. Estou fazendo uma história em coautoria com um escritos chamado Takeru Takahashi Usami WZD. Eis o Link pra quem tiver curiosidade de ler. https://fanfiction.com.br/historia/703605/Digimon_O_Limiar_de_um_novo_mundo/

Voltar pra casa foi bem mais louco do que pensei, a doença tinha evoluído de forma inesperada, os adultos eram praticamente robôs sem emoção, os adolescentes depressivos e as crianças iam aos poucos perdendo a vontade de brincar, socializar, viver. O pior era a doença evoluir para uma forma monstruosa, os Vírus sapiens, e começarem a atacar o mundo inteiro. Segundo minhas irmãs, quem vinha mantendo a Terra 69 à salvo era alguém chamado: Lucile Fire, outra versão da fênix.

Eu e a Lucy estávamos indo para prefeitura quando fomos atacados por um bando de Vírus sapiens que tentaram nos foder até a morte. Graças meus novos poderes, sobrevivemos, eu destruí aqueles monstros e me sentia muito bem.

—Você foi incrível, Dylan! Nunca imaginei ver alguém usando masturbação como arma!

—Eu tive que improvisar! Agora vamos pra prefeitura, preciso dar um fim nessa loucura.

Lucy segurou minha mão e fomos juntos para prefeitura, bem, era o que pretendíamos, até esbarrar em alguém do meu passado. Viramos uma esquina e encontramos um garoto saindo de uma papelaria, quando ele me viu seu rosto se iluminou.

—Dylan!

—Bruno!

O abracei com todas minhas forças, Bruno era meu segundo melhor amigo. Ele era loiro de olhos azuis, mas não do tipo bonitão, possuía uma incrível habilidade para desenhar. Parecia que não o via há séculos. Meu amigo sorria feliz ao me ver, mas aos poucos seu sorriso diminuiu e sua expressão ficou de indiferença.

—Me desculpe, é a doença. Fazia muito tempo que não sorria, acho que gastei mais energia do esperava –Seu tom de voz era deprimente, sua postura cansada e desanimada.

—Tudo bem, pois eu voltei para mudar isso. Bruno, esta aqui é a Lucy, Lucy este é o Bruno.

—Lucile Fire? –Diferente de minhas irmãs, Bruno não se exaltou ao confundir a Lucy, apenas ficou intrigado. Normalmente ele teria explodido de emoção, Bruno era do tipo escandaloso e expressivo, fiquei triste ao vê-lo tão sem emoção.

—Ela é uma prima distante –Disse Lucy sem saco pra explicar que elas eram na verdade a mesma pessoa só que de realidades diferentes –Sabe, Dylan, acho que podíamos dar uma passada na casa do Bruno antes de ir para prefeitura.

—O que? –Por que a Lucy estava querendo atrasar o cumprimento de minha missão? Quando vi a cara saliente dela tive minha resposta. Meu pênis pulsou dentro de minha calça e sorri –Acho que é uma ótima ideia.

Nunca me imaginei pegando o Bruno, nós nunca nem nos masturbamos juntos ou fizemos mão-amiga, cara minha pré-adolescência foi muito sem graça! Bruno não demostrou muita emoção, mas pude ver uma leve alegria em seus olhos. E assim fomos os três para sua casa. Sim leitor você deve estar pensando: “Porra, Dylan! Vai logo cumprir essa missão antes que ocorra mais um imprevisto e você cague tudo!” ou talvez : “Cague tudo mesmo Dylan, assim teremos mais capítulos pra ler”. Seja lá qual seja sua opinião, não muda o fato que minha safadeza fala mais alto que minha razão, sendo assim nós três chegamos na casa do Bruno e fomos direto pro seu quarto.

Seu quarto estava exatamente como me lembrava, lá estava uma estante lotada de mangás e quadrinhos, pôsteres de bandas e vários desenhos incríveis colados nas paredes. Nenhum pornográfico, Bruno os escondia muito bem, foi aí que bati os olhos em sua escrivaninha e vi vários desenhos de pessoas quase peladas, elas estavam tecnicamente nuas, mas onde devia haver um pênis nos homens e peitos e vaginas nas mulheres, estavam rabiscos sem sentidos.

