As Coisas Como São

6 ♪ Tudo Mudar


Notas iniciais
☾ Hey lindos do meu coração! :3 ☾ Antes de mais nada, eu gostaria de agradecer a linda da Kemillyn, que me ajudou muito a voltar a postar e a ter inspiração, agradeço muuuito pelo o carinho e a atenção! ♥♥♥ ☾ Demorei pra caramba dessa vez e peço mil desculpas, mas eu vou me esforçar para postar mais cedo, certo? ^.^ ☾ Bem, sem mais delongas, ao capítulo!

"Como pode tudo mudar"?

–-ღ--

"Quando eu vi você quase não acreditei

Nem vi você mudar, nem vi você crescer

Mas nunca te imaginei assim".

– Você devia sair mais de casa, sabia Natsu? — A voz insistente de minha irmã, Erza, soou nos meus ouvidos abafada graças ao travesseiro que estava sobre a minha cabeça.

Sem vontade nenhuma, direcionei meu olhar a ela, irritado.

– Você não tem mais nada para fazer além de encher meu saco? — E virei de costas para ela, cobrindo-me com o cobertor.

Ouvi Erza suspirar e senti ela afundar-se no colchão ao meu lado.

– Eu estou preocupada com você. É sábado e está um dia tão lindo. E você prefere ficar na cama o dia inteiro! Olha, eu sei que sendo difícil para você, terminar um namoro nunca é fá...

– Por favor Erza. Não quero falar sobre isso. — A interrompi, olhando-a seriamente.

A ruiva ao meu lado apenas encarou-me triste e levantou da cama, indo em direção a porta do meu quarto.

– Tudo bem Natsu, não vou insistir. Eu vou sair com o pessoal, caso mude de ideia pode me ligar.

Apenas resmunguei uma resposta qualquer e vi ela sair, fechando a porta com certa força, deixando-me sozinho.

Deitei de costas e fitei o teto com a testa franzida. Eu estava incomodado, para não dizer irritado, com o assunto que eu acabara de tocar com a minha irmã.

Bom, como ela disse, nunca é fácil terminar um namoro. Especialmente quando sua namorada trai você com um amigo seu.

Yukino e eu estávamos juntos há dois anos, e eu realmente gostava bastante dela. Acho que não chegava a ser "amor", mas adorava tê-la comigo. E pelo visto, Sting sentia a mesma coisa.

Três semanas atrás os vi trocando carícias um tanto quentes em uma festa da faculdade.

Ambos vieram com aquela velha desculpa: "Não é o que você está pensando"!

Eu me perguntava mentalmente se por um acaso eles achavam que eu era tão idiota assim.

No fim, depois de muito choro vindo de Yukino, um Sting arrependido e eu me sentindo um lixo, terminei meu namoro.

Moral da história: SE FODE AÍ SEU TROUXA!

Nos dias que se passavam,eu apenas tinha ânimo para ir a faculdade, e olhe lá. Não saía mais nos finais de semana como antes, e mal falava com meus amigos.

É, as coisas estavam feias.

Revirei-me na cama umas cinquenta vezes, até eu me irritar e jogar a coberta no chão e levantar rumando até o banheiro.

Meu rosto estava péssimo. Com ridículas bolsas arroxeadas debaixo dos meus olhos, a boca seca, e o olhar perdido.

Porra Natsu, você já foi melhor que isso.

Respirei fundo, lavei o rosto e saí do banheiro apressado. Coloquei uma roupa qualquer e rumei para fora do quarto, mais especificamente para fora de casa.

Eu precisava ir a um lugar.

–----x-----

As ruas estavam movimentadas naquele sábado. Também pudera, era final de semana, e o dia realmente estava lindo, como Erza dissera.

Meus pés levaram-me até um lugar onde eu chamava de refúgio. Uma pequena praça mais próxima do subúrbio da cidade, quase nunca era frequentada, mas eu era um visitante assíduo.

Como de costume, a praça estava praticamente vazia, tirando uma mãe que empurrava seu filho no balanço, não havia mais ninguém. Escolhi um banco qualquer e sentei, observando aquela cena.

