As Crônicas Dos Retardados.

55 Prometeu e a Humanidade


Notas iniciais
Olá, pessoal! Hoje eu estou super bem e...
AH, NÃO, EU NÃO ESTOU! A CASA DE HADES FINALMENTE SAIU E EU ESTOU SIMPLESMENTE CHORANDO DE EMOÇÃO! ~the feelings~ Não vou dar spoiler, juro pelo Estige.
Mas o Nico...
~falha na transmissão~
E o Leo...
~falha na transmissão~
Oh, sim, e Percabeth vai para....
~falha na transmissão~
É basicamente isso.
Quero agradecer a Mandy (Weasley) e Juliane Randon Stoll pelas recomendações! Obrigada, garotas!

POV. Carol Peruzzo

Como todos sabem, semideuses são pessoas ocupadas. A maioria não passa dos vinte anos de idade. Infelizmente, eu não sou diferente – mesmo sendo a diva desse acampamento recalcado.

– Vamos lá, pessoal! – Quíron sorriu para os campistas reunidos e esfregou suas mãos – O primeiro campista que conseguir chegar até o topo da parede de lava vai ganhar uma sacola de dracmas!

– Dracmas falsos? – perguntou um filho de Hermes.

O rosto de Quíron ficou escarlate.

– Não! Claro que não! – Mentiroso... – Vocês começam a escalar assim que eu apitar!

Sinceramente, quem teve a ideia infeliz de que semideuses tem que praticar esportes? O único esporte que pratico é dormir (Se dormir estivesse nas Olimpíadas, eu seria campeã mundial).

Arrumei minha armadura, coloquei minhas luvas de couro e encarei a grande parede de lava fumegante na nossa frente. Estou aqui há vários anos e ainda não sei o exato tamanho daquela monstruosidade, a lava era tão quente que faria Leo chorar.

– Pronta? – Clarisse me deu um tapinha nas costas.

– Não – falei – Nunca consigo chegar nem na metade.

– É, você realmente não tem capacidade.

Encarei-a.

– Está duvidando de mim, La Rue?

– Sempre, Peruzzo.

– Que tal uma aposta? – falei rapidamente – Se eu vencer, o Chalé 5 irá limpar meu chalé pelo resto do verão. Se você vencer, eu e Percy limpamos seu chalé.

Ela sorriu de uma forma medonha e apertou minha mão.

– Trato feito – falou – Vai perder, otária.

Quíron apitou. Comecei a correr como se houvesse uma liquidação na livraria, tirei duas facas do cinto e comecei a escalar, fincando-as na rocha. Tudo bem, tudo bem, eu não sou nenhuma atleta. Sou o oposto disso. Se eu me orgulho de dizer que só consegui subir aquela parede porque derrubei as outras pessoas?

Sim, me orgulho.

– CAROL! – berrou alguém abaixo de mim.

Eu, como a idiota que sou, olhei. Nem cheguei a ver a pessoa, só soltei um gritinho pouco digno e quase me soltei da parede. Morro de medo de altura.

[N/Harry: Então por que diabos você está numa parede de escalada?!]

Por honra! E por um chalé limpo.

Percy agarrou minha mão e me puxou para fora da linha de alcance de uma pedra flamejante que vinha caindo. Respirei fundo e continuei subindo, me desviando das demoníacas pedras de lava.

O problema era que Percy estava subindo acima de mim. Ou seja: Aquela bunda estava na minha cara. Urgh.

– Percy, sua bunda não é bonita! – comentei.

– É sim – disse Nico, que escalava ao meu lado.

– Ninguém pediu sua opinião, Nico.

Clarisse surgiu ao meu lado. Estávamos ombro a ombro agora, faltavam apenas mais alguns metros para o topo. Finquei a faca com força na pedra, fiz uma manobra ninja e pulei para o topo. Minhas mãos ficaram raladas por se segurar na pedra, mas consegui chegar até o topo. Clarisse escorregou e prendeu a rocha por somente uma mão.

– Carol! – ela exclamou, seu rosto estava arranhado e com poeira, as rochas com lava continuavam a cair ao nosso redor – Amiga! Me ajude!

