Arte Da Sedução

6 Money, Money, Money


Notas iniciais
oi povoo!!!! vcs deixaram os reviews, ai esta o cap!

Fazia duas semanas que Annabeth se encontrava em Manhattan. Embora ela não tivesse pagado o aluguel do apartamento ainda, ela tivera que comprar algumas roupas. Por conta disso, acontecera um desfalque em sua poupança.

Não havia recebido ainda, mas mesmo que recebesse, o dinheiro que teria seria pouco. Já estava pensando que seria melhor voltar para casa. Mas ela torcia para que não precisasse fazê-lo. Pois é, esse era o mundo dos ricos. Deveria ser legal ter dinheiro e poder esbanja-lo em tudo o que quisesse. – Annabeth pensava.

No clube, acabou conhecendo sua mais nova família. Seus melhores amigos eram Thalia, Silena, Nico, Leo e Percy. Embora Leo vivesse cantando a loira, um garoto misterioso havia chamado sua atenção.

Luke, ele era bacana. Isso ela descobrira numa pequena conversa com ele. As vezes, pegava ele lançando-lhe olhares penetrantes, ela devolvia um sorriso, conseguindo em seguida arrancar um dele.

Também descobrira o quanto Sally era apaixonada pelo clube. Vivia pensando em tudo que pudesse melhorar o local. Aos sábados, ela até cantava nos números de abertura.

Quíron era engraçado e gentil. Percy e ele várias vezes trocavam assuntos sobre o lugar. Percy dava ideias para Quíron e ele transmitia para Sally.

Numa noite de trabalho, Annabeth foi ao camarim levar as bebidas que as meninas pediram. Percy estava lá, ajudando Connor a ligar alguns aparelhos novos de luz de palco. Travis estava na área de som, colocando musicas agitadas até que as garotas entrassem novamente.

Annabeth permaneceu no camarim ajudando as meninas como podia antes de voltar ao bar. Viu que Connor saiu e Percy também ajudava as meninas. As bailarinas andavam de um lado para o outro, arrumando cabelos para a próxima apresentação ou retocando a maquiagem.

Annabeth estava ajudando Silena a arrumar o cabelo e enrola-lo quando Reyna pediu ajuda para Percy.

– Percy, você pode colar os strass para mim? – perguntou Reyna.

Percy pegou as pedrinhas brilhantes da mão de Reyna e começou a cola-las nas costas da garota, enquanto ela colocava na barriga e busto. Percy terminou de colar na área interna da coxa de Reyna e ela agradeceu, se preparando para entrar no palco com Thalia e Zoe.

As garotas não se importavam de se trocaram na frente de Percy, e ele nem ligava para isso. Elas andavam com as lingeries de renda e até pediam ajuda para prende-las, como aconteceu com Rachel:

– Percy, sobe o zíper do meu macacão, por favor? – o macacão de Rachel era de renda, e a lingerie tinha que ser pequena para não aparecer.

Reyna, Thalia e Zoe saíram do palco depois de dublarem a musica Single Ladies, e Rachel entrou no seu solo de You Oughta Know da Alanis Morissette. Alguns dias atrás, Annabeth perguntou para Percy porque Rachel tinha solos e as outras não.

– Rachel, embora minha mãe não admita, é sua preferida. E também, se ela não ganhar seus solos, faz birra e ameaça sair do show e do clube, e como foi ela, minha mãe e Quíron que construíram esse lugar, é difícil para Sally. Você entende? – Annabeth assentiu e voltou a trabalhar depois daquela explicação.

Assim que todas as meninas entraram no palco para a próxima apresentação, em que Rachel dublava e todas as outras apenas dançavam, Annabeth decidiu falar com Sally sobre uma ideia que tivera.

– Sally, talvez não seja um bom momento mas...

– Não, não é um bom momento. – a mulher mais velha retrucou, enquanto analisava as roupas que tinham que ser costuradas.

– Olha querida, você pode voltar outra hora... – começou Quíron.

– Não, é rapidinho. Escutem, todas as meninas dublam...

– Menos a Sally! – completou o gay.

– Claro, menos a Sally, mas não seria legal se elas cantassem?

– Não, não seria. Aqui o publico vem para vê-las dançarem não cantarem. – respondeu Sally.

– Queridinha, ela não esta num bom dia hoje, converse com ela outra hora. Agora volte para o bar. – disse Quíron baixinho em seu ouvido, empurrando ela para de volta para seu lugar de trabalho.

