Aradorn - O Mundo Fantástico

1 Capítulo 1 - Uma Grande Surpresa


Notas iniciais
Espero que gostem...algumas vezes eu vou contar em 3ª pessoa e algumas vezes em 1ª pessoa.

Bem, eu não sou muito de contar histórias bobas...mas foi isso que aconteceu. Meu nome é Mike e sou de Liverpool,Londres. Tenho 15 anos e não sou o tipo de garoto que inventa histórias de fantasia para maricas, eu realmente gosto de zumbis e coisas de terror tipo o slender...mas isso aconteceu tão rápido e foi real.

Eu estava correndo com minha bike nova, ela era muito rápida, o problema é que tinha um bando de carros passando. Enquanto eu tava correndo com ela meus amigos estavam bem atrás de mim com suas bikes também. Eu tinha passado tão rápido que nem vi o sinal vermelho no cruzamento e quase fui atropelado. Por sorte, eu desviei e só consegui escutar meus amigos gritando "UUUUUHHH!!!". Continuei correndo quase caindo por causa do atropelamento que eu ia levar então aconteceu...uma pedra estava a minha frente e eu estava sem o controle da bicicleta, caí e rolei pelo morro abaixo. Fiquei um pouco ralado, mãos raladas, queixo, pernas, roupa rasgada...e a bicicleta se tinha ido por completo, não tinha como eu voltar de onde eu estava e meu celular já não pegava, estava sem sinal ali. Andei pela floresta por quase 3 horas, gritando à todos. Estava escurecendo e nada de sinal do celular. nada de ninguém responder. Estava quase desistindo, queria voltar para o morro e tentar escalar aquela bosta mesmo...mas daí escutei um barulho, não, não era um barulho, era um estrondo. A parte mais densa da floresta, eu não sabia onde eu estava quando vi à galopes um homem metade cavalo e metade homem, era um...CENTAURO...nossa eu fiquei parado enquanto aquele centauro me cercava, eu só podia estar sonhando, impossível...um centauro no meio de uma floresta? Improvável. Fiquei de queixo caído enquanto ele me rodava, cheirava e dizia algumas palavras difíceis de entender, eu acho que ele estava falando a minha língua só que eu não conseguia entender por que eu estava abismado. Ele falou algo como:

–Tutti habá, habá, gualalecima. ORKS...HABÁ...HABÁ!!!!

Eu só continuava de queixo caído enquanto ele continuava a dizer habá...não sabia o que significava habá era uma língua esquisita...não isso não podia estar acontecendo, impossível. Ele me pegou e colocou em suas costas cavalo e galopou, galopou tão rápido quanto à minha bike. Em sua aljava podia-se ler algo como "Aradorn Kakunos", não sabia o que era Kakunos e nem Aradorn. Ele galopou enquanto o estrondo diminua-se.

Aos poucos, aquela criatura magnífica ia desacelerando o galope, mas enquanto ele ia desacelerando o galope eu ia vendo uma ponte branca e passava por um rio de águas cristalinas, peixes dourados, azuis, e até um peixe que eu nunca tinha visto antes pulavam por aí, enquanto isso ao céu totalmente azul e com algumas nuvens, algumas aves de todos os tipos, tamanhos, formas e espécies desconhecidas ficavam planando por aí com pequenos gritos agudos do tipo águia. Era magnífico, quando terminamos aquela ponte veio um chão de uma pedra bem bonita, totalmente pintada de laranja e se encaixava perfeitamente umas nas outras. O centauro começou a falar de novo:

–Batatui Aradorn. Ma lelui Haku, uko Aradorns Kakunos.

Eu continuava sem entender nada, e mesmo asism continuava com queixo caído. Tudo ali era lindo, maravilhoso. Contando assim parece até história de menina, mas não era realmente bem lindo o local.

O quanto íamos avançando eu conseguia ver ao longe uma grande muralha fortificada, com várias pessoas (Sim era humanos) de guarda com flechas e todas as aljavas diziam "Aradorn", não sabia o que ou quem era Aradorn, mas percebi que aquilo ou aquela pessoa devia ser muito importante, já que tinham várias pessoas protegendo aquilo. Quando cheguei totalmente perto da muralha percebi uma gigantesca ponte, do tipo castelo que não se deixa ninguém passar. O problema é que ao invés de água, ali tinha lava, e ficava borbulhando sempre e sempre fazendo barulhos amedrontadores. O centauro parou e colocou a mão na boca em forma de concha e começou a gritar:

–Kakunos, conte bega!

E depois desse grito aquela ponte foi abaixando-se lentamente. Quando ela terminou totalmente de ser abaixada eu pude perceber um grande A no portão que ia se abrindo conforme o centauro ia caminhando. Fechei o olho e dei uma coçada brusca, quando o abri soltei um grito que o centauro ficou assutado:

–UAU!!!!!! -Exclamei, o que estava vendo à minha frente era um grandioso feudo do tipo medieval.

Notas finais
Acho que não deveria ter feito uma história tão grande, isso torrou meus neurônios de criatividade, nem sei se terá capítulo 2 até eu pensar numa história descente. Não ficará como este capítulo mas...fazer o que né.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.