Arte Da Sedução
13 Give Your Heart A Break
Notas iniciais
Leitores! Autora aqui! Leiam por favor!
Bem, primeiramente quero me desculpar pela demora. A escola voltou, e com ela os estudos para passar de ano, formatura, e enfim... Me desculpem sério.
Outra coisa que quero dizer. Deixarei bem claro que estou pensando seriamente em excluir minhas fics, pois estão dando muito trabalho para mim e a recompensa que recebo dos leitores é muito pouca. Espero que entendem o meu lado. estou com muitos trabalhos e tenho que estudar muito nas matérias pois eu estou indo muito mal mesmo...
Fiquem sabendo que eu NÃO estou blefando. estou com poucas ideias e vocês, leitores, não me ajudam com nada. Não comentam muito e quando comentam é apenas algumas palavras. Nenhuma ideia ou dica... Nada!
Eu tenho 85 leitores. É bastante gente. e eu recebo só alguns reviews a cada capítulo. E isso é muito chato. Mas... a escolha é de vocês. Eu adoraria continuar a escrever pois eu adoro quem comenta sempre. Mas desse jeito eu não continuo.
VOCÊS, LEITORES FANTASMAS. Sim, agora eu me dirijo especialmente a vocês. A mão NÃO caí se você escreverem reviews sabiam? A cada capitulo aumenta o numero de leitores mas nunca aumenta o numero de reviews que eu recebo.
Bom, acho que jé estou enchendo o saco aqui. Segue mais um capítulo com muito amor. Espero que entendam o meu lado da história. Nos vemos lá embaixo.
–X-
Percy já não pensava mais. A única coisa que necessitava naquele momento era o beijo da loira abaixo do seu corpo. A língua dela lambia os lábios dele, enquanto a sua língua explorava toda a extensão de sua boca.
Sentiu um forte puxão em seus cabelos e gemeu com isso. Annabeth soltou um pequeno risinho e mordeu o lábio inferior do moreno.
Como era possível desejar tanto aquele corpo frágil da mulher a sua frente? Nem quando namorava Calipso sentiu atração e desejo tão forte.
Percy deixou que suas mãos vagassem pelo corpo da loira, sentindo a textura de sua pele clara e macia. Apertando sua cintura e coxas em alguns momentos, ganhando alguns gemidos de aprovação da loira. Suas mãos chagaram à cintura e puxou Annabeth para cima, fazendo com que os dois ficassem de joelhos no sofá.
O de olhos verdes começou a distribuir beijos no pescoço da mulher a sua frente, ouvindo-a gemer e sentir a pele contra sua boca se arrepiar hora ou outra. As mãos de Annabeth, que apenas puxava seu pescoço, fazendo com que os lábios de Percy não desgrudassem da sua pele, desceram pelo peito dele, arranhando seu abdome e em seguida as costas trabalhadas. As mãos da loira voltaram para o pescoço do homem e as unhas cravaram em sua pele quando ele beijara uma área extremamente sensível.
Annabeth colocou as mãos uma de cada lado da face de Percy, e depositou um beijo calmo a apaixonada ali. Queria que ele sentisse todo o amor que ela sentia por ele com aquele beijo. Delicadamente, ela empurrou seu peito para trás e ele deitou no sofá. Ela sentou em cima dele e voltou e beija-lo, traçando uma trilha de beijos entre seu rosto, pescoço e o peito desnudo, fazendo o caminho inverso em seguida.
Num movimento involuntário, Percy esticou as pernas e chutou longe o controle. O objeto bateu na mesinha de centro e caiu no chão, mudando de canal. Isso não seria problema para os dois. Se o canal não fosse o que passava jogos de futebol americano, e, consequentemente, aumentando o volume, tornando permanecer na sala uma missão impossível.
Frustrada, Annabeth se levantou rapidamente e buscou pelo controle. Quando o encontrou no tapete creme felpudo, logo tratou de desligar aquele aparelho insuportável. Quando se voltou para o sofá, esperando encontrar Percy sentado, totalmente sem clima entre os dois, se surpreendeu com a cena.
