Aquele Amigo

5 Aquele Amigo Que...


Notas iniciais
Yoo Minna-saaan ♥ ♥
Boa tarde!!
bem, aproveitei que ainda não fui lá almoçar pra vir postar o último capitulo pra vocês! :DDD
eu não sei se vão gostar do final, porque, sinceramente, eu odiei '-'
haushauhsuahs'
só que entendam, a Nako não conseguiu pensar em NADA melhor u.u
éeeeee pessoal... aqui vai ♥ ♥
ENJOY ~

Pov Matt

Hoje... Nada e nem ninguém me impedirá. Mello passou dos limites. Ele feriu de várias formas Near que nem mesmo tinha culpa das coisas que aconteciam entre a gente. Near não precisava ser envolvido, Mello não precisava tê-lo posto em nosso meio. E agora, por minha culpa, ele destruiu emocionalmente o pequeno, e eu não deixarei assim.

Seguia em passos firmes e fortes pela Wammy’s. Não importa o que eu farei, não mesmo, pois depois disto Mello nunca mais fará nada contra Near... Contra e a favor... Não estará mais aqui para isso.

Dentre nós três, o loiro foi o primeiro a chegar no orfanato e Near foi o último. Mas neste período em que o albino ainda não havia chegado, mais especificamente dois anos, Mello e eu tínhamos nos tornado um pouco mais do que amigos e companheiros, havíamos nos tornado um só. E após um longo tempo, permanecemos assim, juntos, unidos... Até Near chegar.

Quando ele apareceu no orfanato, logo foi classificado como o número um, o mais provável a se tornar sucessor do grande detetive do século. L. E por causa deste acontecimento, Mello mudou drasticamente o seu comportamento, e desde então começou a implicar com Near. Sempre o batia, ou destruía tudo que ele construía.

Até então foi assim, unidos apenas pela rivalidade... Era o modo como Mello via as coisas, já Near, eu acredito que nem mesmo dava bola. Não perdia seu tempo com essas coisas que somente o atrapalhavam. Eu enxergava estas atitudes, tanto do loiro quanto do albino, como um simples e distorcido coleguismo, mas isto mudou a partir do momento em que briguei com Mello.

Suas atitudes haviam se tornado tão radicais que acabou fazendo-me perder toda a paciência que tinha. E num dia comum tive um desentendimento feio com o loiro. Assim paramos de nos falar por um longo tempo, dois meses aproximadamente... Sem beijos, que estávamos acostumados a trocar, sem abraços, sem nenhum tipo de relação amigável.

Mas então, instantaneamente voltamos a nos entender. E muito bem aos meus olhos. Tirando a parte de que éramos praticamente amantes... Passamos a ser somente amigos, e nenhum dos dois tocavam no assunto. Mas eu sabia que na cabeça de Mello, uma vingança devido o meu distanciamento estava sendo posta em pratica, eu só não sabia como.

E foi num belo dia que encontrei Near cabisbaixo e diferente de como sempre era, encolhido debaixo de uma árvore do jardim. Era outono, uma época em que não me esqueço... O pequeno passava quase o dia inteiro somente agarrado aos próprios joelhos sob aquela mesma árvore. Com o olhar vago e distante, sempre pensativo e ao mesmo tempo abalado.

Parecia sempre muito aflito.

Cheguei a pensar que tinha algum problema pessoal que não estava a fim de compartilhar, mas vê-lo dia após dia naquelas situações apertavam meu peito de uma forma estranha, e decidi procurar partilhar aquilo com ele, e numa tarde sentei-me ao seu lado, e nada dissemos... Tinha um clima muito estranho e pesado, e então entendi como se sentia quando estava sozinho todos os dias... Era triste e muito solitário.

Foi ai que perguntei o que estava acontecendo, e ele, ingênuo e já no seu limite, me contou o que estava passando.

Disse que fazia um tempo que Mello trocara chutes e surras por ‘atos’ que Near denominava constrangedores... Eu pude entender claramente o que era, mesmo sem me explicar detalhadamente. Aquilo fora nojento da parte de Mello... Como conseguia se ‘vingar’ de mim através de alguém totalmente fora dos nossos assuntos?

