As Crônicas da Viking.

2 Capítulo 2: Emprego não tão casual.


Notas iniciais
Pensei em uma ordem de postagem dos capítulos que seria muito boa: Irei postar uma crônica de Hilda com mais ação e aventura mostrando suas missões e outro capítulo casual mostrando a vida da nossa Viking no século XXI, seria muito bom se pudessem me dar sua opinião nos comentários pra ver se essa ordem de publicação fica boa. ^^ Atenciosamente, —Indiano40

Bom, como devem saber eu tenho uma oficina, disse isso quando aquela doida varrida veio até o Centro de NY anunciar algum tipo de invasão. Fiquei trabalhando nesse caso semana passada, porém é segunda-feira e eu tenho que trabalhar.

Você não ouviu errado. A menininha escandinava de 14 anos e 1,46 de altura trabalha. Eu moro com a família de um amigo meu aqui em Nova Iorque, mas eu decidi trabalhar pra ajudar na casa, esse meu amigo em especial decidiu até me ajudar pra ganhar uma graninha extra também.

Foi assim que fundamos a "Oficina de Hefesto e Ymir." Um lugar onde forjávamos armas artesanais e peças de armadura, no começo o movimento nem era tanto, mas depois que souberam que duas pessoas com superpoderes forjavam armas atesanais na cidade virou um sucesso.

Por acaso nem lhes contei sobre o Gunther, agora ele tá forjando uma espada lá nos fundos.

Acontece que toda a família dele tem poderes, os pais são super heróis, ele puxou um poder de cada um deles, os poderes de controle de chamas da mãe e o controle de metais do pai. Ele tem tanto talento criando armas quanto tem parando pessoas que fazem o mal. Mesmo não sendo mágico ele tem seu jeito de fazer justiça na cidade, enquanto eu bato em trolls, goblins ou invasores da nossa terra ele tira outras pessoas com poderes que fazem besteira por aí. Atuamos em áreas diferentes, mas é legal trocar uma ideia com ele de vez em quando, principalmente porque tem a mesma idade que eu.

—Hilda vem cá.-Gunther dizia de dentro da oficina.-Eu saí do balcão e fui até os fundos onde ele segurava uma lâmina vermelha de tão quente com as mãos, fiquem tranquilos ele é a prova de chamas. Por isso que o povo chama ele de Kid Hephaestus.-Esfria isso pra mim por favor.

Eu ao ouvir o pedido estendi minha mão pra lâmina, o machado que estava pendurado nas minhas costas por tiras de couro brilhou levemente em azul e então uma energia gelada esfriava a lâmina fazendo agora o metal dourado da lâmina refletir a luz do fogo. Eu não falei na hora, mas o Gunther ficou muito lindo sem camisa a luz da fogueira que tínhamos dentro da oficina. É claro que ele não daria muito atenção para uma garota tão machona quanto eu mas a esperança é a última que morre né?

—Obrigado!-Ele agradeceu com um sorriso.-Tem alguma coisa pra fazer hoje? Tô pensando em começar a ver alguma série na Netflix.

—Pode ser. Os pedidos tão fracos hoje né? Acho que já podemos sair da loja.-Eu falei sorrindo.

Depois de nos trocarmos das roupas do trabalho nos vestiários dentro da loja e depois saímos de lá. Eu vestia um vestidinho azul com uma jaqueta marrom escura de couro. Tinha acompanhando isso sapatilhas pretas. Meu cabelo estava com uma trança no meio dele seguindo até o meio das minhas costas.

Gunther usava uma regata preta que dizia "Usual Suspect" em vermelho no peito, uma calça jeans preta também, usava a jaqueta cinza com um X vermelho no ombro. Seu cabelo era vermelho vivo e seus olhos verdes, tinha porém um certo traço oriental por causa da mãe mas era praticamente igual ao pai. Ambos são vistos como ótimos heróis.

No que andávamos pra casa vimos movimento na rua, pessoas fugindo e tudo o mais. Tratava-se de um dragão.

O bicho imenso saiu de um portal com a mesma forma do portal que a bruxa tinha vindo. Tinha 5 metros de comprimento e dois de altura, um pescoço longo e garras afiadas. Eu e Gunther sabíamos o que tínhamos de fazer.

—Eu invoco as forças de meus antepassados para me abençoar nesta bataçha!!!-Eu bradei segurando meu martelo com as duas mão numa posição ofensiva.

Gunther simplesmente acendeu suas mãos em chamas azuis.

Eu corri até o dragão e então deslizei por baixo dele cortando sua perna direita, logo depois disso cravei meu machado em suas costas gigantescas fazendo a criatura cuspir uma espécie de vento gélido, era um dragão branco.

Gunther preferiu uma aproximação mais selvagem, como as chamas que controlava. Correu até o animal e cuspiu fogo nele fazendo a criatura ficar cega e confusa.

Aproveitei a oportunidade pra pegar um punhal que escondia em minha bota e rasgar o dragão pela barriga, a única superfície vulnerável de seu corpo fora os membros.

Depois desse rápido combate vimos que o dragão tinha algo guardado em um de seus mebros que estava fechado sobre um objeto que parecia uma rocha azul marinho. Era um ovo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.