As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

28 Capítulo 27 – A Profecia – Percy Jackson


Notas iniciais
Bem vindos ao Acampamento Meio Sangue! Profecia, piadas, aventuras e muito sexo

Queria tanto começar esse capítulo dizendo que fui parar numa ilha paradisíaca onde seus habitantes são loucos por sexo e que ajudariam facilmente à completar meu medidor sexual. Entretanto acho que esse tipo de cenário é reservado para personagens mais sortudos. Lá estava eu e Luna Lovegood de costas para uma enorme fogueira, que a propósito estava fedendo a gordura derretida como se tivessem jogado carne dentro das chamas, e à nossa frente dezenas de crianças e adolescentes do chamado Acampamento Meio-Sangue. O que isso significava? Eu chuparia o ovo esquerdo de quem me explicasse.

Claro que a situação tinha que ficar mais complicada, tinha um centauro pelo qual Luna parecia fascinada, ao longe observei um homem repleto de olhos por todo corpo, e de quebra um monte de mulheres que pareciam mendigas com os cabelos cobertos de folhas.

—Bem vindos ao Acampamento Meio-Sangue –Disse o ser mais intimidador daquele lugar: A ruiva com a escova de cabelo azul –Não sei ao certo de qual mundo vocês vêm, mas chegaram bem a tempo de evitar o fim do nosso mundo. Estão com fome? Querem canja de galinha?

—Acho que essa é a hora que abro um portal e pulamos pra outro mundo –Cochichei pra Luna.

—Nem pense nisso! –Disse a tal Rachel e na mesma hora a chave mestra voo de minhas mãos até as dela.

—Ei! Isso é meu!

—Você o terá de volta assim que cumprir sua missão.

—Maravilha –Disse com falso entusiasmo.

—Vamos a “maravilhosa” profecia:

Vindo de outro mundo dois heróis chegarão

Juntos do mar, da sabedoria e do fogo irão

Procurar o espelho que o amor reflete

Antes que no mundo a desgraça desperte

—Eu devia ficar impressionado com isso?

—Acho que você esta indo rápido de mais, Rachel –Disse um garoto de olhos verdes e cabelos escuros –Acho melhor deixa-los jantar e ir explicando as coisas aos poucos, se já é difícil para as pessoas do nosso mundo entender a existência dos deuses gregos, imagine para pessoas de outro mundo.

—Tem razão Percy. Que assim seja, sejam bem vindos, sintam-se a vontade e amanhã de manhã conversaremos sobre sua missão –Rachel foi embora levando minha chave.

Eu e Luna nos olhamos e seguimos para a mesa que o tal Percy estava.

—É... Boa noite? –Tentei começar uma conversa.

—Oi, eu sou o Percy Jackson!

—Eu sou Annabeth Chase, acho que posso explicar as coisas melhor que o cabeça de alga –Todos na mesa riram, inclusive o próprio Percy.

A propósito na mesa estavam cinco jovens: Percy, Annabeth que era loira e possuía olhos acinzentados, um garoto latino, magro e de cabelos cacheados que sorria e brincava com alguns parafusos, uma garota incrivelmente linda de cabelos em trança que por algum motivo tinha um ar familiar, a garota e não sua trança, e por fim um garoto loiro de olhos azuis que me deu tesão assim que bati os olhos nele.

—Eu me chamo Dylan Stark e essa é a Luna Lovegood.

—Prazer em conhece-los. Adorei a camisa de vocês –Disse Luna sorrindo e depois se inclinou pra frente e cochichou como se contasse um segredo –Eu adoro laranja.

—Tá certo –Disse o latino pegando sua mão e levando até sua boca –Eu sou Leo Valdez cara senhorita de beleza invejável.

—Repete essa mesma frase quando a Calipsu voltar de viagem –Disse a garota de trança e o que fez o Leo soltar a mão da Luna e endireitar o corpo –Prazer em conhece-los, Sou a Piper Mclean e esse é meu namorado Jason Grace.

—Prazer em conhece-los –Confirmou o loiro que eu comia ou dava fácil.

—Agora vamos as explicações –Começou Annabeth –No mundo de vocês existe mitologia grega?

