Arte Da Sedução
16 Titanium
Notas iniciais
Obrigada por me esperarem, e acreditarem em mim por todo esse tempo que estive fora. Estava precisando de um descanso. Haha'
Segue aí mais um capítulo escrito com muito amor, e como é a minha volta, espero muito reviews, pois nesse tempo o número de leitores aumentou consideravelmente!
**
Obrigada Isa Montezano, pela linda recomendação. Esse cap é em especial para você - literalmente! Haha', é sério, postei por sua causa!
**
Lembrem-se de que agora a fanfic será completa de POV da Annabeth!
LEIAM AS NOTAS FINAIS!
Capitulo 16 : Titanium
– Annie?! – parei a ação de beber meu cappuccino na metade ao ouvir chamarem por mim. Procurei a voz e encontrei Thalia andando na direção da mesa do café em que estava sentada. Andando ao lado da morena vinha Silena, andando com exuberância no salto médio, desfilando com certa prepotência sob o olhar de vários homens que estavam no shopping.
Acenei alegremente para elas e indiquei com a cabeça os dois lugares vagos a minha frente. Thalia e Silena sentaram, penduraram as bolsas nas costas da cadeira e pediram um café e um chocolate quente, respectivamente.
Finalmente sozinhas, Thalia perguntou:
– Como você está? – acabada; partida em milhões de pedaços; querendo abrir um buraco e me enfiar ali e nunca mais sair; querendo chorar feito uma criança que quer a mãe, só que infelizmente eu não tenho mais mãe e quem eu considero uma mãe está se divertindo em sua lua de mel enquanto eu sofro uma desilusão amorosa; são argumentos bons para você?
– Maquiagem esconde bem as imperfeições dos olhos, não acham? – perguntei de modo retórico, simplesmente. Elas encararam as mãos sem dizerem nada.
– Quando você saiu, ele estava lá? – assenti, mexendo minha bebida sem muito interesse – Ela também? – neguei e larguei a colherzinha no pires e bebi um pouco. Percebi que o olhar de Silena dizia que ela queria mais resposta, respirei fundo altamente e depositei a xícara no pratinho.
– Estava dormindo, de roupa e tudo. Apenas saí de lá, sem deixar bilhete, nem nada.
– Ótimo, acho que foi a melhor coisa que você fez – disse a loura – Tente deixar-se indiferente quanto a ele. Como se ele não fosse nada seu para saber onde você foi.
Era isso que eu queria, tudo seria mais fácil se ele não fosse nada meu.
A garçonete apareceu com os pedidos e perguntou se queríamos algo para comer, pedimos pães de queijo e voltamos para nossa conversa exclusivamente feminina.
– Fala sério, Annie! Acho que desde que você chegou aqui na cidade, sua vida é só: Percy. Vamos esquecê-lo por um minuto e pensar, o que você fez sem ele? Quantos caras conheceu? – fiquei pasma. Nenhum! A resposta era nula...
– Luke?!
– Okay, apenas o Luke, que dá em cima de todas as garotas que aparecem. – resmungou Thalia. – Annie, você tem sido patética.
Eu tenho sido patética. Cheguei até a recusar um convite para sair de Luke porque fiquei preocupada com a possibilidade de que Percy viesse a descobrir que fosse apaixonado por mim e quisesse ficar comigo para sempre. E se ele me ligasse e eu estivesse com algum carinha? Embaraçoso. Jamais poderia levar algum cara para casa – minha casa é de Percy também, um completo santuário com fotos nossas e dos amigos dele do clube e de Los Angeles – a cidade em que ele viveu parte da vida com o pai -. Fotos minha e dele no parque; no clube; jantando com o pessoal; fotos de Percy, Percy, Percy. Até na minha carteira! Jamais havia me ocorrido que ele teria uma foto minha em sua carteira.
Patético.
Hum, espere um segundo.
– É possível que ela – frizei a palavra — tenha voltado apenas para dizer oi, que veio morar com alguma amiga na cidade?
