Aquela Pizzaria... A Nova Geração - Interativa
61 Conhecendo o Humano
Notas iniciais
Visão de Adventure Freddy
Local: Glitch camada 1
Horário: 10:35
(Começa a tocar a música: Annoyng Dog Appears!)
Eu estava desesperado, não sabia o que fazer, era um HUMANO?! REALMENTE UM HUMANO!! A ESPÉCIE QUE ERA PRA ESTAR EXTINTA ESTAVA BEM NA MINHA FRENTE!!!
— VOCÊ É UM HUMANO?! — Grito apontando para ele.
— NÃO... — Ele parecia nervoso e se levantou rapidamente. — Ok, sou sim...
— AAAAAAAAAAAHHHHHHH!!!!! — Grito desesperado!!!
— AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!!! — Ele grita mais desesperado do que eu.
— O que eu faço? — Fico confuso, o que faço agora?
— Eu não sei o que vai fazer, mas eu sei o que farei. — Fala o humano com a cabeça baixa e me desferindo um golpe certeiro, eu coloco meus braços a minha frente para me defender, mas só sinto um cutuco com seu soco.
— Pensei que os humanos fossem mais fortes. — Falo voltando a minha forma normal, olhando pra ele sem reação.
— Você não viu nada, IÁ!! — Ele desfere outro golpe em mim, eu só bloqueio com meu braço. Ele dá outro soco e faço a mesma coisa, então recebo um chute no joelho, não sinto nada, ele então começa a me bater várias vezes, eu não me mexo, parece que seus golpes eram como gelatina. — Eu desisto...
— Que bom... — Eu lhe dou um soco fraquinho no nariz, ele cai no chão, eu pego um cipó e amarro suas mãos, fazendo-o ficar sentando no chão. — Bom, agora vamos conversar...
(Pare a música)
***
— UAU!! EU TENHO UM HUMANO! PROVAVELMENTE O ÚLTIMO ESPÉCIME!! — Grito alegre, eu poderia ficar famoso com isso.
— Último? — Fala o humano confuso.
— É, vocês foram extintos. — Falo normalmente, juro ter visto um ponto de exclamação aparecendo em cima de sua cabeça junto de uma expressão de surpresa.
***
— Eu poderia te matar e acabar com toda essa confusão. — Falo com um tom amedrontador, fazendo o humano ficar apavorado. — Mas isso não daria um bom exemplo pros leitores.
— Ufa. — Fala o humano aliviado.
***
— De onde tu veio? — Pergunto fitando ele.
— Eu vim do ano de 2016, fiquei congelado por um tempo... — Fala o humano.
— E qual seu nome? — Pergunto.
— Wellington Rodrigues Gonçalves de Souza... Mas pode me chamar de Baloon Boy. — Quando ele fala isso, fico de olhos arregalados. (Para os que disseram isso nos comentários, só não gosto de dar spoilers).
— BALOON BOY?! — Grito!
— Sim. — Fala o humano com normalidade.
— É que... Já temos um Baloon Boy neste mundo. — Falo quase rindo.
— Pois é, mas na minha época também tinha, Freddy, Bonnie, Chica e geral.
— Nossa...
***
— EU PODERIA TE LEVAR AS AUTORIDADES, LÁ ELES IRIAM... te estudar? — Falo meio em dúvida do que iriam fazer com o humano lá.
— Eles vão... Peraí, o mundo tá tomado por animatrônicos? — Pergunta o humano.
— Obviamente, a bastante tempo. — Falo com normalidade.
***
— NINGUÉM PODE TE VER ASSIM!! — Grito sem saber o que fazer.
— Por que? — Pergunta o humano.
— Porque se não, iria tirar o foco da nossa aventura e nunca vamos poder salvar o nosso mundo.
— É, isso já aconteceu comigo...
— Então temos que te disfarçar! — Falo fechando os punhos e os levantando.
— EI!! FREDERICO!! — Grita o Smill vindo em nossa direção e vendo o humano. Essa não. — ...OLHA, UM ROBÔ FEITO DE CARNE!!!
Smill corre na direção do humano e sobe em sua cabeça.
— Eu sou um humano. — Fala o "Baloon Boy humano".
— EI, EU CONHEÇO ESSE CARA! — Ele olha direito para o humano. — Ele é o carinha que me achou na frente do laboratório do meu papai.
Smill bota sua língua pra fora de um jeito fofinho.
— Laboratório? Pai? Do que o Smill tá falando? — Pergunto.
— Eu achei o Smill lutando com uma pedra. — Fala o humano.
— E ela me deu uma baita surra. — Fala o Smill com um sorriso.
(Começa a tocar a música: Alphys)
— O que tá acontecendo? Por que estão demorando? — Pergunta o cara de capuz chegando no local. — Tô fora.
— EPA, EPA, EPA!! — Eu seguro ele pela gola de seu casaco. — Seguinte, você é a terceira pessoa que sabe desse humano, se tu contar pra alguém sobre isso eu te espanco!.
— Veremos se consegue! — o cara de capuz ficou com uma voz tenebrosa.
— O quê? — Pergunto assustado.
— De boa. Eu não conto pra ninguém. — Fala o cara de capuz com sua voz normal.
— Ok, temos que arrumar uma fantasia pro humano, se não vai desfocar o objetivo dessa aventura. — Falo pensativo.
— E se a gente... — Fala o cara de capuz fazendo um sinal passando seu dedo pelo seu pescoço.
— Passasse o dedo no pescoço? — Falo.
— Não, podemos pegar a fantasia de algum Ball Boy, deixasse só o endo-esqueleto dele. — Fala o cara de capuz.
— Podemos fantasiar o humano de... HUMANO!! — Fala o Smill.
— Não... Vamos lá.
***
Estávamos a espreita, na Pinwheel Funhouse, esperando que um Ball Boy aparecesse.
— Vai demorar? — Fala Smill dando um bocejo. — Tenho que fechar os olhos e viajar pro mundo dos sonhos.
— Não vai demorar... É só pegar... O BALL BOY!! — Falo saltando em cima de um Ball Boy que se assusta e grita desesperadamente...
***
Vestimos o humano com a fantasia que o endo-esqueleto daquele Ball Boy usava, agora o humano estava disfarçado de Ball Boy.
— Está... Favorável. — Falo.
— Tá horrível, esta fantasia é maior que o humano. — Fala o cara de capuz.
— Bom, ele é um Baloon Boy do passado, seria obvio colocar uma fantasia de Ball Boy nele. — Fala Smill ainda na cabeça do humano.
— Eu me odeio, pensando que no futuro as coisas são tratadas com mais seriedade, mas não, quando tu encontra uma espécie em extinção, tu faz o que? Tu veste ele com uma roupa estranha... — Fala o humano indo na direção do povo que tomava um cafezinho. (Voltamos ao Glitch).
— EITA, UM BALL BOY!!! — Fala Toy Freddy preparando uma esfera de energia.
— NÃO, NÃO MATA O CARA!! — Falo parando na frente de Toy Freddy.
— Tu é burro ou o que? — Fala ele. — Ele é um inimigo.
— Não, na verdade esse Ball Boy conversou comigo, nos juntamos e agora somos amigos, ele pode nos ajudar a sair daqui. — Falo dando um sorriso forçado junto de todos que sabiam do humano, menos o Smill que estava sempre sorrindo.
— ...Hum... Tá bem. — Fala Toy Freddy voltando ao cafezinho.
Ufa...
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