As Aventuras do Pequeno Eryk

58 57 – A Séria Investigação de Junior


Notas iniciais
Olá!!! Bom, agora sim tá tudo na ordem, né? Beleza! Bom, antes de começarmos, eu só aviso uma coisa: "consequências" é a palavra que nos trouxeram até aqui na história da fanfic e será em cima dessa palavra que será o rumo dela a partir de agora. Tudo, absolutamente TUDO será esclarecido no momento certo. Mas até lá... será uma bagunça total! Então aguardem. Era só isso que eu queria dizer. Tenham uma Boa Leitura!

Quando uma luz se acende num quarto escuro, ela ilumina uma bagunçada mesa, cheia de fotos de suspeitos e pessoas que possam estar interligadas com a Garota Borboleta.

— Muito bem! Se eu vou fazer isso, tenho que conferir tudo nos mínimos detalhes e não deixar escapar naaaada. – Falou Junior colocando suas mãos sobre a mesa olhando para cada pista com um ar de mistério e um bizarro tom de seriedade na ultima fala.

Junior sabia o que exatamente estava fazendo. Depois de muito pesquisar, analisar e buscar por informações, o garoto já estava mais do que preparado para o interrogatório.

— Muito bem meu caro. Imagino que esteja se perguntando o que te trouxe até aqui. – Dizia Junior com o seu primeiro suspeito que possa estar interligado com a Garota Borboleta.

— Você acha que eu sei algo sobre a Borboleta. – Responde Austin.

— Eita! Como é que sabe?

— Como assim?! Você me chamou dizendo isso! – Retruca Austin.

— Ah é... bom, então chega de enrolação. Onde você estava no dia 30 de dezembro de 1299? – Pergunta Junior.

— Eu não era NEM NASCIDO! – Responde Zero irritado pela pergunta idiota.

— Não brinque comigo, mocinha! Eu tenho provas, testemunhas, câmeras de segurança e até paparazi na sua cola! – Rebate Junior no controle da situação.

— Eu já disse! Eu não sou essa tal de Garota Borboleta! – Insiste Rebeca. – Espera. Você disse Paparazi, é? – Pergunta a garota gostando da noticia.

— Não. Você não pode ser a Garota Borboleta. – Afirma Junior com toda a certeza.

— QUE?! – Berra Isa surpresa.

— O que você está fazendo aqui? Anda, pega o beco, se manda! – Junior empurrava a garota para fora do quarto escuro do interrogatório.

— Quantas vezes eu tenho que dizer... Eu NÃO sou a Garota Borboleta! – Repete Jessy pela milésima vez seguida.

— Me dê uma razão para eu não desconfiar de você. – Diz Junior com um peso de seriedade no olhar.

— Deve ser porque eu sou um GAROTO! – Berra Jeová impaciente.

— Hm... Um Garoto Borboleta?

— Argh! – Aquela foi a gota d’água para Jeová, sem paciência alguma para aturar aquilo, e logo decide ir embora dali.

— O que eu estou fazendo aqui? – Pergunta Ângela para Junior enquanto olhava para os lados procurando por alguma fonte de luz que não fosse pela única lâmpada que iluminava a mesa com os dois sentados de frente para o outro.

— Bom, eu tenho uma descrição exata da Garota Borboleta bem aqui na minha mão que eu conseguir graças a uma testemunha anônima. – Responde o “detetive”.

— Eeeei! Esse é o meu desenho da Ângela! – Alegou Luane aparecendo do nada atrás de Junior.

— Shiiii! É emprestado, jogo rápido!

Junior segurava o retrato falado da Garota Borboleta, o desenho de Ângela e compara os dois com a garota a sua frente.

Todas tinham um corte de cabelo igual

Usavam um par de brincos brancos simples, porém que refletiam a luz deixando bem chamativos.

E as três possuíam um anel do mesmo tipo, na foto, no desenho e ao vivo também.

— Não, me enganei. Você não é a Garota Borboleta. Não tem nada a ver com ela. Tá liberada. – Falou Junior após analisar minuciosamente.

— Ah... Tá bom então. – Falou Ângela olhando para os dois lados confusa antes de ir.

— Ei espera! Não quer ver o seu desenho da Luane? – Pergunta Junior mostrando o desenho para a garota.

— Ah sim, eu quero ver. Deixa eu ver? – Ângela ficou empolgada na hora e foi até Junior para admirar o desenho e os dois ficam de conversinha.

Foram dias de investigações. Junior reuniu tudo o que tinha para estudar com cuidado. Provas, pistas, interrogatórios, e todos levaram o investigador mirim para uma única resposta.

— Bom minha gente, depois de reunir toooodos os fatos, finalmente cheguei a um conclusão! – Afirma Junior reunido com Eryk e seus amigos na casa na árvore.

— Qual é? – Perguntam os quatro em uníssono.

— Que eu não levo o menor jeito para isso!

Todos capotam depois de ouvirem a revelação de Junior.

— Deixa que eu vou investigar... – Se pronunciou Jessy sem animo para o computador por causa do Junior.

— Ah eu te ajudo! – Se ofereceu Luane se empolgando na hora.

— Pra mim tanto faz. Essa Garota Borboleta mais ajuda do que atrapalha, então... – Termina de dizer Jeová jogando as palavras ao vento.

— Gente... é... – Eryk ia protestar contra, dizendo que era melhor deixar esse assunto de lado. Mas o garoto resolve desistir suspirando cansando antes de ir embora do local sem falar mais nada.

