Armadilha Do Destino.
15 Capítulo 15 - O retorno.
Notas iniciais
Assim que Bella saltou do veículo, correu em direção a casa. Jasper adiantou-se, abriu os braços e correu ao seu encontro. Os dois se abraçaram longamente. Renesmee juntou-se há eles pouco depois.
Jasper então a pegou nos braços e beijou sua afilhada com carinho. Quem olhasse de longe pensaria que ali estava a família perfeita. Edward sentiu o sangue fervendo de ciúmes em suas veias e uma ânsia poderosa de ir até lá, separá-los e gritar no rosto do rival que estava ali e assumiria sua mulher e sua filha. Sua mulher?! Um suspiro involuntário escapou dos seus lábios. Até alguns dias atrás se considerava um homem frio, experiente e de natureza solitária. Um homem vivido, mas imune aos encantos da maioria das mulheres. No entanto bastara ficar na presença de Isabella outra vez para se descobrir apaixonado por ela. Apertou os lábios numa linha firme e escondeu suas emoções muito bem. Ergueu a cabeça com o rosto sereno e sem nenhuma expressão, encontrando o olhar astuto de Emmett. Decidiu ignorar as perguntas mudas e inquiridoras que seu irmão lhe lançava com insistência. Não seria possível ocultar seus sentimentos dele por muito tempo. Isso sem falar que Emmett tomaria conhecimento em breve de que tinha uma linda sobrinha e talvez aquela altura um outro sobrinho a caminho.
-Oh, Jazz...
- Eu estou aqui anjo, vai ficar tudo bem eu prometo.
- Hum-Hum.
Edward pigarreou aproximando-se com a bagagem, sendo seguido por Ângela e Seth.
- Como vai Edward?
Disse Jasper educado.
- Bem, respondeu Edward fitando-o com frieza, deixando claro que não estava satisfeito com a presença dele ali. Sue apareceu na varanda e Bella correu para abraçá-la enquanto os homens presentes pegavam todas as malas e as levavam para dentro. A discussão silenciosa ente Emmett e o Seth prometia ficar acalorada assim que ambos voltassem para a delegacia. Edward entrou na casa, seguido por Jasper, Ângela e Renesmee, que preferiram deixar Bella a sós com Sue neste momento delicado. Tanto Edward como Jasper sabiam onde ficava o antigo quarto de Bella, o quarto de hóspedes e o quarto do velho senhor Swan. Com a chegada da herdeira Swan, os demais vizinhos que ali estavam cumprimentaram-nas formalmente e saíram um por um.
- Querida, eu sinto muito, disse a mulher mais velha chorando.
- Eu também Sue. Se eu pudesse, voltaria no tempo e tentaria mudar as coisas. Mas o que aconteceu com ele? Foi de repente?
Quis saber, angustiada.
- Não Bella, Charlie estava doente, muito doente.
- Doente?!
Bella sentiu seu coração disparar. Seu pai sempre fora forte como uma rocha, cheio de vida como o solo fértil de Twilight, indestrutível... Mas ela sabia que estava agindo como uma boba, que todos nós temos a nossa hora.
- Sim querida. Eu tentei ligar para você por diversas vezes, mas ele não permitiu. Você sabe o quanto ele era orgulhoso...
Sim ela melhor que ninguém sabia. Respirou fundo secando as lágrimas.
- Há quanto tempo ele estava doente?
Perguntou.
- Há pouco mais de três anos ele foi diagnosticado com um tipo raro câncer.
Demorou algum tempo para que ela absorvesse e digerisse aquela informação bombástica.
- Câncer?! Meu Deus!
Exclamou caindo sobre uma cadeira de balanço, abalada com a revelação. Sue olhou-a com carinho. Bella sempre fora especial para ela.
- Mas porque ele não me disse nada?!
Sue fez um gesto amplo com as mãos.
- Não sei Bella. Eu insisti para que ele lhe contasse, Deus é testemunha, mas seu pai era muito teimoso.
- Como uma mula empacada, Bella emendou.
