As Coisas Como São

8 ♪ Vem Ser Minha {+18}


Notas iniciais
☾ Hey galerinha linda que eu amo! :3 ☾ Dessa vez eu não demorei tanto, né? (eu espero e.e) ☾ E ele chegou... O capítulo que muitos de vocês estavam pedindo... Hentai! ¬u¬ Hehe ☾ Mas eu peço que não criem muitas expectativas, é apenas o segundo hentai que eu escrevo, então não está lá essas coisas... Eu quis que ficasse fofinho, espero que eu tenha conseguido, hehe ^^' ☾ Meus amores!! As Coisas Como São recebeu uma RECOMENDAÇÃO! AAAAAAAAAH!!! *-* *-* Eu tive um treco com isso, pelos deuses, estou muito feliz!! ♥ Muito, muito obrigada a linda da Neko que deixou essa recomendação mais que fofa! Muito obrigada! ☾ Uma agradecimento mais que especial a todos vocês gente, que leem, comentam e me acompanham. O carinho de vocês é o que me motiva a continuar a escrever! ♥ ☾ Bem, não vou prender mais vocês por aqui,ao capítulo! ^^/

"Vem ser minha, vem ser minha namorada"...

—-ღ--

"Deus me abençoou e me deu um dom

Pra essa menina linda eu vou escrever um som

Meu coração que bate aqui é dela

Ela continua linda, ela continua bela"!

— Vamos Natsu, assim chegaremos atrasados! — Minha melhor amiga falava enquanto puxava-me pela mão.

— Ok, ok... Estou indo... — Falei em meio a um bocejo, morrendo de sono.

— Ninguém mandou ficar jogando até tarde da noite. — A garota disse dando de ombros.

Apenas soltei um grunhido em resposta e deixei que ela me puxasse até pararmos de frente para uma grande estrutura, o Inferno. Ou como era mais conhecido, escola.

— Natsu! — Uma voz repreensiva chamou-me e olhei para a dona da voz.

Luce... — Choraminguei. — Eu estou com sono, seja mais compreensiva... — Eu disse e soltei sua mão, levando meu rosto até um dos seus ombros, apoiando-me ali.

— Disso eu já sei, mas temos aula agora. — Disse Lucy um pouco mais calma. — Depois eu divido meu almoço com você, certo?

A simples menção de comida fez com que eu ficasse mais animado e meu estômago roncou, já que eu não comi nada antes de sair de casa.

— Tudo bem, vamos logo. — Falei dando-me por vencido e Lucy sorriu vencedora, entrando junto comigo na escola.

Não demorou para Lucy encontrar suas duas amigas, Erza e Levy, que acenavam para nós.

— As meninas estão chamando, você vem? — Ela perguntou, encarando-me curiosa. Os olhos brilhantes e lindos.

— Não, vou para a sala, depois nos falamos. — Falei por fim e Lucy assentiu, despedindo-se com um beijo na minha bochecha.

Ah, se ela soubesse como meu coração quase salta pela boca quando ela faz isso...

Observei-a de longe, correndo e cumprimentando as amigas. O cabelo loiro e muito comprido balançava com o movimento, o uniforme ridiculamente curto imposto pela escola ficava perfeito no seu corpo esbelto. Eu odiava esse uniforme. O que o diretor da escola tinha na cabeça?

Logo que Lucy separou-se de mim, notei diversos olhares sendo dirigidos para ela. Olhares de outros caras.

Minha vontade era de socar todos eles. Quem eles acham que são para olharem para ela desse jeito?!

Lucy acenava para alguns de forma gentil. Eu sabia que era só por educação. Mas eu queria que toda aquela atenção dela, fosse dirigida apenas para mim.

Egoísta, eu sei. Mas é um pouco impossível não sentir-se assim quando se está completamente apaixonado pela a sua melhor amiga.

"Eu perguntei: tá tudo bem?

Ela sorriu, disse que sim

Tá tudo bom pra ela

Então tá tudo bom pra mim".

Suspirei pesadamente enquanto caminhava até a nossa sala. Eu era um covarde ao extremo. Nunca consegui declarar-me para ela.

Quando cheguei a sala de aula, vi os meninos tagarelando sem parar.