Eu e meus amigos vínhamos muito aqui quando éramos crianças. Tendo isso em mente, lembrei de algumas aventuras que vivemos por aqui. Eu, Erza, Gray, Jellal, Juvia, Gajeel, Levy, Lisanna e uma outra menina. Uma loirinha de cabelos curtos e muito desastrada.

Lucy.

Lembro quando ela chegou aqui. Estávamos brincando como sempre, e aí ela apareceu, perguntando se podia brincar conosco.

Aceitamos na hora, claro, quanto mais gente para brincar, melhor!

E a partir daí, Lucy vinha todos os dias na praça. Eu a achava legal, e muito engraçada, sempre que brincávamos de pega-pega, ela acabava caindo.

Porém um dia, Lucy veio com a notícia de que iria se mudar para outra cidade. Nós tínhamos doze anos na época.

Hoje, estou com dezenove. Seis, quase sete anos se passaram. Ás vezes me pegava pensando como ela estaria.

Sorri sem humor e balancei a cabeça, perguntando-me por que pensei nela justo agora, depois de tanto tempo. Talvez essa praça trouxesse lembranças demais. Mas boas.

Levantei do banco e dei uma última olhada na praça, antes de seguir para a próxima parada.

–----x-----

Caminhando um pouco mais, no centro da cidade, se encontrava a Sorveteria Strauss, que pertencia a família de Lisanna.

Graças a isso sempre ganhávamos sorvete de graça.

Parei em frente ao estabelecimento e abri a porta, fazendo com que o som de um sininho preenchesse o ambiente.

Logo olhei para o balcão e encontrei Mirajane, irmã mais velha de Lisanna.

– Hey, Mira! — Cheguei perto dela, a cumprimentando.

– Natsu, olá! — Disse sorrindo gentil como sempre. — Bom vê-lo sair de casa.

– Pois é... — Cocei a cabeça sem graça. Pelo visto, a notícia da minha péssima situação estava rodando por aí. — Onde está Lisanna?

– Conversando com uma garota. Parece que são amigas há um bom tempo, Lisanna ficou bem animada ao vê-la... — Mira disse rindo. — Mas sabe que ela parece familiar para mim também... — Completou colocando a mão no queixo pensativa.

A fitei curioso, e olhei para trás,encontrando a albina mais jovem em uma mesa muito próxima, de costas para mim, conversando com uma menina.

E nossa.

Desde quando anjos podem circular pela Terra?

Olhei para a garota com atenção. Cabelos loiros e compridos, pele clara e olhos castanhos. Sua risada contagiava o local e seu sorriso era lindo.

E acima de tudo, familiar.

Olhei mais atentamente e notei uma coisa no seu pescoço. Um colar em forma de coração.

Não pode ser...

– Lucy...? — Falei alto o suficiente para ser ouvido.

"Quando me aproximei mal sabia o que falar

Nem vi você, nem vi você crescer

Mas nunca te imaginei assim"

As duas garotas da mesa viraram-se na hora, olhando para mim. Lisanna tinha um sorriso no rosto e a loirinha estava com o olhar arregalado.

– Natsu...? — Ela perguntou um tanto incerta e abriu outro sorriso de iluminar qualquer lugar.

Senti-me corar apenas com isso e sorri involuntariamente.

Ela levantou-se da cadeira apressada e correu até mim, pegando-me desprevenido em um abraço apertado.

No começo fiquei parado, surpreso. Mas logo circulei sua cintura com meus braços.

Inspirei seu perfume e fechei os olhos. Lavanda...

Afastamo-nos um pouco e a enxerguei melhor. Seu rosto estava com expressões mais maduras, olhos brilhantes, o cabelo bem mais comprido, e suas bochechas estavam com um tom avermelhado adorável.

– Ah meu Deus é você mesmo! — Ela disse feliz e vi seus olhos marejarem um pouco.

– Minha nossa Lucy... Nem consigo acreditar que está aqui!