Sorri, ajoelhei-me ao lado da beirada e segurei sua mão.

– Vida longa ao rei – sorri malignamente, ela arregalou os olhos e empurrei-a para fora da rocha.

[N/Rony: NÃÃÃÃÃÃOO! VOCÊ É O SCAR, CAROL!]

Sinto-me tão malvada!

[N/Voldemort: Há há, que gracinha.]

Fechei os olhos, agarrei a corda que ficava ao lado da parede de escalada e desci deslizando até o chão. Percy me deu os parabéns, o Chalé de Ares me olhou de uma forma que me fez querer correr para a minha mamãe.

Quíron veio até mim para entregar a sacola de dracmas, mas antes que isso pudesse ser feito, Sr. D surgiu correndo.

– O FIM! O FIM ESTÁ PRÓXIMO! – ele caiu de joelhos no chão.

– O que aconteceu, Dionísio? – perguntou Quíron preocupado.

Sr. D o olhou com os olhos cheio de lágrimas.

– A Nutella... ACABOU!

E caiu desmaiado no chão. Fez-se o silêncio por alguns segundos.

– NÓS VAMOS MORRER! – berrou Connor.

Todos gritaram e saíram correndo feito loucos. Eu até ia me juntar a eles, mas Quíron me segurou pela barra da camiseta, me jogou em suas costas junto com Nico, Clarisse e Sr. D e saiu trotando velozmente para a Casa Grande.

Quíron abriu a porta e nos jogou para dentro. Sr. D se recompôs e começou a discutir com centauro em grego antigo. Não consegui entender tudo, mas peguei coisas como “O risco é muito grande...” e “O acampamento depende disso”.

– O que está acontecendo?! – perguntou Clarisse irritada.

– Uma missão... Vocês precisam ir nessa missão... – murmurou Quíron.

– Que missão é essa, afinal? – perguntei.

– Bem, Carlota, mesmo uma estúpida como você deve saber que Prometeu roubou o fogo dos deuses e o deu aos mortais – falou Sr. D.

– Sim, e daí?

– E daí que ele não roubou o fogo. Quem precisa de fogo? Ele roubou uma coisa mais preciosa...

– O que?

Há milhares de anos atrás, a Nutella era mantida somente para os deuses olimpianos. Piscinas do maravilhoso doce existiam por toda parte e chovia Nutella dos céus. Os mortais, porém, tinham que se contentar com comidas horríveis, como os biscoitos do Hagrid.

Prometeu apiedou-se dos miseráveis mortais e, em uma das celebrações do Olimpo, roubou alguns potes de Nutella e os deu para os mortais. Só graças a ele que hoje vocês mortais idiotas possuem esse presente do Olimpo.

Zeus, quando descobriu o que Prometeu fez, ficou furioso. Prendeu-o e o acorrentou em um penhasco, onde as águias lhe devoravam o fígado durante o dia. Durante a noite, o fígado se reconstituía, porém as águias voltavam todos os dias.

Prometeu possui a chave para a Nutella do Olimpo. Caso a conseguíssemos, poderíamos salvar esse acampamento deplorável da miséria.”

– Então... – Nico franziu a testa – Temos que ir numa missão para resgatar Prometeu para poder trazer mais Nutella ao acampamento?

– Isso mesmo, Penico – Sr. D assentiu.

– Meu nome é Nico!

– Tanto faz.

– Bem – Clarisse estalou os dedos da mão – Tudo isso é muito legal, mas como nós vamos achar o penhasco onde Prometeu está preso?

– Acontece, Srta. La Rue, que assim como todo o Olimpo, a localização de Prometeu sofreu alterações com a nossa vinda para a América – Quíron disse pesaroso – Ele está preso no lugar mais cruel e horrível da atualidade...

* * *

– UM BAILE FUNK? – berrei observando a casa de shows – NÃO ACREDITO QUE AMARRARAM PROMETEU EM UM BAILE FUNK!

Era horrível. Nico, Clarisse e eu estávamos encarando uma casa de shows que vibrava ao som de algo como “Tuts, tuts, tuts, tuts, quero ver”. Estremeci e me escondi atrás de Clarisse.

