As Consequências da Dor

11 cap.uma aproximação


Notas iniciais
Gente cade os comentários pessoas lindas. Bom vai mais uma cap. fresquinho

Acordei sentindo braços em minha cintura, peguei meu celular para ver que horas eram 4:00 , me libertei de seu aperto, comecei a me vestir, olhei para Ian que ressonava tranquilamente. Achei melhor acordá-lo e esclarecer que foi apenas uma noite… vai que o garoto cria expectativa né!

—Ian… IAN acorda.

Lentamente ele abre os olhos, revelando seus lindos olhos verdes.

—Senhora?

—Levanta, eu já estou indo. Quer carona para casa?

—Não senhora, não precisa, o que acontece neste local é apenas aqui, sem laços.

Sorri abertamente

—Bom garoto. Nos vemos por ai, mas antes.

Ataquei sua boca com um beijo de despedida, abri a porta mas me virei para traz com um sorriso malicioso.

—Ian foi um PRAZER te conhecer.

Falei dando ênfase no “PRAZER ” fazendo o sorrir.

safado.

—Idem senhora.

Segui pelo corredor fui até a recepção.

—Encerra o quarto 21.

Falei entregando meu cartão.

—Claro senhora, identificação.

Mostrei minha identificação que nada mais é que a minha pulseira, com a pedra vermelha e o simbolo Do clube. Estava na saída aguardando meu carro.

—Uma carona pelos velhos tempos.

Suspirei, O carma meu Deus. Olhei para a criatura que estava com uma cara não muito boa.

—Credo Grey que mal humor do cão é esse? Nem parece que se divertiu?!

Já falei que meu humor estava ótimo.

—Ao contrário de você que parece que se divertiu muito não Steele? “Ian foi um prazer te conhecer”

Gargalhei, com a imitação barata da minha vós.

—Sério que você estava na porta do quarto? E outra eu não falo assim ok, e entra logo antes que eu mude de ideia.

—Não vai atrapalha, não quero incomodar .

Balancei a cabeça em descrença.

—Qual é Grey, o estilo humilde não faz seu tipo, ficou no meu pé a noite toda e você poderia ter ligado para o coitado do Taylor, e não vem dizer que tá tarde, porque o coitado nem dorme direito esperando você latir suas ordem. E o Escala não é tão longe da onde moro.

Christian solta uma risada gostosa, ele fica lindo assim. Foco minha atenção na estrada, que pensamento besta foi esse?

—Sempre me desafiando Steele!

Endureci minha expressão, com suas palavras.

—A coisas que nunca mudam, a diferença é que agora você não pode me espancar.

O mesmo engole seco, e fica um silêncio incomodo, ligo o som do carro para aliviar a tenção, mas nenhum de nós fala nada. Viro a rua dos nossos Edifícios, mas percebo uma movimentação de seguranças e entre eles Taylor.

—Grey!

—Hum?

—Que movimentação é aquela na Frente do Escala?

Digo o fazendo olhar com mais atenção.

—Droga aconteceu alguma coisa, aqueles homens fazem parte da equipe no Taylor. Eu vou lá.

—Espera eu vou com você.

Paro o carro descemos E Taylor vem ao nosso encontro.

—Sr Grey o apartamento não é seguro danificaram dois dos seus carros. Invadiram a cobertura, mas não levaram nada.

—Porra como fizeram isso e para que, ninguém viu nada as câmeras de segurança não pegaram nada?

Diz nervoso passando a mão no cabelo.

—Calma!

Digo

—Como eu vou ter calma porra!

Senhor dai-me paciência.

—Ótimo porque fica nervoso vai resolver tudo né, vamos ver como ficou os carros.

Falo saindo na frente com eles me acompanhando chegamos a garagem e dois Audi um A4 (Modelo das sub) e o R8, estavam cobertos de tinta os quatro pneus furados e os retrovisores quebrados.

—UAU foi um belo estragos, mas isso tá mais parecendo um aviso! Já revistaram os outros para ver se não acham nada?

—Sim senhorita Steele.

Respondeu Taylor enquanto Christian andava de um lado para o outro praguejando.