Eu queria ter ido naquele momento, imediatamente até Mello e esclarecido tudo... Mas Near me impediu, como toda pessoa que é asquerosamente abusada impede. Disse que queria resolver aquela situação sozinho, ou então perderia todo o seu orgulho próprio. Eu não devia ter concordado... Mas concordei.

Então a cada dia os abusos de Mello ficavam maiores, e aparentemente haviam se tornado um esporte para ele. Tanto que Near vinha me relatar os episódios com uma freqüência assustadora. Eu já não agüentava mais aquilo, então propus ao albino a tal ideia que nos levou a toda esta situação.

E aqui estou eu, indignado, me sentindo totalmente culpado por tudo que aconteceu... Por Near ter sido estuprado, por Mello ter mudado daquela forma terrível, por tudo... Mas agora eu irei mudar toda a história, de qualquer jeito, farei o que for preciso pra isso.

Cheguei ao meu quarto e do loiro, abri a porta com uma violência que não costumava ter. Nisto Mello despertou e me encarou confuso...

- Ei, o que foi seu imbecil?! – Questionou-me rispidamente.

Fui até a cama onde estava meio deitado e puxei-o pelo pescoço, fazendo com que tossisse um pouco. O fitei com uma expressão enojada. Eu agora o dispersava... De todas as formas.

- Seu... Seu maldito! – Gritei, desferindo um tapa no seu rosto em seguida.

Ele me encarou com os olhos arregalados, provavelmente se perguntando do porque daquilo, do porque da minha reação. Sua boca estava entreaberta e seu rosto virado para o lado por causa do tapa.

- M-Matt...?! – Sussurrou assustado. – O que você está... –

- CALA A BOCA! – Gritei novamente, cortando-o. – Você... Como você pôde fazer aquilo com Near?!! – Eu senti algumas lágrimas saindo dos meus olhos, talvez de raiva, ou até mesmo tristeza. Não sei.

- Do que você está falando?!!! – Gritou igualmente. Se livrando da minha mão em seu pescoço.

- DE VOCÊ TER... – Mais lágrimas vieram à tona ao me lembrar da figura de Near tão abalado quando eu o tinha visto na fenda da porta. – EU TENHO NOJO DE VOCÊ! NOJO!! – E dei-lhe outro tapa, desta vez no outro lado do rosto.

- MATT! PARA! – Alterou-se. Segurando meu pulso antes que eu desferisse mais um tapa.

- Você... Nunca mais vai... Encostar um dedo no Near. – Então deixei que meu ódio e desapontamento me guiassem...

Pov Near

~Dois meses depois~

Faz hoje dois meses que Matt saiu do meu quarto para se vingar de Mello... Eu queria tê-lo impedido de fazer aquela besteira. Mas eu não o fiz. Infelizmente.

Depois daquele dia... Eu não vi mais Mello. Eu acho que ele foi embora, eu não sei. E Matt... Bem... L decidiu que ele não podia mais ficar na Wammy’s house... Sempre que eu o pergunto para onde levou o ruivo, ele muda de assunto, e quando falava algo, dizia que Matt estava em outro orfanato, coisa que eu nunca acreditei. Talvez ele também tenha ido embora. Mas, porque ele ao menos não se despediu de mim? Não éramos amigos?

Acho que éramos ou, somos... Pois foi o que murmurou em meu ouvido antes de sair pela porta do meu quarto.

Mas seja lá onde esteja ou para onde tenha ido... Ele sempre, sempre será para mim, o melhor. Motivo de admiração. Então eu... Gostaria de ter-lhe agradecido por tudo.

Matt... Ah Matt...

Notas finais
e aiieeeW?
vão me bater bastante?
tipo... que final sem nexo néeah? não gostei!
eu tentei mudar umas 500 vezes mas nada, realmente nada dividido por nada melhor me vinha na cabeça u.u
GOMEEEEEEEEN!!
mas pliiiis, mandem reviews ♥ pq né... mesmo estando ruim, é bom saber dos comentários ^^
hehehe
KISSUS ♥ obrigada por ler, por acompanhar e comentar!!
a TOOOOOOOOOOOOOOODOS vocês !!!!!
*-*-*-*-*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!