– Não – responderam em uníssono.
Suspirei. É, isso foi lamentável.
Patético.
– Você precisa sair Annie – comentou Silena.
– Você tem razão. Vou sair, virar uma namoradeira ensandecida. Vou sair com todos os caras da ilha de Manhattan – apoiei a cabeça na palma da mão. – Chega de se lamentar. Vou esquecê-lo, agora! – bati as mãos em punho contra a mesa, fazendo os pires chacoalharem um pouco. Elas se entreolharam e trocaram suspiros.
Meu celular tocou.
Pesquei o aparelho dentro de minha bolsa, encarei o visor: Percy.
Soltei um muxoxo e escondi os olhos nas mãos, fungando um pouco.
Thalia pegou o celular em cima da mesa e ignorou a ligação, apertando o botão vermelho. Guardou o eletrônico em sua bolsa e pediu a conta. A garçonete ficou estupefata, dizendo que os pães de queijo estavam quase prontos. A morena se desculpou pelo incomodo e pagou pelo petisco mesmo que não fossemos come-lo.
– Vamos Annie, levante essa cabeça – chamou Silena – E tire esse bico enorme dos lábios, por favor! Você é a cantora oficial do Glam! Vamos te preparar, ninguém vai te ver antes da hora do show. E quando te verem... irão ficar de boca aberta. Vai ficar belíssima, a seduzente artista do Glam!
– Seduzente? – indaguei franzindo a testa enquanto ela me puxava para fora da cadeira.
– Isso mesmo. Como acha que eu fisguei o Beckendorf? E a Thalia o Di Ângelo?
– O que tem eu? – murmurou baixinho Thalia ao meu lado. Silena deu um tapa no ar com a mão, dando de ombros e voltou a me encarar.
– Sedução, querida – os olhos de Thalia se iluminaram, ao perceber que o assunto era essa — Venha, vamos te ensinar essa arte!
E me puxaram para dentro do shopping.
**
– Eu não aguento mais provar essas lingeries! – esbravejei – Sério garotas? Já fomos atrás de roupas, sapatos... e agora lingeries?
–Shh! Pare de reclamar e fique quieta! – sibilou rispidamente Thalia enquanto analisava o visual que o sutiã dava aos meus seios.
– Querida, precisamos, além de arrumar mais peças quentes para você, pegar as suas roupas que Sally deixou encomendadas aqui – disse Silena calmamente.
– Na Victoria’s Secrets? – sussurrei para as duas, que me fitavam de cima a baixo.
– Achou que nossos figurinos sexy’s vinham da onde, amore? De uma costureira qualquer? – ironizou Thalia – Francamente, Sally viaja pelo mundo inteiro quando bem entende, não acha que ela vai ter dinheiro suficiente para fazer nossas roupas nessa loja de luxo?!
Suspirei altamente, vencida. Elas tinham razão. Nossas roupas eram sexy’s o suficiente para se enquadrarem no estilo da VS. Sinceramente, como não percebi antes?
Definitivamente, eu estava cansada. Naquele espaço de tempo entre café e almoço eu tinha vestido em torno de cem blusas, setenta calças, trinta shorts, trinta e cinco calças e vinte sapatos. E elas me ajudavam a caminhar para a quinquagésima prova de roupas de baixo. Okay, talvez eu tenha usado demais a hipérbole.
– Esse está mais que perfeito – finalizou Silena beliscando meu ombro com uma expressão da mais pura alegria. Ela andou mais uma vez em torno do meu corpo, sorrindo como uma criança que ganhou um sorvete com muita calda de chocolate.
Eu também tinha gostado daquele conjunto. Verde caiu bem na minha pele clara. Pelo menos, era o que a vendedora tinha dito, e as meninas concordaram prontamente. A renda preta que havia na peça aumentava a sensualidade e eu me sentia cada vez mais bela ali. E por um momento, eu esqueci o motivo de estar ali.
