Notas iniciais
Oi, pessoas! Tudo bom?
Hoje, espero que gostem desse capítulo. É um capítulo mais tipo "ajeitando as peças para o encaixe"!
Vamos lá. Sei que vocês "amam" a Inoue! XD
Mas, tipo, este foi o momento da fic que eu escolhi para mostrar um pouco mais sobre os pensamentos dela. Por isso, não apenas ignorem, está bem? TENTEM ver as reações dela, pensamentos... Isso será importante.
Então, sem mais delongas... Espero que gostem!
Boa Leitura!
CAPÍTULO 30 - Obrigada pela visita, linda Orihime. — dizia Ishin educadamente – A partir de agora, espero recebê-la frequentemente em nossa casa. Principalmente por causa... — pausou -, do meu neto.
Ela deu um largo sorriso antes de responder.
- Claro que sim, Ishin-kun. — e enlaçou as mãos aos braços fortes, se aproximando do homem ao seu lado – Farei questão de vir aqui com Kurosaki-kun.
Ele nada respondeu. Era perceptível a falta de expressão, manifestação de emoções, ou algo do gênero, no rosto de Ichigo. Ele estava ali, cumprindo seu papel, apenas isso.
Obedeceu a ordem do pai. Trouce Orihime a sua casa para conhecer sua família, e permaneceu ali; somente isso.
- Vem, Inoue. Eu te levo. — a chamou, já levando-a até a porta.
Eles foram. E, francamente, foi como um alívio para aquela família. As costas de Ishin pareciam ter se livrado de um peso incomodo, enquanto a sua filha do meio, aproveitou para expressar sua opinião:
- Onde o Ichi-nii foi arranjar essa, heim? — bem, essa é Karin. E o seu pai e sua irmão não tiveram argumentos para discordar.
Enquanto isso, o caminho para casa de Inoue era tomado pelo silêncio. Ichigo tinha atenção somente para o trânsito, e Orihime se viu incomodada com isso. Se ele fosse mudo, com certeza seria melhor, pois justificaria o silêncio.
- Sua família é interessante, Kurosaki-kun. — ela começou. — Só acho que a sua irmanzinha de cabelo preto deveria se arrumar mais.
Nada. Ele não falou.
- Talvez eu ajude ela... — continuou a ruiva. — Sabe? Gosto de fazer caridades. — sorriu.
E ao contrário daquela reação, o íntimo de Kurosaki Ichigo o sufocava completamente por apenas ter que ouvir aquela voz tão de perto.
Mas ele suspirou. Teria que mudar aquela reação. Teria que forçar o próprio interior a aceitar aquela mulher com que passou anos de diversão. Ela seria mãe do seu filho... infelizmente.
- Inoue.
- Sim, Kurosaki-kun? — os olhos brilharam ao ouvir seu nome.
- Temos que marcar a sua consulta o quanto antes.
E aquela frase foi como uma bomba, que a deixou paralisada.
- O ... O quê? P-pra quê? — forçou-se a pensar.
- Ora pra quê? Para o acompanhamento de sua gestação. Eu não quero que nada aconteça com o meu filho. — apesar de tudo, era verdade.
No entanto, Orihime se viu em choque. Como assim? Não poderia ir em um médico. Não agora. Teria que ter mais tempo.
- Kurosaki-kun... — sorriu forçadamente. — Não vejo o porquê disso. E-eu estou bem. E também-
- Tudo ficara por minha conta. Você não precisa se preocupar com nada. Falarei com a Nell para que marque essa semana. — Ichigo deu o assunto como encerrado.
Ela percebeu isso. Sentiu o nó na garganta, impedindo-a de respirar.
Não iria contradizer. Estava dando certo. Ele realmente acreditava que ela estava grávida, e isso já bastava.
Deixe-o acreditar. Até lá, conseguiria conduzir a situação como o planejado.
Não iria acontecer nada de errado.
Após algum tempo, finalmente chegaram em frente a casa de Inoue.