E era verdade. Estranho pensar que há poucas horas estava relembrado minha infância, e ela estava nessas lembranças.

– Não vai chorar de novo Lucy, já tivemos lágrimas suficientes por hoje. — Ouvi Lisanna rir e só então notei que ainda estava com os braços em torno dela.

Lentamente, os retirei, sem tirar meu olhar de Lucy.

Puta merda, ela estava impressionantemente linda.

– Poxa, Lis... — Lucy reclamou olhando para albina e inflou as bochechas dando-lhe um ar infantil. Exatamente como ela fazia quando era criança.

Nós rimos e depois sentamos a mesa antes ocupada pelas meninas. Conversamos bastante e tive certeza de uma coisa. Lucy pode ter mudado muito sua aparência, mas uma coisa continuou a mesma. Seu jeito de ser.

Lucy continuava sendo aquela garotinha engraçada, atrapalhada e gentil.

Nossa, eu não tinha notado como eu senti a falta dela nesses anos todos. Até agora.

Lisanna tinha pedido licença, pois o movimento da sorveteria aumentara e ela precisou retirar-se para ajudar Mira. Enquanto isso, Lucy e eu continuamos a colocar a conversa em dia.

– Mentira! Você ficou mesmo todo esse tempo em Londres? — Perguntei curioso.

– Sim. Papai recebera uma proposta de emprego irrecusável. Foi uma maravilha para a nossa família, mas demorou muito para eu me adaptar. Sentia saudades daqui e de vocês o tempo todo. — Lucy disse e instintivamente segurou o colar.

– Vejo que ainda o usa. — Falei feliz e indiquei com a cabeça o colar.

– Nunca tiro ele... — Sorriu nostálgica e abriu o pingente de coração, revelando uma pequena foto de todos nós.

Fui eu quem teve a ideia de presenteá-la com isso. Era uma maneira de Lucy nunca esquecer-se de seus amigos, e fico contente que deu certo.

– Bem, e qual é o motivo da súbita volta, senhorita? — Perguntei brincalhão e vi que o sorriso de Lucy murchou. — Hey, o que houve?

– O meu pai faleceu Natsu. Mamãe e eu voltamos para cá para recomeçarmos.

Arregalei os olhos e a fitei triste. Todo o brilho que acompanhava Lucy havia sumido, dando lugar a uma face tristonha com o olhar perdido.

– Ahn... Você quer dar uma volta? Que tal irmos até a praça? — Falei tentando amenizar a situação e ela apenas assentiu de leve.

Levantamos e rumamos até a saída, depois de despedirmos de Mira, e pedi para que ela avisasse Lisanna que nós tínhamos ido embora.

No percurso inteiro, permanecemos em silêncio. Eu sabia que a situação pela qual Lucy estava passando era complicada. Mas eu farei de tudo para ajudá-la, e colocar novamente um sorriso no seu rosto.

– Ah, Céus... — Ela sussurrou assim que chegamos na praça. — Nada mudou...

– Pois é. Eu estive aqui mais cedo hoje. Estranhamente eu lembrei de você... — Falei olhando para os brinquedos do local.

– Realmente, é bem estranho! — Ela disse em meio a uma pequena risada e sorri. Bom, estamos indo bem.

Uma leve brisa começou a soprar, varrendo nossos cabelos. Encarei Lucy novamente.

Ela estava de olhos fechados, permitindo que a brisa beijasse seu rosto delicado. Seus longos cabelos loiros aparentavam dançar, de tão leves que pareciam.

Lucy estava além da imaginação.

"Como pode tudo mudar?

Em um segundo, nem pensar

Não vou voltar atrás

Agora é assim que vai ser"

– Hey... — A chamei baixinho. Lucy olhou-me com seus orbes grandes e castanhos. — Sinto muito pelo seu pai.

Ela assentiu e mordeu os lábios com força. Sem pensar duas vezes, a abracei fortemente, fazendo com ela soltasse as lágrimas que tanto estava prendendo.