Verde era uma ótima cor, muito bonita de se ver. Acalmava. Todos os tons eram bonitos. Quando os olhos deles escureciam, o verde ficava tão intenso que chegava a dar calor e quando estavam claros...
Esqueça Annabeth!
Por que eu estava pensando nele assim? Pense em coisas legais Annie. O casamento de Piper, minhas amigas, o conjunto que estava em meu corpo que era para hoje a noite talvez, e ele estaria lá...
Merda.
Tulipas, chocolate, sorvetes, músicas, cantoras que eu gosto, Christina Aguilera, Adele, Avril Lavigne...
– Senhoritas, poderiam assinar o papel de retirada da encomenda, por gentileza? – pediu educadamente a vendedora, seu coque profissional deveria estar muito apertado. Seu rosto parecia que estava sendo puxado para trás e nenhum fio de cabelo estava solto. Senti a dor percorrer minha espinha. Estremeci. Sou muito mais cabelo solto ou um preso meio frouxo.
Thalia seguiu a atendente e o celular de Silena tocou no mesmo instante. Ela revirou os belos olhos azuis, murmurando algo como “Charlie” e pescou o objeto na bolsa. De olhos arregalados, tocou o verde e aproximou o eletrônico da orelha.
– Olá Sally!...sim, estamos na VS...Thalia está pegando...ahãm, pode deixar...okay, vou pedir para a atendente...sim, a voz de Annie está perfeitamente perfeita – ouvi uma risada e acompanhei Sally — Obrigada por avisar Sal! Beijos, até logo!
– O que ela queria? – perguntei ajudando Thalia, que se aproximava com quatro sacolas enormes só com as roupas das garotas. A vendedora vinha logo atrás com duas sacolas que em vez de serem rosa, eram pretas e rosa – Ah, Annie, essas aí são as suas – ela indicou com a cabeça as sacolas diferentes que a atendente acabava de dar nas minhas mãos.
Agradeci exaltada de felicidade e medo. Era assustador não saber o que me esperava ali. Dei uma checada nas peças ali dentro: lingeries brancas, pretas, roxas, vermelhas, coloridas...; fantasias quentes de gatinha branca, aeromoça, aluna sexy, marinheira, noiva, chinesa...
Espera! Aquela ali tinha mãos desenhadas nos seios e no traseiro?!
Todas as roupas eram totalmente diferentes das que usávamos, afinal, Sally havia mudado todo o roteiro do show e muitas músicas que as meninas estavam acostumadas a dançar haviam sido retiradas. Todas aprenderiam as novas coreografias com o tempo, mas por enquanto, seriam as mesmas músicas do qual eu já estava acostumada e elas também. Pegar novas letras e coreografias daria um belo trabalho para nós.
– Perguntou se estávamos aqui; se pegamos as roupas; para ajudar a Annie a escolher as lingeries; lembrar a atendente de encomendar as peças de verão; perguntou sobre a voz da nossa cantora profissional e disse que seu microfone chegou – Silena disse em um fôlego sobre seu telefonema, virando para mim na ultima parte.
– Moça – se adiantou Thalia – Encomende as roupas de verão para Sally, por favor? – ela foi andando até o estoque, onde a moça estava, sem pedir licença. A mulher resmungou alguma coisa – Sim, as peças que ela mandou o código por e-mail, e eu já estou saindo! – voltou com as mãos levantados a altura dos ouvidos, em rendição. Ri com sua expressão indignada. – Ih, ferrou.
Segui seu olhar e fitei a porta.
Ih, ferrou.
– Olá meninas! – exclamou Rachel entrando na loja, um falso sorriso esnobe estampado em seu rosto. Em suas mãos havia várias sacolas, enormes e repletas de coisas. Seus cabelos ruivos estavam presos num rabo solto e sua roupa – uma blusa vermelha de maguinha ¼, uma saia de oncinha, um cinto dourado e uma gladiadora – estavam bem fofos. Devo admitir, Rachel usava algumas roupas que eu achava completamente legais.