- Pronto. — ele informou, mas como uma ordem para que ela saísse.
Porém, Inoue, como de costume, não notou. Com um sorrisinho no canto dos lábios, agradeceu e inclinou-se para chegar mais perto dele. Os lábios entreabertos, prontos para encontrar com os dele.
Mas...
- Não confunda as coisas, Inoue. Você sabe porque eu estou aqui com você. — ele cortou sem dó, afastando o rosto o máximo que pode, como se sentisse nojo por estar perto dela.
Ela arregalou os olhos incrédula.
- Mas, Kurosaki-
- Não se faça de idiota. — mais uma vez ele foi cruel. Os olhos transparecendo... — Você sabe que eu não quero mais nada com você, e isso não vai mudar.
Ela não conseguiu abrir a boca para retrucar.
- Agora saía. Eu quero ir pra minha casa. — ele ordenou dessa vez. Em instantes, Inoue já estava fora do carro. Algo notável, e improvável, acontecia dentro dela. Algo que nem ela mesmo esperava que fosse possível.
- Tome cuidado. — Ichigo disse antes de ir, mas ela sabia que não era uma preocupação com ela.
Mordeu o lábio inferior.
Ela o amava tanto, e mesmo sendo quem era, sentia as dores da rejeição. Ela era uma mulher. Na verdade, ela não só o amava... Ela o venerava. E acima de tudo, Inoue odiava. Odiava aquela que a superou. Que um dia, fez com que a sua beleza fosse transformada em algo comum. Para Ichigo e para os outros.
Rukia tirou suas forças, de certa forma. Fez com que ela desacreditasse no próprio potencial.
E agora... Ela tiraria tudo daquela que sempre se referiu como “tampinha brega”.
Não tinha o que pensar.
Ela o queria para si. E Ichigo seria seu.
~o~o~o~
- Eu sinto muito, Hinamori. Mas... Eu preciso. — falava Rukia ao telefone. — Eu sei... Também vou sentir saudades... E como disse, eu realmente gostaria muito que você fosse comigo. Pelo menos por um tempo...
Ela ouvia com atenção cada palavra. Não pode deixar de sorrir. Uma coisa rara nos últimos dias que passaram.
E de repente, ao ouvir a porta de seu quarto se abrir e uma pessoa ultrapassa-la, procurou adiantar o encerramento da conversa.
- Sim, sim. Eu prometi pra você, lembra? ... Tudo bem. Você promete? — sorriu. — Eu falo com você depois, Hinamori. Mas saiba que eu já estou sentindo sua falta... — riu bem fraquinho. Era a capacidade de seu corpo. — Okay. Até... — desligou.
Finalmente pôde voltar o rosto para a pessoa que adentrou o seu espaço.
- Nii-sama? — sussurrou.
Já fazia alguns dias que não se viam.
- Rukia. — ele falou, olhando diretamente para ela.
Pausou. Se aproximou de sua cama, ficando a poucos passos dela.
Ela aguardou. Não falaria nada antes dele. Ou talvez nem depois.
- Como... Como se sente? — Byakuya começou.
- Bem. Silêncio de novo. Porém, dessa vez ela decidiu abrir a boca. Não sabia o porque, mas após o ocorrido com... Ichigo, Byakuya parecia ter mudado o seu convivi-o com ela.
- Eu falei com Hinamori. Infelizmente ela disse que não poderá me acompanhar agora. Talvez daqui a alguns meses somente.
Ele levou um tempo para falar.
- Então você vai? — e não foi um comentário que ela esperava.
Mas tinha que dizer as suas reais intenções. Seus motivos já eram bem claros.
- Eu quero esquecer tudo isso, Nii-sama. Eu... — engoliu seco. — Eu preciso ir.
E inesperadamente, ele sentou próximo a ela. Mantendo uma certa distancia física, facial. Byakuya não a olhava. Ele fitava o chão.
Rukia o observava.
- Eu pensei que fosse ajuda-la. — ele ainda olhava o chão.
