Artificial
3 Capitulo 3 - Assim a pesquisa "Começo" foi iniciada!
Notas iniciais
Rina França
Vinte anos antes (2017)
– Rina? Tudo bem?
– Oi, Ricardo, tudo sim!
– O que você está lendo? — Ricardo sabia que eu odiava ser interrompida quando estava lendo. Só não dei um murro naquele magricela metido a esperto, poque ele era meu irmão.
– Um maravilhoso pedaço de papel. Inovação tecnológica conhece? ( Ser meu irmão não impede que eu seja sarcástica com ele).
– O que tem de novidade nesse jornal? — A, como você sabia o nome do que eu estou lendo?
– Haha, Hilário! Só que não. Mas fala qual é o acidente de hoje?
Eduardo, não era uma pessoa muito positiva. — Pessoas desapareceram de novo no setor 3.
– Desapareceram? A alguns dias a trás também desapareci com uma garota por lá, ela.. — Poupe-me dos detalhes! Tenho que ir para a 4 aula.
– Até.
Será que aqueles desaparecimentos são reais? Bom que seja! Minha aula de química orgânica estava tão animada, que eu escutava um ronco vindo a traz de min, a minha esquerda tinha um aluno mexendo no celular, e quando eu olhei para frente o idiota do Julio tava em um site de, melhor não comentar foi nojento! — (Obs: Curso Química). Quando o sinal batel a pessoa que estava atrás me min deu um pulo, o pior foi que sem querer ela chuto a carteira da frente, ou seja a minha, tive a vontade de berrar (PUTA QUE PARIU SEU ANIMAL!), mas a professora ainda estava na sala! Droga.
– Oi maninha, porque você está andando torto? É algum tipo de dança nova?
– Vá A MERDA EDU. Ele eu podia xingar!
– Mana, vou ir ao setor 3 hoje a noite — Para fazer o que, você não lé jornal? Á, é, você não lé, mas está havendo vários desaparecimentos nesse setor! Tem algum remédio para dor?
– Não, e não esquenta enquanto ao setor, essas histórias não passam de bobagens, vou levar uma garota lá. Te vejo de noite. Até.
– Até. Pervertido! — Falei bem alto!
Era umas 10 horas quando eu olhei o relógio. — Droga estou atrasada! Sai correndo tomei um café e foi como um foguetinho para a universidade. Estranhamente foi dar por falta de Eduardo, no começo da 5 aula. Como eu não tinha visto ele o dia todo, fiz um grande esforço para ir ao prédio de educação física. não entenda mal eu não desprezo este curso, é só que o prédio fica do outro lado do campus! depois de ter andado um bocado e receber duas cantadas chequei a sala de Edu, encontrei Izaque o amigo dele.
– Izaque, você o animal do meu irmão?
– A ultima vez que eu soube dele ela tinha levado a Nina para o setor 3!
Estranho será que ele dormiu por lá? Não duvido. Pequei meu celular e liguei para ele algumas vezes só caia na caixa postal, foi esse o começo para a atual realidade da minha vida. Fui para casa que tínhamos alugado, ele não estava por lá, decidi deixar quieto um pouco. Imaginei que ele estive-se meio ocupado com a "Nina", e apareceria anoite com minha cunhada! O dia seguinte amanheceu e nada de Eduardo, fui direto para a faculdade ninguém o via dez a ainda para o setor 3, minha atitude foi ir em todos os hospitais, necrotérios da cidade. Meu deus! Eduardo não estava em lugar nem um. Fui a delegacia expliquei a situação e a resposta que me deram foi. — Infelizmente não faz 72 horas dês de que seu irmão desapareceu, não podemos fazer nada antes de esgotar este período! Logicamente fiquei puta. Fui para o setor 3 por conta própria! Infelizmente encontrei mais do que eu queria acabei achando o responsável pelos desaparecimentos, foi um acidente que eu descobri, depois de passar horas no setor 3 achei Rique Luva um químico brilhante, e ainda por cima muito gato, não estava com cabeça para me envolver com ninguém mas eu estava frangiu, e acabei me envolvendo com Rique. Eu sabia que ele estava realizando uma pesquisa, não sabia exatamente o que era, mas era algo grande. Ele me consolava e estávamos dando um passo a mais quando ele me levou para o hotel da família dele, bem dormirmos juntos (transamos).