– Não posso entrar lá – minha cicatriz vinda da minha benção de Zeuza na mão começou a arder – Ah, minha cicatriz! Está ardendo!

[N/Harry: Você é uma recalcada.]

– Você é brilhosa demais para entrar num baile funk – Nico pensou em voz alta – Bem, vamos nos trocar.

– Nos trocar? – perguntou Clarisse.

– Não podemos entrar com nossas roupas normais naquele lugar – o filho de Hades – Não vê que funkeiros usam roupas pequenas e sem brilho? Temos que usar o mesmo.

– Me recuso! – exclamei.

– É necessário, Carol – Nico tinha uma expressão de dor nos olhos – Tudo pela Nutella.

Cinco minutos depois, estávamos saindo do banheiro público. Nico usava uma camiseta preta sem mangas, uma bermuda de praia, chinelos, um boné com a aba para trás, correntes de prata no pescoço e óculos Ray-Ban com lentes verdes. Clarisse usava um vestido preto totalmente colado ao corpo. Eu? Eu continuava com as minhas divas roupas.

– Carol! Que roupas são essas? – exclamou Nico.

– Minhas roupas normais.

– Vamos invadir um Baile Funk! Não pode usar essa roupa!

– O que? Você achou que eu ia me fantasiar de funkeira? – gargalhei — Você não sabe nada, Nico di Angelo.

Clarisse começou a protestar sobre também querer usar roupas normais, mas eu a mandei calar a boca. Com muito esforço, caminhei em direção aquele lugar recalcado. Simplesmente não parecia natural levar minha linda pessoa até um baile funk.

Assim que entramos, meus ouvidos foram invadidos:

Quando ela me vê, ela mexe

Piri-pi-piri-pi-piri Piriguete!

Rebola devagar, depois desce

Piri-pi-piri-pi-piri Piriguete!

Minha cicatriz começou a arder de uma forma horrível, como se estivesse em chamas. As pessoas dançavam se esfregando uma nas outras de uma forma que faria Apolo corar de vergonha. Clarisse e Nico se disfarçavam perfeitamente na multidão, mas as pessoas me encaravam.

Prefiro pensar que eles estavam com inveja da minha beleza.

– Onde ele está? – Clarisse estava com a testa franzida – Quero sair logo desse Tártaro.

– Não ofenda o Tártaro – Nico suspirou.

– Ali – forcei a vista – É, ele está ali!

Prometeu estava amarrado à parede perto dos banheiros. Era difícil enxergá-lo com clareza por conta das várias pessoas na nossa frente, mas eu tinha certeza que era ele.

A música horrível soava no meu cérebro e minha cicatriz queimava como fogo grego, mas eu continuei me esgueirando no meio de todos aqueles funkeiros até chegar a Prometeu. Nico e Clarisse estavam sempre ao meu lado aguentando o recalque.

Eu já vira Prometeu antes durante a Segunda Guerra dos Titãs. Ele tinha ido negociar com Percy e era um homem alto e elegante. Agora estava em um estado deplorável. Usava roupas velhas e sujas, tinha o rosto abatido e cansado e murmurava alguma coisa. Só quando me aproximei o bastante consegui ouvir:

Deception and perfection are wonderful traits

One will breed love, the other hate

You'll find me in the lonely hearts

Under "I'm after a brand new start...

– Prometeu está cantando Marina and the Diamonds?! – perguntou Clarisse descrente.

– Incrível! – exclamei com os olhos cheios de lágrimas — Bom gosto musical!

Prometeu ergueu os olhos escuros e nos encarou.

– Semideuses – falou fracamente, quase não o escutamos sobre a música baixa – Vieram me salvar para obter a Nutella Infinita, não é?

– Com certeza – Nico assentiu – O senhor irá nos ajudar, não é?

– Claro, claro, contanto que me soltem – ele nos olhou cuidadosamente – Filha de Ares, filho de Hades e... Filha de Afrodite?

Gargalhei.

– Passou longe – falei.

– Momo?

– Não.