- Ele foi ao médico durante algum tempo, fez todos os tratamentos disponíveis aqui na cidade e concordou em se cuidar. Fomos até a um nutricionista recomendado pelo oncologista que o acompanhava. No início as coisas pareciam estar dando certo, mas depois de dois anos consecutivos, inúmeras idas e vindas ao hospital, ele percebeu que a medicação e a quimioterapia não estavam mais resolvendo. Que não estava fazendo efeito. Foi aí que começou a se recusar a ir para o hospital. Eu dava os remédios a ele todo santo dia Bella, mas ele piorava visivelmente. Eu tentei de tudo filha.
Falou com pesar. Bella tentou sorrir apesar do vazio que sentia dentro de si.
- Sei disso Sue. Você o amava muito.
- Ele também amava você Bella.
Ela respirou profundamente antes de responder.
- Quanto a isso eu tenho lá minhas dúvidas, disse com tristeza.
- Não Bella. Não fique assim, por favor.
Sue apertou sua mão com força, tentando confortá-la.
- Ele me confessou na hora de sua morte o quanto se arrependia por ter sido tão duro com você e não ter demonstrado o amor que sentia.
Bella engoliu em seco. Gostaria mais do que tudo que aquilo fosse verdade. Fitou Sue e viu um amor enorme refletido nos olhos castanhos escuros como os seus. Resolveu então não falar mais sobre aquilo e desviar a conversa para outra coisa que a estava perturbando.
- E a fazenda? Vi vários lotes de terra cercados com mudas de árvores frutíferas assim que entrei.
Sue suspirou pesadamente.
- A situação da fazenda não é nada boa no momento. O nosso maior problema agora é o dinheiro.
O queixo de Bella caiu. Seu pai sempre fora riquíssimo.
- Dinheiro?!
Retrucou estupefata.
- Sim. Eu sei que o seu pai sempre teve muito dinheiro, mas os últimos anos foram difíceis, foram duros para todos os fazendeiros. Como todas as outras propriedades aqui da região, Twilight também sofreu com a seca prolongada e com a falta de lucros. Quando ele adoeceu, viu que não teria como ficar a frente de tudo, por isso achou melhor arrendar metade da fazenda para pequenos produtores locais desde que estes mantivessem a tradição de plantar apenas frutas cítricas.
- Mas, mas...
Bella estava atordoada com tantas informações e mudanças.
- Ele preferiu fazer isso a contratar um administrador. Assim, manteve a casa, mas não conseguiu dinheiro suficiente para cuidar do celeiro, do galpão ou da manutenção do restante das terras. E não permitiu que eu investisse um único centavo do meu dinheiro para consertar nada.
- Céus! Sue, eu juro que não fazia a menor idéia do que estava acontecendo.
- Tudo bem Bella, não se preocupe com isso. As jóias de sua mãe estão guardadas no cofre do escritório dele. Elas são herança sua e de Renesmee. Você pode ficar com elas ou ir até o banco e tentar negociar ou vender. Faça como achar melhor meu bem.
O olhar de Bella brilhou por um instante.
- Você acha que o dinheiro das jóias de minha mamãe, seria suficiente para tentar salvar Twilight?!
Questionou esperançosa.
- Não posso dizer. Charlie não me deixava saber como as finanças estavam realmente, mas o contador ou o gerente dele no banco vai informar tudo a você, tenho certeza.
- Você era a esposa dele, portanto, a fazenda também é sua casa Sue, não posso resolver o destino de Twilight sozinha, respondeu com sinceridade.
A mulher mais velha sorriu, fazendo com que duas covinhas aparecessem nos cantos de sua boca. Bella pensou que Sue era uma mulher bonita, cheia de vitalidade, bondosa e que poderia refazer sua vida em breve encontrando um homem que valesse a pena. Sua pele morena, seus longos cabelos negros e os olhos escuros davam a impressão de que ela contava no máximo com trinta e poucos anos e não com os quarenta e cinco reais que possuía.