—O que é isso? –Perguntei.

—Minhas tentativas frustradas de desenhar pornografia, viu como a doença me afetou? Nem consigo desenhar órgãos reprodutores.

—Órgãos reprodutores? –Perguntou Lucy sentando-se de forma sensual na cama –Que palavreado sem graça. Vem, senta aqui que vou te ensinar como falar “corretamente” –Bruno sentou-se ao seu lado sem interesse, Lucy envolveu seus braços ao redor de seu pescoço e falou encostando os lábios em seu ouvido –Pau e buceta –A voz dela foi tão provocante que até eu me arrepiei, mas o Bruno permaneceu inalterado –Pau é isso que você tem no meio das pernas –Disse Lucy pegando a mão dele e pondo sobre sua virilha, sem dúvida seu pênis estava mole, mas isso chamou sua atenção.

—Você não foi afetada pela doença?

—Digamos que fui vacinada –Respondeu Lucy olhando pra mim com cara de safada –Mas vamos continuar com a aula, toque em seu pau e me diga o que sente.

—Não adianta.

—Xiii –Ela tapou os lábios dele com um dedo e se aproximou falando tão perto que seus lábios encostavam –Faça o que eu digo, seja um bom garoto e será recompensado.

Bruno apertou seu pênis por cima da calça, ele olhava com receio pra Lucy e pra mim, receio? Ele estava demonstrando uma reação! Aquilo estava excitante, então resolvi participar.

—Bruno, me imite, segue meus movimentos –Eu estava sentado na cadeira do computador, abri minhas pernas, levei minhas mãos à minha virilha e abri o zíper de minha calça.

Bruno repetiu meus movimentos e percebi seu rosto enrubescendo, senti meu corpo ficando quente, estava liberando ondas de prazer, tirei minhas calças ficando de cueca mostrando minha ereção volumosa. Meu amigo arregalou os olhos e se pôs de pé deixando suas calças caírem.

—O que esta fazendo, Dylan? Não sabia que você era tão safado –Sorri e dei um passo à frente colocando minha mão dentro de minha cueca e a movimentando.

—Muita coisa mudou, não sou mais um garotinho reprimido, hoje deixo transbordar meus desejos –Minha voz era sedutora e provocante. A Lucy se levantou e abraçou o Bruno por trás, deslizou a mão pra dentro de sua cueca e segurou seu pau.

—Se seu pau subir, podemos nos divertir, te ensinar a liberar seus desejos, eu e o Dylan somos um casal fogoso capaz de deixar qualquer um louco de tesão –Ela apertou seu pau e Bruno deu um sobressalto –Seu pau pulsou! –Exclamou Lucy.

—Meu pau pulsou! –Ele gritou surpreso e animado –Eu falei pau! –Percorri nossa curta distância e me pus à centímetros de meu amigo que me encarou nervoso.

—Não precisa ter medo.

—Medo é algo bom, faz tempo que não sinto nada, nunca pensei em dizer isso, mas o medo esta me deixando feliz.

—Vamos transformar esses sentimentos em tesão –Me aproximei ainda mais roçando minha ereção em seu pau mole que pulsava.

—Dylan.

—Eu sou a cura, prepare-se para uma foda quente e um orgasmo inesquecível –Agarrei seu rosto lhe dando um beijo cheio de energia.

Senti minha energia preenchendo o Bruno, minha língua enroscou na dele, meus dedos em sua nuca fizeram seus pelos se arrepiarem, o senti tremendo e então senti seu pau se movendo encostado no meu. Parei de beija-lo e ele olhou pra baixo.