- Nii-sama, fui eu que quis voltar. — tentou se justificar com a voz forte.
- E eu não a impedi. Além de deixar que tudo ocorresse novamente. — suspirou pesadamente. Dirigiu os olhar para ela. — Rukia... Você me perdoa?
- Nii-sama... — sorriu docemente. — Eu só tenho que lhe agradecer, por tudo o que fez por mim.
Então, ela fez algo que ele nunca imaginara. Rukia o abraçou, e ele ficou desconcertado, sem saber como agir.
- Muito obrigada por tudo. — ela sussurrou. — Você vai me visitar sempre, não é?
- Sim.
Ele cedeu ao abraço.
- Mas eu vou sentir saudades, Nii-sama.
- Eu também... minha irmã.
E eles não perceberam, mas da porta, Ginrei observava a tudo, com um olhar orgulhoso por ver sua família unida apesar da tempestade que enfrentavam.
~o~o~o~ Três dias se passaram, e diferente de outras manhãs, neste dia eles não estavam deitados. Eles não levantaram na hora que desejavam, ou tomaram café juntos. Não. Pois eles não tinham tempo a perder.
- Tem certeza que é aqui? — perguntou Hisagi quando estavam subindo as escadas.
- Arrã. Eu já vim uma vez. É aqui. — Renji respondeu.
- Okay... — suspirou. — Anda logo, Keigo!
O pobre vinha logo atrás, cansado pelo número de degraus que tentava vencer.
- Nossa! Por que a Matsumoto-san tem que morar num lugar tão alto? — comentou ofegante.
- Mas ela mora no terceiro andar. — lembrou Kira.
- Eu sei. Mas não tem elevador.
- Chegamos. — finalmente Renji anunciou.
Foram em direção a uma simples porta, localizada no final do curto corredor. Pararam em frente a ela, imóveis.
- Chegou a hora... — falou Kira em meio a um suspiro. — Quem fala primeiro?
- Quem tiver coragem. — Renji se pôs a tocar a campainha.
Após alguns segundos, puderam ouvir de dentro do apartamento passos, acompanhados de resmungos.
- Primo, por que você não levou a chave? — tagarelava Rangiku ao abrir a porta. — Não viu que eu estava... dormindo? — e ao notar que não era seu querido primo de cabelos prateados, se calou.
- Oi, Rangiku-san! Viemos lhe fazer uma visita!
- Renji? — o olhou confusa. — E-eu não esperava que... Por que você-
- Na verdade, viemos conversar com você, Rangiku-san. — Hisagi interferiu, tomando uma expressão séria. — Podermos entrar?
~o~o~o~
- Aqui está. — disse Ichigo, entregando os documento a Nell.
Mesmo sem estar com vontade de fazer nada, e apenas permanecer preso, longe de tudo; ele tinha deveres a cumprir. Responsabilidades. Sabia disso.
E ele cumpriria cada uma. Teria que dá valor ao cargo que recebera de seu pai.
Era o que
ela sempre lhe dizia.
No entanto, não poderia evitar o seu raciocínio robótico. - Nell. — chamou, antes que ela atravessasse a porta.
- Sim, Itsugo-sama?
- Você poderia chamar o Urahara pra mim, por favor?
- Sinto muito, Itsugo-sama. Mas Urahara-sama não está na empresa no momento.
- Não? — ficou confuso.
- Ele foi se encontrar com Kuchiki Byakuya. Algo de extrema importância, foi o que me disse Hinamori.
- Com o Byakuya? Mas por quê?!
- Itsugo-sama... Eu não sei... — hesitou. — Acho que o senhor não deve...
Não... Não poderia ser sobre a... Rukia... - Me conte, Nell.
~o~o~o~
- Ah... Sem a Rangiku-san aqui, a
Kfashion se torna tão chata. E o Kurosaki-kun está tão estranho... — murmurava Orihime – Pelo menos com o Abarai-kun aqui, eu poderei conversar com alguém que conheço.