— E aí foguinho! — Gray saudou-me e já senti aquela pequena faísca de raiva.

— Gray, trate de colocar uma roupa, por favor? — Falei debochado e ele olhou apavorado para si mesmo que se encontrava apenas de cueca.

— Mas que merda! — Ele exclamou e foi procurar suas roupas.

— Onde está a Lucy? — Jellal perguntou e eu suspirei sentando na minha cadeira.

— Ficou com as meninas.

— Falou com ela? — Gajeel comentou e fechei meus olhos, irritando-me.

— Não...

— Você é um covarde! — O estúpido de piercings exclamou e o encarei mais que incomodado.

— E você, que não cria coragem para falar com a Levy, hein?

Ele calou-se imediatamente, desviando o rosto corado.

— Não mude de assunto, idiota.

— Não reclame, estamos no mesmo barco. — Admiti e recostei-me no meu assento. No mesmo instante, o sinal de início das aulas soou e não demorou para eu enxergar Lucy entrando na sala junto com as garotas.

Cara... Era tão ruim admirar a beleza dela em segredo...

Lucy aproximou-se de mim sorrindo e eu retribuí. Ela sentou-se no seu lugar, que era de frente para mim.

As horas passavam devagar, e as aulas seguiam tediosas. A única coisa que me distraía era Lucy. Era engraçado importuná-la, ela inflava as bochechas e fazia um bico fofo.

São esses pequenos detalhes que a tornavam especial para mim.

Finalmente o intervalo chegara, e todos os alunos correram pela sua momentânea liberdade.

No intervalo nosso grupo se sentava em uma mesa do jardim da escola. Estávamos indo para lá naquele momento e tudo estava indo bem, quando de repente um cara gritou o nome da minha loirinha.

Lucy sorriu envergonhada e disse que nos encontrava depois. Como assim?!

— É melhor se apressar Natsu, ou vai perder sua garota... — Gray cantarolou irônico ao meu lado e tive que me segurar para não dar um belo soco na cara daquele nudista.

Afastei-me rapidamente de lá, não querendo ver a cena de Lucy conversando com outro. Aquilo estava ficando demais. Desse jeito o que Gray disse iria acontecer. Eu perderia Lucy para outro.

E isso eu não permitiria.

Depois de um tempo, Lucy nos encontrou no jardim, toda sorridente. Cerrei os punhos sobre a mesa, controlando-me para não ter um ataque ali no meio.

As meninas conversavam com ela alegremente e isso apenas aumentava minha curiosidade.

Quem era aquele e o que queria com Lucy?

—----x-----

Mais um dia de escola se passou e os alunos, ansiosos pelo conforto de suas casas, saíram em debandada.

Como de costume, depois de nos despedirmos do pessoal, Lucy e eu voltávamos para casa juntos. Mais precisamente para a minha casa, já que era sexta, e sempre fazíamos uma maratona de filmes nesse dia. Oportunidade perfeita para perguntar para ela sobre o ocorrido de hoje cedo.

— Ei Luce... — A chamei assim que chegamos e ela olhou-me curiosa.

— Sim?

— Quem era aquele cara com quem você conversou mais cedo? Não o conheço... — Falei como quem não queria nada, enquanto jogava minha mochila em qualquer canto da sala.

— Ah, o nome dele é Rogue, aluno do outro terceiro ano. — Explicou polidamente e rumou para a cozinha. Eu apenas a segui.

— E o que vocês conversaram? — Tornei a perguntar enquanto me sentava em uma das cadeiras.

— Mas que pessoa mais curiosa... — Ela disse rindo e começou a preparar a pipoca. — Bem... Ele me convidou para sair.

Minha mente nublou nesse momento.

Eu ouvi direito?!

Aquele cara convidou a minha Lucy para sair?

— Natsu? — Ouvi Lucy me chamar, mas não a respondi de imediato.

— E... O que você respondeu? — Falei depois de um tempo em silêncio, tentando controlar-me.

— Eu disse que iria pensar. — Lucy respondeu e virou-se para mim com uma tigela enorme com a pipoca. — O que acha que devo fazer? As meninas disseram que eu deveria aceitar. Talvez fosse uma boa ideia, nã...