—Tipo Hercules? –Perguntou Luna.

—Aquele cara é um pé no saco.

—No nosso mundos, os deuses, os monstros, as criaturas e lendas todas são reais.

—Que viagem –Comentei ao imaginar o quão insano devia ser aquele mundo. Já a Luna sorria animada, acho que era o tipo de aventura que ela esperava.

—Esse acampamento se chama Meio-Sangue por que todos os campistas são meio humanos, meio deuses.

—Você quer dizer que são semideuses? –Perguntei surpreso.

—Isso mesmo, eu sou filha de Atena.

—Eu de Poseidon –Falou Percy.

—Hefesto –Disse Leo tamborinando na mesa com os dedos.

—Afrodite –Disse Piper.

—Júpiter, digo Zeus –Terminou Jason.

Aquilo era tão... Tão... Tão legal! Jantei ouvindo animado as histórias do acampamento, as mendigas com os cabelos cheio de folhas eram as dríades, espíritos das árvores, o centauro se chamava Quíron e era o manda chuva do lugar, abaixo apenas do Dionizio! Sério que tinha mesmo um deus ali? Na verdade ele tinha sido condenado pelo todo poderoso Zeus a passar um temporada de férias no acampamento, tipo cem anos. Rachel Elizabeth Dare era a oráculo, porta voz do espirito de Delfos, era tipo a vidente do lugar.

Haviam vários chalés, um para cada deus, e seus filhos dormiam em seus respectivos lares. Com o termino no jantar, todos se encaminharam pros seus chalés.

—Vou levar essa torta como lanchinho da noite –Disse Jason pegando uma enorme fatia de torta de limão.

—Vocês dois podem escolher ir para um chalé ou irem pra casa grande –Disse Annabeth.

—Adoraria conhecer o de Afrodite! –Disse Luna animada.

—Então vem comigo –Disse Piper passando o braço em volta do da bruxinha.

—Se quiser... –Começou Percy e eu me adiantei.

—Quero ir pro chalé de Zeus!

—Então vamos lá parceiro –Disse Jason passando o braço em volta de meus ombros e me mostrando o caminho.

Sorri por que naquela noite aumentaria meu medidor sexual com aquele cara pra lá de gostoso. O chalé de Zeus era o maior de todos, era feito de mármore branco. Entramos e fomos direto até o quarto, havia dois beliches embora pelo que percebi Jason era o único que morava ali. Ele colocou o prato numa mesa e disfarçadamente tirei o que restou da erva afrodisíaca da Terra 69, se eu soubesse que aquilo era tão eficiente, teria trazido muito mais comigo, tive que gastar tudo que me restava, a partir de amanhã tinha que voltar para a boa e velha sedução se quisesse transar com alguém. Mas hoje, era sexo garantido.

—Você pode escolher a cama que quiser, sinta-se a vontade –Ele disse tirando a camisa. Que corpo bonito, todos ali eram heróis e treinavam todos os dias, era de se esperar que fossem malhados.

—Você não vai comer sua torta?

—Você quer um pedaço, né? Pode ficar pra você se quiser.

—Não, não, não! Digo, vamos dividir.

Jason foi até a mesinha e comeu um pedaço enorme. Sorri e tirei minha camisa e calça, ficando só de cueca. Até agora não tinha provado da erva, com a mesma colher do filho de Zeus provei um pedaço da torta, estava deliciosa.

—Nossa, aqui esquentou de repente –Comentou.

—Faça que nem eu e fiquem mais a vontade –Sugeri.

Ele se livrou da calça ficando só com uma cueca box branca, fomos comendo mais e mais pedaços e chegamos a gemer exclamando sobre o quanto estava gostosa.

—Que delícia de torta, cara! –Comentou esfregando a virilha, ele já estava de pau duro e eu também.

Nos olhamos de forma provocadora, as vezes ele balançava a cabeça como se quisesse afastar os pensamentos eróticos que sem dúvida estava tendo, mas ao terminar a torta seu olhar estava feroz.

—Sabe Dylan, você é bem mais atraente do que juguei. E por que você esta de pau duro?

—Você também esta, filho de Zeus.

—Pelo jeito estou mesmo –Disse apalpando-se por cima da cueca.