- Não Bella. Twilight é sua e da sua filha. Eu e seu pai nos casamos com separação de bens. Ele sabia que eu tinha uma condição financeira privilegiada e deixou bastante claro que apesar de eu ser sua esposa e companheira, a fazenda fazia parte do legado que sua mãe e ele haviam construído juntos. Essas terras são parte da sua herança. Essa era a vontade dele e eu vou respeitá-la até o fim.
Bella assentiu emocionada.
- Mas o que você irá fazer agora Sue?!
Perguntou curiosa e ansiosa. Sue refletiu u pouco antes de responder, mas quando falou sua voz era firme.
- Pretendo ir para a Europa, passar um tempo de qualidade com minha filha Leah, em Londres.
Leah era a única filha dela, fruto do primeiro casamento com o jogador aposentado de hóquei Sam Uley. Ela fora morar com o pai e estudar na Europa a muitos anos, antes mesmo da mãe decidir se casar com Charlie Swan.
- Bella, eu sei que este não é o momento adequado, mas gostaria de conversar com você sobre Edward Cullen depois, falou com um olhar enigmático.
Bella deu um sorriso tímido.
- Ele tem sido de grande ajuda, Sue.
Bella pretendia contar toda a história a Sue muito em breve. Não iria mais esconder nada a respeito do seu passado, mas a primeira pessoa com quem deveria conversar seria Renesmee. Ao ouvir aquilo, a mulher mais velha suspirou aliviada, mas as duas foram interrompidas pelo agente funerário, que retornou ao terraço informando que o corpo já havia sido preparado para o funeral.
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PDV Edward Cullen.
Vi a expressão de tristeza no rosto de Renesmee quando desceu do carro. Minha vontade era tomar minha filha nos braços e dizer que estava tudo bem, que o papai estava ali, que ela não precisaria se preocupar com nada, mas consegui me controlar a tempo. Como ela sempre havia vivido com a mãe, eu daria mais alguns dias a Bella para que se recuperasse do golpe de perder o pai e contasse tudo a pequena.
Observei quando Ângela levou Nessie para a cozinha, chamando Emmett e Seth para seguirem as duas. Subi as escadas em direção ao antigo quarto de Bella seguido de perto por Whitlock. A casa estava mergulhada num silêncio profundo, o cheiro de morte era quase palpável, a atmosfera opressiva.
Chegando ao andar de cima, viramos à esquerda. Ali só havia dois cômodos. O quarto de Bella era o que dava para a lateral da casa. Nós entramos em silêncio. Coloquei as malas ao lado da cama, enquanto ele preferiu deixar as que trazia em suas mãos sobre uma cômoda de carvalho maciça. Corri os olhos pelo ambiente. Era um quarto grande, espaçoso e típico de adolescente, com colcha lilás sobre a cama de solteirão, almofadas lilás e rosa, um pufe de veludo listrado aos pés da cama, uma cortina antiga e estampada com flores, um imenso guarda roupas de carvalho com cinco portas estava posicionado de frente para a porta do banheiro privativo. O quarto havia sido limpo recentemente. O cheiro de lavanda do lustra móveis podia ser sentido de leve. De repente, sorri involuntariamente ao ver um enorme e desbotado pôster com os roqueiros do grupo Bon Jovi colado em uma das paredes laterais.
- Ela era fã desse conjunto, falou Jasper me tirando dos meus devaneios.
Travei o maxilar.
- Eu sei, respondi com secura, voltando-me para ele, fitando-o diretamente nos olhos azuis. Nós nos encaramos por um breve instante. Ele quebrou o silêncio.
- Não precisa me olhar assim, Edward, eu não sou seu inimigo.
Falou com calma. Dei um sorriso irônico. Diante dos fatos ele era o meu maior inimigo no momento.
- Não é hora para piadas Jasper, respondi.
- Não estou brincando Edward.
Arqueei as sobrancelhas e fiz um muxoxo com os lábios.
- Você não é meu inimigo?
Devolvi a pergunta.
- Não.
Ele exalava uma calma que me dava inveja.