Não deixei que ela concluísse sua fala. Levantei rapidamente da cadeira e andei na sua direção, prensando-a contra a pia da cozinha. A tigela que ela carregava espatifou-se no chão, o cobrindo com pipoca, mas eu estava pouco me lixando para isso.

— N-Natsu, o que está fazendo?! — Lucy gaguejou, a face corada, prendendo a respiração, surpresa.

Alguém me ajude, ou não vou irei mais me segurar...

— Você não vai fazer isso. — Falei encarando-a seriamente.

— Ora, e por que não? — Ela falou fitando meus olhos, um tanto raivosa.

— Luce... — Sussurrei seu nome e vi sua expressão suavizar. — Por favor, não faz isso comigo...

— P-Por quê...? — Falou baixinho.

Não falei nada. Eu penso que em alguns casos, ações falam mais que palavras, então, agi como meu coração mandava.

Fui aproximando meu rosto aos poucos do dela, sentindo nossas respirações se juntarem. Lucy fechou os olhos e eu sorri de canto antes de finalmente beijá-la.

"Esqueça tudo e me beije

Como há muito tempo eu sonho

Me dê você de presente

Faça dessa noite um sonho".

No começo foi apenas um encostar de lábios. A melhor sensação do mundo invadiu-me quando a boca rosada e macia de Lucy tocou a minha, e logo tratei de pedir passagem, que logo foi-me concedida.

O beijo seguia devagar e maravilhoso, eu não tinha pressa nenhuma de parar aquele momento.

Mas o ar acabou exigindo presença e nós tivemos que parar a carícia que estava tão boa. Continuei com meu rosto próximo, e coloquei minhas mãos na cintura fina de Lucy e suspirei.

— Não sabe há quanto tempo eu estava querendo te beijar... — Falei brincalhão e vi o rosto dela avermelhar drasticamente.

— E-E por que não fez isso antes? — Perguntou indignada e eu arqueei as sobrancelhas confuso.

— O que?

— Natsu, você é um lerdo mesmo, nossa... — Ela xingou e segurou meu rosto com as delicadas mãos. — Eu ia aceitar o convite de Rogue, porque eu pensei que não tinha chances com você.

Ok, agora eu estou realmente surpreso.

— Isso é sério? — Falei e ela assentiu. — Bom, então eu não sou o único lerdo aqui.

Agora Lucy encarou-me confusa.

— Como é?

— Nunca percebeu que faz um bom tempo que eu tenho interesses além da amizade com você? — Falei em tom de flerte. O rosto de Lucy corou ainda mais.

— Você n-não deixava essas intenções muito claras, entende? — Falou nervosa, desviando o olhar e colocando suas mãos no meu peito.

— E a senhorita não facilitava também! — Exclamei rindo e vi ela segurar o riso. — Escuta. — A chamei e segurei delicadamente seu queixo. — Agora que estamos esclarecendo tudo, quero lhe dizer uma coisa.

Ela escutava-me atentamente, e isso deixa-me nervoso, mas feliz por tê-la me ouvindo.

— Eu sou um covarde. Há meses estava querendo falar isso para você, e eu sabia que se eu demorasse mais acabaria te perdendo, como quase aconteceu hoje. — Disse olhando para baixo. — Agora direi isso com a pouca coragem que ainda me resta.

Respirei fundo e voltei a encará-la firmemente.

— Luce, eu te amo. Desde o minuto em que a vi, eu apenas não havia percebido ainda. Perdão pela demora... — Falei e soltei o ar aliviado. Um peso enorme saiu dos meus ombros quando eu finalmente confessei-me.

Lucy não desviara o olhar me nenhum momento e ficou em silêncio, o que me preocupou. Mas assim que eu vi o seu lindo sorriso estampar a sua face, não pude deixar de sorrir de volta.

Vi seus olhos marejarem e quando eu ia perguntar se estava tudo bem, a garota loira pulou em cima de mim, abraçando-me, fazendo-nos quase cair no chão.

— Luce, o que...?

— Eu te amo, eu te amo Natsu... — Ela sussurrava no meu ouvido e senti suas lágrimas caírem no meu ombro.

Nunca na minha vida me senti tão feliz quanto agora. A simples realidade de ter Lucy correspondendo-me era sublime.