Quando seu turno terminou, Annabeth foi para casa. Antes mesmo de tomar um banho, arrumou todas as suas coisas dentro da mala, que estava uma bagunça. Dobrou-as e colocou as mais chiques embaixo, pois não as usava com frequência. Estava se levantando para ir tomar banho, quando ouviu o barulho de algo sendo quebrado.

Annabeth nunca fora uma menina medrosa, por isso seguiu seu instinto e foi ver o que havia acontecido. Não era no seu andar, disso tinha certeza. No seu andar só morava ela e uma senhora de 65 anos, Claire. Mas a senhora estava na casa da filha. Desceu as escadas e observou a recepção.

Não encontrou Alberto em lugar nenhum, quando um barulho a assustou e a fez se encolher na sombra da escada.

– Em qual andar moram as pessoas mais ricas? – perguntou uma voz desconhecida.

– Só existem pessoas morando no quarto andar. – respondeu uma voz, a voz de seu Alberto. Ele disse andar quatro, e esse andar era totalmente isolado, ninguém morava lá.

– Obrigada velho! Foi bom te conhecer. – disse outra voz. Depois disso, três tiros foram disparados.

Annabeth cobriu a boca para não gritar e correu de volta ao seu quarto e ficou o mais quieta possível. Colocou rapidamente um tênis e fechou a mala, tinha que sair dali o mais rápido possível.

Ouviu as vozes dos bandidos subindo as escadas rindo. Quando não ouviu mais nada, deu mais uma olhada no apartamento, não esquecera nada. Saiu correndo e pegou o primeiro taxi que viu e disse o primeiro endereço que veio em sua cabeça.

Percy saiu do Glam depois que Annabeth. Saiu do clube com a mochila nas costas e colocou o capacete, subindo em seguida na moto.

Sua casa não ficava muito longe dali. Ficava em outro bairro, mas era bem perto. Sua casa ficava entre a casa da mãe e do clube. Era uma casa pequena. Tinha um jardim e garagem, que ficava ao lado de um porão e dispensa. No jardim tinha uma escada que levava à varanda. Lá havia uma porta que levava para o resto da casa. Uma sala típica americana, de jantar, estar e cozinha, e uma suíte. O único banheiro era o da suíte. Não tinha corredor, era tudo quadrado. Entrando pela porta, encontrava a sala/cozinha, e do lado direito uma porta dupla de vidro com cortinas levava ao seu quarto. Na sala, tinha um alçapão que levava a garagem e dispensa.

Quando subiu na calçada e apertou o botão para o portão elétrico da garagem, percebeu que não estava só. Sentada no primeiro degrau da escada estava Annabeth. Com ela estava uma mala.

Ele guardou a moto e saiu da garagem, apertando o botão para fecha-la.

– Annabeth? O que esta fazendo aqui? – a menina soluçava. Ela contou o que aconteceu no seu prédio. – Você pode dormir aqui se quiser. – ela assentiu, murmurando um “obrigada”.

Eles entraram na casa e Percy colocou a mala dela sobre um pufe.

– Eu só tenho um quarto, mas tenho esse sofá cama.

– É bonito. Lembra um divã.

– Obrigado, eu acho. – ele respondeu. A última parte só mentalmente.

– O banheiro fica ali, vou fazer algo para comermos. – Annabeth pegou uma troca de roupa e foi tomar banho, enquanto Percy pegava macarrão. – Tem toalha extra no armário! – gritou para ela.

Quando Annabeth voltou, estava com frio e se enrolou na coberta, cobrindo a camisola curta. Percy estava de costas e, terminado de colocar o macarrão com queijo no prato. Virou-se para Annabeth e deu-lhe uma das tigelas.

Os dois conversaram sobre a vida de Annabeth. Ela contou para ele como conheceu Piper, como os pais morreram, porque quisera vir para Manhattan, até que o sono bateu e ela dormiu. Percy ajeitou a coberta dela e foi para seu quarto.

No dia seguinte acordou e se lembrou que tinha uma hóspede. Foi com seu calção de dormir para a sala e viu seu sofá desarrumado, e na cozinha, Annabeth preparava café preto.

– Bom dia. – ele cumprimentou.

– Bom dia! – ela respondeu alegre.

– Fazendo o café?

– É! Espero que não se importe.

– Claro que não. – os dois bebericavam o café em silencio.