Bem, era o que planejava Inoue Orihime. Mas ao adentrar a sala de fotografia, onde teria uma sessão de fotos; acabou se surpreendendo ao não encontrar o cabeça de abacaxi.
Pelo contrário. Ali estava ele, Ulquiorra.
- Você chegou, mulher. — ele disse em seu tom costumeiro e imutável.
- Ulquiorra... — franziu o cenho. — Onde está Abarai-san?
- Ele não vem. Me pediu para substitui-lo.
Lógico, ela não gostou da idéia. E de imediato, já iria abrir a boca para protestar.
- Não venha com chiliques. — porém, ele foi mais rápido. — Já foi decidido.
Ela engoliu as palavras.
Poderia ir até Yoruichi? Talvez, não. A outra vez não a favoreceu. Yoruichi mostrou não se importar com o que ela pensava, ou deixava de pensar, do fotografo. Sendo que agora, não estava afim de enfrentar qualquer tipo de bronca.
- Não vai se arrumar?
- Calma. Você não pode falar desse jeito comigo. Sou uma mulher grávida. — ergueu o queixo, passando por ele. - Grávida? — Ulquiorra a avaliou dos pés a cabeça.
- Sim. Estou carregando um filho do presidente da
Kfashion. Por isso, mais respeito ao falar comigo.
- Esse garoto é um idiota.
Inoue ficou estática. Vagarosamente retornou o olhar para o Shiffer.
- O que você disse?
- É bem visível que está mentindo, mulher. Você não tem o perfil de uma mulher que deseje ter um filho, ou que tenha por acidente. Você está mentindo.
Ela arregalou os olhos. Ele estava passando dos limites!
- Por quê você faz isso? Por quê sempre quer me deixar irritada!? — andou em passos firmes até ele, o encarando cara-a-cara.
- Não entendo o que esta falando. — ele a encarava da mesma forma. Entretanto, sem emoção.
- Sabe sim! Você não me conhece! Você não tem que se meter na minha vida! — realmente estava irritada.
- Cale a boca.
- Você é um idiota! Não tem o direito de falar assim comigo! Não preciso que você-
- Basta. — inesperadamente, ele a segurou pelo pulso, aproximando-se dela.
Inoue não conseguiu esconder o espanto.
-
Você é que não tem o direito de dirigir a palavra a mim, mulher. — os olhos dele flamejavam.
- M-me solta. — tremia.
- Eu não sou igual aos outros. Você não pode me manipular. O seu feitiço não tem efeito sobre mim.
- Já disse para me soltar.
- Você é desprezível. Suas atitudes. Sua voz. Seu rosto... — por um pequeno momento, ele desviou a atenção dos olhos dela.
E mais uma vez, Ulquiorra fez o inesperada. Agiu por instinto.
Ele beijo-a. Um beijo com urgência, ferocidade. Ele forçou ela a ceder aquele gesto.
Não se enganou. Ela era um veneno. Mas de algum modo, ele poderia encontrar a cura.
~o~o~o~ - Vocês estão loucos! — exclamou Matsumoto. — E-eu... Eu não sei de nada. A Inoue está grávida, verdade!
- Podemos acreditar que ela está, Rangiku. — dizia Renji – Mas a possibilidade de ela esta mentindo é maior, e tem mais força sobre nós. Eu conheço a Inoue. E não há dúvida de que você a conhece mais.
- M-mas... a Inoue me disse que estava grávida. Ela me mostrou o exame. Vocês podem pedir para ela e ver com os próprios olhos! — tentava ser convincente, mas sabia que o seu nervosismo não era de grande ajuda.
- Por favor, Matsumoto-san. — foi a vez de Izuro – Apenas pedimos que seja sincera. Se tudo for mentira, e você nos falar, não sabe o quanto isso nos ajudara. Na verdade, isso será uma ajuda para outra pessoa...
- O Ichigo! Nós queremos ajudar o Ichigo! — acrescentou Keigo.
- Sim, o morangão. — Hisagi suspirou. — Ele simplesmente está... um trapo. Não é mais o mesmo. Tudo porque ele está longe da Kuchiki.