- Certo. Vou acreditar nisso quando vir você LONGE da minha filha e de Bella.
Retruquei frisando cada uma das palavras. Jasper estreitou os olhos, me fitando com atenção. Seu olhar era um alerta.
- Sim, eu sei que Renesmee é minha filha, falei sentindo o orgulho explodir em meu peito, esfregando no rosto dele a situação.
- Fico feliz em saber disso. Espero que a trate com mais consideração e carinho do que tratou Isabella dez anos atrás.
Apertei meus lábios numa linha fina e cerrei os punhos.
- Não se meta no meu caminho Whitlock!
Esbravejei. Ele cruzou os braços sobre o peito e me fitou com hostilidade.
- Eu estava lá lembra? Você usou Bella e depois virou as costas para ela, desaparecendo da cidade no meio da noite.
- O que?! Como se atreve a dizer um absurdo desses?! Você não sabe de nada! De absolutamente nada! Desconhece completamente a verdade e fica aí tentando dar uma de bom samaritano!
Ele se aproximou e ficou a dois passos de mim. Tive de fazer um esforço sobre humano para não dar um soco bem no meio do seu rosto.
- Se eu estou enganado Edward Cullen, então chegou a sua hora de provar isso. E não só a mim, mas principalmente a Bella e a sua filha também. Corrija os erros do passado, lute pela mulher que você quer. Lute pela sua família.
- Sai da minha frente Jasper ou eu não respondo por mim.
- Tenho todo o direto de cuidar das duas, defendendo o bem estar de Bella e da MINHA afilhada.
- E quem lhe deu este direito?!
Cuspi em sua face.
- Você, quando desapareceu sem deixar rastro.
Suspirei, contando mentalmente até vinte. A última coisa que Bella precisava agora éramos nós dois nos atracando como dois selvagens em sua casa, a poucos metros do quarto onde seu pai jazia morto.
- Cuidei delas até hoje Edward, e pretendo continuar a fazer o mesmo, a menos que haja uma boa razão para que eu me afaste ou então que Bella me peça isso.
Ela estava declarando guerra abertamente e eu nunca em minha vida havia fugido de uma luta justa.
- Eu estou de volta Jasper Whitlock e vou cuidar das duas de agora em diante e também do bebê que está a caminho.
Ela recuou um passo, seu rosto tomado pela surpresa. Sorri com escárnio.
- O que? Como assim? Bella está grávida?
- É bastante provável que sim, mas teremos que esperar alguns dias mais para termos certeza. O nosso reencontro foi muito intenso, se entende o que estou querendo dizer.
- Entendo perfeitamente. Mas vou lhe dizer uma coisa Edward...
Deixou as palavras no ar aproximando-se perigosamente outra vez.
- Magoe uma delas e eu juro que vou caçar você até o fim do mundo e me dedicar fazer do restante de sua existência um verdadeiro inferno.
A ameaça pairava no ar deixando o ambiente carregado pela tensão.
- Você deveria deixar Bella em paz e ir cuidar da Alice, Whitlock.
- Alice não é mais um problema meu, retrucou enfiando as mãos nos bolsos de sua calça desconfortável.
- Ela ama você de verdade, disse tentando alfinetá-lo.
Ele me deu as costas, ocultando suas verdadeiras emoções.
- Não pode existir amor sem confiança Edward. Pense nisso quando for conversar com Bella. Ela já sofreu demais por suas causa no passado.
- Quer dizer que só a Isabella importa para você agora? A Alice realmente não significa mais nada?!
- Os problemas entre Alice e eu não dizem respeito a você, portanto fique de fora desta história.
- Aí é que você se engana Jasper. Importo-me com a Alice da mesma maneira que você se importa com a Bella. Se quiser que eu saia do seu caminho, terá primeiro que sair do meu!
Ouvimos passos na escada e nos calamos. O cortejo fúnebre estava saindo. Haveria outra oportunidade para discutirmos todas as nossas desavenças. Aquele não era nem o momento nem a hora e muito menos o local.
