Notas iniciais
Bom, demorou mas saiu. O capitulo mais esperado por vocês chegou! Peço desculpas pela demora e o sumiço. Bom espero que gostem. Eu amei escrever mais esse capitulo! Beijos amores.

Quando o sol apareceu, todos os alunos já estavam de pé tomando café e se preparando para sair pela cidade para conhecer os pontos turísticos. Todos estavam com uma cara muito feliz. As moças que trabalham no hotel serviam a mesa o belo café da manhã local. Bolos, tortas, geleias, frutas e muito queijo acompanhado a café com leite.

Em quanto se serviam os alunos conversavam entre si decidindo aonde iriam primeiro, havia tantos lugares naquele lugar que era difícil escolher o primeiro e difícil em ir a todos. Lagos, parques, praças, Cachoeiras, as ruas do centro, tudo era simples e divertido. O condado era realmente um lugar muito atrativo, seus ares eram muito mais limpos e puros do que os de Londres, seu clima era perfeito, nem muito quente, nem muito frio. Apenas agradável.

Pela manhã os alunos decidiram andar pela cidade visitando todos os pontos turísticos possíveis. As meninas e Emilly aproveitaram para comprar lembranças e algumas roupas locais que eram muito bonitas.

Ao meio dia todos foram almoçar no melhor restaurante da cidade e a tarde todos foram para o grande lago espelhado. Estava todos deitados na grama a beira do lago, alguns sobre os outros, todos esperando o tempo passar, alguns alunos deram um mergulho no lago de uma água muito refrescante, parecia novamente férias de verão e já se esqueciam que estavam no inicio do ano letivo.

Quando todos estavam tranquilos, o professor reuniu-o todos ali na grama para passar as informações a eles sobre a montanha e o que iriam fazer lá. Ele disse que lá em cima havia alguns telescópios que os ajudariam a observar e contemplar o céu. O professor havia dito que não cobraria nada de difícil nas provas sobre aquele momento, pois o real objetivo era apenas deixar os alunos mais próximos da astronomia. Disse também que lá havia um instrutor que iria explicar melhor os encantos do universo visto daquele lugar melhor que ele, é claro. Passou as instruções de segurança. Alguns minutos depois ou talvez uma hora depois o ônibus deles já chegava na rua que dava para o lago, parou, e o motorista chamava eles para se adiantarem porque já estava quase na hora deles irem para o pé da montanha. Os alunos, o professor e Emilly se arrumavam da forma que podiam com as mesmas roupas porque não havia mais tempo para passar no hotel para que todos trocassem de roupa. Quando o ônibus chegou ao pé da montanha, logo no inicio do caminho para subir havia uma casinha onde ficavam os instrutores, e na parede dessa casa havia mapas indicando os caminhos pela montanha e instruções de segurança. Um pouco mais a frente do caminho havia uma placa que dizia uma breve história sobre a montanha que dizia:

'' Montanha Scarfell, aberta como ponto turístico desde 1915.

Único local da Inglaterra onde tem a aparição da Aurora Boreal.

Descoberta há mil anos, a montanha guarda muitos segredos históricos que traz muitos cientistas do mundo todo a explorar suas belezas e segredos. Seja Bem Vindo todo aquele de boa vontade''

Todos leram a mensagem da placa, mas ninguém estranhou a forma como ela foi dita na placa, a não ser claro Heitor e Oliver que já havia lido a placa em outra viajem. Heitor ficou intrigado com a forma que a mensagem desejava as boas vindas, mas seguia o caminho em rumo ao topo da montanha. Os dois instrutores, Felipe e Eduardo iam à frente, a turma formava uma fila indiana na subida, Emilly e Heitor iam logo ao final da fila, mas Heitor era o ultimo da fila. Oliver ia mais ou menos ao meio para o inicio da fila. Os instrutores iam falando curiosidades da montanha, de vez em quando eles paravam para descansar e apreciar a vista. Na montanha se tinha poucas árvores, havia mais um grama de um verde vivo. Quanto mais eles subiam, a paisagem ficava ainda mais bela e impressionante. Aquela caminhada era realmente de tirar o fôlego em todos os sentidos, alguns alunos já mal conseguiam respirar, e todos já estavam suando, alguns até mais que os outros. Todos carregavam uma garrafa de água e bebiam pouco a pouco para não acabar rápido.