- A Rukia. Ele longe dela é a mesma coisa que nada. Mas também, imagine você longe da pessoa que ama... É algo... assustador. — finalizou o tatuado.
E com aquelas palavras sinceras, de pessoas que se importavam, Rangiku não soube o que dizer. Ela estava perdida.
Ela amava e se importava com Inoue, da mesma forma que eles com Kurosaki.
Porém, como manter a mentira? Como?
O sofrimento se estendia até ela. Ichigo sofria. Rukia mais ainda. E por causa... dela? Sim, ela também tinha culpa. Ela apoiou, não impediu a mente incontrolável de Inoue. Tudo porque era sua amiga.
Mas... A mentira a sufocava. A separação.
Era como se ela sentisse o mesmo que eles.
“Você não pode ter esse bebê, Rangiku.”“Precisamos terminar, Rangiku.”Gin... Ele não estava junto a ela.
“Eu faria o correto. Não importa quem sofra, eu faria o certo. Poderia perder a amizade, mas prefiro ficar em conflito com outra pessoa do que comigo mesmo.”Hitsugaya... Aquelas palavras...
Sim, ela estava em conflito consigo mesma. Pois causava a própria dor a outras pessoas.
Ela queria estar ao lado
dele. Queria que Gin estivesse aqui, cuidando, amparando, sentindo-se feliz pelo filho que teriam.
Mas ele não estava. E ela sofria por isso.
E agora, pessoas que se amavam e que poderiam permanecer juntas, compartilhando esse sentimento tão lindo; foram separadas sem piedade. Foram impedidas de amar. Reprimiam o amor. Pelo quê? Por uma mentira.
Mentira que ela ajudara a criar. Também era sua culpa.
Isso não está certo.- Ela... Ela me convenceu. — começou, sem se conter mais. — Eu disse que era errado... A Hime não me ouviu. Eu falei... pra ela desistir. — teve que sentar, pois as pernas estavam fracas.
Conseguiram? - O quê, Rangiku? — Renji arregalou os olhos, ficando de joelhos em frente a ela.
- Ela não está bem. Kira, traga um copo d\'água pra ela. — ordenou Hisagi, e o loiro obedeceu.
- Foi logo após ela dormir com o Kurosaki. — continuou a loira. — Ela percebeu que ele apenas a usou, então enlouqueceu! Queria de algum modo separar ele da Kuchiki!
- E...? — incentivou Keigo, atento a cada segundo.
- Ela falsificou. Ela... pegou o meu exame de gravidez. — engoliu seco. — A Inoue não está grávida. Aquele exame é meu.
Choque. Petrificados.
- Como é que é?!
- Então era mentira. — Renji sussurrou ao comprovar sua suspeita.
- Precisamos falar com o Ichigo. E logo! — a paciência de Hisagi já havia se esgotado.
- Podemos ir para a casa dele agora. Acho que ele está lá. — sugeriu Izuro, já ao lado de Matsumoto.
- Não, ele tá na
Kfashion agora. — lembrou o ruivo tatuado.
- Então vamos lá! — Keigo já estava de pé.
- Rapazes. De imediato, eles olharam para Rangiku, um pouco mais calma. E, com toda certeza, decidida a enfrentar tudo. Era preciso.
Somente ela poderia fazer. Ela poderia transmitir confiança. A verdade.
- Por favor, um de vocês me levem até a Rukia.
Continua...
Notas finais
- Então? O que acharam?
Já perceberam que quase não temos cenas IchiRuki ultimamente? Engraçado, não? Mas isso será recompensado, garanto!
Pra quem não entendeu, a Inoue falsificou o exame dela baseado no da Rangiku. Pilantra, não? (desculpem a palavra), mas também, mulher, que está sendo domada por Ulquiorra!
Obrigada pelo carinho!
Qualquer coisa, só perguntar!
E não percam:
PENULTIMO CAPÍTULO
Na próxima postagem!
Fiquem com Deus!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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