Notas iniciais
Nessa capítulo vai acontecer o que vocês mais pedem que role entre Grego e Ximena

Gabo: Esse aqui vai passar um tempinho na cadeia...
Raul: Porque seria preso? Não fiz nada ilegal.
Gabo: Desviou dinheiro da Pilartex.
Raul: Mas eu não...
Gabo: E quando você finalmente sair, não vai se empregar em nenhuma empresa aqui em São Paulo — Gabo interrompeu Raul – Ou em qualquer uma que eu tenha influência.
Raul: Gabo, você sabe que não pode fazer isso — avisou. – Ou eu conto...
Gabo: Quer piora sua situação? — ele não deixou Raul terminar a frase. – Porque eu posso pensar em algo pior... Ou você quer ficar nas mãos do marginalzinho?
Grego: Na moral, se tu me chamar de marginal de novo...
Gabo: Foca, garoto. — Gabo cortou. –Ele vai comigo ou fica com você?
Ximena: Só sai daqui se for direto pra cadeia — Gabo sorri.
Gabo: Sabia que você é...
Ximena: Não piora a situação, Gabo
Gabo: Como você quiser

Os ânimos se acalmaram um pouco, Gabo ligou pra alguém. Depois de conversarem um pouco ele desligou.

Ximena: Então?
Gabo: Então, que um amigo vai mandar buscar o Raul na entrada da comunidade
Raul: Pra ir pra aonde?
Grego: Gaiola, seu cuzido
Raul: Gabo... — ele disse como se pedisse ajuda.
Gabo: Cala a boca. Já temos que ir. Tem como um de seus funcionários levar o Raul?
Grego: Bazunga, leva os dois pra entrada da comunidade e só saí de lá depois de ver com seus próprios olhos o Paletó indo em cana
Bazunga: Bora, Paletó — ele pega o Raul do chão e saem.
Gabo: Apesar de ser nessas circunstâncias foi um prazer te reencontrar, Ximena.
Ximena: Obrigado por estar fazendo isso...
Gabo: Não agradeça. Fiz isso por você e por mim também, ou eu ia acabar sujando minhas mãos com aquele verme.
Grego: Agora você já pode ir, e só volta se for chamado e por mim — Gabo continua me olhando
Gabo: Como desejar, Grego. Tchau.
Ximena: Tchau — ele sai.
Grego: Eu não te deixei você em casa?
Ximena: Sim. Mas...
Grego: Você veio ver com seus olhos que eu não ia fazer nada com seu doutor. — ele me interrompe.
Ximena: Não, Grego. Eu vim aqui pra evitar o pior e estava certa. Porque você perdeu a cabeça assim com uma coisa tão boba?
Grego: Coisa boba? O cara vem na minha quebrada, querendo pegar na minha cara o que é meu.
Ximena: Grego, você ainda nem sabia do lance do Paletó.
Grego: Não estou falando dele.
Ximena: Não? — ele me puxa para seu colo.
Grego: Não. Quem ficou com a Leninha?
Ximena: A Danda
Grego: Então, quer dizer que tá limpo?

Ele se levanta e eu entrelaço as pernas ao seu redor. Grego me beija até chegarmos ao seu quarto, onde ele me coloca na cama e tira a camisa ficando por cima de mim. Em seguida ele beija meu pescoço e tira minha blusa...
No dia seguida.

Acordo e me vejo deitada ao lado de Grego com a cabeça em seu braço. Quer dizer que não foi mais um sonho a noite de ontem foi real. Abro um sorriso enorme só de pensar nela. Me sento na cama e começo a procurar minha roupa com os olhos.

Ximena: Cadê?
Grego: O que? — ele pula da cama assustado.
Ximena: Desculpa. — ele se senta.
Grego: Quer me matar? Que susto, Ximena.
Ximena: Não quero desculpa. — ele me olha, sorri e beija minha bochecha.
Grego: Você fica linda enrolada nesse lençol da minha cama
Ximena: Obrigado. Mas eu quero minha roupa.
Grego: Aqui. — ele joga minha blusa. — Só não acho o resto. — ele olha ao redor
Ximena: Valeu. — me levanto.
Grego: Aqui. — ele segura meu sutiã.
Ximena: A. i- eu pego da sua mão. — Deixa que o resto eu mesma acho.
Grego: Tá. — ele me abraça. – Quer tomar banho comigo?
Ximena: É tentador... Mas eu tenho que achar minha roupa e mandar o Sereno ir na Lindorela. Você não tá com fome?
Grego: Morrendo. — ele vai pro banheiro.

Acho minhas roupas, espero Grego saír do banheiro e entro no banho, me arrumo e nós descemos.

Sereno: Ximena? Tu dormiu aqui?- Bazunga da um tapa na cabeça dele. — Ai!
Grego: Se dormiu não é da tua conta. — Bazunga sorri.
Sereno: Tão se pegando. — Os três sorriem. Ai, que vergonha.
Ximena: Vai na Lindorela, Sereno, faz favor
Sereno: Mas é você que passa por lá quando vem pra cá
Ximena: Mas como você mesmo percebeu, eu...
Grego: Não retruca, Sereno. Vai logo, meu. — ele sai resmungando.
Ximena: Grego, depois de fazer o café vou ter que ir lá em casa. — digo procurando o pó do café. — Acabou o pó de café? Hummm... que coisa.
Grego: Bazunga, diz pro Sereno trazer esse pó ai.

Sereno volta, faço o café e vou pra casa.

Ximena: Danda, desculpa. — entro em casa já pedindo desculpas. – Cadê elas? — digo quando percebo que elas não estão em casa.

Troco minha roupa por uma de treino. Hoje é dia do Grego treinar e eu vou junto. Visto um short e uma blusinha. E vou procurar a Danda na casa dela.

Danda: Oi, Ximena.
Ximena: Oi, Danda. Tu não me avisou que tinha vindo pra cá.
Danda: Nem tu me avisou que ia passar a noite no "trabalho". — ela estreita os olhos.
Ximena: Foi mal, não deu pra avisar
Danda: Tudo bem. Só que me deu fome e eu não sou boa na cozinha.
Eva: Toma café com a gente, Ximena? — ela me pergunta sorrindo.
Ximena: Não, obrigado. Só vim agradecer a Danda e pegar a Maria.
Eva: Deixa ela com a gente. Ela está doente, molinha, não tem como você ficar pra cima e pra baixo com ela.
Ximena: Valeu, dona Eva. Eu posso ver ela? — nós sorrimos.
Danda: Vem. — nós subimos pro quarto dela e vejo Maria dormindo em uma das camas.
Ximena: Vocês vieram agora pra cá?
Danda: Viemos ontem. Você aonde passou a noite?
Ximena: Trabalhando.
Danda: Trabalhou muito, né?!
Ximena: Cala boca, Danda. — sorrimos. — Pega. — dou um dinheiro pra ela. — Pra você comprar os remédios dela.
Danda: Tá

Eu vou treinar. Não ficamos muito e voltamos pro desmanche.

Sereno: Vou terminar logo aquele carro.
Bazunga: Eu vou comer.

Eu e Grego subimos pro escritório dele. Ele se senta e eu fico em pé.

Ximena: O que será do Paletó uma hora dessas?
Grego: E eu lá quero saber de Paletó? Vem cá. — me aproximo. — A gente tem coisa melhor pra fazer. — ele me puxa pro seu colo e me beija
Javai: Opa, opa! Não sabia de nada, não quero atrapalhar! — me levanto do colo de Grego.

Notas finais
Poxa Javai seu chato