PDV Emmett Cullen.
Quatro dias depois do funeral do senhor Swan, me dirigi à casa de Edward. Tentei ligar para ele várias vezes sem sucesso. Meu irmão caçula sabia ser evasivo e escorregadio como uma enguia quando um assunto era inconveniente a ele. E como diz o velho ditado “Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai até Maomé”. Agora ele não teria como se esquivar de uma conversa franca e me dá algumas explicações. Rose havia brigado comigo, ralhado, tentado me convencer de que Edward já era bem grandinho e sabia tomar conta de si mesmo, mas no que dizia respeito à Isabella Swan ele conseguia se transformar em um pateta completo.
Subi a colina devagar e estacionei a viatura na entrada da alameda de pedras. Aquela casa era intimidante. Oponente, suntuosa, mas muito austera. Os doze quartos, sendo todos com banheiros privativos, uma biblioteca de médio porte, um escritório cujas portas abriam para um pátio com teto de treliça, as janelas cuidadosamente instaladas para permitir uma claridade maior ao ambiente, com vitrais espanhóis do século passado, uma imensa sala de estar, outras três salas de jantar, duas cozinhas, uma dependência para acomodar quatro empregados de forma permanente, um jardim digno de um pequeno palácio, uma estufa e duas piscinas aquecidas faziam parte do imóvel. Eu o aconselhei a ir atrás de outra propriedade, uma casa mais moderna, no centro ou num dos bairros promissores da cidade, mas ele não me deu ouvidos, como sempre, e não sossegou enquanto não comprou a casa da colina.
Desci do carro e bati a porta caminhando apressado. Franzi o cenho ao ver um monte de gente trabalhando lá dentro. Ele estava reformando a casa de novo?! Martelo, pregos, duas furadeiras, lixadeiras, uma enorme casa de bonecas amarela e branca e mais um monte de coisas absurdas encontravam-se espalhadas pelo assoalho de granito marroquino. Sem entender absolutamente nada, avistei a cabeça delicada de Alice saindo pela porta da biblioteca. Ela trabalhava com Edward há anos e era praticamente o seu braço direito. A pesar das más línguas das fofoqueiras da cidade sugerirem que os dois eram amantes, eles eram apenas amigos. Edward a tratava como uma irmã mais nova.
- Alice!
Chamei acenando.
- Oi Emmett, respondeu animada, com os cabelos pretos desfiados emoldurando seu rosto delicado.
- O que está havendo por aqui?!
Questionei intrigado.
- O que?!
O barulho era intenso e ela não conseguia escutar o que eu dizia. Fui até ela.
- Que porra tá acontecendo por aqui baixinha?! Edward surtou de vez ou vai começar a brincar de Barbie agora?!
Falei em tom de brincadeira, mas ela me fitou séria.
- Ele está lá em cima, respondeu apontando para as escadas em espiral.
Suspirei dando-lhe um olhar cético.
- Não vai me contar o que está acontecendo afinal?
Ela desviou o olhar.
- É melhor ir falar com ele Emmett.
Dei de ombros e subi as escadas, impaciente, disposto a esclarecer de uma vez por todas o mistério.
Notas finais
Então vamos aos agradecimentos?
Andrielli.
soulpawer.
Crispúscula.
Tuca Cullen.
monicarosa.
Camila_Black.
Giis.
brancabella.
erika cunha.
andressadedei.
marcia maraia.
RafaSomerhalder.
Pietra Volpato.
Leila Canuto.
N_yes.
ELYSBAHIA.
deianunes.
ivis.
rosa2011.
Nanabellinha.
BellaF.
Souso.
cariocadagema.
claudiamon35.
Jully Cullen.
Naninha.
Becca_Black.
Dani.
pandinha718.
Aleh.
MSM.
club.
Rafaela Barros.
caly.
lcmorais1.
danynha.
Little Dark Fluffy.
jeje2786.
Garotas vocês são as melhores das melhores. Obrigado a todas que comentaram e recomendaram Armadilha do Destino.
Beijos
Kiki.
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