Eu apenas conseguia rir e a abracei de volta fortemente.

"Pois não existe nada melhor

E se existia, não existe mais

Não existe nada melhor

E se existia, não existe mais"

— Isso não é um sonho, é? — Perguntei afastando-a um pouco, passando a mão pelo seu rosto úmido pelas lágrimas.

— Se for um sonho, eu não quero acordar... — Lucy murmurou, sorrindo docemente.

Sem pedir permissão, passei meus braços na parte de trás de suas pernas, pegando-a no colo.

— O-O que está fazendo? — Lucy gaguejou abraçando meu pescoço buscando equilíbrio.

— Nada de mais Luce, fique calma... — Falei em tom baixo no seu ouvido e senti-a arrepiar.

Caminhei desviando dos cacos de vidro da bacia que jazia em pedacinhos no chão.

— Olha a bagunça que você fez! — Lucy disse rindo.

— Isso é o que menos me importa no momento... — Resmunguei e saí da cozinha, subindo as escadas e indo direto para o meu quarto.

Assim que passei pela porta, sentei na minha cama, permanecendo com Lucy nos meus braços.

— Luce... — Sussurrei envergonhado e ela desviou o olhar, acanhada também. — Ei, não se arrependeu do que disse para mim lá na cozinha, não é?

— Claro que não! — Ela exclamou um tanto alto, o que me fez rir.

— Bem, saiba que eu também falava sério. Eu te amo Luce, por favor seja minha namorada, vem ser minha...

"Eu voo a sem perder de vista

O que pra mim é imprescindível

A minha mega special girl

O meu sonho mais incrível

Imperdível

Ela é mais do que eu possa dizer

Ela é a menina mais incrível desse mundo"

A loira a minha frente apenas sorriu abertamente e empurrou-me na cama, ficando sobre mim. Ah, Céus, essa posição em que estamos...

— É claro que sim, bobinho... — Falou com a voz arrastada e então beijou-me.

Ah, acho que nunca vou me cansar dessa sensação maravilhosa...

Inverti nossas posições, e voltei a beijá-la, mais intensamente. Sem querer assustá-la, passei minha mão devagar pela sua coxa e a ouvi suspirar.

Parei de beijá-la para poder fitar seu belo rosto corado, o cabelo preso em um rabo de cavalo estava completamente torto e a respiração estava falha. A boca se encontrava entreaberta com os lábios vermelhos...

— Droga Luce, como quer que eu me segure com você me olhando desse jeito? — Ralhei incomodado e a vi rir com gosto, soltando seu cabelo e sussurrando próxima a mim.

— E por que ainda está parado?

Pronto, foi a gota d'água.

"Então, já faz um tempo que eu gosto dela

Ela continua linda, ela continua bela!

Eu perguntei "tá tudo bem?"

Ela sorriu, disse que sim

Tá tudo bom pra ela

Então tá tudo bom pra mim"

Ataquei sua boca já inchada pelos meus beijos e senti suas pernas entrelaçando-se na minha cintura.

Acabei rosnando sem querer e levei meus lábios no seu alvo pescoço, mordiscando e chupando, deixando certas marcas ali.

Lucy acariciava meus cabelos e sussurrava meu nome, o que apenas me deixava mais excitado.

— Luce... — Falei com dificuldade, olhando-a atentamente.

— O-O que foi?

— Quer mesmo prosseguir com isso? — Perguntei preocupado e a vi dar um sorriso doce, levando as mãos até o meu rosto.

— O único com quem quero fazer isso é você. Eu te amo, Natsu.

Tenho certeza absoluta que nessa hora eu dei o sorriso mais bobo do universo. Inclinei-me e dei-lhe um singelo selinho.

— Também te amo... — Falei no seu ouvido e mordi seu lóbulo, fazendo-a soltar um baixo gemido.

Segui trilhando um caminho de beijos até chegar aos seus seios ainda cobertos pela camiseta social da escola. Devagar, fui abrindo seus botões, revelando um sutiã rendado cor-de-rosa, com seus fartos seios quase saltando para fora.

Ergui-a levemente para soltar a peça, e quando o fiz, Lucy instintivamente cobriu-se com os braços.

