As Aventuras De Mithia Jocking

8 Quando pela minha dedução eu descubro as coisas


Notas iniciais
Depois de muito tempo, I am Back

Falar com a minha mãe me acalmou de certa forma apesar de meus olhos estarem marejados, pode parecer meio infantil minha atitude mais por 14 anos fomos apenas eu e minha mãe.
Eu sempre tive a impressão de que meu pai não estava morto, quando minha mãe falava nele ela sempre se referia no presente , com certa angustia devo admitir, mas eu nunca cheguei e perguntei "E aí, mãe meu pai ta vivo ou morto?". Falar do meu pai sempre deixava o ar pesado e tenso, além de me deixar cheia de mais duvidas sobre o mesmo, uma vez que minha mãe se referia a ele de modo reticente como... "Ele é um bom homem..." "Um dia você vai entender tudo...".
Sai de meus devaneios e tristezas com um barulho de porta aberta. o menino Percy colocou a cabeça para dentro do cômodo. Ao perceber que eu estava emocionada adentrou o quarto sentando-se na poltrona a minha frente dando um suspiro cansado.
– Olha essa coisa de ser meio-sangue mexe com todos, você passa a vida acreditando em coisas e em poucas horas elas se transformam em pó, bem na sua frente — ele me olhava tentando parecer compreensivo.
Eu balancei a cabeça em afirmativa não confiava em minha voz, ela sairia tremula e fraca com certeza.
– Você quer sair?- ele perguntou delicadamente
Novamente afirmei com a cabeça passando os nós das mãos pelos olhos.
Saímos da sala. Danny, Isis e Annabeth nos esperavam lá em silêncio. Isis tinha a expressão abatida, queria puxa-la para algum canto e perguntar o que a mãe dela tinha dito, mas não pude, pois a menina Annabeth parecia ser a Manda-Chuva e foi logo dizendo:
– Danny mostre o acampamento para Isis... E Percy mostra para Mithia, combinado?- ela disse, mas não parecia muito com uma pergunta, era mais uma ordem.
Como se entendessem a mesma coisa que eu Percy e Danny balançaram a cabeça afirmativamente, ela sorriu deu um beijo em Percy e foi embora.
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Percy me mostrou todos os lugares o refeitório, o lago, a entrada da floresta, a arena de combate ,o anfiteatro , o arsenal, os estábulos que estavam vazios( eu perguntei porque e ele disse que era o horário das aulas e que se eu voltasse depois poderia ver os pégaso) e os campos de morango a ultima coisa que ele me mostrou faram os chalés.
Eles eram tantos e em tantos formatos que chegava a ser surreal. Percy me disse que eles faziam referencia as 12 deuses do olimpo e a alguns deuses menores e seus respectivos filhos moravam lá, exemplo os filhos de Hermes no chalé de Hermes e os de Demeter no chalé de Demeter. Eu achei que fazia sentido.

– E então Percy de quem vc e filho?- perguntei enquanto estávamos andando para a praia.

– Você e a espertinha por aqui, me diga! – ele sorriu em desafio.

– Você me disse que esse e um dos seus lugares favoritos, não e? – perguntei quando chegamos à praia.

Ele balançou a cabeça assentindo.

– Poseidon – afirmei.

Pela logica alguém que tem o lugar preferido como uma praia... Só poderia ser filho de Poseidon, se esse tipo de coisa realmente existisse e eu apenas não estivesse num sonho louco, mas algo na grandiosidade da situação me dizia que não.

– Você e inacreditável! Tenho certeza de que e filha de Athena – ele sorriu

– Acho que não, eu tenho mãe – respondi encarando o chão.

– Ela e realmente sua mãe? – ele perguntou gentilmente como se tivesse medo de me magoar

– E sim, tenho certeza – comentei sentando-me no banco na minha famosa pose de pensamento sobre os calcanhares com um dos polegares no lábio inferior. Gostava de chamar de: A posse L*

– Tenho certeza que na fogueira de hoje você vai ser reclamada por seu pai! — ele tentou me animar, me olhando estranha por causa da pose.

Estava cansada por isso não expliquei o porquê, embora eu tivesse simpatizado com Percy ele parecia do tipo lerdinho.

*Quem vê Death Note vai entender

Notas finais
ja desisti de pedir qualquer coisa, leia e va embora se quiser!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.