– Estou feliz que esteja aqui Luce, mesmo que seja nessas circunstâncias. — Falei depois de alguns minutos de silêncio. A afastei e encarei seu rosto vermelho. — Não se preocupe, vou estar aqui para o que precisar.

– O-Obrigada... Natsu... — Lucy balbuciou e eu sorri, soltando-nos do abraço.

– Vem, vamos encontrar minha irmã, Erza vai ter um treco quando te ver. — Falei rindo e Lucy acompanhou-me.

– Erza! Nossa, quero tanto vê-la! — Ela exclamou feliz e soltei o ar aliviado.

– Ela já deve estar em casa. Vem! — Peguei sua mão, e juntos caminhamos para longe da praça, indo até o meu lar.

–----x-----

– Bem, chegamos! — Exclamei alegre ao pararmos de frente para uma simples casa de cor bege, com um jardim florido.

– Ah, Natsu, é uma graça! — Lucy comentou ao meu lado.

– Espere para ver por dentro! — Disse e seguimos em direção a porta da frente, a qual abri sem cerimônia, e acabei encontrando Erza sentada no sofá da sala, devorando um pote gigante de sorvete. Com certeza era de morango.

– Hã... Erza? — Chamei incerto.

– Onde esteve Natsu? — Ela perguntou séria, sem olhar para nós.

– Eu fui dar uma volta... — Falei devagar.

– Sei. E...? — Erza incentivou.

– E eu encontrei alguém. — Continuei e encarei Lucy sorrindo.

– Isso é ótimo. Ver você saindo de casa é esplêndido, porém... — Ela fez uma pausa e virou bruscamente na nossa direção. — POR QUE NÃO AVISOU QUE IRIA S- Sua voz morreu assim que viu quem estava do meu lado.

– Erza! — A loira gritou contente.

– L-Lucy?! — Gaguejou a ruiva.

– Sentiu saudades? — Lucy tornou a falar e a última coisa que eu vi foi um vulto vermelho atirando-se contra ela.

– Lucy! Ai meu Deus, você voltou! — Minha irmã falava enquanto esmagava a outra garota em um abraço.

– Er... Ar... — A coitada dizia com dificuldade.

– Solte-a Erza! Ela mal chegou e já quer matá-la?! — Brinquei enquanto tentava ajudar a pobre loira.

– Tudo bem, seus chatos! — Erza fez bico e caímos na risada. — Ah, Lucy, fico tão feliz que tenha voltado! Venha, vamos para a cozinha. Vou preparar minha famosa torta de morango para você, enquanto colocamos os papos em dia, ok? — Ela completou , segurando as mãos de Lucy e e fomos até a cozinha.

A conversa foi bastante animada, exceto pela parte em que Lucy revelara a Erza o real motivo de sua volta. O ambiente ficou triste por um momento, mas logo foi preenchido por altas risadas.

Não me sentia bem assim há dias...

Depois de um tempo, Igneel, meu pai, chegou do trabalho. Ele reconheceu Lucy na mesma hora. E então, mais conversa.

– Ah, droga, já está tão tarde! Mamãe deve estar preocupada... — Lucy disse apreensiva.

– Ora, querida, eu insisto que passe a noite aqui hoje. Ligue para a sua mãe, vai ser ótimo tê-la como companhia! — Igneel disse colocando as mãos sobre os ombros de Lucy e esta sorriu envergonhada. Linda.

– Não será um incômodo?

– É claro que não! Tenho certeza que Erza e Natsu aprovam a ideia.

– Com certeza! — Eu e minha irmã falamos, o que gerou mais risadas.

– Tudo bem então. Só preciso avisar a minha mãe.

Feito isso, eu resolvi mostrar a casa para Lucy.

– E este aqui é o meu quarto. — Abri uma porta do segundo andar, revelando um ambiente organizado e limpo. É um milagre isso acontecer.

– É muito bonito. E acolhedor também! — Lucy disse e sorriu.

– Nem sempre ele está desse jeito, acredite! — Brinquei e ela sorriu acanhada.

– Natsu? — Ela chamou. — Posso perguntar uma coisa?