Eu apenas ri de sua vergonha. Ela era tão linda, corada daquele jeito...

— Você confia em mim, certo? — Murmurei com rosto próximo do dela.

— Claro que sim... É só que...

— Eu sei. Mas não se preocupe com isso, você é linda demais Luce... — Declarei e a vi sorrir envergonhada, permitindo que eu afastasse seus braços, dando-me a "visão do paraíso".

Beijei o vão entre seus seios e a senti estremecer. Sorri e levantei o rosto beijando sua bochecha.

— Maravilhosa. — A elogiei enquanto envolvia um de seus seios com minha mão e Lucy gemeu em meio a um sussurro.

De maneira lenta, passei minha língua ao redor do seu seio e a senti tremer.

— Você gosta disso...? — Perguntei provocante e chupei a pele sensível dali.

— S-Sim... — Ela exclamou baixinho, e eu apenas a olhava extasiado.

— Quer que eu continue então? — Provoquei mais um vez ao lamber avidamente seu outro seio.

Ouvi a graciosa risada de Lucy e ele inclinou-se na minha direção.

— Eu quero saber por que essa camisa ainda está no seu corpo.

Oh, ok... Lucy sabia como revidar minhas provocações.

— Não seja por isso, amor. — Falei maliciosamente e afastei-me um pouco, retirando minha camisa.

Lucy observava-me curiosa, mas com certo brilho de expectativa.

— A visão lhe agrada? — Falei, brincando por um momento.

— Com toda a certeza... — Lucy respondeu, mordendo o lábio inferior e passando as pequenas mãos pelo o meu torso.

Senti que já estava começando a ficar com falta de ar. Quem era aquela e o que fez a minha Luce santinha?

Bom, eu que não iria reclamar.

— Você fica sexy desse jeito... — Arfei enquanto buscava novamente seus lábios.

Ela nada disse, apenas continuou retribuindo o beijo e passou a apertar meus ombros.

Sem encerrar a carícia, passeei com minha mão sua barriga, até chegar na barra de sua saia.

Parei o que estava fazendo e olhei para aquele pedaço de pano que no momento, estava me incomodando mais do que nunca.

Com as duas mãos, retirei aquele empecilho, juntamente com sua calcinha.

— Você é totalmente incrível Luce... — Falei com dificuldade e voltei a ficar perto de seu rosto. Ela passou seus braços pela a minha nuca e encostou nossas testas.

— Natsu... — Ela disse, um tanto suplicante. O que apenas deixava-me ainda mais desperto e com mais vontade de tê-la para mim.

— Shh... — A calei, colocando meus indicador sobre sua boca e o desci pelo seu queixo, traçando um caminho pela linha do seu pescoço. — Tudo ao seu tempo.

Sem desviar o olhar, levei minha mão até a sua intimidade, a acariciando gentilmente.

Lucy gemeu meu nome novamente. Estava cada vez mais difícil controlar-me.

Com medo de assustá-la, prossegui com os movimentos de maneira calma. Quando senti que ela estava mais relaxada com aquilo, penetrei um dedo, o que a fez arquear, surpresa.

— Quer que eu pare? — Perguntei preocupado. Ela negou com a cabeça e eu encarei aquilo como um incentivo.

Comecei a movimentar aquela pequena parte minha, e só por tocá-la, já sentia meu "amigo", apertar-se debaixo da minha calça.

— Como já está molhada Luce... — Falei e lhe dei um selinho demorado. — Você está praticamente pronta para mim...

Não queria que ela tivesse seu primeiro orgasmo naquele noite com meus dedos. Eu queria senti-la dentro de mim.

"Então vem ser minha, vem ser minha namorada

Vem ser minha, vem ser minha gata

Vem ser minha, vem ser minha namorada

Vem ser minha, vem ser minha gata"

Quando retirei meu dedo, a vi jogar a cabeça para o lado, frustrada. Eu ri de sua atitude.

Afastei-me, levantando-me da cama e rapidamente pegando uma camisinha na gaveta da minha cômoda. Tirei minha calça, com o olhar atento de Lucy a me observar, o que deixou-me um pouco constrangido. Virei-me de costas para ela e coloquei a camisinha com certa pressa.