—Você vai fazer um buraco no chão desse jeito. Vamos subir, você pega algumas roupas para ficar até segunda computador essas coisas e vem comigo.

—Para onde a senhorita pretende ir?

Suspirei coloquei a mão na cintura e olhei para cima respondendo

—Eu vou me arrepender disso, mas vamos para minha casa, fique tranquilo que tenho segurança suficiente.

T tenta esconder o sorriso mas falha miseravelmente.

—Certo, mas como farei para me comunicar com vocês?

—Me de seu celular.

Peguei o aparelho salvei o meu número e o de Toby

—Pronto ai tem meu contato e o de Toby meu chefe de segurança. Anda Grey que eu Não tenho a madrugada inteira.

—Ok.

A cobertura tava uma bagunça sentei no sofá e fiquei esperando Christian arrumar tudo que precisa. Gil apareceu e me abraçou apertado retribui meio desajeitada, ficamos conversando e quarenta minutos depois Christian aparece com uma mala

—Até que enfim, Gil foi muito bom te Rever, qual quer coisa pesa para T me ligar.

Ela concorda nos abraçamos me juntei ao Grey no elevados. Saímos do prédio,

já no carro.

—Será que eu posso dirigir.

Olhei para ele com raiva.

—Isso não foi um pedido e para todos os efeitos a resposta é não! Você não sabe onde vamos e em meus carros apenas eu e meus seguranças dirigem e estes sob ameaça de morte lenta e dolorosa se algo acontecer aos meus bebês.

Fiz meu discurso o fazendo rir, não vi graça nenhuma. Voltei o foco no transito.

—Onde estamos indo?

—Agora para STC. o mesmo fica me encarando,confuso.

—Vamos trocar de carro.

Respondi sua pergunta silenciosa.

—Não acho necessário mas ok.

—Você vai entender o porque.

Chegamos a empresa na garagem privativa onde tinha mais três carros uma SUV preta e uma Mercedes Guardian S600 Peta fosco e uma Ferrari vermelha linda.

—Seus gostos para carros evoluirão.

Comenta sarcástico.

—Idiota,fica aqui já eu venho, não mecha em nada!

Fui até minha sala, peguei a chave.

—Pegue suas coisas, e tranque o carro.

Falei jogando a chave do Corvette e abrindo o porta-malas da Mercedes, entrei no carro e fiquei esperando. Christian entra e me entrega minha bolsa que eu tinha esquecido no carro e diz que a chave do carro está dentro da mesma. Balanço a cabeça concordando. Acelero o carro pelas ruas de Seattle em plena 6:40 da manhã eita domingo que começou bom viu.

—Estamos voltando?

Sorri e parei na entrada da garagem do edifício quase de frente ao Escala inseri o código estacionei o carro em uma das minha vagas. Toby Abril minha porta, entreguei minhas chaves a ele.

Serio ainda vou descubro da onde ele brota porque essas aparição repentina dele um dia me mata do coração!

sorri com meu pensamento e encostei no elevador esperando o Grey que entrou perguntando qual andar?

Sorri e digitei a senha da cobertura

—Claro cobertura. Qual das duas é a sua?

Sorri debochada

—Ambas.

Ele arregala os olhos.Ouvimos o bip do elevados e saímos fio até o painel inseri minhas digitais e as portas se abrem.

—Venha.

Subi as escadas mostrei o quarto.

—Martah minha governanta logo vira deixar umas coisas no banheiro, toalha produtos de higiene essas coisas, fique à vontade durma um pouco e deixe que T resolva tudo, ele é mais preparado do que você. E qui você está seguro só entra na cobertura quem tem a digital cadastrada e temos câmeras por toda parte. A sugiro que pesa para T olha as escadas de emergência, geralmente são pontos cegos. Bom dia Grey.

Christian me olha de um jeito estranho, mas deve ser coisa da minha cabeça

—Bom dia Anastácia, depois conversamos e obrigado pela hospedagem.

—Ok até mais tarde.

Sai dali me perguntando que merda eu estou fazendo trazendo Christian para minha casa, acho que vira a noite sem dormi não me fez bem. É isso preciso dormir. mas antes falei com Martah pedi para ela ver com o Grey o que ele precisa e que me acordasse daqui a duas horas.