– Zeus? – ele perguntou isso olhando para a minha cicatriz de coração.

– Não.

– Apolo?

– Nops.

– Dionísio?

– Errado.

– Hermes?

– No.

– Caçadora de Ártemis?

– Negativo

– Deméter?

– Nunca.

– Desisto – Prometeu revirou os olhos.

– Sou filha de Poseidon – afirmei – E abençoada de Zeuza. Vamos tirá-lo daqui.

Ergui minha mão e disparei dois jatos de purpurina rosa chocante nas correntes que amarravam Prometeu. As correntes derreteram e o homem caiu de joelhos no chão.

– Obrigado – murmurou – Muito obrigado, semideuses.

– O que, pelo Tártaro, foi isso?! – exclamou Nico chocado.

– Eu posso disparar purpurina e glitter pelas mãos – dei de ombros – Não é nada demais.

– Não, imagina – Clarisse ergueu uma sobrancelha.

– Vamos, Prometeu – puxei-o pela mão – Temos que sair desse lugar recalcado.

Atravessamos aquela multidão sem brilho sem maiores dificuldades, mas como algo sempre tem que dar errado, os seguranças da balada nos viram.

– O QUE É ISSO? – berrou um cara que mais parecia um armário – ESTÃO QUERENDO SAIR DAQUI SEM PAGAR?

– Não, senhor! – exclamou Nico – Nós...

– VOLTEM AQUI!

O cara começou a correr na nossa direção. Nós, pessoas lógicas, fizemos o lógico naquela situação. Começamos a correr e gritar pela rua.

Mais funkeiros surgiram atrás de nós. Prometeu corria a nossa frente, procurando algum lugar seguro para se esconder. Nico tropeçou, Clarisse o ajudou a ficar de pé.

Parei de correr, ergui minhas mãos, soltei um grito e purpurina multicolor explodiu das minhas mãos, iluminando toda a rua. Era como se um Carnaval tivesse passado por ali. Os funkeiros gritaram e se dissolveram em contato com o glitter.

E, fazendo cosplay de Jason Grace, desmaiei.

* * *

Acordei em um quarto com vista para o Central Park. A cama em que eu estava deitada era perfeitamente confortável e o travesseiro era macio. Alguém tinha colocado fones de ouvido em mim e Welcome to the Black Parade tocava no último volume. Minha cicatriz brilhava em um tom de rosa radioativo.

Assim que me sentei na cama, Clarisse e Nico invadiram o quarto.

– Graças aos deuses! – Clarisse exclamou enquanto eu tirava meus fones de ouvido – Achávamos que você não ia acordar mais.

– O que aconteceu? – perguntei.

– Ao explodir em glitter, você ficou muito fraca – Nico disse sério – O brilhômetro de Prometeu indicou que você perdeu muito brilho, quase ficando... – ele engoliu em seco – Recalcada. Por isso te trouxemos para esse apartamento, que pertence a Prometeu, e te demos boa música para ouvir.

Clarisse ergueu um aparelho do tamanho de um telefone celular com uma antena e o passou diante o meu rosto. Ele apitou e a filha de Ares sorriu.

– Seu nível de brilho voltou ao normal – ela respondeu satisfeita – Perfeito, podemos voltar para nossa missão.

Saímos do apartamento e fomos em direção ao metrô para pegarmos um trem que nos levasse ao Empire State.

– Para onde foi Prometeu? – perguntei.

– Assim que te levamos para o apartamento, ele foi embora. Disse que precisava curtir a liberdade – Nico falou – Ele nos entregou a chave, falou que temos que entregá-la para o porteiro.

A viagem de trem foi rápida, felizmente. Assim que entramos no Saguão Principal do Empire State, o porteiro gemeu de desgosto e espirrou um inseticida com o rótulo Anti-Semideuses na nossa cara.

– Ei! – exclamei – Somos amigos, Carlos!

– MEU NOME É GEORGE! – o porteiro berrou furioso.

– Se acalme, Edward, está tudo bem – sorri – Nós estamos aqui por um bem maior. Nico, tenha a bondade de nos entregar a chave.