Enquanto isso...

Austin, Diego e Zero estavam reunidos na praça do bairro sozinhos discutindo em mais uma maneira de se vingarem de Eryk e seus amigos.

— Sim!? – Se queixava Zero em voz alta. – Faz tempo que a gente tá na mesma escola que aqueles burros e não conseguimos pensar em nenhuma vingança da boa! Nem as garotas conseguem colaborar com algo que preste!

— A presa é a inimiga da perfeição, Wilson. – Advertiu Austin irritando Zero.

— É ZERO! Falei para você me chamar SÓ DE ZERO! – Berra Zero irritado com o albino, enquanto o mesmo não conseguia parar de rir.

— Eu só lamento. É que a palavra “Zero” não cabe bem a você. – Justificou Austin. Desde que descobrirá o nome de Zero após ouvir de sua mãe quando foi até sua casa para se reunirem, Austin acaba deixando escapulir seu nome vez ou outra.

— Eu me chamo Zero não por que ele me representa, e sim porque tudo o que eu faço, eu zero. Tá entendendo? – Explicou Zero.

— Você quer dizer quase tudo, não é? – Corrigiu Austin entre risadas que cessavam aos poucos. – Afinal, ainda temos que nos vingar daquele bando de retardados que tanto nos atrapalham.

— Eu voto em jogar ovo podre na rua de casa deles. – Propôs Diego tentando ajudar.

— Não seja infantil Diego! – Briga Zero. – Ovos podres têm que ser jogados na casa deles.

— Vocês dois são infantis demais. – Interrompe Austin. – Eles merecem coisa pior...! Algo que... Despedace o coração deles...! Tipo...

— Um coração partido? Eu duvido algum de vocês enfiarem suas mãos na guela deles – Falou Diego.

— Não seu besta! Não estou falando literalmente! – Retruca Austin.

— Hm... algo que destrua o coração deles...? Tipo... fazê-los pensar em algo bacana mas na verdade não tem nada? – Dizia Zero enquanto Austin pensava bem usando isso como base.

— É... Tipo... um encontro? Ou... AH JÁ SEI! – Berra o albino espantando os dois.

— Credo! Precisa gritar também oh! – Reclama Diego.

— Aquele gordo do Eryk! Isa e Rebeca me falaram alguma coisa sobre nenhuma garota dar bola pra ele... – Pensava Austin em voz alta.

— Pra que uma garota ia dá alguma bola pra ele? Ele já É uma boa! – Comenta Diego matando Zero de rir.

— Essa sim foi boa, vem cá! – Ria Zero batendo seu punho no punho de Diego.

— Eu tive uma idéia! – Falou Austin virando de frente para eles.

— Manda. – Disse Zero prestando atenção.

— E se o balofo do Eryk recebesse uma carta de amor?

— O QUE?! – Berraram Zero surpreso e Diego espantando, ao mesmo tempo.

— Puxa... Quer dizer, nossa... Eu não sabia Austin que você... – Diego parecia estranhar aquela conversa, até que Zero dá um tapão na nuca dele.

— Não é nada disso, bestão! Ele tá falando de escrever uma cartinha de amor falsa para o Eryk, não é? – Deduz Zero.

— Exato! Imaginem a cara dele... Um gordinho, todo feliz, achando que alguém se interessou por ele. E quando descobrir que nenhuma garota tinha escrito nada, o baleia fora d’água vai ficar TÃO magoado por ter pagado mico na frente da escola inteira... – Terminou Austin imitando alguém triste, enquanto Zero e Diego sorriam malignamente só de imaginar a cena.

No dia seguinte...

— E aí Eryk? A Jessy ainda está procurando alguma coisa sobre a Garota Borboleta? – Pergunta Junior ao lado de Jeová indo se encontrar com o Eryk na sala de aula do colégio deles.

— Quanto mais ela faz isso, mas ela perde o interesse. – Responde Eryk ajeitando sua mochila atrás dele pendurado na cadeira de sua carteira.

— A cada dia que passa a Garota Borboleta fica mais famosa. Ela prende bandidos, ajuda as pessoas, até a policia ela dá uma força. – Informou Jeová.

— Hehe essa Borboleta tá mais para um anjo que caiu do céu. Bem que mais pessoas poderiam fazer isso, não é? – Dizia Eryk sorrindo alegre por saber que a Garota Borboleta tem feito tantas coisas boas enquanto tirava um lápis do seu estojo guardado no feixe da frente de sua mochila.

— Hm? Ei Eryk. O que é isso preso no feixe de sua mochila? – Pergunta Junior após reparar alguma coisa de papel enrolado preso no feixe maior da mochila de Eryk onde o garoto guarda seus livros e cadernos escolares.

— Tem o que? – Pergunta o pequeno olhando para trás. – Deixa eu ver...

Eryk retira o papel da mochila e Jeová enxerga um desenho de um coração no meio dele.

— É uma carta? – Se pergunta Eryk.

— É uma cartinha de amor?! – Se surpreende Jeová fazendo Junior e, principalmente Eryk, se engasgaram com a própria saliva.

— O QUE?!

Continua...

Notas finais
Pois é. Nada faz sentido agora. E tudo vai piorar no próximo. Prepara o coração. Ah, e antes que eu me esqueça, no próximo cap não vai acontecer o que vocês estão pensando, falou? (Eu só digo isso hehe) Muito obrigado por terem lido até aqui! Qualquer coisa, comentem, sim? E é isso! Fiquem com Deus e Até a Próxima!