—Já que estão de pé, seria uma pena desperdiçar essa ereção.

—Odeio desperdícios.

Nos agarramos dando um beijão, agarrei seu cabelo o puxando sensualmente, nossos corpos seminus se esfregando, nossas rolas principalmente. Jason era um gato e muito gostoso, seu beijo tinha gosto de torta de limão. Aquele beijo estava tão bom que senti como se perdesse o chão, espera, aquela sensação estava muito realista. Abri os olhos e olhei pra baixo.

—Estamos levitando! –Jason me apertava com força.

—Não te contei que posso voar?

—Você é uma caixinha de surpresas –Dei um sorriso provocador –O que mais sabe fazer?

—Vou te mostrar.

Jason me jogou na cama de cima do beliche e deitou por cima me beijando e apertando meu corpo, desceu chupando meu pescoço me fazendo gemer, meu pau pulsou com força, o dele roçou no meu provocando uma sensação gostosa. Chupou meus mamilos e com sua mão apertou minha ereção por cima da cueca, começou a brincar com minha glande, os arrepios, os toques, a língua me proporcionavam muito prazer.

—Ai que tesão!

Ele desceu beijando meu corpo e tirou minha cueca, lambeu da minha barriga até minha virilha, mordeu o interior de minhas cochas enquanto me masturbava. Apertei os lençóis recebendo aquele boquete dos deuses! Perdoem o trocadilho. Olhei para baixo assistindo aquele gato me chupar, o prazer era metade tesão, metade voyeur. Usando seu poder de levitação, girou o corpo colocando as pernas em volta de minha cabeça, afim de iniciar um 69. Tirei sua cueca branca e sua rola dura bateu no meu olho tão forte que doeu, mas segui em frente. Sua piroca era grande, maior que a minha, a pus na boca e o senti tremer, continuamos a chupar a rola um do outro. Aquilo era maravilhoso! Apertei suas nádegas, lambi suas bolas e voltei a engolir sua vara inteira.

Jason parou de me chupar de tão intenso que eram seus gemidos, assim ficou de joelhos enquanto lhe pagava um boquete dos deu... Tá, parei. Enquanto lhe pagava um boquete maravilhoso. Deixei sua rola toda babada.

—Oooor! Você chupa tão bem!

Me virei empinando minha bunda para o filho de Zeus que não perdeu tempo e já foi logo enfiando. Apertei os lençóis sentindo dor e prazer, a penetração foi devagar, com a cabeça da rola abrindo caminho. Gemi de quatro, Jason agarrou minha cintura e começou a meter, senti como se uma corrente elétrica percorresse meu corpo inteiro, devia ser alguma habilidade de filho do deus do raio?

—Ai! Assim! Mete essa rola gostosa Jason! Aaaar!

—Que cuzinho gostoso! Oooor! Vou arrombar esse cú!

—Arromba ele gostoso, arromba! Oooooor! Issoooo!

Lembrando que ambos estávamos sobre o efeito da erva afrodisíaca, não sou muito de dizer essas coisas vulgares... Hahahahaha Nem eu aguentei essa, tá bom, foda-se, na cama todo mundo é puto.

O pau dele entrava e saía me provocando grande prazer, fiquei de joelhos e virei a cabeça pra trás, não como no filme do exorcista, só uma leve inclinação é claro, para poder beija-lo, mas por pouco tempo, pois as metidas eram intensas e não conseguia parar de gemer.

—Meteeee! Aaaaa! Assim! Isso! Vai!

Mudamos de posição, sentei em seu colo, já ia fazer o tradicional de pular em sua rola, quando Jason me agarrou e levantou voo me fodendo no ar. Abracei seus ombros me segurando desajeitado, enquanto o semideus comia meu rabo, ele girou e acabei me soltando, levei um susto, pois fiquei de cabeça pra baixo e achei que ia cair, mas Jason segurava minhas pernas e continuava enfiando em meu cú, num “saca rolhas invertido aéreo”. Transamos naquela posição até eu não aguentar mais e pedir pra mudar.