– Que linda! É alguma parente sua? – Annabeth perguntou apontando para uma foto em que Percy estava abraçado a uma garota.

– É minha namorada. – ele respondeu.

– Namorada? Você é hetero?

– Pensou que eu fosse gay?

– Sim. – admitiu com vergonha – Você usa delineador no trabalho, tem um sofá divã, e as garotas pedem para você colar strass nas pernas delas, ou fechar uma roupa transparente e você fica de boa!

– Essas eram as suas desconfianças?

– Eram. Agora eu estou me sentindo estranha só de ter vindo aqui. É melhor eu colocar uma roupa, né? – ela perguntou retoricamente indo pegar uma roupa.

– Acho melhor. – ele disse, olhando para a camisola curta e decotada. As pernas eram lindas, e a bunda quase aparecia pela camisola, deixando-o frustrado por não ficar descoberta. Os seios quase pulavam para fora do decote, mesmo que eles fossem menores que o de Calipso, sua namorada.

Annabeth pegou um camisão de lã e colocou por cima da camisola, cobrindo tudo até a sua coxa. Depois vestiu rapidamente uma calça jeans. Pegou a mala e disse:

– Pode abrir a porta para mim?

– Aonde você vai?

– Embora, eu vi um apartamento para alugar no jornal.

– Ta chovendo demais lá fora! – retrucou Percy. O dia amanhecera chovendo. Mesmo com chuva, ela saiu. E ficou sobre a chuva na calçada, esperando que algum taxi aparecesse. – Annabeth! Volta para dentro! Ta chovendo! – Percy gritou da varanda.

– É só água! – ela retrucou.

Percy, sem paciência, desceu as escadas descalço e sem camisa, se molhando todo. Pegou a mala dela com uma mão e Annabeth no colo, como um noivo carrega a noiva, e levou-a para dentro.

– Você fica aqui, até encontrar um apartamento. – ele disse quando fechou a porta da frente da casa.

Na noite anterior, depois que Percy foi embora, Sally foi ao banheiro tirar a maquiagem. Ainda tinha gente lá. Alguns garçons e as namoradas deles. Assim que entrou no banheiro, ouviu o barulho de alguém vomitando. Viu um sapato por baixo da porta e descobriu quem era.

– Katie? É você? – a menina abriu a porta, o delineador borrado pelas lagrimas. – Não me diga que está mal do estomago. – Katie negou com a cabeça e colocou a mão sobre o útero. – Por favor, me diga que está mal do estomago. – implorou Sally.

– Porque se chama enjoo matinal, se você senti isso o dia inteiro?

– Vem cá querida. – Sally abraçou a menina. – Travis já sabe?

– Não.

– Você vai ter que contar para ele, ele vai descobrir.

– Ele é homem, só vai descobrir quando minha barriga estiver tampando a televisão. – Katie suspirou. -E se ele não quiser ter um filho?

– É claro que ele quer. Ele vai ficar eufórico com a noticia! Agora vai contar para ele.

– Obrigado Sally! – a menina saiu e foi conversar com Travis.

Antes mesmo de tirar a maquiagem, que era seu objetivo inicial ali no banheiro. Sally Pegou o celular e ligou para o New York Times e comprou um lugar do jornal e colocou uma manchete de emprego, procurando uma dançarina. Pediu que colocassem que os testes seriam dali dois dias. Assim, foi para casa, sem nem mesmo tirar a maquiagem.

Katie saiu do banheiro e procurou Travis. Encontrou o namorado e pediu para conversar a sós com ele.

– Travis, eu estou grávida. – falou rapidamente, querendo terminar a conversa o mais rápido possível.

– Você ta... Grávida?

– É.

– Meu deus... Isso é... Demais! – beijou a garota e a abraçou, rodando-a no ar.

– Você quer ter um filho agora?

– Se for com você, quero ter um filho a qualquer hora. – ele disse e beijou-a novamente.

Os dois foram para seu pequeno apartamento, onde tiveram uma comemoração bem romântica, quente e intima.



Notas finais
Entaõ, gostaram? Viram??? o percito não é gay!!! haha

MAIS 6 REVIEWS PARA O PROXIMO CAP!!

quem gosta de Tratie??? euuuu!! e essa historia de vaga para dançarina, oq eu a annabeth vai fazer.. e morar com o percy??? oq ue vai rolar hein??

MAIS 6 PARA O PROXIMO CAP!!!Bjs!!!