Artificial
2 Capitulo 2 - Descubro que estamos em guerra!
Onde estamos?
Em um local seguro!
Doutora, não sei exatamente onde a senhora se formou mas isso não explica muita coisa.
Lia, olhe.
Um pátio?
Um pátio? Não um complexo embaixo da cidade construído para emergências no seculo 20.
É enorme!
Amélia e Leonardo, me desculpe mais não posso mais acompanhar vocês. Eduardo os acompanhará. Se me derem licença.
Olá.
Oi!
Ae!
Sejam bem vindos as instalações começo. Me sigam vou mostrar a vocês como são as coisas.
Eduardo, começou a nossa cessão turística nos mostrando a área de convivência, estranhamente só via-se pessoas idosas eu adolescentes acho que de 25 a 16 anos. Logo depois entramos em uma área mais parecida com um comercio pois tinha-se barraquinhas de frutas e outros alimentos espalhados pela rua, de acordo com Eduardo, não precisaríamos dar nota de nada do que pegássemos. Fiquei surpresa. "Tudo de graça?" Seguimos por um corredor até a ala médica e algo parecido com um setor militar? Por qual motivo eles teriam um setor militar? Acabei me distraindo quando Eduardo chamou a nossa atenção para um prédio.
Este é o prédio central, nossa central de comando é aqui que a doutora Rina e sua equipe se encontram.
O que eu achava mais incomum era a aparência da doutora, cabelos castanhos, longos e ondulados, olhos verde, acho que 1,80 de altura, pelo menos era mais alta do que eu, se tivesse que dar uma idade para ela daria uns 42 anos. Mas de forma geral a doutora parecia mais uma modelo ou uma secretária com aqueles óculos enormes do que uma doutora. Pode ser só impressão minha mas ela sempre apresenta estar apreensiva, como estivesse pensando em outra coisa.
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Rina?
Olá, Roberto.
Trouxe novos integrantes?
Sim, Amélia Bertoude, 17 anos, 1,75 de altura, cabelos ruivos, Leonardo Tuoler, 18 anos, 1,93 de altura, porte atlético.
Incrível, Rina você sempre me surpreendendo com essa habilidade de juntar informações somente de olhar para as pessoas. O que eles sabem sobre o setor 3?
Bom ainda não pode conversar com eles, mas deixei eles com o Eduardo, acabei de pedir para Regina trazê-los para interrogatório.
–-
Eduardo nos levou para o ultimo local em nossa visita turística, era uma espécie de alojamentos, uns chalés mais parecidos com pequenas cabanas, algumas maiores do que outras, acho que as maiores eram para acomodar famílias, pois avia alguns idosos e crianças com seus pais entorno de três ou quatro chalés, mas de forma geral, para todo o tamanho do complexo me pareceu haver poucas pessoas, pois chegava momentos que era somente eu Leu e o Eduardo na rua.
Amelia Bertoude, Leonardo Tuoler?
Sim.
Sou Regina, assistente da doutora. Eduardo os recebeu bem?
A, sim, mas o lugar é enorme acabamos ficando confusos, acho que se for para andarmos sozinho por aqui nos perderíamos fácil.
Tudo bem, demora um pouco mesmo para se acostumar.
Mas, Regina certo? Qual exatamente é o objetivo desse lugar?
Amélia se você e seu amigo puder me acompanhar, creio que receberá as respostas paras suas perguntas.
Voltamos por um caminho diferente, mas chegamos ao prédio central mas rápido do que eu imaginei. Leo parecia meio apreensivo, não tiro a razão dele, mas avia outra coisa me preocupando, já faziam 2 horas que estávamos aqui, estou preocupara com minha mãe. Chegamos na frente do prédio.
Amélia e Leonardo entrem a sala a esquerda lago na entrada a doutora esta esperando vocês. Vejo vocês depois. Tchau.
Leo!
Eu.
Tem algo estranho porque temos que falar com a doutora? será que podemos ir embora?
Calma Lia, vamos ver o que a doutora tem a dizer ai vamos embora.
Entrem! Eduardo os recebeu bem?
Sim, mas porque exatamente existe um local tão grande embaixo da cidade.
Esse complexo foi construído no século 20, para poder abrigar as pessoas caso se alguma coisa acontece-se já que a cidade de Lusva estava sobre ameaça de ataque.
Se eu não me engano era por causa da informação falsa da existência de mina de cristal.
Correto, Leonardo, vejo que costa da história local.
Minha família tem terras próximo a falsa mina.
Doutora?
Sim, Amélia.
Porque, nos chamou aqui?
Creio que esse assunto é inevitável.
Nesse momento entrou um cara enorme com uma arma, parecia uma porta! Olhando bem minha perna dava um braço dele.
Quem é ele.
Olhe Amélia, antes de tudo temos algumas perguntas a fazer a vocês, peço que por favor cooperem. O que exatamente vocês sabem sobre o setor 3? Por favor Amélia comesse.
O setor fantasma, era assim que meu avo o chamava, ele me contava história de lá, pois ele caçava na floresta próxima ao setor.
As estória que ele contava eram só sobre as caçadas?
Quase sempre mais ele vivia falando que era um setor muito perigoso, todo tempo tinha pessoas desaparecidas.
E você Leonardo conhece mais alguma história em relação ao setor 3?
Lia sempre me contava das história do avó dela, mas não sei mais nada além do que ela acabou de falar.
Doutora, podemos ir agora?
Infelizmente não!
O QUE?
Olhe amélia vou contar uma história. A cerca de 20 anos o setor 3 fazia parte do território físico de Lusva. Eu estava na faculdade quando os desaparecimentos começaram, eu nunca dei bola, achava que era um lugar onde os adolescentes iam para namorar mas eu estava errada! Comecei a desconfiar do setor quando meu amigo desapareceu por lá. Foram cerca de 3 meses em uma investigação informal, mas eu achei a resposta para os desaparecimentos. O doutor Rique Lusva, descendente do fundador da cidade, descobri que ele possuía um laboratório clandestino embaixo do Hotel Lusva. Não sabia o que exatamente ele fazia lá, mas sabia que tinha relação com as pessoas desaparecidas. Liguei imediatamente para a policia e os convenci a me levarem junto.
O que o doutor Rique estava fazendo.
Rique estava desenvolvendo uma pesquisa sobre vida artificial.
Mas qual a relação com os desaparecidos.
Ele usava os órgãos de pessoas para desenvolver a pesquisa. O laboratório dele foi desativado e destruído, mas eu convenci o prefeito a continuar a desenvolver a pesquisa eu mesma, de forma sigilosa.
Você esta dizendo que usou órgãos de pessoas.
Não, Leonardo a pesquisa iria revolucionar a humanidade mas era inaceitável matar pessoas para realizá-las. Depois de muito tempo eu consegui uma forma de prosseguir com a pesquisa sem precisar matar pessoas. No enteando as coisas saíram do controle. Agora o prefeito esta casando eu, toda a minha equipe e qualquer pessoas que saiba da existência do setor 3. Acabei de ser informada que foi decretado ordem de captura, com ou sem vida da minha equipe ou de qualquer pessoa que saiba do setor. Por isso que pergunto Leonardo você possui algum familiar que saiba da existência do setor 3.
Bom, até onde eu sei não.
E você Amélia?
Meu avó dizia que contava essa mesma história para minha mãe e meu irmão.
Amélia, receio que sua família foi detida pelo exercito de Lusva amando do prefeito.
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