—Estou tendo uma ere- Oooor! –Lucy se ajoelhou abocanhando o pau do meu amigo –Bruno revirou os olhos e se arrepiou. Mesmo sem a doença aquele ato de Lucy seria a melhor coisa que já aconteceu em sua vida. Um virgenzão que só tinha desenhado pornografia pelo que imaginava ser o corpo feminino nu, recebendo do nada um boquete e por experiência própria, Lucy tem o boquete mais quente que alguém pode dar –Ooooor! Meu Deus! Aaaaaar! –Ele se segurou em mim enquanto fazia as mais engraçadas caras e bocas –Dylan, essa garota é quente!

Olhei pra baixo e vi a Lucy engolir tudo e depois deslizar pra fora exibindo o pau duro e latejante do meu amigo, ele era do tipo “lata de cerveja” não muito grande, mas tão grosso que já fazia meu cu piscar.

—Isso é temporário ou...?

—É permanente, você esta curado –Eu disse com certeza absoluta. Bruno deu um salto gritando um “viva” e depois se sentou chorando, o que foi bem estranho –Você esta bem?

—Desculpe, é que estou tão feliz! Posso sentir tudo outra vez, posso... –Ele arregalou os olhos e depois se deitou na cama se cobrindo –Que vergonha! Dylan, você... Você roçou seu pau no meu e... Me beijou.

—Cara, você passou meses sem nem se masturbar, a vida inteira sem transar e agora que esta curado vai perder seu tempo sentindo vergonha? –Tirei minha camisa e subi na cama encarando Bruno com serenidade –Você precisa se libertar de mais do que só a doença, precisa se libertar dessa sociedade moralista que dita que devemos ser todos puritanos, liberte seus desejos, se entregue à essa sensação –Segurei seu queixo o erguendo em minha direção –Eu sou Dylan Stark e não vim apenas curar esse mundo, vi libertá-lo.

Agarrei meu amigo lhe dando um beijo quente, puxei seu lençol e me deitei sobre seu corpo, seu pau grosso roçando no meu por cima da cueca. Ele estava relutante, mas meu discurso o tocou e o fez aos poucos se desarmar e se entregar ao que sentia. Ele retribuiu o beijo e o calor em nossos corpos cresceu. Me levantei para tirar a cueca e ele tirou a camisa, estávamos ambos pelados um olhando pro outro.

—Nunca pensei te ver assim –Ele disse.

—Você vai ver e fazer muitas coisas que nunca pensou na vida –Eu disse segurando seu pênis e esse simples toque o fez gemer –E garanto que vai ser inesquecível.

—Tem espaço pra mim nessa cama? –Perguntou Lucy, quando viramos pra ela, vimos que estava nua. Bruno deu um grito e depois tapou a boca. Cara ele estava tremendo, me ver nu já era surpreendente, mas eu era homem, então ele sabia como era meu corpo, mas ver uma mulher nua, era algo completamente novo.

—Eu devo estar sonhando. Isso, ou morri e fui pro céu!

—Você esta bem vivo, mas ainda assim, podemos te levar às alturas –Disse Lucy subindo na cama. Ela se deitou ao seu lado e puxou seu rosto. Eu podia sentir o coração do Bruno batendo desesperado, quando ela o beijou seus peitos tocaram a pele dele.

Eu estava de joelhos sobre eles assistindo àquele beijo quente, Bruno moveu uma mão com muito receio e tocou no seio dela, Lucy apertou a mão dele dando-lhe permissão de ir com toda vontade. Meu amigo apertou maravilhado aqueles peitos macios. Lucy subiu esfregando seus seios na cara dele, seu semblante era como alguém numa piscina de chocolate.

Me abaixei brincando com o pênis de meu amigo, era tão grosso, é muito “interessante” a quantidade de formas diferentes que uma rola pode ser. Abocanhei aquela piroca até o talo.

—Oooooor! –Gritou Bruno apertando os lençóis e revirando os olhos –Meu Deus! Dylan você... Oooor! –Lucy sentou no tórax dele esfregando sua buceta na cara dele –Tem uma vagina na minha cara! Esse é o melhor dia da minha vida.

—Chupa meu grelo! –Ordenou Lucy e Bruno obedeceu.