– Claro, o que quiser. — Respondi curioso.

– O que Erza quis dizer com "ver você saindo de casa é ótimo"? Há algo errado?

Fiquei sério de repente com esse assunto. Eu não estava irritado com Lucy, afinal ela não sabia de nada.

– Bem, não é uma coisa agradável, mas aconteceu... — Suspirei e joguei-me na cama. — Eu terminei com a minha namorada, porque ela me traiu com um dos meus amigos.

Vi o rosto de Lucy avermelhar e ficar tenso.

– Oh, Natsu me desculpe... — Ela disse delicada e sentou-se na cama.

– Tudo bem.

– Se permite dizer, essa garota é uma completa idiota. — Lucy disse séria e eu ri da sua atitude.

– Ah, acho que não era para ser, sabe? Eu gostava dela, mas não a amava... Gosto de pensar que foi melhor assim.

– O melhor a se fazer é seguir em frente. Deixando o passado na lembrança, vivendo o presente, e sonhando o futuro... — Lucy disse sorrindo e eu a encarei encantado.

Era fácil conversar com ela. Me sentia bem, de uma maneira diferente. Lucy despertava sensações estranhas em mim, e isso apenas atiçava ainda mais a minha curiosidade.

"Difícil acreditar que depois de tanto tempo eu iria me ligar em você

Não posso acreditar"

– Obrigado Lucy. — Disse de repente e levantei, sentando-se do seu lado na cama.

– Está me agradecendo pelo o que? — Perguntou confusa.

– Não sei... Só obrigado. — Ela sorriu, e vi seus olhos brilharem. Alguma coisa me chamava para perto de Lucy. Uma espécie de atração.

Será que era isso que chamam de amor à primeira vista?

Bem, não era bem uma "primeira vista", mas era a primeira vez que eu via a nova Lucy.

Ficamos apenas olhando um para o outro por um bom tempo. Encarei aquela boca rosada entreaberta e sem perceber, fui aproximando nossos rostos devagar.

Parecia que toda a história com Yukino jamais existira e a única coisa que eu conseguia enxergar era a bela garota a minha frente.

Estava prestes a sentir gosto daqueles lindos lábios, quando ouvimos um tosse forçada e rapidamente olhamos na direção do som.

Erza estava parada na porta, encarando-nos com um sorriso malicioso.

– Atrapalho alguma coisa? — Perguntou provocativa. Ah, eu ainda te mato ruiva desgraçada!

Estava quase!

– N-Não, claro que não Erza! — Lucy disse atrapalhada e afastou-se um pouco.

– Sei... Bem, só queria dizer que o jantar está pronto. — A ruiva desgraçada disse e saiu dali, dando risada ainda. Ah, mas isso vai ter volta...

– Certo, vamos descer? — Suspirei tentando manter a calma e vi Lucy assentir, extremamente corada.

Levantamos da cama e caminhamos até a porta.

– Luce? — Falei seu nome devagar.

– Sim? — Disse com voz nervosa.

– Fico feliz que esteja aqui conosco. Comigo. — Declarei e ela olhou-me surpresa. Mas depois abriu um lindo sorriso e segurou minha mão, encostando a cabeça no meu ombro.

– Eu também, Natsu. Eu também.

Eu apenas sorri de canto, envergonhado, mas contente. Descemos as escadas e tivemos um ótimo jantar. Tirando as piadinhas de Erza sobre o meu ocorrido com Lucy, tudo seguiu normalmente.

Agora, já era madrugada e eu não conseguia dormir. Lucy estava dormindo no quarto de Erza.

Virei de lado na cama e sorri bobamente para o nada.

Cara, como pode tudo mudar de uma hora para a outra?

Mas pelo menos era uma mudança muito boa. E eu estava mais do disposto a aproveitá-la.

Notas finais
☾ Bem, espero que tenham gostado, de verdade! :3 ☾ Até o próximo pessoal, agradeço muito pelo carinho de vocês, que sempre me deixam extremamente feliz! ^///^ ☾ Até a próxima! ^^/