Voltamos pra cama e me deitei de pernas aberta no beliche de cima, Jason levitou e me puxou pra borda, era como se ele estivesse de pé sobre alguma coisa, ficou na altura ideal e me penetrou. Eu amo essa posição! Comecei a me masturbar e senti a gozada se aproximando, cara eu estava tão excitado assim?

—Estou chegando perto!

—Vou te fazer gozar de um jeito inesquecível!

Jason voou erguendo minhas pernas até que fiquei inclinado, continuei a bater uma punheta gostosa, com o gostoso metendo gostoso!

—Oooooor! –Ele meteu tão rápido que seu pênis pareceu se transformar num raio.

—Aaaaaar! Caralho! Meu cú tá levando choque! –Gozei em jatos tão fortes que de ponta cabeça caiu tudo em meu tórax e rosto. Minha porra quente sujando meu pescoço, queixo, rosto.

Jason puxou o pênis, me colocou no chão, me ajoelhei enquanto o loiro se masturbava sobre mim até gozar.

—Oooooor! –Engoli sua rola recebendo todo o esperma na boca –Oooooor! Ooor! Hahaha! –Ele gemeu até começar a rir.

Ele me puxou pra cima e beijou minha boca, foi meio nojento, mas muito excitante. Tomamos banho e fomos dormir, meu medidor estava em 17%.

Na manhã seguinte me levantei sorrindo e encontrei Jason sentado com as mãos na cabeça.

—O que foi, cara?

—Ontem nós... –Ele sacudiu a cabeça –E as coisas que eu disse!

—Nós transamos e foi legal –Jason me encarou chocado –Que foi? Esta com medo de ser gay?

—Isso não é um problema, um dos meus melhores amigos é gay e não me importaria de ser como ele. Mas eu tenho e amo minha namorada.

Me senti um pouco mal por ter usado a erva afrodisíaca com ele, pelo menos agora acabou, as próximas pessoas vão estar comigo por vontade própria.

—Me desculpe.

—Não foi sua culpa –Foi sim, mas eu que não ia dizer –Pelo menos não só sua, são preciso duas pessoas pra transar.

—Foi tão ruim assim?

—Ruim? Foi fantástico! Mas vamos fingir que não aconteceu. É hora do café, vamos.

Ele me puxou pelo braço como se não tivesse dito nada de mais, o clima nem ficou estranho, gostei dele. Fomos para o mesmo local da noite passada, todos sentavam próximos de uma enorme fogueira, haviam várias mesas, uma para cada chalé, ou seja, os filhos de determinado deus sentavam juntos, mas o grupo do Jason, filhos de deuses diferentes se sentavam todos juntos. Todos já estavam lá, Luna estava com o cabelo em trança igual ao da Piper, fiquei pensando se as duas tiveram uma noite tão boa quanto eu e o Jason.

Rachel Elizabeth Dare, não sei porque decorei o nome dela completo, voltou a falar sobre a tal profecia:

Vindo de outro mundo dois heróis chegarão

Juntos do mar, da sabedoria e do fogo irão

Procurar o espelho que o amor reflete

Antes que no mundo a desgraça desperte

—A profecia diz que cinco heróis devem procurar o espelho que reflete o amor, antes que o mundo caia em desgraça. Dylan e Luna são os dois primeiros e de acordo com a segunda estrofe um filho de Poseidon, um de Athena e um de Hefesto devem ir.

—Léo Valdez ao serviço! –Gritou o garoto magricela com cabelo em cachos.

—Como você é o único filho de Hefesto que controla o fogo, era obvio que a profecia falava sobre você.

Depois de alguma discursão sobre quem seriam o filho de Poseidon e o de Athena, acabaram sendo escolhidos Percy e Annabeth. Ouvi alguém cochichar ironicamente: Nossa, nem imaginava!

—Pois, esta decidido: Dylan Stark, Luna Lovegood, Percy Jackson, Annabeth Chase e Léo Valdez partirão depois do almoço e salvarão o mundo –Ela se virou –Ei Quiron, me passa mais uma panqueca.

Houve um salve de palmas e gritos de incentivo. Não sei que tipo de missão seria aquela, espero não ter me medido numa confusão, mas ter que salvar um mundo não seria bem uma novidade pra mim.

Notas finais
O que acharam pessoal?