Atrás dela vinha quem eu menos queria encontrar.
– Rachel – falei, com ausência de expressão – Calypso – cumprimentei sem encarar seus olhos incrivelmente cor de mel. Virei em direção ao espelho e botei as mãos abaixo dos seios, levantando-os enquanto Thalia e Silena resmungavam algumas respostas para as perguntas de Rachel. Tentei parecer o mais seduzente possível com aquele conjunto verde e preto, mas, a grande sedução que eu me sentia exalar com as peças minutos atrás tinham se esvaído para o corpo de Calypso assim que ela entrou na loja.
Rachel puxava conversa fiada com elas, mostrando todas as joias que seu namorado da semana havia lhe dado. Interesseira, esnobe, recalcada... Apurei os ouvidos tentando entender a conversa delas enquanto jogava meu cabelo de um lado para outro, vendo como ficava melhor. Com uma das mãos, prendi o cabelo em um rabo, ficava bom. Mas o movimento foi apenas uma desculpa para usar minha visão periférica.
– Meninas, Caly – a vadia tinha apelido carinhoso ainda? — vai pedir para a Sally a deixar voltar para o show! Lembram-se de como ela arrasava no palco? Todos só tinham olhares para ela, público e nossos colegas de trabalho – percebi que ela realçou a voz na ultima parte. Então era assim que ela e Percy começaram a namorar? Porque então ela havia ido embora? Senti toda minha alto-estima virar pó e me senti extremamente ridícula com aquele conjunto. – Acho que é de família – vi Rachel abraçar Calypso, que até agora ficara calada, me analisando.
Thalia havia me contado brevemente durante nosso passei pelo shopping que as duas eram primas de primeiro grau. Isso deixava tudo mais fácil para as duas, sempre eram elas que faziam os solos ou as duplas nas coreografias. Elas sempre deixavam a coreografia na metade e desciam para a plateia, dançar no meio de velhos que estavam ali apenas para ver as bundas delas rebolando. E como os clientes adoravam isso, ficava quase impossível para Sally se esquivar de seus pedidos para solos e afins.
– Meninas, vou me trocar – avisei.
– Vai levar esse, Annie? – perguntou Silena. Assenti com a cabeça e me virei em direção ao provador.
– Oh, chegaram nossas roupas! – Rachel deu gritinhos de alegria. Revirei os olhos mentalmente, enquanto dava meia volta, ficando de frente para elas novamente. Tive tempo de ver a ruiva correr em direção as minhas sacolas – O que será que Sally comprou para mim?
Ela estava com a mão quase na alça das minhas sacolas, coloquei a mãe na frente, impedindo-a. afastei sua mão frágil, cheia de anéis e com unhas postiças pintadas com um rosa berrante.
– Essas são as minhas.
Ela me encarou assustada, sorri com cumplicidade falsa. Seu tempo acabou querida! Percebi que minhas amigas sorriam abertamente, segurando o riso.
Endireitei-me e pisquei para ela, alargando ainda mais meu sorriso. Espero que ela entenda minha cara de “perdeu vadia”. Andei calmamente até o provador, torcendo para que estivesse andando com a mesma confiança com que Silena andava.
Enquanto me trocava, prestava atenção na conversa. Lutei para as lagrimas que teimavam em tentar descer dos meus olhos.
Eu estava perdida. Além da ex de Percy voltar e procura-lo, ela tinha que ser prima de uma pessoa que me odiava completamente. Era obvio que ela já trabalhou no Glam, tanto é que seu namoro com Percy podia ter sido fruto de várias reboladas enquanto Rachel “cantava”. A morena começou a falar com uma voz incrivelmente sedutora – soltei um muxoxo:
– Não aguentei morar com a minha mãe em Los Angeles – ótimo, ela e Percy já haviam morado na mesma cidade – Sem Percy lá não é a mesma coisa – bufei, e percebi que ela se calou. Amaldiçoei-me mentalmente. Ficar com a boca fechada enquanto escuto conversa dos outros é uma coisa que eu preciso aprender – Eu nem devia ter aceitado seu pedido de voltar para lá. Deixar Manhattan foi a pior coisa que fiz. Amo o Glam e amo estar naquele palco! – revirei os olhos e fiz uma careta para o espelho, seria ótimo imaginar que ela era tão feia quanto aquela careta.