Era evidente que ele não fazia a mínima ideia do que estava fazendo, mais lambuzava a cara do que proporcionava prazer, mas a Lucy era muito compreensiva.

—Você tem que treinar mais um pouco, Bruno. Chupar buceta não é tão fácil quanto parece. Vem, comece com algo mais simples –Ela o fez se sentar. Eu fiquei de pé e ofereci meu pau –Chupa o Dylan.

—O quê? Eu nunca... –Bruno olhava envergonhado pra mim, mas encontrava confiança em meu rosto, então olhava para meu pau pulsando convidativo. Ele segurou meu pau e engoliu em seco. Com cuidado chupou a cabecinha, sua língua deslizando massageando a parte mais sensível, ele engoliu um pouco mais, logo estava na metade.

—Ooor! Chupa assim mesmo, mais rápido! –Eu pedia. Bruno foi se soltando e chupando com mais vontade logo também estava gemendo excitado com o pau na boca –Agora tente de novo chupar a buceta dela.

Lucy se deitou de pernas abertas e Bruno se abaixou para chupá-la, ele ficou com os quadris erguidos de modo que pude ver sua bunda lisinha e seu cu rosinha ficou exposto. Não resisti e caí de boca sem aviso. Bruno se assustou, ele ria e gemia como se não soubesse ao certo o que estava sentindo. Usei meus poderes lançando ondas de prazer e conforto, ele parou de rir e se entregou ao tesão gemendo e chupando a buceta da Lucy.

Bruno se pôs a se masturbar, Lucy deslizou pra baixo dele, era a hora da penetração. Ele esfregou seu pênis lata de cerveja procurando o jeito certo de enfiar e do nada deslizou de uma vez só.

—Aaaaaaar! –Lucy gritou.

—Desculpa! Desculpa!

—Desculpar por que? Por me deixar excitada, aberta e molhada? Pode me arrombar!

Bruno sorria sem acreditar que podia existir uma garota tão despudorada como aquela. Ele começou a meter e ambos gemiam loucamente. O garoto gemia, assoprava e fazia caras e bocas sentindo o prazer daquele buraco quente e molhado. Lucy ria e gemia excitada e feliz, ela apertava os próprios seios e mordia o lábio inferior. Aquela cena era tão excitante que meu pau pulsava tanto que parecia ter vontade própria.

Cheguei por trás de Bruno beijando seu pescoço e alisando suas costas, deslizei as mãos até chegar em sua bunda e apertei suas nádegas com força. Molhei meus dedos e o surpreendi a dedilhar seu cu. Comecei enfiando o dedo médio, fui penetrando-o completamente, meu amigo gemeu e se deitou de vez sobre Lucy que usou suas mãos para abrir as nádegas dele. Enfiei um segundo dedo, a sensação era maravilhosa, sentir alguém tremendo com seu toque era incrível, poderoso, quando enfiei o terceiro dedo Bruno já estava fazendo cara de dor e prazer. Não aguentei mais, tirei os dedos, lambuzei minha rola de saliva e encaixei em seu cu, deslizei a cabeça abrindo caminho e vi suas nádegas se arrepiarem.

—Aaaaaaiii! Dylan! Deus! Aaaaaaar –Fui entrando mais fundo e seu grito aumentando, ele apertava os lençóis, sua cara ficou vermelha. Lucy gritou também, pois o pau do Bruno latejava loucamente por causa da minha dentro dele.

Segurei em seus quadris e me pus a meter, seus gemidos eram deliciosos de se ouvir, ele ofegava desesperado, sua bunda estava toda arrepiada. Eu não estava metendo nem com metade da força e velocidade que poderia, não queria machuca-lo, mas ainda assim ambos sentíamos muito prazer. Eu tirava e enfiava devagar fazendo-o sentir e gemer por cada centímetro. Lucy puxou o rosto dele.

—Comece a se mover. Você tem que aprender a dar e comer ao mesmo tempo.

—Eu- aaaaaar! É que ooooo! –Ele não conseguia falar direito. Dei uma folga para que ele pudesse se mover.