A estrada ia dando zig-zag pela montanha, para a sorte deles, algumas partes do caminho ia reto sem inclinar muito para cima. Foi quando eles menos esperavam, depois de quase uma hora caminhando que os instrutores gritavam ''Chegamos! Nem foi tão cansativo não é mesmo? ''. Alguns deles sentiram um alívio imenso ao chegar lá em cima que agradeciam a Deus por ter acabado a caminhada. Quando eles viravam para a direção da cidade viam a bela paisagem que se formava, o sol pintando o céu de laranja, os grandes e pequenos lagos lá longe, a estrada que dava a cidade cortando a floresta, os montes e o campo lá mais a longe, os animais na pastagem nas fazendas ao lado da estrada, algumas aves passavam bem perto deles e a cidade com seus pedestres parecendo formigas. Era tudo tão belo, tão magnífico e tão perfeito que logo o cansaço e o suor sumiram deles instantaneamente.

– Que belo! Maravilhoso! — Exclamavam os alunos

– Se a gente tivesse aquelas caixas fotográfica que se tem em Londres para registrar isso- Exclamava uma aluna se lembrando das câmeras fotográficas da época.

– Ah! Realmente isso é de se guarda eternamente. — Disse um dos meninos

E depois de muita admiração a paisagem um deles perguntou ao instrutor Felipe

– Mas afinal, As luzes aparecem que horas? Já não era para ter começado?

– Sim, você falou certo, já está na hora. Veja! Olhem para o céu!

Todos os alunos olharam instantaneamente para o céu e admiravam o espetáculo começar, era como se uma tinta colorida fosse derramada do céu e começa-se a pintar o céu de vagarosamente, mudando de cor a todo instante. Os alunos olhavam para cima admirados. Nesse meio tempo Heitor foi pedir Oliver que o levasse ao lugar certo. Eles se afastaram do grupo r foi para o ponto mais alto daquela montanha sem que ninguém os visse se afastar.

Eles chegando ao ponto onde Oliver havia falado dias atrás perceberam que dali o céu era ainda mais incrível, com explosões de cores, e Heitor também percebeu que algo sussurrava lentamente, como uma musica um canto lento, difícil de descrever a sonoridade que mais lembrava cânticos de sereias. E esse som só aumentava quando eles se aproximavam do amontoado de rochas.

–Bom, é ai, vai lá! Boa sorte!-Disse Oliver

–Obrigado Oliver, mas essa aventura não teria sentido se você não viesse comigo.

Heitor se aproximou da luz e segurou Oliver. Tudo aconteceu como Oliver havia dito antes, tudo começou a se desfazer e se refazer e fazia uma fumaça, dessa vez azul. A fumaça demorou um pouco a sumir para que eles pudessem ver o mundo em volta deles. Eles ficaram ali parados esperando ver algo. Uma luz forte atravessava à fumaça azul, e o azul se tornava ainda mais claro, foi quando eles viram uma grama verde aos seus pés, e viram um céu azul acima com nuvens de um branco muito puro, eles viram arvores lá longe uma distante da outra. O professor ficou mudo por muito tempo, parecia que iria chorar, pois seus olhos começaram a brilhar como orvalho da manhã nas folhas verdes de um belo jardim.

Era difícil descrever a sensação que ele sentia, pois tudo era maravilhosamente belo e lindo, aquele mundo era de cores fortes e vibrantes, difíceis de encontrar em nosso mundo. Apesar do que eles viam a sua frente era um imenso gramado que se estendia ao horizonte e árvores baixas e cheias de folhas lá ao longe, tudo isso criava uma paisagem única que eles jamais tinham visto. Eles não viram um pássaro se quer no céu incrivelmente azul e nem no chão de um verde esperançoso. Eles não viram nenhum tipo de ser vivo apenas, essa vegetação impecável.

–Incrível! Puxa vida! Como aqui é...