Depois, voltei para a cama, ficando por cima dela, sobre seu belo corpo, repleto pelas minhas marcas. Por um bom tempo, ficamos apenas admirando um ao outro.

— Você é linda demais. Sabia disso? — Falei sorrindo e acariciei seu cabelo.

Ela sorriu envergonhada, enquanto abraçava-me com força.

— E você é maravilhoso... — Ela murmurou o elogio e deu-me um singelo beijo debaixo da minha orelha. Estremeci apenas com aquele simples toque.

— Está pronta? — Perguntei um tanto ansioso. Seu rosto corado apenas fitou-me firmemente, assentindo em seguida.

Posicionei-me ainda próximo a ela, e gentilmente a penetrei, fazendo com que Lucy gritasse.

— Tudo bem? — Eu estava preocupado. Seus belos olhos estavam repletos de lágrimas e sua face expressava dor.

— E-Está. Só é um pouquinho desconfortável... — Ela confessou, e sorriu. Sabia que a sua primeira vez seria dolorosa. Mas, eu tornaria essa experiência a mais prazerosa possível para ela.

— Vai passar, não se preocupe... — Garanti e beijei-lhe a testa, começando a mover-me devagar.

Aos poucos, seus gemidos de dor passaram a se tornar prazerosos e acompanhados por sussurros.

— Luce... — Declarei seu nome ao seu ouvido, e Lucy arrepiou-se. Eu estava de olhos fechados, mal conseguindo manter-me são.

Quando senti que Lucy estava chegando perto e eu também, meus movimentos ficaram mais firmes e rápidos até que finalmente, juntos, chegamos ao nosso primeiro orgasmo.

Eu estava ofegante, enquanto descansava minha cabeça no ombro de Lucy, e a mesma permanecia com as pernas ao meu redor, passando as mãos pelos meus cabelos.

— Isso... Foi... — A ouvi dizer depois de um tempo em silêncio que usamos para recuperar o fôlego.

— Incrível? — Sugeri sorrindo, a encarando sensualmente.

— Exatamente. — Lucy disse rindo. Retirei-me dela, deitando-me ao seu lado, a abraçando e nos cobrindo em seguida. Beijei seus cabelos e inspirei seu delicioso aroma.

— Eu adoro seu cheiro, sabia? — Comentei e Lucy escondeu o rosto no meu peito, o que apenas fez-me rir. — Está com vergonha? Mesmo depois do que acabamos de fazer? — Brinquei e ela mordeu meu ombro de leve. — Ai!

— Não estou constrangida... — Ela disse fazendo um bico. Era mentira, claro.

— Aham... — A instiguei e lhe dei um selinho, antes que ela pudesse falar. — De qualquer maneira, estou muito feliz.

— Eu também... Tive medo de que nunca iríamos nos acertar dessa maneira... — Lucy admitiu, e a apertei ainda mais contra mim.

— Hey, não pensa mais nisso. Estamos juntos agora, nada vai nos separar, ok? — Garanti com a maior convicção e ela assentiu. — Portanto, trate de chutar aquele outro cara, avise que você tem um namorado extremamente bonito e ciumento. — Gabei-me e ela riu sonoramente.

— E cheio de modéstia... — Ela ironizou, fitando-me divertida.

— Ué, só disse a verdade! — Falei com falsa indignação e nós rimos novamente.

— Aham... — Ela retrucou e beijou meu peito. — Eu te amo Natsu...

Aquela podia ser considerada uma simples frase, mas quando ela era dita pelos lábios de Lucy, sendo dirigida a mim, tinha um significado mais que especial.

— Amo você Luce, obrigado por estar comigo... — Falei sorrindo bobamente e a puxei para mais um beijo.

Um gesto que se repetiria várias e várias vezes a partir de agora, hehe.

Notas finais
☾ É isso aí seus lindos, eu estou nervosa, e espero sinceramente que tenham gostado :3 ♥ ☾ Virão outros hentais ainda, a coisa vai melhorar, não se preocupem! Hehe ☾ Obrigada por tudo pessoal espero vê-los em breve! ☾ Até os comentários! ♥ ☾ Um beijo para quem quiser, e até logo! ♥