Sempre tive uma mania de ir no banheiro anoite, bem fui. Estava meio entediada e fui dar uma volta pelo hotel, era de madrugada, não pessoas avia circulando pelo hotel, então fui dar uma olhada no prédio. Erá enorme e lindo, baseava-se em uma estrutura clássica, acho que no estilo barroco. Por acaso encontrei um túnel meio escondido entre a entrada da lavanderia e o banheiro dos funcionários. Me arrependo até hoje de ter entrado. No vinal avia um comodo esparasso com vários equipamentos químicos, estava decidida a sair quando vi um pequeno cisco de sangue no chão, o segui até achar uma outra alá do comodo.
– Haaaa. — Corpos! Não! Cadáveres completamente destroçados sem nem um órgão, reconheci um rosto! Era uma das pessoas desaparecidas. Minha única reação foi sair correndo em direção ao posto policial do setor 3.
– Boa noite, está tudo bem com a senhora — Uma moça de uns 28 anos me atendeu.
– E.. Eu encontrei o responsável pelos desaparecimento! — Fui levada até uma sala, contei toda a história. Depois de muita conversa convenci aos policiais a me levarem junto.
Entramos no estabelecimento. Dei de cara com Rique, tive vontade de vomitar.
– Rina?
– Não chegue perto de min!
– Quem são vocês?
– Policia municipal. — nesse momento me escondi atrás do policial que mais parecia uma porta.
– O que os senhores desejam?
– Recebemos a informação da existência de um laboratório clandestino nesse local! Temos um mandato de busca.
– Ok, não tenho nada a esconder por favor fiquem a vontade. Rina o que aconteceu acordei e você não estava lá.
– Não se aproxime. — Voltei a me esconder atrás do policial porta.
– Rina, mas.. — Parece que a moça não deseja falar com o senhor!
– Obrigado! — Fique tranquila.
Depois de alguns minutos os policiais voltaram, cochicharam baixinho no olvido do portinha maravinha. — Tudo limpo!
– E.. Eu. Posso leva-los para o laboratório. — Nesse momento Rique me olhou de um jeito que acabei me encolhendo mais anda a traz do portinha.
– Senhorita, você pode nos guiar?
– Posso. — Os velei até o local.
– Senhor Rique França o senhor esta.....
Bang! — Quando me virei Rique tinha atirado no policial porta. Desta forma começou um tiroteio.
– Rina, você como uma química e pesquisadora deveria me entender.
– Cala a boca seu filha de uma ......, eu tenho nojo de você!
– Rina! — Assim Rique foi acertado no peito. Meus ombros aliviaram ao ponto de eu acabar acaindo no chão. Quando dei por min estava no lado de fora. Um homem alto se aproximou de min.
– Dona Rina?
– Sim!
– Encontramos o seu irmão. — Onde? — Nesse momento passou uma maca com um cadáver dentro de um saco preto.
– Senhorita este é seu irmão — Quando eu vi o corpo dele, eu desabei. Naquele momento decidi ver com meus próprios olhos qual foi o motivo de terem tirado a vidada do meu irmão. Rique precisava dos órgãos das pessoas para manter um corpo artificial vivo. Minha reação inicial foi de repulsa! Mas vi o quão importante era esta pesquisa, precisava ver meu irmão novamente, Convenci o prefeito a continuar a pesquisa, com a condição de achar uma forma alternativa, que não utiliza-se órgãos humanos. Esse foi o inicio de meus pesadelos. Assim a pesquisa Começo foi iniciada.
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