Disse o professor, mas antes dele terminar sua frase surge algo no céu que subia, cada vez mais alto que se escondeu nas nuvens.

–O senhor viu isso? O que era aquilo?-Disse Oliver

O professor não falou nada, apenas esperava a coisa surgi de novo para dizer o que podia ser.

A coisa saiu das nuvens bem acima das cabeças deles fazendo um som jamais ouvido por eles. Um enorme dragão prateado voava por suas cabeças em círculos.

–Professor vamos voltar, que bicho é esse? Aqui não é nada seguro, nunca vi uma coisa dessas, tão apavorosa!

–Um dragão! –Gritou o professor entusiasmado e seguiu dando gargalhadas como quem ganha na loteria-Um dragão, poxa vida!

–Um o que? Isso é um daqueles bichos pavorosos que tinha nos livros de história? Eles não altamente perigosos, e veja só, não deveriam existir!

–Menino tolo não percebe que não estamos mais em nosso mundo? Daqui pra frente tudo é possível!

–E o que devemos fazer agora? Vamos voltar?

–Não agora não, veja, ele está voando em círculos e descendo. Vamos esperar, ele não aparenta ser feroz.

Pouco tempo depois o dragão já se encontrava no solo fofo e macio de grama verde e molhada.

Ele os observou de longe e se aproximou, ficou frente a frente deles fechou as asas e sentou-se.

–Humanos o que fazem de novo em Óliam? O que fazem no jardim imperial? –Disse o dragão esplendoroso pelos raios do sol daquela manhã.

–Sou apenas um jovem professor que há muitos anos procuro por esse lugar. Tenho por muito tempo tentado encontrar esse lugar a pedido de meu avô. Graças a esse menino que me ajudou consegui achar aqui, qual é o nome daqui mesmo?

–Óliam! Você está em Óliam, o mais belo dos mundos! Aqui nasci aqui eis de viver eternamente! –Disse o enorme dragão orgulhoso.

–Mas como sabes que somos humanos?

–Chega de perguntas! Vocês dois por obrigação tem que ir comigo ao palácio do sol! Lá vocês só respondem nada de perguntas com a dama do dia.

O dragão em um salto rápido os agarrou com as patas e subiu alto e mais alto e depois seguiram em frente ao norte. Os dois aventureiros seguiam a viajem vendo apenas nuvens branquíssimas abaixo e o azul do céu ainda acima. Pouco tempo depois as nuvens iam ficando para trás e abaixo surgia uma enorme montanha com um castelo colossal perto do topo e ali Heitor percebeu o quanto alto eles estavam.

Chegando perto do Palácio do Sol eles conseguiram contar oito torres, o dragão foi na direção de uma delas onde havia uma enorme porta, o dragão entrou e eles se vinham agora num enorme salão iluminada pela luz de fora. Uma bela dama esperava pelo dragão e o abraçou assim que ele pousou.

–Oh! Lamparina! São os humanos? O que são eles? O alarme foi falso novamente?

–Minha senhora, veja dois humanos! Dessa vez são humanos. Eles finalmente conseguiram!

–Os solte, deixe-me cumprimentá-los

A dama os cumprimentou e desejou boas vindas. Os dois humanos não estavam entendendo absolutamente nada. Oliver não se conteve e disse em uma leve risada.

–Lamparina? Como algo tão grande e forte pode se chamar lamparina?

–Contenha-se pequeno humano por acaso esqueceu que sou um dragão, dragão que cospe fogo, fogo quente que acabaria com você! Tenho muito orgulho do meu nome, não poderia existir um nome melhor para mim quando eu nasci. Foi à própria dama do Dia que me deu esse nome.

–Desculpe os maus modos do meu aluno, agradeço a fervorosa boas vindas que nos deu, mas preciso entender, porque somos tão esperados aqui? O que está havendo? Como sabem que somos humanos?

–O que eu falei sobre perguntas? Aqui vocês só respondem!-Disse Lamparina e em seguida a Dama falou

–Não há problema Lampa, eles são amigos, eu sinto isso, eles estão com mais medo que a gente. Devemos tratar bem eles. Venham comigo, irei explicar tudo na sacada.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.