As Crônicas de Nárnia - Aslan, Aslian e Nárnia
17 Capitulo 17 - Uma pequena ajuda de Aslan
Notas iniciais
Capitulo 17 – Eu estava cavalgando a procura de água, até que avistei de longe um pássaro muito grande e bonito ao voar, e então pouco mas a frente avistei um cavalo e nele um pouco mais a baixo o seu dono desamarrando ele da arvore, então eu vi que conhecia esse alguém que estava desamarrando seu cavalo era Suzana, senti meu coração bater mais forte, não sabia se fugia oi se ia falar com ela, mas eu precisava resolver as coisas.
Flash Back Off * Caspian *
Caspian — Suzana – falou gritando. Suzana olhou para Caspian e fez uma cara de quem não queria nem saber e então subiu em seu cavalo, Caspian parou na frente do Cavalo de Suzana e disse
Caspian – Para com isso, esta sendo imatura – Suzana revirou o olho sem respostas – Me escute pelo menos!
Suzana – O que você quer? – falou ela em um tom civilizado, porem alto e grosso.
Lucia voltou com seu cavalo a procura de Suzana, mas quando viu Caspian, pensou em se esconder atrás da arvore, mas isso seria errado portanto virou seu cavalo voltando para encontrar com Leonardo
Caspian – Ela não é quem você pensa, eu não sinto nada por ela! – falou ele quase implorando – Me perdoa...
Suzana — Pra que, Para hoje a noite você se encontrar com ela de novo ? – Lagrimas escorriam pelo rosto da garota.
Caspian – Suzana espere – falou quando Suzana desviava seu cavalo de Caspian.
Suzana – Eu já esperei demais Caspian! – indagou ela fazendo seu cavalo correr.
Suzana encontrou Lucia e Leonardo a espera dela, Lucia iria perguntar o que havia acontecido mas não era uma boa hora para isso.
Enquanto isso — Edmundo e Pedro já haviam chegado a uma caverna que havia na montanha.
Edmundo — Não vai dormir – Falou observando o mas velho parado na frente da montanha observando a chuva que começava engrossar. Pedro – por enquanto não – Falou ele pensativo
Edmundo – Pedro, você acha que vamos conseguir
Pedro – Não, Eu não acho, eu tenho certeza!
Edmundo – Como pode ter a certeza disso?
Pedro — Aslan, ele vai nos ajudar.
Edmundo encostou na parede da caverna e acabou dormindo, assim que Pedro garantiu que estava tudo bem, acabou dormido também
Eustáquio e Bruna por incrível que pareça acabaram encontrando com uma águia narniana que os levaram ao topo da montanha, parecia até que a águia estava procurando um lugar para se esconder da chuva.
Eustaquio – Obrigado mas uma vez, Sr. pássaro – indagou Eustaquio
Brúz – vou dizer pela terceira e ultima vez, meu nome é Brúz – Eustaquio ficou sem jeito, fazendo com que Bruna risse – chegou a minha hora.
Bruna – Vai partir? – pergunta a menina inocente – pensei que estava fugindo da chuva
Brúz – Não querida, Aslan em pessoa me enviou até aqui para poder trazer vocês ao topo.
Eustaquio – Aslan ? – Brúz afirmou com a cabeça que sim –
Brúz – Vocês vão ter uma longa jornada... – falou A Aguia olhando em direção a algo que estava atrás das duas crianças, fazendo com que elas olhassem.
Quando Bruna e Eustaquio olharão para trás foram surpreendidos, realmente a aventura estava apenas começando...
Suzana, Lucia e Leonardo tinham amarrado o cavalo em uma arvore assim que avistaram a caverna que levarão eles até o abismo. Estavam andando cada vez mas para o fundo da caverna mas não encontravam nada, muito menos o final da caverna.
Leonardo – Duvido muito que aqui haja alguma arvore de folhas roxas
Suzana – Mas aqui por enquanto não é o abismo...
Lucia – Francamente, estou com medo de ir até lá, imagina se encontrarmos com ... é melhor nem falar
Suzana — O Pai de Aslian ?
Lucia – Aham – Falou ela com um suspiro e uma virada de olho. Leonardo – E qu... – Leonardo parou de falar de repente, e então Lucia e Suzana ouviram um grito de horror –
Lucia – Oque é isso – falou ela desesperada -
Suzana – leonardo Cade Vo.. – Sem Suzana terminar a frase começou a gritar.
Lucia percebeu que conforme eles gritavam a voz ia ficando mais funda... então começou a andar mas para frente para descobrir de onde vinha a voz, mas enroscou o pé em alguma coisa, mas como estava escuro ela não conseguia ver em que tropeçará. Eles caiam sem parar estavam já todos machucados com as roupas rasgadas e o rosto todo sujo. Até que chegaram ao fim estavam muito doloridos e sangrando
Leonardo – Está todo mundo bem – disse se retorcendo no chão –
Suzana — Ai... eu morri ? – disse a garota com uma certa dificuldade devido a pancada
Lucia – Eu não estou sentindo meu braço – infelizmente o braço em que a garota não estava sentido era justamente o braço machucado devido a batalha.
Leonardo – Suzana Lucia, Olhem isso – falou ele olhando ao seu redor, fazendo com que as meninas levantassem Estavam todos indignados devido ao local aonde tinham ido parar, era todo escuro, iluminado por chamas saindo do chão
Lucia – Su.. Suzana – Disse ela gaguejando e assustada
Havia criaturas bem pequenas como um rato, mas eram escuras com o olho vermelho, realmente era apavorante, e não eram poucas, mas sim muitas
Suzana – e agora o que fazemos ?
Leonardo pegou a espada e se deu a frente das duas meninas
Leonardo – Viemos em paz, atrás das raras folhas roxas – disse ele levantando a espada –
As criaturas que ali estavam, não falavam a lingua deles, e infelizmente falavam uma língua estranha e assustadora, como se fossem morcegos gritando...
Lucia – Acho que estão tentando nos levar a algum lugar – disse a menina com um curto tom de dor vindo de sua voz, devido o braço –
As criaturas estavam indo em uma direção que basicamente queriam que o seguissem. E assim foi as duas garotas e o garoto seguiram aqueles pequenos supremos.
Leonardo – Quem será que está ali – falou ele quando viu que tinha um trono virado de costas para eles e com certeza tinha gente sentado nele .
Lucia – Suzana.. – falou ela com medo, e logo recebe um abraço da irmã.
Assim o trono virou , Suzana e Lucia viram quem estava sentado ali, não acreditaram, mas infelizmente ele estava ali
Suzana – Rabadash ? – falou ela indignada -
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