Ele dormira.
Simplesmente dormira.
Bom, ele estava cansado pela viagem e por causa do casamento e das bebidas. Mas ele dormia como um bebe. Uma das mãos em seu peito e a outra fora do sofá. Annabeth ainda não decidira. Deveria ficar mais frustrada ainda ou se ria da situação. Se aproximou de Percy e depositou um beijo rápido em seus lábios. Os cantos da boca do moreno se levantaram, provando que ainda não cairá na inconsciência dos sonhos. Ele se moveu um pouco para o lado e ela se deitou no espaço livro. Ele a abraçou por trás e os dois dormiram, ignorando completamente dos colchões no chão da sala.
Quando Annabeth acordou, levou os braços rapidamente para frente de seus olhos, tentando diminuir a claridade em sua visão. Sorriu involuntariamente quando sentiu algo se mexer atrás de si. Ela dormira abraçada a Percy. Seu sorriso se tornou mais largo ainda.
– Bom dia, linda! – ele sussurrou roucamente em seu ouvido e em seguida beijou seus cabelos.
– Bom dia, fofo! – ela disse de volta, bocejando. Ele riu baixinho.
Annabeth tentou se levantar, mas braços fortes a impediram.
– Aonde você pensa que vai?
– Ao banheiro. – ela respondeu e empurrou os braços dele para longe dela. Ele bufou irritado. Annabeth pegou sua nécessaire e se dirigiu ao banheiro. Ascendeu as luzes e trancou a porta.
Abriu a torneira e jogou água no rosto. Quando olhou no espelho viu o estrago da noite passada. Pelo rosto pingando água, era possível perceber olheiras abaixo dos olhos. À noite fora mal dormida. Não que dormir abraçada a Percy fosse desconfortável, mas adormecer num sofá por apenas quatro horas, mais ou menos, é muito desconfortável.
Seus cabelos estavam desgrenhados e os lábios vermelhos e inchados. No pescoço havia várias marcas roxas que Percy deixara de presente. Teria dificuldade de escondê-las. Como Percy podia te-la chamado de linda depois de vê-la desse jeito?
Entrou no banho e lavou os cabelos novamente. Parecia que a pele estava em brasas. Os músculos custaram a relaxar sob a água quente que tamborilava sob seu corpo. Saiu do chuveiro, se enxugou e secou os cabelos. Passou um creme no corpo dolorido e escovou os dentes. Quando saiu, uma Thalia irritada estava prestes a bater na porta, mandando que ela se apressasse. Annabeth abriu um sorriso malicioso para Thalia, que corou e entrou rapidamente no banheiro.
Encontrou Percy e Nico na cozinha. Cumprimentou Nico e tratou Percy como se nada tivesse acontecido. Ele a tratou do mesmo modo.
Na noite passada, os quatro se despediram dos noivos pois iriam embora na hora do almoço. Como acordaram muito tarde, tiveram que correr ao aeroporto, senão perderiam o embarque. Se sentaram nas cadeiras do avião. Annabeth com Percy e Thalia com Nico. Assim que era possível andar dentro da aeronave, Thalia apareceu no corredor.
– Percy, posso falar com Annabeth?
– Claro. – ele disse e foi se sentar com Nico. Ela se sentou e se virou para a loira.
– Qual é a relação de você com Percy?
– O... O que? – Annabeth perguntou incerta.
– Eu sei que vocês escondem um amor reprimido. – ela disse com voz autoritária, como se fosse uma psicóloga. – O que aconteceu?
Annabeth relatou para a amiga o acontecida da noite anterior. Thalia xingou baixinho quando contou sobre o controle da televisão.
– Faz o seguinte. De um gelo nele até a noite. Chame-o para assistir TV e pegue-o de surpreso. Aproveite para gritar muito nessa noite, porque daqui dois dias você começa a cantar no clube. – Annabeth corou sobre o comentário da amiga. As duas riram até que foram interrompidas.
– Posso falar com você? – Percy perguntou seria e friamente para Annabeth.
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