Bruno se moveu e parou revirando os olhos com tamanho prazer que sentia por ambas as vias. Era difícil se concentrar em todo aquele prazer.

—Vou dar uma colher de chá pra você e fazer o trabalho –Disse Lucy o empurrando pra fora de sua buceta. Ela se virou ficando de quatro e o puxou de volta para seu buraco úmido.

Fizemos um trenzinho, voltei a meter no Bruno e Lucy a rebolar em seu cacete. Bruno gemia tanto que babava, revirava os olhos numa expressão de estase.

—Acho que vou gozar!

Já? Tudo bem, era a primeira vez dele. Usei meus poderes para adiantar meu ápice e o da Lucy. Ela sentiu e gemeu alto, depois lançou seu olhar pra mim.

—Ainda não me acostumei com esses seus dons.

Sorri de volta e lhe dei uma piscadela. Aumentei a velocidade das minhas medidas, a sensação de deslizar pra dentro e pra fora daquele cuzinho virgem estava muito gostoso. Bruno começou a berrar, Lucy saiu e se virou para vê-lo se masturbando. Apertei seus mamilos e aumentei ainda mais a velocidade.

—Aaaaaaaa-Ooooooor! –Ele gozou sobre a Lucy que abocanhou sua rola no meio da gozada drenando sua porra quente.

Bruno gemia tanto e tão alto que até os vizinhos deviam estar escutando. Saí de dentro dele fiz sinal para que se ajoelha-se, me pus a me masturbar de pé diante dos dois. Não demorei a jorrar um banho de porra neles, Lucy empurrou a cabeça dele o fazendo abocanhar minha rola babada e pulsante, os dois revezaram me chupando e se beijando. Quando terminei nos deitamos na cama ofegantes.

—Não posso acreditar que estou deitado pelado com uma mulher e outro homem e ainda por cima meu melhor amigo.

—Como esta se sentindo? –Perguntei.

—Um pouco dolorido, mas bem, muito bem, na verdade maravilhoso! –O ver tão feliz daquele jeito aqueceu meu coração, Bruno estava bem diferente daquele cara quase sem expressão que encontrei mais cedo. Ele voltara a ser meu amigo, só que muito mais animado –Eu não sou mais virgem!

Eu e Lucy rimos de seu ânimo, devia ser porque pra nós dois era como se tivéssemos perdido a virgindade há séculos, se bem que no caso dela foi há séculos mesmo. Tomamos banho juntos, foi muito divertido. Nos vestimos e partimos juntos para prefeitura, Bruno andava todo esquisito com as pernas abertas.

—Ai meu cuzinho –Queixou-se –Como você consegue andar normalmente? –Perguntou a Lucy.

—Anos de prática.

Paramos nos degraus da maior construção da cidade, respirei fundo ao subir aquelas escadas e entrar naquele prédio minha missão estaria realmente quase cumprida. Dei um passo subindo o primeiro degrau e levei um baita susto, pois houve uma explosão no ar, chamas simplesmente brotaram do nada. Caí pra trás e fui segurando pela Lucy e Bruno.

—É proibida a entrada na prefeitura sem autorização! –Disse uma voz feminina.

—Quem- ?

—Lucile Fire! –Exclamou Bruno.

Diante de nós estava uma cópia exata da Lucy só que mais num estilo militar. Lucile Fire usava os cabelos amarrados num rabo de cavalo, tinha uma expressão dura, usava um macacão com uma fênix bordada e óculos de aviador na testa. Seus olhos faiscavam ameaçadores. Lucy puxou os próprios cabelos pra frente do rosto, Bruno saltitava animado em ver aquela grande heroína. Lucile olhou confusa para ele.

—Você... Esta agindo como uma pessoa normal, ou quase, como?

—Graças a ele! Ele cumpriu sua missão e voltou pra casa para nos salvar –Lucile olhou pra mim e sua expressão mudou.

—Dylan Stark?

—O primeiro e único.

Notas finais
O que acharam do Bruno?