Notas iniciais
Olá, sem reviews mas ok! rs.

Eu e Vitoria estávamos indo para minha casa, quando Eduardo nos chamou ansiosamente:



– Djessica e Vitoria, venham cá!


Fomos até ele que parecia ansioso.

– Fale Sr. Eduardo – eu disse

Ele se aproxima ansioso e sorri.

–Sobre o trabalho, vocês foram escaladas para fazer uma pesquisa arqueológica em Fernando de Noronha devido as suas ótimas notas nas disciplinas de História e Geografia.

AH! -pensei. Esses trabalhos nos já estávamos fazendo a algum tempo, é um pequeno trabalho sobre Mitologia Grega, seus deuses, etc.. Confesso que não acreditei muito nisso.

– Nossa! – eu disse sem graça.

Vitoria tinha uma expressão seria em seu rosto. Mas no fundo ficou feliz com a novidade. Então nós fomos correndo para minha casa pegar minhas roupas, depois minha mãe iria nos levar na casa da Vitória para pegar as roupas dela.

Chegamos à minha casa, contamos a novidade para minha mãe, achei que ela não fosse deixar, ou acreditar. Mas ela aceitou e parece adorar a ideia. Pegamos minhas roupas e bão pude deixar de perceber Vitoria em silencio, parecia preocupada com algo. Mas fingi que não notei.

Minha mãe Pegou o Carro e fomos direto para casa de Vitória, eram 15 minutos de viajem.

Chegamos a sua casa, era uma casa humilde, branca com um pátio enorme, confesso que nunca tinha visto sua casa. Entramos, era uma sala pequena com um sofá e uma Televisão de 20 polegadas. Atravessamos a cozinha, chegamos ao seu quarto, ele estava arrumado demais, parecia que ela não entrava ali a anos. Mas fingi estar tudo normal.

Ela pegou uma calça jeans, e uma camiseta Laranja escrito “Acampamento Meio Sangue”. Perguntei a ela onde ficava esse acampamento, mas ela permaneceu em silencio absoluto, completamente perdida em seus pensamentos.

Saímos de sua casa, fomos direto para o carro e minha mãe nos levou para casa do Sr. Eduardo.

Chegando lá, ela estacionou o carro e me olhou.

– Espere aqui Djessica – pediu ela

–Ok mãe — murmurei

Na porta de uma casinha Laranja e bem pequena, estava o Sr. Eduardo nos esperando, minha mãe foi em direção a ele rapidamente.

Os dois estavam conversando, mas não dava para ouvir, pois estávamos dentro do carro. Então virei-me para conversar com Vitoria, mas ela estava em total silencio. Ela não havia falado nada, desde que perguntei a ela sobre nossa professora.

Então minha mãe veio em direção ao carro, abriu a porta e me olhou seriamente.

– Djessica, desça Eduardo esta esperando as duas. –disse.

– Ok mãe. – disse eu – Vamos Vitoria? -ela assentiu e desceu do carro rapidamente.

Nos aproximamos de Eduardo com um sorriso no rosto. Eu estava completamente feliz.

– Olá meninas! – disse ele

– Oi. – murmurou vitória

– Bom tarde professor! – disse a ele

– Entrem, por favor!

– Ok. – disse sorridente.

Entramos, era uma casa bem pequena, sem muitos enfeites. É uma casa bem típica de alguém como o Sr. Eduardo.

Sr. Eduardo então pergunta:

– Ônibus ou avião? –

– Ônibus – disse

– Ok, Nosso avião sairá daqui a 4 horas, se arrumem! –disse não se importando com o que acabara de ouvir.

Porem nós já estávamos com tudo pronto, só faltavam tirar as malas do carro. Quando demos conta do que faltava, as malas já estavam na sala, prontas para serem transportadas por um avião.

Nos olhamos constrangidas.

– E você Sr. Eduardo, não irá aprontar sua mala? – perguntei

– Não minha querida, tenho tudo que eu preciso lá. – ele respondeu

Tudo bem né. -pensei- Minha mãe já havia partido, sem me dar um tchau. –Nossa quanto amor. -pensei.

Sr. Eduardo nos convidou para comer uns sanduiches. Nós não havíamos comido nada, na pressa só pegamos as roupas. Estávamos loucas de fome e quando chegamos à cozinha, havia uma mesa cheia de guloseimas e refrigerantes, eu peguei apenas um sanduiche. Vitoria pelo contrário comeu, ao meu parecer, até demais.

Depois de comermos , nos arrumamos e fomos em direção ao aeroporto. Eram umas 2 horas de viajem. Chamamos um taxi. Ele chegou em 20 minutos, Ficamos esperando sentadas na sala. Em total silencio.

– O taxi chegou! — disse ansiosa para irmos.

Nós entramos no taxi ansiosas. O motorista do taxi pegou as malas, colocou-as no porta-malas e ajudou o Sr. Eduardo a entrar no carro.

– Podemos ir? – indagou o Taxista

– Sim! — exclamou Sr. Eduardo

[...]

Durante a viajem nos conversamos sobre o trabalho.

Ele nos Perguntou quem são os cinco grandes, filhos de Cronos, mas ficamos em silencio, pois não sabíamos como responder e percebi Sr. Eduardo desapontado. O silêncio permaneceu durante toda a viajem, mas quando chegamos ao aeroporto, avistamos um jatinho particular onde continha uma escritura que, mesmo com minha dislexia, destingui ser algo como “Acampamento Meio-Sangue”. Mas espere, que acampamento?

–Esse será nosso transporte daqui até o Acampamento em Fernando de Noronha. –disse Sr. Eduardo simpático.

–Nossa! –disse pasma- Acampamento... Ahn que acampamento é esse? -indaguei receosa.

–Quem mais estará presente no acampamento, Sr. Eduardo? – me cortou Vitória, pela primeira vez disse algo durante a viajem.

–Todos os seus amigos e... –ele deu uma pausa- Fábio! –sorriu sem graça.

–Fábio? –indagou Vitória, então notei que seus orbes azuis estavam negros- Por que ele estará lá senhor? –continuou.

Eduardo permaneceu em silencio. Eu estava entretida demais para prestar atenção na conversa deles.

Notas finais
Proximo capítulo à caminho! rsrs
XX. Vitória.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.