Nico tirou uma chave marrom com um pingente de Nutella do seu sutiã e a entregou para o porteiro.

Okay, a frase anterior me deixou um pouco confusa.

a) Por que alguém colocaria um pingente de Nutella em uma chave?

b) Por que diabos Nico está usando um sutiã?

c) POR QUE, EM NOME DE POSEIDON, ALGUÉM GUARDARIA QUALQUER COISA NO SUTIÃ?

– Hrum – fungou o porteiro examinando da chave – De fato... É a verdadeira chave. Não sei como a conseguiram, mas...

– Queremos a recompensa, Ernesto – rosnei.

O porteiro Armando suspirou, pegou o telefone da recepção e discou um número. Após alguns minutos conversando em voz baixa, desligou o telefone e nos olhou.

– Eles os esperam do lado de fora – garantiu.

Ele, no caso, se referia a ninguém mais ninguém menos que Zeuza em pessoa. Ele/ela estava em uma Ferrari luxuosa junto com Afrodite.

– Entrem, otários, estamos indo para o acampamento – Afrodite sorriu – Vamos, vamos!

Entramos na Ferrari e Zeus pisou no acelerador. Hrum, depois as pessoas dizem que eu dirijo mal. Após torturantes minutos, chegamos ao Acampamento Meio Sangue.

A vista não podia ser mais bonita.

Toda a água do lado fora substituída por Nutella. As pessoas riram e jogava Nutella umas nas outras. Nutella chovia do céu, brotava nas árvores, era trazida por pássaros... Enfim, havia Nutella em toda a parte.

– VAMOS CURTIR, AMIGAS! – berrou Zeus arrancando sua roupa, ficando somente com um biquíni azul bebê com purpurina, e pulando no lago. Afrodite o seguiu.

Não acho que já tenha visto algo mais estranho que isso.

Mas, apesar das maluquices, uma coisa posso dizer com orgulho: Mais uma vez, salvei o Acampamento Meio Sangue.

[N/Clarisse: Ah, e fez isso sozinha, suponho?]

Claro.

[N/Nico: Não saí do Cassino Lótus para isso.]

Notas finais
E NO PRÓXIMO CAPÍTULO...

"- Mas não é arriscado para os semideuses virem até a Itália?
- Arriscado é. Mas eu sempre quis vir até Veneza. Sabia que o sobrenome Peruzzo é de origem italiana?
- Oh, não desconfiava.
- Calada, Hermione."

"- O QUE DIABOS SÃO ESSAS COISAS?!
- Não grite, idiota! São dracaenas! Se ficarmos em silêncio, elas vão embora e...
- DRACAENAS? ELAS VÃO NOS MATAR? ELAS QUEREM MATAR VOCÊ, UMA FILHA DE POSEIDON?
- ... Maldito seja, Ronald Weasley."

"- Sou Triptólemo. Amigos me chamam de Trip, então não me chamem assim.
- Nossa, para que toda essa agressividade?
- Pensa que não sei o que vocês semideuses fazem?! Vem até aqui, querendo favores, atraindo monstros para as minhas portas... Eu os odeio!
- Na verdade, só a Carol é uma semideusa. Nós somos mortais.
- Novamente, obrigada pela ajuda, Harry"

"- SOLTE MEUS AMIGOS! SÓ EU POSSO TRANSFORMÁ-LOS EM PLANTAS!
- Eu soltarei seus amigos assim que me fizer um favor, filha de Marte.
- Sou filha de Poseidon.
- Sério? Não parece.
- Todos dizem isso."

"É... Poseidon? Oi? Então, aqui é a Carol. Sei que você nunca se importou comigo nem nada, mas será que dá para me ajudar? Um cara transformou o Harry Potter em um pé de milho e eu preciso de ajuda.
(Quinze minutos depois)
Não vai responder? Certo! Vá para o Hades! Vou falar com Hécate, ela é mais legal que você!"

"- Carol...
- Sim?
- Percebe como essa situação é estranha?
- Não vejo por que.
- Estamos discutindo minha vida amorosa durante uma viagem em uma tartaruga gigante.
- Perfeitamente normal."