Abri com estrondo a porta do provador, atraindo a atenção delas. Sorri e caminhei com presença pela loja, arrumando minha blusa e levando todas as peças que eu decidira levar até o balcão.
– Só hoje me encontrei com Rachel. Havíamos nos falado antes pelo telefone, mas nada relacionado às mudanças do Glam. Ouvi dizer que vão ser shows ao vivo a partir de hoje.
– Isso mesmo – disse Thalia – Vai ter uma garota cantando. – percebi que Rachel começou a morder o lábio inferior numa expressão preocupada. Seu olhar vagava rapidamente de mim para Calypso. Está preocupada, queridinha?
– Jura? Quem?
– Eu!
Sua expressão de surpresa logo se tornou de raiva. Eu sorria internamente de orelha a orelha. Por fora, minha expressão era de “isso não é nada demais”.
– Ah... isso... legal. Você vai cantar até a Sally contratar alguma cantora profissional? – cruzou os braços e arqueou uma sobrancelha. Se ela achava que tinha me pego, estava muito errada. Ri baixinho.
– Não, não. Vai ser permanente. Sou a mais nova cantora oficial do Glam, depois da Sally, claro –sorri de canto, dando de ombros.
Sua expressão de vitória se perdeu entre os olhos derrotados. Virei-me e pedi para a atendente por as peças na conta de Sally. Peguei as novas sacolas e as outras — que eram minhas – que estavam ao lado de Rachel – que se silenciou de repente -.
– Tchau garotas, até mais – encarei minhas amigas, que seguravam as risadas – Vamos?
Elas pegaram as outras sacolas, que levariam para Sally, e me seguiram, acenando com os dedos das mãos para as outras duas.
Quando estávamos chegando ao estacionamento para pegarmos o carro de Thalia – que daria carona para mim e Silena até o Glam, já que ela veio ao shopping com a morena e eu de taxi.
Fechamos as sacolas dentro do porta-malas e elas me encaram sorrindo.
– Arrasou amiga! – disse Thalia.
– Está no caminho certo. Vamos colocar essas barangas no chinelo. E, claro, fazer o Percy perceber quem você é de verdade – parou por um instante – Estava pensando em pedir para o Charlie nos ensinar alguma coisa sobre cozinha. Não se diz que para capturar o coração de um homem se começa pelo estomago? – indagou apoiando o dedo indicador no queixo. Assenti e sorri abertamente para elas, as abraçando em seguida.
– Adorei isso. Vocês vão me ajudar com as outras coisas – desfiz o abraço – Todos irão se surpreender com a nova Annabeth.
Notas finais
**
Viram o trailer dessa fic? Quem ainda não viu, aqui está:
http://www.youtube.com/watch?v=R96eI2fR3gY
Se inscrevam no meu canal!
**
Quem aí tem Facebook? Segue aí o link do meu perfil me adicionem e me avisem por aqui, por favor!
https://www.facebook.com/lais.santosaraujo.9
**
Estava pensando, eu faço parte de um grupo de escritoras no Facebook, e que tal eu criar um grupo chamado "Fics da Lahh Araujo"? Vocês topariam participar?
Nele divulgaríamos fanfics, trocariamos ideia, diriamos qual fics recomendamos, postariamos futuros projetos para ver se tem publico, eu postaria spoilers das minhas fics.... Topam? Dagam aqui, se não tiver público eu nem faço.
**
Reviews? Recomendações? Favoritos?
Beijinhos!
Lahh Araujo
Fale com o autor