As 30 tentações
24 Vigésimo quarto dia
Eram os desígnios do pai, e a certeza que a vontade do senhor manteria-se aliterada à sua vida. Havia lhe sido entregue o livre arbítrio, como à qualquer de suas criações, com isso, o sentir. Muito mais que apenas ódio, raiva.
“O que te amofinas?” Jesus questionou, sentados olhando o horizonte, o nascer do sol no vigésimo quarto dia.
“A certeza de que, ao pai, permaneço como jogo.”
Miguel sentia o ardor, a tristeza que lhe tomava o peito, as asas quase em brasas, crepitando o que a psique berrava no âmago.
Permitiu-se então ser tentação mais uma vez.
Notas finais
Alguns pegaram a ideia?
Porque pelos comentários a resposta é sim! rs
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